Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

sábado, 8 de junho de 2013

A PROFECIA NO CODEX DE DRESDEN EM 2.036 E "A VOLTA DE JESUS" EM 2.052:




Em 2012 não teremos mega tempestades solares que pudessem fritar a Terra, nem inversão dos pólos magnéticos, nem raro alinhamento (pois isso ocorre todos os anos) da Terra com o Sol e o centro da galáxia, essas afirmativas já foram confirmadas pela NASA e por uma penca de cientistas, astrofísicos e gente que trabalha dentro da NASA. Vou citar apenas alguns nomes: Don Yeomans (cientista da NASA), David Morrison (astrobiólogo da NASA), Neil de Grasse Tyson (astrofísico PHD pela Universidade de Columbia).


Aí vão alguns links pra quem desejar se aprofundar no assunto:


Raro alinhamento em 2012? AQUI


Inversão dos pólos magnéticos em 2012? AQUI


Tempestade solar que frite a Terra em 2012? AQUI


Da mesma forma não entraremos em era de luz, era de regeneração, era do mentalismo ou nada do gênero em 2012, a não ser que espíritas e espiritualistas queiram rasgar tudo o que o Chico Xavier e o Divaldo Franco disseram até hoje em seus livros. Estamos em plena época de transição planetária, período que não se encerrará antes de 2050. Segundo Chico Xavier no livro “Plantão de Respostas”, segundo volume, a Terra será um mundo regenerado em 2057, já Divaldo Franco, em recente palestra sobre crianças índigo e disponível em DVD, coloca a data de 2052 como o início da era de regeneração. Da qual seleciono esses pequenos trechos:


Estamos em plena época de transição planetária, onde os preparativos para o surgimento da era de regeneração estão sendo acelerados, mas ainda permaneceremos por algumas décadas na era de expiação, mais precisamente no final da era de expiação.


É como uma casa suja que começa a ser faxinada. Não podemos dizer que em plena faxina a casa está limpa e organizada, muito pelo contrário, durante a faxina ela parece mais suja e desorganizada, pois antigas sujeiras aparecem e os móveis ficam fora do lugar. A poeira sobe, fica mais visível a sujeira.


Por essa razão estamos no denominado período de transição planetária e não no início de uma era de luz ou regeneração.


A faxina (transição) já começou e seu auge será em 2036, quando veremos a casa totalmente revirada, móveis espalhados, mas os "produtos de limpeza" já estarão realizando uma grande e visível limpeza, para que próximo de 2050 como nos esclarece Chico e Divaldo, a "casa" já esteja limpa e os “móveis” todos arrumados, o que demarca o início da era de regeneração.


Não existe sequer profecia maia pra 2012, a profecia maia é pro baktun 20 que equivale ao nosso calendário ao ano de 4771.


Não existe qualquer profecia de Nostradamus ou outro profeta com pelo menos uma profecia cumprida que aponte qualquer evento especial para 2012. O tal “livro perdido de Nostradamus” encontrado na biblioteca nacional de Roma foi atestado como de 1800 pelo próprio diretor da biblioteca nacional de Roma Oswaldo Avallone, após teste de carbono 14, o que torna impossível que o livro seja de Nostradamus ou de seu filho, pois viveram quase 200 anos antes do livro ser feito.


Programas como Web Boot que prevê algo pra 2012, já previu que teríamos uma guerra atômica entre 2008 e 2009, ou seja, é furada. Inclusive esse programa é baseado no rastreamento dos assuntos mais comentados na internet, ou seja, se todo mundo falar que o mundo vai acabar em 2012, o Web Boot vai dizer a mesma coisa.


Portanto está mais do que claro que esse negócio de profecia de 2012 não tem sustentação alguma, não existe sequer uma única profecia bíblica que mencione ou aponte pra essa data, nem no Apocalipse, nem no livro de Daniel, não existe absolutamente nada falando sobre algo em 2012, seja como ápice do Apocalipse, seja como inicio de uma nova era.


A famosa profecia dos 70 períodos de Daniel (Dn 9:25) citada por Jesus no evangelho de Mateus , capítulo 24, claramente um marco profético que Jesus cita para o ápice da tribulação não tem qualquer ligação com 2012, nenhum entusiasta da teoria de 2012 trouxe qualquer análise teológica que ligue essa profecia bíbilica ao ano de 2012.


A única coisa de especial que ocorrerá no final de 2012 é a abertura de um portal em Alcyone que será ligado a Terra através do asteróide Apophis, que passará visível aos astrônomos em janeiro de 2013, mesmo ano que está previsto o aumento da atividade solar, não tem nada haver com pseudo interpretações de profecia maia, que repito, não existe pra 2012. A questão sobre o portal em Alcyone está toda explicada no link a seguir: AQUI

O portal será aberto em dezembro de 2012, o asteróide Apophis passará próximo à Terra visível aos astrônomos em janeiro de 2013 e pouco depois, em maio de 2013 segundo a NASA teremos o pico da atividade solar, está tudo perfeitamente organizado e ligado à atividade do Apophis no processo de exílio planetário em2013, 2029, 2036 e cujo ápice será em 24 de abril de 2036.


