Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

domingo, 5 de junho de 2016

AS ETAPAS PARA UMA TRANSFORMAÇÃO CONSCIENTE - FINAL:






A TRANSFORMAÇÃO DO SER

Devo buscar perceber a Vida de outra forma, identificar os recursos de que disponho, transformar minha vida, abandonando a inércia e o conformismo.

A partir do momento que me aproprio do conhecimento de uma religião ou de uma filosofia superior de vida, devo considerar que, através dela, se levada a sério, alcançarei a felicidade. Por esse motivo, a busca da Espiritualidade é o caminho de realização. Devemos buscar, após conhecê-la, perceber a Vida de outra forma e alcançar a felicidade interior. Percebendo a Vida sob paradigmas espiritualistas, torna-se conseqüência a necessidade de mudança de pensamentos, de hábitos e de atitudes, não pela imposição de conduta social, mas pela nova concepção existencial íntima. Essa transformação deverá ocorrer em profundidade, em todos os sentidos e dimensões, pois decorre de uma radical mudança de percepção do mundo e da Vida. A percepção dos próprios sentimentos, da maneira como eles ocorrem, da forma como os exterioriza e de seus fatores desencadeantes, são fundamentais no processo de modificação interior a que o indivíduo deve se submeter. As emoções que desencadeiam atitudes e norteiam a vida merecem preocupação especial, devendo se constituir no principal item de transformação do ser humano. A autoconfiança, a segurança quanto ao futuro espiritual e a certeza da existência da Fonte/ Deus, permitem que o indivíduo se sinta seguro de si, diminuindo seus medos e ansiedades. O que antes tornava-o inseguro, o que se configurava como sem solução ou parecia-lhe absurdo e incompreensível, passa a ter significado quanto à necessidade de entender seus motivos. Devemos entender que os processos, mesmo aqueles dolorosos ou angustiantes, a que o ser humano se submete, são a própria vida exigindo atuação e aprendizagem de seu principal protagonista. A leitura que normalmente fazemos deles ainda é egocêntrica, enviesada e, geralmente, buscamos a valorização pessoal quando os atravessamos. Mesmo aqueles processos que nos pareçam aversivos e contrários ao desejo pessoal, na realidade poderão tornar-se experiências importantes para nosso crescimento espiritual, cujo contato será significativo e imprescindível para nós. Fugir de viver certas experiências pode significar adiar o conhecimento de si mesmo. Não significa que deveremos, de uma só vez, viver todas as experiências da vida. Temos que saber selecionar aquelas que nos pareçam mais importantes, bem como dispensar aquelas que atrasam o nosso desenvolvimento espiritual.

Quando se está passando por um processo de sofrimento, onde a dor esteja presente, não é saudável acreditar que atravessar essa situação seja garantia de libertação ou de crescimento. É preciso ter consciência de que não é o sofrer, ou mesmo o curar-se, que faz crescer, mas, principalmente, as transformações decorrentes do processo vivido. É o como se sofre, e não o sofrimento em si. A dor ou o sofrimento que se atravessa não são responsáveis pelo crescimento espiritual do ser humano, mas, principalmente, aquilo que se faz, sente e pensa enquanto eles se processam.Quando se conhece o Espiritismo e se atravessa um processo doloroso ou que cause sofrimento, não se deve ter mais a visão autoimoladora de redenção através da dor. Deve-se buscar tirar os proveitos imediatos e a longo prazo decorrentes do processo, enquanto se busca a própria cura. Não devemos pensar na resignação como uma forma de solução dos problemas que atravessamos, mas apenas como um estado de espírito, uma condição necessária a uma atitude ativa diante da dificuldade, seja de ordem orgânica, emocional ou espiritual. Não devemos ter uma atitude de conformação improdutiva diante da dor, mas tentar erradicá-la. Enquanto o fazemos, devemos aprender as lições que ela poderia nos ensinar. Cultivar a resignação improdutiva é abrigar a doença e a depressão. A verdadeira Espiritualidade não prega a ordem do sofrimento nem a aceitação cega das dores. Há uma falsa idéia de resignação passiva que não está de acordo com a proposta espírita de participação pessoal ativa no desenvolvimento espiritual do próprio ser humano. De posse do conhecimento espiritual deve-se buscar viver a própria vida e enfrentar os desafios pessoais que ela oferece sem evadir-se de si mesmo e nem entrar em sistemas alienantes. Buscar aplicar os conhecimentos adquiridos a todas as dimensões da Vida bem como projetar seu futuro para além da vida espiritual, planejando inclusive as próximas encarnações. Com o conhecimento da Espiritualidade, devemos descobrir nossos potenciais interiores, alicerçados nas sucessivas experiências reencarnatórias, utilizando-os a serviço do nosso crescimento espiritual. Não basta ler sobre Espiritualidade para alcançar esse intento. É preciso o esforço pessoal e determinação para que se apreenda as leis do Universo/Fonte/ Deus enquanto se vive os diversos processos em cada encarnação.

