Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

DIVINA MARIA - 11 DE AGOSTO DE 2.013 - POR ALTA DE ALTAIR




Marie - 11 août 2013 (Par: ALTA d'Altaïr) from Les Transformations on Vimeo.


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Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.
Eu rendo Graças, eu me sinto honrada pelo seu acolhimento e pela Presença de vocês.
Assim, hoje, no seu tempo e no seu espaço, eu venho ao seu encontro, viver com vocês a Comunhão e a União, na Paz e na Graça.
Eu me alegro também de estar acompanhada, eu também, por aquela que foi nomeada MA ANANDA MOYI, e que irá se exprimir na continuidade da minha intervenção.
*
Eu venho a vocês a fim de Comungar, antes de tudo, de receber e de dar este Amor que é o que nós Somos.
E, sobretudo, depois desta Comunhão, de dizer-lhes, não o que vocês esperam, nem o que vocês podem esperar de mim, mas, bem mais, de permitir-lhes, através de alguns conselhos, de algumas reflexões, de permitir-lhes ajustar-se mais próximo da sua Eternidade, durante este tempo.
*
Foi falado a vocês, e talvez vocês tenham vivenciado isso, desta Dança da Vida, de todo um acompanhamento e um conjunto de sinais, em vocês, como nas suas vidas.
Eu não vou falar sobre isso, eu venho falar-lhes das virtudes do Silêncio.
Não do silêncio que se encontra no alto de uma torre de marfim, trancada e fechada sobre si mesma, mas desse Silêncio que representa a agudeza da Consciência, a agudeza da Vida.
*
O Silêncio não é algo apenas destinado à fazer calar (as suas palavras, como as suas ações ou os seus pensamentos, ou mesmo as suas emoções), mas é um estado de Recolhimento interior que, independentemente da agitação ou dos momentos de descanso que se deixam viver, pode permitir-lhes, doravante, sair ainda mais facilmente, eu diria, do que lhes parece como a linearidade do tempo que vocês vivem, e da inevitabilidade desse tempo que se desenrola sob os seus passos, sob os seus olhos, nas suas lembranças, e no seu futuro.
Tudo isso está impresso no tempo e no espaço onde evolui a sua Consciência.
Ora, como vocês constataram, a seu ritmo, à sua maneira, isso se extingue, isso desaparece do que vocês São, por intermitência, por períodos mais ou menos longos, mais ou menos intensos.
*
É preciso agora utilizar, seja qual for a importância do que lhes é deixado viver na sua vida (esses momentos especiais, que os tem nutrido e iluminado do interior), utilizar essas experiências e esses estados a fim de que, quaisquer que sejam as circunstâncias da sua vida, que isso seja enquanto indivíduo, ou enquanto Coletivo da humanidade encarnada, a fim de permitir-lhes, justamente, não mais depender de qualquer passado, não mais depender que qualquer futuro: encontrar esse famoso Aqui e Agora, sobre o qual o Arcanjo ANAEL conversou longamente com vocês.
Não mais permanecer no Aqui e Agora do Instante Presente, mas, sim, fazer disso para vocês mesmos o presente da sua Eternidade, tocá-lo, prová-lo, vivê-lo com ainda mais intensidade, Alegria e Paz.
Ora, isso apenas pode ocorrer no Silêncio.
E vocês sabem que esses momentos, que se intensificam em vocês, devem tomar todo o lugar, todo o espaço, toda a sua vida, a fim de restituí-los à sua Eternidade, a esta Paz Eterna.
*
Naturalmente, sempre vão existir, enquanto este mundo durar, para vocês como para todos, enquanto ele não tiver chegado ao seu término, os prazeres, as lutas e os sofrimentos da vida encarnada.
Mas, o que lhes é deixado lembrar e viver – e eu diria, de preferência, reviver – é provar, de algum modo, e instalar-se, cada vez mais intensamente, no que vocês São, além deste corpo, além mesmo desta vida.
Ou seja, de encarnar não mais simplesmente a sua vida, inscrita entre um momento chamado de nascimento, e um outro momento chamado de morte, que irão se seguir de outros momentos.
É aqui, aí onde vocês estão, que tudo acontece, e em nenhum outro lugar.
Mas, ao dizer-lhes isso, não é preciso, no entanto, negligenciar ou ignorar os Apelos, que lhes são próprios, da Luz, do Amor, das sincronias, da Fluidez.