O processo de transição e exílio planetário está ligado intimamente ao asteróide Apophis, e seu auge será no período de 2029 até 2036, sendo que nesse ano sua contrapartida astral se materializará quando passar visível na Terra, como um gigantesco planeta.

Não tem nada de Nibiru, Hercóbulus ou outro planeta imenso que vá invadir o nosso sistema solar, o tal “gigante” descrito nas profecias dos índios Hopi como o “Red Kachina” ou na Bíblia como o “Dragão Vermelho”, o “Devastador” (Abadon, Apolion), “Avassalador” é uma referência clara ao deus egípcio Apep, que em grego foi traduzido como Apophis ou “Destruidor”, o nome do asteróide que virá em 2036 e era representado por uma serpente gigantesca e primitiva que vivia no fundo do abismo, em suma, o Dragão, a primitiva serpente, o réptil alado que aparece na última página do Codex de Dresden e que os “especialistas” em cultura maia já quiseram associar a 2012.


A própria cultura maia se refere a uma de suas cidades na península de Yucatán no México, como Chichen Itzá que significa “sou a ave serpente” ou “sou o pássaro serpente” (definição clara de Dragão) e os maias veneravam uma divindade que denominavam de Quetzalcóatl que significa “pássaro serpente”


Para conhecer mais a ligação entre essa divindade venerada pelos maias e o códice ou codex de Dresden, vale a pena ler a seguinte fonte: AQUI





“No Códice de Dresden, a manifestação de Quetzalcóatl se dá por meio da representação iconográfica de serpentes emplumadas. O motivo ofidiano está relacionado a uma crença de natureza divina da serpente e sua presença recorrente indicaria certamente a elaboração de um culto direcionado àquilo que ela representa”.


“As serpentes e serpentes emplumadas, representando a divindade Quetzalcóatl, que aparecem na iconografia do Códice de Dresden, parecem evidenciar que a tradição artística que ela apresenta tem suas raízes na imagética de serpentes de outros sítios arqueológicos maias, podendo-se, até mesmo afirmar, que tal tradição é compartilhada por outras cidades da Meso-América onde tal iconografia também se destaca”.


“Por exemplo, as serpentes que aparecem no Códice de Dresden, cujas cabeças estão levantadas, simulando um bote, mostrando suas línguas bífidas também aparecem na iconografia de um edifício da cidade de Chichén Itzá: o Tzompantli”.


“Tal estrutura esteve associada a uma imagética que mostra indivíduos sendo sacrificados. O sacrifício, portanto, é uma temática comum que aparece tanto no Códice de Dresden como em alguns edifícios de Chichén Itzá associados à representação da divindade Quetzalcóatl”.


“Outro exemplo: as serpentes emplumadas com patas, lembrando a forma de um dragão, que aparecem no Códice de Dresden, também se encontram em outros códices do Pós-Clássico da região da Mixteca Alta, México, associados a sítios arqueológicos como Tilantongo. Além disso, as serpentes que aparecem no Códice de Dresden são semelhantes, também, àquelas que aparecem na iconografia de alguns sítios do Epiclássico (700-900 d.C.) na região da costa do Golfo e altiplano mexicano, como El Tajín, Xochicalco e Cacaxtla”.


“Parece evidente, portanto, que o Códice de Dresden também veicula a importante mensagem que relaciona as serpentes emplumadas com um culto à guerra que já era comum no Período Clássico maia” (Navarro, 2001).


A figura da serpente aparece varias vezes no códice, mas numa delas é vista de forma nítida, colorida e impressionante e é justamente por causa dessa imagem que muitos entusiastas falam de uma grande inundação em 2012 por causa de uma suposta profecia no códice:





“Nota-se um guerreiro portando um átlatl na mão direita e uma lança na esquerda. Na parte superior da cena, uma serpente de grandes proporções, de cujas fauces jorra água. Flutuando na cena está a imagem de Ix Chel, a deusa da Lua, que leva uma serpente em sua cabeça. Ela verte um vaso de água.”