O conhecimento é básico, mas a experiência internalizada é fundamental.

Devo ocupar-me também em contribuir para a felicidade comum e ampliar a esperança aos outros Minha felicidade deve ser compartilhada com meu próximo, ocupando-me, na medida do possível em também contribuir para a felicidade comum. Devo viver buscando levar esperança e felicidade aos que me rodeiam, sem que isso se torne necessariamente uma profissão ou obrigação. A Vida se desenvolve no convívio. Seu sentido é a felicidade pessoal e coletiva, simultaneamente. O crescimento pessoal dá-se necessáriamente no confronto de um ser humano com outro e com um grupo social. Os traços da personalidade humana são alicerçados por intermédio das relações com seus semelhantes onde o confronto com o oposto transforma ambos. Pensar em crescer sem ocupar-se do outro é contraditório, pelo princípio de que é com o desigual que se cresce, e este não se trata de um inimigo, mas de qualquer pessoa em nossa caminhada. A felicidade do outro é então condição necessária à felicidade pessoal. O caminho da felicidade é o da auto-iluminação. É a descoberta e vivência do deus presente na essência de si próprio. A auto-iluminação é a Vida que se decide por revelar o deus interno. O Deus absoluto não mora necessáriamente na intimidade do indivíduo. Ele não se resume nos limites do Universo. O deus interno é passível de realizar-se de forma humana e amorosa. Iluminar-se é transcender a esfera física e penetrar nos princípios espirituais com coragem e determinação, confiante na presença de Espíritos Superiores, que nos auxiliam face ao seus desejos de transformação e elevação da humanidade. O crescimento pessoal só é possível em contato com os outros. É em grupo que se alcança a felicidade pessoal, pois somos oriundos de um mesmo princípio, filhos da Terra e participantes do macro-processo divino. A consciência de pertencermos a um mesmo planejamento superior e de estarmos fadados a um mesmo destino coletivo nos coloca em contato com a consciência coletiva da existência da Fonte/ Deus como causa geradora da Vida. É impossível alcançar-se a felicidade de forma egoísta, pois só somos um se existir um outro. A unidade existe na dualidade e esta só é possível na percepção do uno. Nada somos sem outro. Isso nos leva à idéia do compartilhamento de nossa realização com nossos semelhantes. Realizamo-nos no coletivo e no contato com a singularidade do outro, pois ela nos leva à nossa própria. O processo da reencarnação só é possível através de outro ser humano, a fim de que nos conscientizemos de nossa ligação com o outro. O único caminho para ser feliz na Terra é promover o bem comum. Cada um de nós, por força do plano da Fonte/ Deus, tem o dever de, voluntáriamente, contribuir para a realização de Sua obra. Todos temos que dar o contributo como um passaporte para a realização pessoal. Quem não colabora com a Vida não cresce nela.

Vivenciando a Espiritualidade

Saber viver é expandir conscientemente a felicidade, cuja natureza essencial é um estado íntimo e inalienável de bem estar e paz. Ela, a felicidade, não é um fim a ser alcançado fora do ser humano, mas um estado íntimo, alcançável a partir da compreensão e vivência de princípios alicerçados em leis gerais da Vida, cuja realização só se torna possível com a convivência social. Isoladamente, imerso em si mesmo, sem o contato coletivo, ninguém ascende à transcendência superior. É possível alcançar esse estágio de felicidade através da prática pessoal dos princípios básicos espíritas. A percepção dos conhecimentos espíritas e sua realização prática possibilitam alcançar-se o estado de consciência em paz e harmonia. Essa felicidade relativa não significa a solução de todos os problemas da vida do indivíduo, mas a conscientização de que suas causas e soluções serão certamente alcançadas no tempo devido, quer nesta ou em outra encarnação. Por ter sido considerada uma meta, um fim em si, a felicidade foi buscada de forma obcecada, sem que o ser humano tivesse idéia precisa de sua realidade. Ela é um estado de espírito passível de ser conseguido no dia-a-dia, sem que se pense seja algo inalcançável. Ela não deverá, por ser um estado íntimo, estar associada a qualquer objeto exterior ou valor que não seja a paz e o amor ou outros destes decorrentes. Felicidade é uma realização compensadora de objetivos, e isto só é possível com a participação solidária de outras pessoas com as quais nos relacionamos. Embora a Espiritualidade seja eminentemente consoladora e de alcance moral, cabe-lhe também o caráter de implementadora da felicidade do ser humano, não só na vida futura, como espírito desencarnado, como também, principalmente, ainda encarnado.

