Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

sábado, 28 de março de 2015

RELAÇÃO ENTRE ALIMENTAÇÃO E VIBRAÇÃO ENERGÉTICA:



Entenda porque certos alimentos baixam nossa energia, comprometendo a longevidade e dificultando nossos esforços de elevação espiritual


A certa altura do caminho espiritual, todos nós somos avisados que alimentos industrializados, artificiais e de origem animal, assim como bebidas alcoólicas, drogas e guloseimas devem ser evitados porque deixam muitas toxinas em nosso organismo. A justificativa para essa indicação é que a intoxicação do corpo baixa nossa vibração energética.


Para quem deseja compreender melhor a relação entre alimentação e nível vibratório, transcrevemos uma passagem do livro O Segredo de Shamballa, de James Redfield (Editora Objetiva). Autor do clássico A Profecia Celestina, Redfield é espiritualista e pesquisador. Para escrever o texto a seguir, ele baseou-se no trabalho do médico Phd Theodore A. Baroody, um especialista em medicina preventiva e nutrição.




Aqui, Redfield explica com grande clareza e simplicidade como a dieta influi no nível de energia dos seres humanos.


A maioria das pessoas é cheia de energia e entusiasmo durante a juventude, mas, depois, na meia-idade, começa a escorregar lentamente ladeira abaixo e finge não perceber. Afinal, todos os amigos estão na mesma situação e seus filhos são ativos, então eles passam cada vez mais tempo sentados, comendo as coisas que têm gosto bom.

Não demora até que comecem a ter queixas e problemas crônicos tais como dificuldades digestivas e irritações da pele que atribuem à idade, e então, um dia, contraem uma doença grave, de cura difícil.

Geralmente procuram um médico que não ensina prevenção, e se põem a tomar remédios; às vezes o problema é resolvido, às vezes não é.

E então, com o passar dos anos, elas pegam uma doença que piora progressivamente, e percebem que estão morrendo; seu único consolo é pensarem que o que está acontecendo com elas ocorre com todo mundo, que é inevitável. E o pior é que esse colapso de energia acontece, até certo ponto, até mesmo com quem pretende ser espiritualizado.


Se procuramos ampliar nossa energia e ao mesmo tempo consumimos alimentos que nos roubam essa energia, não chegamos a lugar algum. Temos de avaliar todas as energias que rotineiramente permitimos que entrem em nosso campo de energia, especialmente os alimentos, e evitar tudo que não seja o melhor para que nosso campo continue forte.


Sei que por aqui existem muitas informações conflitantes a respeito dos alimentos. Mas a verdade está aqui também. Cada um de nós precisa pesquisar, tentar ter uma visão mais ampla.

Somos seres espirituais que viemos a este mundo para aumentar a nossa energia. No entanto, grande parte do que encontramos aqui destina-se simplesmente ao prazer sensual e à distração, e grande parte mina a nossa energia e nos empurra para a desintegração física.

Se realmente acreditamos que somos seres energéticos, devemos seguir o caminho estreito por entre essas tentações. Estudando a evolução, você verá que, desde o início, tivemos de escolher nosso alimento experimentando e errando, apenas para descobrir quais eram bons para nós e quais nos matariam.

Se comer esta planta, você sobrevive; se comer aquela ali, morrerá. Hoje, já sabemos o que nos mata, mas só agora estamos aprendendo quais são os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm alta a nossa energia, e quais nos prejudicam.


Parecemos ser de matéria, carne e sangue, mas somos átomos! Energia pura! A ciência já provou esse fato. Quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, vemos primeiro partículas e depois, em níveis mais profundos, as próprias partículas se transformam em padrões de energia pura vibrando em certo nível.

E se olharmos desta perspectiva para aquilo que comemos, veremos que o que colocamos em nosso corpo como alimentos afeta o nosso estado vibratório, ao passo que outros diminuem.

A verdade é simples. Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibratória; quando a nossa energia cai até determinado ponto, existem forças naturais no mundo que se destinam a desintegrar o nosso corpo.

Quando alguma coisa morre, como por exemplo um cachorro atropelado por um carro ou uma pessoa depois de longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente.

Esse estado ácido é o sinal para os micróbios do mundo, os vírus, as bactérias e os fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Esse é o trabalho deles no universo físico; devolver um corpo à terra.


