
A Magnanimidade de Deus

Lembremo-nos Dele, expõe Emmanuel:
“— Para que saibamos agradecer os talentos da vida, abraçando o próprio dever como sendo a expressão de Sua Divina Vontade e encontraremos a força verdadeira de nossa fé, a erguer-nos das obscuridades e problemas da Terra para a rota de luz.”.

Ao longo dos milênios, Deus tem sido objeto dicotômico entre a fé e razão, de medo ou de amor; todavia para o Criador se conduzem as atenções humanas, não só para afirmar a Sua existência, como para denegá-Lo.
-Voltaire dizia que:
"— Se Deus não existisse, então seria necessário inventá-lo, até porque creio no Deus que criou os homens, e não no Deus que os homens criaram.".


A divisão entre fé e razão sempre existiu ao longo do processo histórico. Compreender o Onipotente pela razão é uma atitude substancialmente filosófica, enquanto que aceitar o Todo-Poderoso pela fé é uma atitude predominantemente religiosa.

Uma das básicas questões espíritas é demonstrar científica e filosoficamente a existência de Deus. Por isso, encontramos Deus em nossas cogitações mais íntimas.

Em Deus não há bifurcações
— Deus é Absoluto:





— O filósofo Baruch Spinoza pronunciou certa vez que não necessitamos orar nos santuários:



— Até porque a casa do Altíssimo está:





Aí é onde Ele está e expressa o amor pela humanidade.
Deus não está nos livros.
— O que adianta ficarmos lendo supostas escrituras sagradas se não sabemos ler Suas Leis:





Não encontraremos Deus em nenhum livro!
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