A FELICIDADE TERRENA

Falar em felicidade na Terra não exclui a consciência de sua relatividade e da pequenez da vida material em relação à espiritual. Mas, se o Espiritismo vale para o além deve valer também para o aquém. Vivenciar o Espiritismo não se trata apenas de exercitar práticas doutrinárias, muito embora possam elas ser imprescindíveis. Esse exercício serve como profilaxia e como aprendizagem, porém é necessário incorporar verdades eternas que devem ser utilizadas na convivência social, nos diversos papéis da Vida. Nem sempre é clara ao espiritualista a percepção de seu verdadeiro caminho. Muitas vezes ele confunde o seu com o de missionários, espíritos de escola, que trilham seu próprio destino, vivendo um processo pessoal que não deve ser imitado. Imitar o caminho do outro é distanciar-se do seu próprio. Certamente que a Espiritualidade conseguirá levar o ser humano ao estado de felicidade que ele almeja, não apenas após a morte, mas ainda quando encarnado, por intermédio das transformações libertadoras que enseja. Esse talvez seja o grande trunfo para uma premissa que se propõe à regeneração da humanidade. A percepção de que é possível alcançar-se, em pelo menos um indivíduo ainda encarnado, o estado de felicidade, pela vivência dos princípios espíritas, levará a humanidade a acatá-los. Muitos de nós, espiritualistas, embora tenhamos consciência das verdades eternas pregadas pela espiritualidade superior, vivemos em busca de que nela venhamos a resolver nossos problemas relativos à vida material. Esses problemas (dinheiro, emprego, relacionamento amoroso, etc.) são de competência pessoal e se constituem num desafio natural para o encarnado. Os princípios espiritalistas devem ser vistos sob um prisma mais amplo, considerando a Vida como um processo grandioso a ser vivido eternamente. Se os aplicarmos apenas para a solução dos problemas inerentes ao viver encarnado, não parecerá que estamos lidando com princípios que pertencem às leis universais. Devemos perceber que, além dos princípios espiritualistas nos ajudarem a resolver nossos problemas comuns, devem nos apontar para além deles, indicando objetivos maiores pelos quais vivemos. Podemos afirmar que tudo o que existe segue leis espirituais e que nos cabe perceber como ocorre o funcionamento e a ação delas. O Espiritismo nos possibilita, dentre outras coisas, entrar em contato com tais leis, pois penetra na essência da Vida e nos coloca diante dela como construtores de nosso próprio destino. Com seus postulados aprendemos a estar na Vida como construtores da paz e a criar sem vaidade, com alegria interior e com amor no coração. Ser espiritualista é sentir-se seguro em relação ao destino, considerando-o uma realização pessoal. A Espiritualidade nos ensina a cultivar a semente do Bem em nós mesmos e no nosso próximo, não apenas como norma de conduta religiosa, mas como princípio de vida. A Vida nos apresenta processos que podem fortalecer esse princípio interno. Ensina-nos a doar energia à Vida; a doar com desapego as coisas: um objeto, uma palavra ou uma oração; a sermos sempre agradecidos, primeiro às pessoas e depois à própria Vida. Dessa forma crescemos e fazemos os outros crescerem.