Já lhe disse que quando a energia em nosso corpo diminui por causa do tipo de alimento que comemos, isso nos torna suscetível às doenças.

Eis como funciona: quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia.

No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células.



Quanto mais desses subprodutos ácidos são depositados em nosso corpo, mais ácidos os tecidos se tornam... e adivinhe o que acontece?

Um micróbio aparece, sente todo esse ácido e diz: "Ah, este corpo está pronto para ser decomposto."

Está entendendo? Quando um organismo morre, o corpo muda rapidamente para um ambiente altamente ácido e é consumido pelos micróbios bem depressa. Se começarmos a aparentar esse estado muito ácido, ou estado de morte, então começamos a sofrer o ataque de micróbios. Todas as doenças humanas resultam de um ataque desses.


Todas as doenças surgem por meio da ação microbiana. Vários micróbios foram associados às lesões arteriais da doença coronária, assim como à produção de tumores cancerígenos. Mas, lembre-se, os micróbios estão apenas fazendo a sua função; a verdadeira causa é a alimentação que provoca o ambiente ácido.


Nós, humanos, estamos em um dos dois estados: ou no alcalino, de alta energia, ou no ácido, que avisa os micróbios que habitam em nós ou que surgem que estamos prontos para sermos decompostos. A doença é literalmente uma decomposição de alguma parte do nosso corpo, porque os micróbios perto de nós receberam o sinal de que já estamos mortos.


Geralmente, os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais, e doces – como carnes, farinhas, balas, álcool, café e as frutas mais doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas como abacate, tomate, grapefruit e limão.

É muito simples. Somos seres espirituais num mundo espiritual e energético. Vocês no Ocidente podem ter crescido achando que a carne cozida e os alimentos industrializados são bons; mas agora sabemos que eles criam um ambiente de lenta decomposição que ao longo do tempo cobra seu preço.


Todas as doenças debilitantes que afligem a humanidade, como aterosclerose, enfarte, artrite, aids e especialmente os vários tipos de câncer, existem porque poluímos nosso corpo, o que avisa aos micróbios dentro de nós que estamos prontos para nos decompor, morrer.

Sempre nos perguntamos por que certas pessoas expostas aos mesmos micróbios não sofrem o contágio de uma doença; a diferença é o ambiente do interior do organismo.

A boa notícia é que, mesmo se tivermos excesso de acidez no corpo e começarmos a nos decompor, a situação pode ser revertida se melhorarmos nossa nutrição e passarmos para um estado alcalino e de energia mais alta.


Estamos vivendo na idade das trevas no que refere aos princípios de um corpo vibrante e altamente energético. Os seres humanos deveriam viver mais de 150 anos.

Mas a nossa alimentação é tal que imediatamente começa a nos destruir. Em toda parte vemos pessoas que estão se decompondo diante dos nossos olhos. Mas não precisa ser assim.


Extraído do livro O Segredo de Shambahla, de James Redfield, Editora Objetiva.
Fonte: http://imacullatamaria.blogspot.com.br/

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A PSIQUIATRIA ENLOUQUECEU: TODA EMOÇÃO HUMANA AGORA É CLASSIFICADA COMO UMA DESORDEM MENTAL PELO DSM-5








A indústria da psiquiatria moderna enlouqueceu oficialmente. Praticamente toda emoção vivida por um ser humano - a tristeza, a dor, a ansiedade, a frustração, a impaciência, o entusiasmo, a alegria, está sendo agora classificada como "transtorno mental", exigindo tratamento químico (com medicamentos prescritos, é claro).

O nova "bíblia" da psiquiatria, chamada de DSM-5, prevista para ser lançada em alguns meses, se transformou de um manual de referência médica para uma prova da insanidade da própria indústria.

Os "Transtornos mentais" listadas no DSM-5 incluem "Transtorno de Ansiedade Generalizada" ou GAD (abreviação em inglês). GAD pode ser diagnosticada em uma pessoa que se sente um pouco ansiosa fazendo algo assim como, vamos dizer, falar com um psiquiatra. Assim, o simples ato de um psiquiatra fazer um diagnóstico faz com que os "sintomas" destes diagnósticos apareçam magicamente.

