Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A MAGNANIMIDADE DE DEUS:







A Magnanimidade de Deus


   O amor do Todo-Poderoso sustenta nossas vidas e a estrutura do Universo.

Lembremo-nos Dele, expõe Emmanuel:

“—   Para que saibamos agradecer os talentos da vida, abraçando o próprio dever como sendo a expressão de Sua Divina Vontade e encontraremos a força verdadeira de nossa fé, a erguer-nos das obscuridades e problemas da Terra para a rota de luz.”.

   Sim! Rota de luz porque o Altíssimo é um dos princípios mais ancestrais e inexauríveis do patrimônio cultural da humanidade.

Ao longo dos milênios, Deus tem sido objeto dicotômico entre a fé e razão, de medo ou de amor; todavia para o Criador se conduzem as atenções humanas, não só para afirmar a Sua existência, como para denegá-Lo.

 -Voltaire dizia que:
"—   Se Deus não existisse, então seria necessário inventá-lo, até porque creio no Deus que criou os homens, e não no Deus que os homens criaram.".

   René Descartes, na essência da sua vigília racionalista, expõe Deus através da razão.
   Blaise Pascal, por outro lado, fala-nos que só podemos reconhecer Deus através da Fé.

A divisão entre fé e razão sempre existiu ao longo do processo histórico. Compreender o Onipotente pela razão é uma atitude substancialmente filosófica, enquanto que aceitar o Todo-Poderoso pela fé é uma atitude predominantemente religiosa.

   Para nós, espíritas, “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.” Recusamos a fé cega e defendemos, com contextos, a fé racional, conduzindo as pessoas a não crerem, simplesmente por terem uma crença qualquer, mas, a saber, porque creem em algo.

Uma das básicas questões espíritas é demonstrar científica e filosoficamente a existência de Deus. Por isso, encontramos Deus em nossas cogitações mais íntimas.

   Quer sejamos crédulos, quer agnósticos, estamos continuamente procurando transcender rumo a metas cada vez mais desafiadoras.

Em Deus não há bifurcações

—   Deus é Absoluto:

   É Único,
   É Infinito,
   É Oni-sciente,
   É Oni-potente,
   É Oni-presente.

—   O filósofo Baruch Spinoza pronunciou certa vez que não necessitamos orar nos santuários:

   Pétreos,
   Lúgubres,
   E obscuros erigidos pelas mãos humanas que cremos ser a Sua Morada.

—   Até porque a casa do Altíssimo está:

   Nos rios,
   Nos lagos,
   Nas praias,
   Nos bosques,
   Nas montanhas...

Aí é onde Ele está e expressa o amor pela humanidade.

Deus não está nos livros.

—   O que adianta ficarmos lendo supostas escrituras sagradas se não sabemos ler Suas Leis:

   Num por do Sol,
   Numa paisagem,
   Num amanhecer,
   No olhar dos amigos,
   Nos olhos dos filhinhos.

Não encontraremos Deus em nenhum livro!


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