Dos seus contatos, para muitos de vocês, entre vocês, encarnados, e entre vocês e nós.
Porque nós aproximamos inexoravelmente uns dos outros, e é nesta aproximação, nesta própria intensificação, que se encontra o Silêncio e a Paz, assim como a Plenitude.
*
Então, eu chamo sua atenção não tanto para o desenrolar da sua vida, doravante, não tanto para o desenrolar da vida sobre a superfície deste planeta, nem mesmo para as suas alegrias, nem mesmo para os seus sofrimentos, nem mesmo para os contatos que vocês podem ter com alguns e com algumas de nós (que isso seja pela palavra, pela percepção, pela própria Consciência).
É preciso aceitar ir além disso.
*
A um ano atrás, um dos intervenientes representando ele próprio, mas também cada um de nós, abordou o princípio da Refutação e (se eu puder dizer) as condições da Liberação.
Tudo isso lhes foi explicado, mostrado e, certamente, vivenciado por vocês, em diversas ocasiões ou em uma única ocasião, isso não faz diferença.
Porque, assim que este último véu é levantado, vocês o sabem, irremediavelmente.
Então, é claro, vocês puderam facilmente observar que quanto mais vocês observam, mais vocês Vivem o que vocês São na Eternidade, e mais este mundo pode lhes parecer, em suas contingências, em suas limitações, como uma heresia.
E eu irei responder que vocês não estão errados.
Mas isso, através de muitas vozes, ao longo dos séculos, deixou-se ver, ler, talvez compreender e aceitar, que havia Dimensões da Vida que nada têm a ver com a vida deste mundo somente, mas que são, é claro, a irrupção desse sobrenatural no seu natural.
Mas esta irrupção, hoje, para muitos de vocês, ocorre cada vez mais intensamente, cada vez mais evidentemente.
Coisa que, até agora, apenas era possível (ainda menos nesta última geração) a título individual, ou para alguns seres que pareciam ter, de algum modo, visto do exterior, um destino específico, um papel de guia do caminho.
*
Hoje, talvez vocês saibam que não há nem caminho, nem trajeto, e que tudo isso fazia parte de uma história, de um evento coletivo, cujas causas lhes foram, obviamente, ocultadas, em todo caso até o momento em que esse último véu for levantado.
Então, eu gostaria de chamar sua atenção para o fato de que não é necessário nem compreender, nem analisar, nem mesmo saber, mas, sim, para Ser inteiramente o que a Luz lhes dá, isto é, Vocês mesmos.
Desta Atenção que não é uma projeção da sua Consciência, mas, bem mais, uma Lucidez de cada instante.
Assim como uma criança é obrigada a focar toda a sua atenção no seu andar para poder caminhar, do mesmo modo, hoje, os períodos de Silêncio e o que vocês Vivem chamam-nos, cada vez mais, para focar sua Atenção nesses fenômenos que, para muitos de vocês, são novos, e para outros podem ser mais antigos, mas cada vez mais intensos.
*
Isso não está aí para fazê-los recusar seja o que for, mas, muito mais, para fazê-los integrar a sua vida atual, entre os seus limites do nascimento e da morte, em um conjunto muito mais amplo.
Que não compreenderia somente uma memória, um passado, um advir e um futuro, mas que engloba tudo isso.
E, vocês, sabem, para instalar isso, é preciso nada ser.
Na Humildade, na Simplicidade, como elas foram desenvolvidas por TERESA, por GEMMA, e por outras Estrelas.
Hoje, vocês podem soltar as nossas mãos, vocês podem (seu puder dizer) andar sozinhos.
Nós estamos em vocês.
*
Então, é claro, isso foi, durante este período de aprendizagem, muito alegre e muito agradável de comunicar-se conosco de diferentes modos, e nós tínhamos anunciado isso para vocês.
Muitas vozes se exprimem hoje para retransmitir o que nós lhes dizemos.
Mas o que nós lhes dizemos não são somente palavras, nem frases, nem conceitos, mas, bem mais, um estado.
E este estado prevalece sobre qualquer sensação, sobre qualquer percepção, sobre qualquer explicação, sobre qualquer antecipação e sobre qualquer projeção.
Além disso, vocês estarão em ressonância, se eu puder dizer, com o que vocês São, e não mais somente na percepção dos nossos contatos, ou desta Dança da Vida (que foi nomeada Onda da Vida ou Onda do Éter), para tornar-se isso, é claro, mas não para limitar-se, aí tampouco, a isso.