Isso é chamado de charlatanismo e raciocínio circular, mas é indicativo de como toda a indústria da psiquiatria tornou-se motivo de riso entre os círculos científicos, tanto que até mesmo os cientistas mais céticos estão começando a virar as costas com nojo. A psiquiatria não é mais "científica" do que a astrologia ou leitura de mãos, mas seus praticantes se chamam de "doutores" da psiquiatria, a fim de tentar fazer com que o charlatanismo soe digno de confiança.

Como a psiquiatria moderna realmente funciona

Veja como a psiquiatria moderna realmente funciona: Um grupo de intelectuais "auto-importantes", excessivamente pagos, e que querem ganhar mais dinheiro inventam uma doença fabricada que eu vou chamar de
"Transtorno de Hoogala Boogala" ou THB.

Levantando as mãos, eles então votam na existência de quaisquer "sintomas" que pretendem que sejam associados com o tal Transtorno de Hoogala Boogala. Neste caso, os sintomas podem ser qualquer coisa absurda como cantar de forma espontânea ou colocar o dedo no seu nariz de vez em quando.

Eles, então, convencem os professores, jornalistas e reguladores governamentais que o Transtorno de Hoogala Boogala é real. E mais importante, que milhões de crianças sofrem com isso! Não seria justo não oferecer tratamento para todas estas crianças, não é?

Assim começa a chamada para o "tratamento" de uma doença completamente fabricada. A partir daí, é uma coisa fácil para a Big Pharma (Indústria Farmacêutica) fabricar qualquer dado científico que eles possam precisar, a fim de "provar" que qualquer veneno que eles queiram vender "reduz o risco de Transtorno de Hoogala Boogala".

Depois então, os psiquiatras que parecem sérios, mas que estão se mijando de rir no quarto dos fundos, "diagnosticam" as crianças com o Transtorno de Hoogala Boogala e "prescrevem" os medicamentos que supostamente tratam a "doença". Para esta ação, esses psiquiatras, que são, vamos admitir, perigosos predadores de crianças, ganham gordas propinas financeiras da Big Pharma.

A fim de maximizar suas propinas e brindes da Big Pharma, grupos desses psiquiatras se reúnem de tempos em tempos e inventam mais alguns transtornos fictícios, ampliando seu volume fictício chamado de DSM. DSM quer dizer "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" ou "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais" em português (também poderia ser Doutores Sado-Masoquistas).

O DSM é agora maior do que nunca, e inclui distúrbios como "Transtorno de Desafio a Obediência" (ODD), e é definido como recusar-se a lamber as botas e a seguir falsa autoridades. Aos estupradores que sentem excitação sexual durante seus estupros é dada a desculpa de que eles têm "transtorno parafílico coercitivo" e portanto, não são responsáveis por suas ações. (Mas eles vão precisar de medicação, é claro!)

Você também pode se diagnosticado com "Transtorno de Armazenamento" se acontecer de você estocar comida, água e munição, entre outras coisas. Sim, estar preparado para possíveis desastres naturais agora faz de você um doente mental aos olhos da psiquiatria moderna (e do governo, também).

Ex-Presidente do DSM Pede Desculpas Pela Criação de "Falsas Epidemias"

Allen Frances presidiu o DSM-IV, que foi lançado em 1994. Ele agora admite que isto foi um grande erro que resultou no excesso de diagnósticos em massa de pessoas que são na realidade muito normais. O DSM-IV "... inadvertidamente contribuiu para três falsas epidemias - a de Desordem de Déficit de Atenção, a do autismo e a de transtorno bipolar na infância", escreve Allen em um artigo de opinião do LA Times.

Ele então continua:

O primeiro esboço da próxima edição do DSM... está repleto de sugestões que multiplicam os nossos erros e ampliam o alcance da psiquiatria de forma dramaticamente mais profunda para o domínio cada vez menor do normal. Esta imperialização médica em atacado da normalidade poderia criar dezenas de milhões de pessoas inocentes que seriam erroneamente diagnosticadas como tendo um transtorno mental. A indústria farmacêutica teria um prato cheio - apesar da falta de evidências sólidas de quaisquer tratamentos eficazes para esses diagnósticos recém-propostos.

Todas essas doenças fabricadas, naturalmente, resultam em um número inflado de falsos positivos. Como Allen escreve:

A "Síndrome do Risco de Psicose" usaria a presença de um pensamento estranho para prever que mais tarde iria ter um surto psicótico completo. Mas a previsão estaria errada pelo menos três ou quatro vezes para cada vez que estaria correta - e muitos adolescentes diagnosticados incorretamentes iriam receber medicamentos que podem causar enorme ganho de peso, diabetes e uma expectativa de vida mais curta.