A IMPORTÂNCIA DA GRATIDÃO

Mostra-nos que ser agradecido não implica apenas no gesto de manifestar retribuição, mas ser grato também sem que o outro o saiba. Leva-nos à descoberta da importância da empatia e da amorosidade para com as pessoas. Somos embriões do amor da Fonte/ Deus, criados para desenvolver nossas potencialidades e para, conhecendo Suas leis, ampliá-las e construir um mundo melhor. A Espiritualidade vivenciada possibilita que, um dia, alcancemos isso; nos possibilita o conhecimento e a descoberta da natureza essencial, singular, única e indecifrável do Espírito. Com ele começamos a penetrar nos mecanismos intrincados da psiquê humana e da essência divina que se constitui o Espírito. Ela abre caminho para as ciências da alma e para a decifração dos códigos que estruturam a Vida; permite que nossa mente se liberte da casca do corpo físico, fazendo aparecer o fruto espiritual, livrando-nos dos preconceitos e medos que atrasam nossa marcha ascencional. A Espiritualidade é uma espécie de luneta com a qual se pode observar além das nuvens do corpo, a Vida verdadeira e exuberante do Espírito. Ela nos possibilita alcançarmos a condição de seres evoluídos e preparados para o nosso futuro. Eleva o ser humano da categoria de simples animal dotado de razão para a condição de Espírito, senhor das emoções. O ser humano evoluído é aquele que descobriu sua singularidade e trabalha em favor dos objetivos da Fonte/ Deus. O foco de referência do evoluído é o espiritual, muitas vezes confundido com interpretações religiosas tradicionais. Quando o foco de referência é externo, vivemos em função do passado ou da representação de objetos e das imagens das pessoas. Nesse caso o ego e sua máscara social atribuem-se todo o poder em lugar da essência divina. A Espiritualidade bem compreendida, nos permite sair da fantasia de que a transformação pessoal é mágica ou deverá ser proporcionada instantâneamente por uma entidade espiritual. Retira-nos da condição de crianças imaturas para adultos conscientes de nossas responsabilidades para conosco e para com o mundo. Ele nos ensina a não nos tornarmos simples seguidores de líderes carismáticos e alienados do processo pessoal de crescimento espiritual. Não se apóia em pessoas, ídolos ou em idéias cuja autoridade não se confirma pela universalidade. É dinâmica que se permite re-leitura a cada época da humanidade.

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

A Espiritualidade nos ensina a nos humanizarmos antes ou ao mesmo tempo em que buscamos nos espiritualizar, para que não venhamos a dar passos tão largos que nossas pernas não possam alcançar. Leva-nos a aprender a viver as dimensões humanas com equilíbrio e segurança, sem que haja conflito com a consciência de nossa natureza espiritual. Coloca-nos em condições de poder identificar nossos erros com seriedade e responsabilidade e a transcender a dialética maniqueísta bem/mal, alcançando a consciência das próprias ações com equilíbrio, assumindo as conseqüências naturais delas decorrentes. Auxilia a eliminar as culpas conscientizando-nos do valor pessoal de crescer com o próprio passado sem nos prendermos às suas amarras, porém assumindo os equívocos cometidos. No que diz respeito aos processos cármicos, a Espiritualidade considera as doenças como um sinal e não necessáriamente um caminho real e imperioso de ser vivido morbidamente. São alertas ao espírito, a fim de que ele busquemos, através das causas, corrigir nossos rumos. São sintomas que tentam reequilibrar um sistema em desequilíbrio. Os princípios espiritualistas, se vivenciados com seriedade e psicológicamente internalizados, nos permitem evitar a tendência ao desejo de poder externo e ao controle das coisas e situações, que prejudicam o desenvolvimento espiritual do ser humano. A partir da visão permitida pela consciência dos princípios espiritualistas, percebemos que há um fluxo constante no universo, como um processo contínuo de dar e receber. O universo se movimenta num sistema de trocas materiais, energéticas e psíquicas. Dar o que se deseja é garantia de aprendizagem do desapego. O aprendizado não está no ato de dar mas na intencionalidade, no objetivo intrínseco, real, não manifesto, quase inconsciente. Psicologia e Espiritualidade são conhecimentos que tratam do mesmo princípio: a natureza essencial do ser humano. Juntos poderão cumprir o destino de tornar conhecido o desconhecido: o Espírito Imortal.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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Bibliografia para consulta
1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Um Curso em Milagres
Foundation for de Inner Peace
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Ascenção Cósmica
James Tyberonn
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-Modern Physics and Vedanta
Swami Jitatmananda
10-Vedanta Monthly
Vedanta Center
11-Manuscritos -acervo pessoal

Nota; Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual

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