*
Esta aquiescência é a sua Liberdade.
Isso firma em vocês a ausência de resistências.
Eu irei retornar simplesmente a alguns elementos que lhes foram dados, desde algum tempo, pelo Bem Amado João, ou SRI AUROBINDO, com relação ao Choque da Humanidade, essas famosas cinco etapas que deviam engrenar, uma ou outra.
Vocês as vivenciaram de diferentes modos, ou não, mas hoje, nesse Silêncio que se instala cada vez mais, vocês têm a oportunidade única, de algum modo, de completar esta Transfiguração para alguns, esta Ressurreição para outros, esta Metamorfose.
Ela finaliza, eu diria, sob os seus olhos, na sua carne, por toda a parte sobre este mundo, com mais ou menos resistências (que, como vocês sabem, são em vão), tanto em vocês, como para o conjunto do coletivo da humanidade.
Há um outro coletivo, que foi chamado de Coletivo do UM, ou Coletivo dos Filhos da Lei do UM.
Isso não envolve os Irmãos e Irmãs que estariam mais Despertos, mais adiantados em um caminho que não existe, mas eles simplesmente estão aí para mostrar-lhes que, talvez antes de vocês, eles soltaram os seus próprios medos, soltaram as suas próprias resistências.
Eles foram até o Sacrifício da sua pessoa, para aceder ao que está além da pessoa deles.
*
Então, é claro, nesses casos, a comunicação, a Comunhão, a partilha é mais fácil.
Mas para vocês, o Coletivo dos Filhos do UM, que vivenciaram, de diferentes maneiras esses momentos, esses instantes e essas experiências, é preciso, hoje, prestar Atenção para não mais observar o que se desenrola: de algum modo, acolhê-lo, deixá-lo trabalhar, como a Luz trabalha em vocês, mas também no nível da sua própria Consciência – seja qual for, como diria BIDI, o seu ponto de vista.
*
Vocês não estão mais nos tempos da Comunhão ou da União, e mesmo da Dissolução.
Vocês entraram realmente nos tempos da sua Ressurreição, Ressurreição individual e certamente coletiva.
Mas na trama do tempo deste mundo, vocês não têm, todos vocês, o mesmo Tempo: mesmo se vocês descontam o mesmo tempo, em relação aos seus dias, meses e anos, o seu Relógio interior e o seu Tempo interior nem sempre estão de acordo com o tempo exterior.
Mas além desses tempos que se desenrolam, e desses espaços que se revelam segundo os seus sentidos, Existe outra coisa.
*
O momento em que, se isso já não tiver ocorrido, vocês terão mais facilidade de dizer: “eu sei”, é o momento em que, em vocês, não se apresenta mais qualquer questão, qualquer interrogação, qualquer dúvida.
Então, é claro, nos tempos mais antigos, isso podia ser chamado de fé, que era certamente, com o Amor e a Esperança, as virtudes mais importantes para “ir”.
Mas, hoje, este mundo não segue assim, ele se torna a sua própria Eternidade.
E isso apenas pode ocorrer de um ponto de vista que eu vou qualificar de ilimitado, que abrange, sem restrição e sem resistências, o conjunto dos sofrimentos e das alegrias da Terra.
A fim de superá-los e de Transcendê-los, e de encontrar esta famosa Morada da Paz Suprema, Shantinilaya, ali, onde tudo é pleno e vazio ao mesmo tempo.
*
Isso significa que, durante esse Silêncio, nesse tempo que ainda se desenrola, na sua vida e na vida deste mundo, vocês irão encontrar-se face a face com vocês mesmos, é claro, mas face a face nos dois tempos e nos dois espaços: no tempo linear e no espaço tridimensional, no Tempo que eu qualificaria (na falta de outra palavra) de Tempo fora do tempo, e de Espaço indefinido.
Porque esta indiferenciação, da própria Consciência, pode parecer, do ponto de vista da pessoa (tanto limitada como estabelecida no Si), como um abismo.
Esta porta, esta famosa Porta Estreita, aquela que lhes foi abordada durante o ano passado, está aberta.
Mas há apenas vocês, como sempre, que podem atravessá-la.
Não há múltiplas formas de atravessá-la: isso é ceder todo o lugar para a sua Eternidade, enquanto Filho Ardente do Sol, Filho da Eternidade e Eternidade, vocês mesmos.