Mas esse é o ponto principal da psiquiatria: Prescrever medicamentos para pessoas que não precisam deles. Isto é realizado quase que inteiramente por pessoas com diagnóstico de distúrbios que não existem.

E culmina em psiquiatras sendo muito bem pagos com dinheiro que nunca antes ganharam (e certamente não merecem.)

Imagine: Uma indústria inteira inventado a partir do nada! E sim, você tem que usar a imaginação porque nada dentro da indústria é de fato real.

O que é "normal" em psiquiatria? Ser um zumbi sem emoções

A única maneira de ser "normal" quando você está sendo observado ou "diagnosticado" por um psiquiatra, um processo que é totalmente subjetivo e totalmente desprovido de qualquer coisa parecida com a ciência real, é expor absolutamente nenhuma emoção ou comportamento.

Uma pessoa em coma é uma pessoa "normal", de acordo com o DSM, porque eles não apresentam quaisquer sintomas que podem indicar a presença dessas coisas horríveis chamadas emoções ou comportamentos.

É tudo uma farsa cruel, completa. A psiquiatria deve ser totalmente abolida agora e todas as crianças colocada em medicação devem ser retiradas e ao invés de remédios deveriam receber uma boa nutrição.

Praticamente toda a indústria psiquiátrica é dirigida por verdadeiros loucos, psicopatas, sociopatas e maníacos famintos de poder que usam seu poder para vitimar crianças (e adultos também). Não há nenhum lugar na sociedade para a psiquiatria distorcida com base em distúrbios fabricados. Toda a operação precisa ser desligada, dissolvida e tornada ilegal.

A noção de normalidade perdida

Aqui estão algumas verdades simples que precisam ser reafirmadas quando abolirmos a indústria científica charlatã da psiquiatria:

Normalidade não é alcançada por meio de medicamentos. Normalidade não é a ausência de uma gama de emoções. A vida necessariamente envolve emoções, experiências e comportamentos que, de tempos em tempo, ficam fora dos limites do mundano. Isso não significa que as pessoas têm um "distúrbio mental". Significa apenas que eles não são robôs biológicos.

Nutrição, ao invés de medicação, é a resposta

Deficiência nutricional, por sinal, é a causa raiz de quase todas as "doenças mentais". Desequilíbrio de açúcar no sangue causam mau funcionamento cerebral, porque o cérebro funciona com o açúcar como fonte de energia primária. Deficiências em zinco, selênio, crômio, magnésio e outros elementos causam desequilíbrios de açúcar no sangue que resultam em emoções ou comportamentos aparentemente "selvagens".

Quase todo mundo que foi diagnosticado com um transtorno mental em nosso mundo moderno está na realidade sofrendo de nada mais do que desequilíbrio nutricional. Muita comida processada, "junk food" venenosa e não o bastante "superfood" saudável e nutritivo. Às vezes, eles também têm intoxicação por metais ao tomar muitas vacinas (alumínio e mercúrio) ou comer alimentos muito tóxicos (mercúrio em peixes, arsénio, cádmio, etc). A deficiência de vitamina D é ridiculamente generalizada, especialmente no Reino Unido e no Canadá, onde a luz solar é mais difícil de conseguir regularmente.

Mas a razão porque a nutrição nunca é apontada como a solução para os transtornos mentais e de doença é porque a indústria farmacêutica só faz dinheiro vendendo "tratamentos" químicos para condições as quais são dados nomes complicados, técnicos, para fazê-los parecer mais real. Se os alimentos e suplementos nutricionais podem manter o cérebro saudável, e acreditem, eles podem! Então quem precisa de medicamentos de alto custo? Quem precisa de psiquiatras caríssimos? Quem precisa de representantes de drogas? De médicos (falsos) que empurram Comprimidos?

Ninguém precisa deles! Esta é a verdade auto-evidente da questão: a nossa sociedade seria muito mais feliz, mais saudável e mais produtiva amanhã, se toda a indústria farmacêutica e a indústria da psiquiatria simplesmente desaparecesse durante esta noite.

