Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

terça-feira, 23 de julho de 2013

O HOMEM QUE FOI A VÊNUS!!!




Nós conhecemos pessoalmente a Salvador Villanueva Medina, o homem que foi a Vênus. Salvador não tem nada de fanático nem de desequilibrado. Salvador foi examinado pelos psiquiatras e eles chegaram à conclusão de que este é um homem normal, mentalmente equilibrado.

Salvador não vive de sua extraordinária aventura nem tampouco do livro que escreveu intitulado Estive no Planeta Vênus. Este cavalheiro agora é mecânico de profissão, arruma automóveis, disso vive, nós mesmos estivemos em sua oficina vendo-o trabalhar, é prático em cem porcento. O domicílio deste cavalheiro não revelamos por não ter autorização para dá-lo em um impresso.

Só nos limitamos a duas coisas: Primeira, dar testemunho de que este é um homem absolutamente cordato dedicado a seu trabalho e à sua família. Segunda, que este homem passou por uma aventura formidável, mas que não vive nela.

Salvador Villanueva Medina conta o que aconteceu, e isso lhe tem dado muitos sofrimentos porque os patifes, os céticos de sempre, os imbecis, têm feito escárnio dele.

Salvador esteve em Vênus, fora de toda dúvida, e cumpre com o dever de informar a seus semelhantes, embora estes se burlem dele. Quem ri do que desconhece está a caminho de ser idiota.

Na segunda dezena do mês de agosto de 1953, Salvador, conduzindo um automóvel rumo a Laredo, levava uns “gringos” que desejavam retornar a seu país. Tiveram de acontecer as peripécias mais tremendas. O carro se danificou, seus acompanhantes decidiram retornar a um povoado próximo em busca de um guincho. Enquanto isso, no silêncio da noite, Salvador se meteu debaixo do carro com o propósito de consertá-lo.

Quando tentou sair debaixo do automóvel, ouviu que alguém se aproximava, pois se escutavam passos na estrada. Uma voz estranha lhe perguntou, em perfeito espanhol, o que tinha acontecido com o carro. Salvador não respondeu. Encontrou-se frente ao homem estranhamente vestido, de pequena estatura, com 1 metro e 20 centímetros aproximadamente.

O estranho uniforme do visitante, o rosto tão branco como o marfim, o cabelo comprido platinado e ondulado caindo sobre seus ombros, a perfeição de seu rosto etc., surpreenderam tremendamente a Salvador.

Conta Salvador que este estranho visitante levava um cinturão com perfurações das quais saíam estranhas luzes.

Salvador só se limitou a perguntar ao misterioso personagem se era aviador. O personagem respondeu que seu avião, como nós o chamamos, estava a pouca distância. Ditas estas palavras, o personagem se meteu entre a montanha. Conta Salvador que, depois deste acontecimento, resolveu dormir tranqüilamente no seu carro.

Não tinha passado muito tempo quando foi despertado por fortes golpes dados no vidro da porta dianteira do lado direito. Salvador abriu sua porta e foi grande sua surpresa ao encontrar ao conhecido que vinha agora em companhia de outro indivíduo semelhante. Salvador os fez entrar em seu carro e conversou com eles amplamente.

Aqueles personagens disseram vir de Vênus e deram muitos dados sobre este planeta.

Disseram que, em Vênus, as ruas se prolongavam sem fim, cheias de desníveis para evitar acidentes.

Em Vênus, os veículos não consomem combustíveis nem vegetais nem minerais, pois são prejudiciais para os organismos. Os venusianos utilizam a energia solar para propulsar seus veículos.

Disseram-lhe que as banquetas, plataformas ou calçadas das ruas não estão paradas, pois estão organizadas em forma de bandas metálicas que se movem e economizam esforços aos transeuntes e que as pessoas jamais ocupam o centro da rua, pois este é metálico e condutor da força solar com que se impulsionam todos os veículos.

Disseram os venusianos que eles, em seu mundo, tinham um só mar, mas que este era três vezes mais profundo que os nossos.

Salvador asseverou que, segundo nossos sábios terrestres, nenhum outro planeta podia ter habitantes racionais.

Os venusianos responderam: “O que lhes faz pensar tal coisa? Acaso os deficientes meios de que dispõem para fazer seus cálculos? Não lhes parece muita pretensão acreditar que são os únicos seres que povoam o Universo?”

Aqueles venusianos informaram amplamente a Salvador sobre a vida de Vênus. Dissiparam suas dúvidas lhe explicando que eles criaram em Vênus mediante sistemas científicos especiais um clima artificial uniforme ou benigno convertendo assim seu mundo em uma morada deliciosa.

Explicaram que, em Vênus, os meninos não vagam pelas ruas, que o Governo os controla até que alcançam a idade adequada, que lhes classificam de acordo com suas qualidades físicas e mentais e lhes atribuem determinado lugar onde fazem falta.
Explicaram estes venusianos que, do mar, tiram todos os elementos necessários para construir edifícios, confeccionar roupa, fabricar veículos e uns 60% ou mais de sua alimentação.

Disseram que seus navios podem estar no ar ou na água e que, no fundo do mar, existem gigantescas fábricas encarregadas de selecionar e aproveitar cientificamente o pescado para sua alimentação.

Afirmaram os venusianos que, aqui em nosso planeta Terra ficam alguns deles vestidos de compatriotas com o propósito de estudar à humanidade de nosso planeta. Dizem eles que a etapa histórica pela que nós, os terrícolas, estamos atravessando agora, viveram-na eles faz muitos milhares de anos. Eles também conheceram as guerras, os líderes ardilosos da política, até que, por fim, nasceu a fraternidade. Hoje em dia, não têm bandeiras. Fizeram de seu mundo uma só Pátria e estão governados por sábios que somente se limitam a aconselhá-los com sabedoria e amor.

Salvador foi convidado pelos venusianos a comprovar a realidade dessas afirmações. Saiu do carro depois dos dois homens. Meteu-se com eles na montanha e encontrou uma majestosa nave em figura de esfera achatada que se apoiava em três bóias que formavam um triângulo. Diz Salvador que dita nave tinha, na parte superior, um cabo ligeiramente inclinado para dentro, como de 1 metro de altura, circundado de buracos que semelhavam olhos de boi como os que se usam nos navios.

Salvador penetrou detrás de seus acompanhantes no interior da formidável nave cósmica que, segundo suas palavras, parecia uma impressionante fortaleza.

Cinco dias esteve vivendo Salvador no planeta Vênus, e retornou à Terra depois de ter verificado a realidade de todas essas afirmações feitas pelos venusianos.

A civilização venusiana é milhões de vezes mais avançada que a dos orgulhosos terrícolas.

Salvador relata o que viu, nos limitamos a comentá-lo. A Casa Philips examinou amostras de terra e de plantas recolhidas no lugar onde Salvador encontrou a nave e descobriu uma desordem atômica muito estranha dessas amostras. Também se fotografou o lugar, pois ali ficaram os rastros da nave. O sábio Adamski ditou uma conferência sobre este tema no Teatro Insurgentes do México. Uma comissão alemã de cientistas se interessou pela questão e visitou Salvador e estudou no terreno dos acontecimentos. Não ficou dúvida alguma, porém os imbecis seguirão rindo como sempre porque são imbecis.

Fonte: enviado por e-mail

Solange Christtine Ventura
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