*
Esses momentos que se abrem, no seu espaço linear do tempo, são momentos abençoados.
Porque, a cada dia, vocês irão constatar, não mais a intensidade das Vibrações, ou as suas próprias possibilidades da Consciência, mas, bem mais, um estado como nenhum outro igual.
E se vocês não o tiverem vivenciado, e a partir do momento em que vocês forem vivê-lo, vocês poderão então dizer-se: “então era isso”.
Mas enquanto houver a mínima questão, vocês não poderão dizer “então era isso”: para isso, é preciso, eu diria, render as armas, as armas do sofrimento, as armas do prazer.
O que não significa, é claro, segundo ainda a vida de vocês, por enquanto, não ser afetado, não sofrer, não ter prazer, mas apreender e viver que vocês nada São de tudo isso que acontece das suas tristezas e das suas alegrias, aí onde vocês estão.
Mas que vocês São amplos, além de toda possibilidade de percepção, amplos além de toda possibilidade da sua Consciência, mesmo no Si, como dizem os nossos Irmãos e Irmãs orientais.
*
Dessa maneira, o Silêncio vai favorecer isso em vocês, esta última descoberta que irá fazê-los dizer, quando isso estiver terminado (se isso já não ocorreu), que, de fato, não havia qualquer descoberta.
E que, simplesmente, o Silêncio permitiu a instalação da Eternidade.
Porque as condições humanas, assim como cósmicas e Galácticas, são sincrônicas com isso.
Tudo isso lhes foi largamente e amplamente explicado, mas a explicação jamais irá fazê-los dar o último passo.
A Onda da Vida, vocês acompanharam, pela sua Dança, com alguns elementos que lhes foram comunicados pelos Melquizedeques que não tiveram, ainda, a oportunidade de exprimir-se através das nossas diversas intervenções com vocês (que isso seja nos novos canais, e naqueles que ainda irão se desvendar nos próximos dias).  
Mas vocês irão constatar também que, quaisquer que sejam os apoios e os suportes que forem dados a vocês, pelos Irmãos e Irmãs das outras Dimensões, ou pelos Irmãos e Irmãs da Dimensão de vocês, quaisquer que sejam as suas relações ou as suas discórdias, em última análise, o último sim apenas pode ser dado mesmo por vocês.
*
Então, é claro, as circunstâncias deste mundo são, e irão se tornar, eu diria, cada vez mais delicadas.
Mas o que isso importa para vocês, quando vocês levantaram este último véu?
O que isso importa quando é vivenciada, além da Consciência, a Eternidade, enfim?
*
Outras palavras foram empregadas.
Eles foram empregadas para incentivá-los.
Eu me lembro de que muitas vezes foi relatado o palco do teatro, a ilusão, a Maya, e, no entanto, ainda para muitos de vocês, essa é a única realidade na qual vocês estão inseridos, eu diria, de maneira mais ou menos permanente.
Isso vai mudar cada vez mais depressa, na sua velocidade, a seu ritmo.
Conforme, ainda uma vez, as suas capacidades para não mais resistir.
Porque, ao que vocês resistem vocês fortalecem neste plano de vida, e limita a sua Eternidade.
*
Então, o que fazer?
Qual técnica, qual respiração, qual movimento?
Qual Entidade de Luz, qual Irmão ou Irmã encarnado pode vir ajudar?
Eu irei responder a vocês: absolutamente nenhum.
Absolutamente nenhum de vocês, como absolutamente nenhum dos seus Irmãos e Irmãs encarnados.
Porque tudo isso ocorre sozinho.
E, mais uma vez, eu não vou lhes pedir, nem aconselhá-los para ir ao alto de uma montanha ou a uma ilha deserta.
Mas, sim, para encontrar este retiro, em vocês, através do Silêncio, sejam quais forem os barulhos ou as agitações do seu mundo, ou da sua vida.
*
Façam a experiência.
Aceitem, eu diria, jogar esse jogo.
Considerar, de algum modo, o inimaginável: que vocês São o único Criador.
Na Humildade e na Simplicidade.
E bem depressa, durante este período de tempo que vai levá-los ao nosso dia do Silêncio.
*
Obviamente, eu não estou pedindo para vocês pensarem, nem para agirem, nem para viverem este mundo.
Mas apreendam-se bem de que no Silêncio se encontra a totalidade dos Mundos, a totalidade das Criações, como do Incriado.