Com o DSM-5, a psiquiatria moderna fez uma paródia de si mesmo. O que antes era visto como algo que talvez tivesse alguma base na ciência é agora amplamente visto como um charlatanismo.

A psiquiatria agora parece ser completamente insana. E isso pode ser o primeiro diagnóstico preciso de todo o grupo.

O texto seguinte é um trecho do livro Vendendo Doenças (Selling Sickness) e demostra exatamente a evolução da medicina psiquiátrica nos últimos quase 40 anos:

Vendendo Doenças (Selling Sickness)
As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento.
Ray Moynihan & Alan Cassels
Le Monde Diplomatique, maio 2006
Tradução: Wanda Caldeira Brant

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune o seu desespero por ver o mercado potencial da sua empresa confinado somente às doenças. Explicando que preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante de gomas de mascar – Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às pessoas… saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo“. Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.

As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais, pessoas transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de quinhentos bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.



Fonte: http://www.anovaordemmundial.com/





O PT E O VÍCIO DE ROUBAR ATÉ DOS POBRES....


A arte de roubar dos pobres:
ONG teria desviado milhões para políticos do PT baiano


Uma enxadada, uma minhoca. Os 12 anos de PT no poder banalizaram os escândalos de corrupção, as cifras milionárias envolvidas nos desvios de recursos parecem trocado, e nada intimida a turma sedenta por recursos públicos, nem mesmo a exploração da miséria alheia ou o receio de ser pego. É o que mostra uma reportagem de Robson Bonin da Veja desta semana.


A ONG Instituto Brasil funcionaria como uma espécie de banco para o PT baiano. É o que relata Dalva Sele, a presidente da instituição. Com recursos de convênios para a construção de casas populares, a ONG empregava militantes do partido e alimentava as campanhas. A cúpula do PT, segundo Dalva, era quem definia os que receberiam dinheiro. O dinheiro era sacado na boca do caixa e entregue para os candidatos diretamente, ou gasto na infraestrutura da campanha. Diz um trecho:



Na Bahia, não custa lembrar, o governador é do PT, Jaques Wagner, e é um dos estados que mais tem dependentes do Bolsa Família. O partido, afinal, adora a pobreza alheia, pois representa um prato cheio para seu populismo demagógico. Enquanto os pobres acreditavam nas promessas do partido e aguardavam suas casas, os recursos, segundo a denúncia, serviam para abastecer as campanhas que garantiriam a perpetuação no poder.

PT, o partido dos pobres? Não. O partido que explora os pobres para benefício próprio, isso sim!


Rodrigo Constantino




Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-co...pt-baiano/
Publicado em: http://forum.antinovaordemmundial.com/

VAMOS TER NO BNDS UM ESCÂNDALO DE CORRUPÇÃO AINDA MAIOR DO QUE O DA PETROBRAS:




O procurador mais temido de Goiás diz que o banco do governo será foco de rombos ainda maiores e desabafa: “Não estamos dando conta de defender a República dos ratos que estão corroendo suas estruturas” helio telho (27)

Foto: Renan Accioly/Jornal Opção



É raro achar um político que goste de Helio Telho Corrêa Filho. Eles têm razão de não ter muita afeição pelo procurador da República: além de já passado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) deixando estragos em várias candidaturas com gastos suspeitos nas eleições de 2004 e 2006, ele não costuma “alisar” com a classe. O fato agravante é que ele usa as redes sociais para dizer o que pensa — e geralmente o que ele pensa é o antônimo do que um questionável ocupante de cargo público consideraria um elogio.

Dessa forma, ele consegue a antipatia de partidários de todas as correntes. Ser tido por tanta gente diversa como “persona non grata” não parece lhe incomodar. Pelo contrário: mostra que o alcance de seu rigor com a coisa pública é imparcial e acaba “doendo” em todos. Ao mesmo tempo em que mostra a vigilância necessária aos fatos sombrios demonstrada nas redes sociais, ele tem também um lado reservado: prefere não falar sobre questões pessoais. “Minha vida particular é muito pouco interessante”, desconversa, embora ele mesmo diga que quem o quer destratar o acusa de gostar de aparecer.

Ao receber o Jornal Opção em sua sala, Helio Telho fez questão de puxar alguns temas por conta própria — embora já estivessem também na pauta. O principal alvo foi a necessidade de uma reforma político-eleitoral adequada. “Hoje as lideranças políticas, sociais e religiosas, em sua maioria, vendem o apoio. Há até mesmo uma tabela. E a cada eleição isso está mais caro”, resume.