Ora, está claro que essa serpente que vem dos céus e vai trazer uma torrente de águas pra toda a Terra (como nos tempos de Noé) é o asteróide Apophis, o “Apep” dos egípcios, a primitiva serpente, dragão que sobe do abismo, o devastador, avassalador que vem nas asas da abominação , o dragão vermelho do Apocalipse capítulo 12, o “red kachina” das profecias Hopi. A figura é clara e mostra a ação do Apophis simbolizado na divindade Quetzalcóatl agindo sobre a Terra (homem vestido como guerreiro) e sobre a Lua (deusa Ix Chel)


Mas vejamos o mais interessante: o guerreiro está com a lança inclinada exatamente como o eixo da Terra. Mas não é só isso, basicamente o códice de Dresden traz informações surpreendentes sobre a órbita de Vênus, 6 páginas do códice de Dresden são dedicadas ao cálculo preciso da localização de Vênus. Pois bem, na Astrologia calculamos o chamado “Regente de Ciclo”, um período de 36 anos em cada planeta, que engloba 7 astros e planetas durante 252 anos. São nessa ordem: Sol, Vênus, Mercúrio, Lua, Saturno, Júpiter e Marte. O desenho é esquematizado numa estrela de sete pontas abaixo:





Reparem a posição da lança na mão do guerreiro e a posição do planeta Vênus. A lança aponta no céu para Vênus e na terra para Saturno. Exatamente em 2017 começará o regente de ciclo de Saturno, que irá até 2052 (que por “coincidência” é o ano informado pelo Divaldo Franco quando a Terra será um mundo regenerado).


Vemos uma deusa representando a Lua e a lança apontando para Vênus, exatamente durante os 36 anos de Saturno como “Regente de Ciclo”, teremos o ano de 2035 com Vênus como o regente do ano e 2037 com a Lua como o regente do ano. No meio de ambos, exatamente o ano de 2036.




2036 será um ano que terá como regente do ano o planeta Mercúrio, que na mitologia é simbolizado por Prometeu, que rouba o fogo do céu e traz aos homens. Na astrologia chinesa, 2036 é o ano do dragão de fogo. Mercúrio é também o domicilio do signo de gêmeos, que tem por símbolo o capacete alado do deus mitológico Hermes. Ora, o que vemos na figura do Códice de Dresden entre o guerreiro segurando uma lança e a deusa representando a Lua segurando um vaso é exatamente um pássaro sobre a cabeça do guerreiro, simbolizando exatamente o capacete alado.


É interessante notar que em outro livro sagrado dos maias, o Popol Vuh (compilação de diversas lendas culturais e religiosas, uma espécie de Bíblia daquele povo) os gêmeos Hunahpú e Ixbalanqué sao personagens centrais desse texto. A simbologia mais precisa para esse pássaro, portanto, seria o planeta Mercúrio, que representa o signo de gêmeos e é o regente do ano 2036. Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol, o que possui a órbita mais rápida ao redor do Sol, o que explica a simbologia do pássaro exatamente no local da estrela de 7 pontas onde está o Sol, pois na época dos maias nao existia nada que se movesse no céu mais rápido do que um pássaro.


Ainda vale relembrar que Vênus é o planeta regente do signo de Touro na astrologia e o dia 24 de abril de 2036 está exatamente no signo de Touro, regido por Vênus, planeta que tem a atenção especial dos maias no códex de Dresden.


Se considerarmos que os maias conheciam profundamente a astrologia e deixaram essa pista para que no futuro associássemos a figura do códice com a estrela de 7 pontas que mostra os 7 planetas regentes de ciclo, fica evidente que se existir alguma profecia nesse códice não é pra 2012, mas para o espaço de tempo entre 2035, 2036 e 2037. Nada no códice de Dresden pode ser associado a 2012.





Deixo aqui um link com uma ampla explicação sobre a questão do calendário maia: AQUI



Por fim, para confirmarmos a informação trazida pelo Divaldo sobre o início da era de regeneração em 2052, voltamos a olhar a tabela astrológica do planeta regente de ciclo por 36 anos. Após o ciclo de 36 anos em Saturno (2017-2052) se iniciará um novo ciclo de 36 anos, em VÊNUS (2052-2088). Temos aqui mais uma confirmação de uma informação velada nos textos bíblicos, pois Jesus nos diz no Apocalipse 22:16 que é a “estrela radiosa da manhã”, definição comum do planeta Vênus. Jesus nos diz também, de forma metafórica, que voltaria com a “Nova Jerusalém” descendo dos céus, cheia de luz.


Ora, se Jesus se define como Vênus (“a estrela radiosa da manhã”), fica claro que a sua volta, que marca o início da era de regeneração, é claramente o início de 36 anos do ciclo regente de Vênus, que começa exatamente na data estipulada pelo Divaldo Franco e pela astrologia: 2052.


Ou seja, a volta de Vênus como o planeta que regerá o novo ciclo de 36 anos, é que representa de forma figurativa a “volta de Jesus”, o início da era de regeneração.


Mais informações sobre os ciclos de 36 anos: AQUI




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