Cabe a vocês, enfim, tornar-se o Alfa e o Ômega, o Caminho, a Verdade e a Vida.
Reconhecer-se como Filho Ardente do Sol, podendo dizer que é tanto o sol que aquece esta Terra, como o Sol do seu Coração, que não somente mantém a sua vida neste mundo, mas a Vida de todos os Mundos que estão também em vocês.
*
Então, esse último passo ainda não é mais uma Reversão, ou uma etapa acrescentada.
É simplesmente o que vocês têm que Ver, não com os olhos (isso também lhes foi explicado), não para sentir, não para conscientizar, mas simplesmente para aquiescer, para acolher: a sua Eternidade.
Aí está a Ressurreição, a sua, mas também para o coletivo do ser humano.
Vocês irão, aliás, constatar facilmente que, qualquer que seja o elemento ou o acontecimento que irá afetá-los, necessariamente (seja qual for, aliás), vocês vão ver bem depressa que vocês têm, de algum modo, um novo recurso.
Este recurso é a sua Eternidade.
Não tanto como sonho, ou pensamento, ou evolução, mas, sim, a certeza, cada vez mais ancorada na área da sua Consciência, como nas Centelhas da sua Divindade, de que, de certa maneira, esta Divindade vai se tornar cada vez mais real, e muito mais real do que o seu tempo efêmero sobre esta Terra.
*
Vivendo isso, vocês irão constatar, neste corpo, que tudo isso não tem mais qualquer sentido, exceto aquele de revelar o Amor que vocês São.
E de compreender, enfim, que apenas existe o Amor.
E que todo o resto são apenas projeções, mais ou menos idealizadas, mais ou menos na falta de Amor, mas como o Amor pode faltar a si mesmo?
Exceto, simplesmente, por erros.
Erros que foram tidos como válidos, e que permitiram experimentar, se pudermos dizer, alguns estados limitados da Criação e do Incriado, mas que, em última análise, nada de tudo isso pode envolvê-los.
E quanto mais a sua Eternidade emergir, se eu puder dizer, mais irá se tornar fácil para vocês firmar-se e ancorar-se nesta Realidade.
É deste modo, e somente deste modo, que vocês não serão mais atingidos pelos véus da ilusão, sejam quais forem, ou seja qual for a sua aparência, que a aparência seja a alegria, o sofrimento, a Vibração ou a expansão da própria Consciência.
*
Um novo Dia está nascendo, e nós esperamos, e nós sabemos disso, que um número cada vez maior, entre vocês, vai Despertar.
Não por experiências, não mais por pequenos toques, mas de maneira por vezes abrupta, implicando em profundas reorientações.
Não das suas vidas, mas da sua própria Consciência, tocando e atingindo as próprias fronteiras da Consciência.
E quanto mais, empregando esta imagem, mais vocês irão se aproximar disso, mais vocês estarão em Paz, e mais vocês estarão na Vida.
Mesmo se isso que aparece como efêmero morrer para vocês, ou para o conjunto do coletivo humano.
Porque, naquele momento, vocês já estarão inseridos, seu eu puder dizer, nesta Eternidade.
E nesta Eternidade, não há mais tempo, mais espaço, porque, de certa maneira, vocês foram Transcendidos.
A Eternidade foi revelada.
Eu diria até mesmo que Ela está de volta em meio à sua Consciência, e a este mundo.
*
No dia 18 do seu mês, dentro de uma semana, eu vou me comunicar, realmente, com cada um de vocês que labutam e se esforçam.
Esta labuta e este esforço são simplesmente uma aquiescência.
Não considerem isso como algo doloroso, mas observem esse Silêncio, porque vocês ali irão me encontrar, e vocês ali irão se encontrar.
Nós não teremos mais necessidade de palavras, de Comunhão, de União, de mensagens, de Dissolução seja do que for, porque, naquele momento, vocês irão saber.
E se isso não for nesta data facilitadora, isso será talvez antes, nesta linearidade, talvez depois.
*
Mas lembrem-se de que, gradualmente e à medida que vocês forem cada vez mais numerosos para nos acolher, para encontrar a sua Eternidade, mais o movimento será (como vocês dizem?) cada vez mais rápido, cada vez mais amplo, cada vez mais estendido, para vocês, como para todos os outros, que apenas são Vocês mesmos, em outros estágios e em outros estados.
*
Dito de maneira mais metafórica: do grão de areia ao conjunto das galáxias, não há qualquer espaço, não há qualquer tempo, porque tudo está no mesmo Amor.
Mesmo se a diferenciação e o distanciamento puderem fazer aparecer variáveis, diferenças, mensuráveis e quantificáveis, apreendam-se bem de que isso pertence a uma determinada fixidez.
Porque, a medida de um grão de areia de uma estrela, de um grão de areia de um planeta para uma estrela que o aquece, sempre vai obedecer constantes, variáveis que irão se reproduzir no tempo, entretanto, o que vocês São não está sujeito a isso.
*
Acolham o Silêncio, sejam quais forem as circunstâncias, a fim de encontrar o Amor que vocês São.
O Amor não se acompanha de reflexões, de cogitações, de interrogações ou de suposições, de medos ou de esperanças.
O Amor É.
E se vocês forem Amor, vocês também São.
E quando esse último véu for levantado, depois da Passagem da Porta Estreita - que não é somente a Passagem da Porta Estreita, mas, bem mais, eu diria, a instalação eterna da sua própria Eternidade - será que o efêmero ainda pode suportar, tanto as alegrias como as tristezas?
Vocês saíram da ilusão, naquele momento.
E vocês irão viver, se isso já não ocorreu, o fato de ser Liberado Vivente.
Naquele momento, vocês não poderão mais considerar outra coisa senão a sua natureza, que é Amor.
Todo o resto irá lhes parecer cada vez mais fútil – não o repelindo, porque ele vai desaparecer sozinho.
*
Quanto mais vocês forem numerosos elevando-se no Canto do Amor e da Unidade, da sua Presença e da sua Ausência, isso ocorre naturalmente.
Aí está a Graça do Amor, a Ação da Graça.
Que não os fará somente interrogar sobre a linearidade desse tempo, e sobre a ação / reação, e sobre o que vocês nomeiam, sem compreender realmente o sentido, o livre arbítrio.
Porque, naquele momento, vocês estarão inteiramente determinados, inteiramente Livres: aí está a Graça.
Ela não está em uma liberdade de escolha, em uma liberdade de decisão, uma liberdade de caminho, uma liberdade da vida neste mundo, mas eu lhes falo da verdadeira Liberdade, aquela do Amor.
Todo o resto são apenas limites, todo o resto é apenas sofrimento, no final.
Ao passo que aí, há esta Paz, que nós, umas e outras, entre as minhas Irmãs, tentamos expressar com a máxima precisão e o mais próximo disso.
Resta a vocês, agora, vivê-lo completamente, e de forma definitiva.
*
Então, a Ascensão, que muitos de vocês vivem, ou têm vivenciado, irá se tornar, de algum modo, cada vez mais aparente, e envolvente.
Na Graça do Amor, na Graça da sua Presença, e da sua Ausência no efêmero.
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Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra, e eu estarei com vocês, em vocês, e eu serei vocês, mas muito mais do que isso.
Cabe a vocês vivê-lo.
Eu lhes digo então até depois.
Cada dia, cada instante, cada espaço da sua vida será preenchido de Vida, aquele que é Eterna.
Aí está a única Verdade.
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Dos nossos Encontros nasceu uma Esperança, dos nossos Encontros nasceu um Despertar, dos nossos Encontros nasceu uma Liberação.
É tempo, agora, de instalar a Liberdade do Amor, que é a sua natureza.
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Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.
Eu lhes digo até sempre, a cada sopro, aqui e em outros lugares.
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Eu vou terminar por essas palavras: nós somos UM, não enquanto afirmação, mas enquanto Vivenciado.
Enquanto a única Lei Verdadeira, e Eterna, saindo do contexto das experiências limitadas e ilimitadas, de toda Criação.
Eu os abençoo.
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Eu darei o lugar, dentro de alguns minutos, para MA ANANDA, que virá para continuar uma intervenção que ela fez, desde alguns anos, referente à Reversão da alma, e à Reversão final da alma para o Espírito, nesses momentos privilegiados da sua vida e da vida deste mundo.
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Amor e Luz a cada um de vocês, Amor e Luz a cada um de nós.
Para sempre e na sequência, eu os Amo.



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Mensagem da Amada e Divina MARIA recebida e transmitida por ALTA de Altaïr, do Coletivo dos Filhos da Lei do UM:
11 de agosto de 2013

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Tradução para o português: Zulma Peixinho

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Colaboração dos áudios: Louis Geary e André Meira
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