O escândalo da Petrobrás ganha outro nome pela boca do procurador: “petropina”, uma junção dos termos “petróleo” e “propina”. “A ‘Veja’ foi de uma criatividade sem tamanho usando o termo ‘petrolão’. O que há é a ‘petropina’, a Petrobrás estava prospectando petróleo com propina.” Mas o pior ainda está por vir, diz ele. “Nós ainda vamos ver o maior escândalo de corrupção. E será no BNDES. Se na Petrobrás havia o TCU [Tribunal de Contas da União] investigando e denunciando fraudes, do BNDES nós não temos nada, não sabemos nada”, alerta Helio Telho, que estabelece até um prazo máximo para os novos podres virem à tona: dois anos.

Cezar Santos — Como o sr. analisa o fato de a presidente Dilma Rousseff dizer que a investigação do petróleo — ou “petropina”, como o sr. prefere —, só está acontecendo porque ela mandou?


“A Dilma não mandou investigar coisa nenhuma”

Acho que é uma forma de propaganda por parte dela. Para começar, não foi Dilma quem mandou investigar. Quem está conduzindo essa investigação é o Ministério Público, em parceria com a Polícia Federal. E ela não manda no Ministério Público, que tem independência, autonomia e investiga se a presidente quiser ou não. A decisão de investigar um crime não é da esfera de atribuição dela. É como se eu, na torcida, dizer que o jogador errou o pênalti porque eu mandei. Pode até ser meu desejo, mas isso independe de mim. Ou seja, é propaganda. A Polícia Federal está sob o comando da presidente — e deve estar mesmo —, mas quem está conduzindo essa investigação é o Ministério Público. A polícia está dando o apoio, e não poderia ser diferente, porque o Ministério Público está cumprindo ordens do juiz; logo, a polícia tem de fazer, em cumprimento de seu papel legal.

É possível dizer que, no passado, esse tipo de investigação não chegaria aonde hoje está chegando. Hoje, temos alguns instrumentos legais que não tínhamos antes. O País desenvolveu muito seu papel de investigação criminal, de troca de informações entre órgãos que têm atribuição de investigação, seja criminal ou não, como a CGU, TCU, Ministério Público, a polícia, o Coaf [Conselho de Con­tro­le de Atividades Financeiras]. E temos leis, que foram promulgadas recentemente por exigência internacional — como a nova lei de lavagem de dinheiro, que entrou em vigor em 2012, e a nova lei de organizações criminosas, que entrou em vigor no ano passado. Essas leis estão sendo usadas em larga escala na Operação Lava Jato. Se não tivéssemos essas leis, não chegaríamos aonde os colegas estão chegando.

Se Dilma teve um mérito nessas leis, foi o de apenas as sancionar. Ela poderia tê-las vetado. Ocorre que o Brasil participa de organismos internacionais, como a Organi­zação Mundial do Co­mércio (OMC), a ONU [Orga­ni­za­ção das Nações Unidas], organizações mundiais de combate à corrupção, que recomendam a adoção de medidas como essas, de forma homogênea, no mundo inteiro. E avaliam o Brasil se está cumprindo essas metas. Dão nota, informando se o País foi aprovado ou não. E essas orientações passam pela estratégia nacional de combate à corrupção e lavagem de dinheiro — que é formada por mais de 60 órgãos e entidades privadas e públicas, que analisam e formulam as propostas de alteração legislativa. Isso vai para o Congresso Nacional, que debate o tema e enxerga que, se não forem aprovadas essas medidas, o Brasil corre risco de retaliação. A propósito, corremos o risco de sofrer retaliação internacional por não ter aprovado uma lei que criminaliza o terrorismo e seu financiamento. Isso está sendo avaliado agora e pode jogar a nota do Brasil lá para baixo. Estamos evoluindo, essa é uma fase. Preci­sa­mos evoluir mais, principalmente na questão do processo criminal, do processo de improbidade, porque isso tem de ter um fim. As pessoas condenadas precisam cumprir a pena, senão teremos escândalos cada vez maiores. E já precisamos arrumar um nome para o escândalo do BNDES, quando ele aparecer, senão a “Veja” vai usar a criatividade zero dela antes novamente, para batizá-lo. (risos)


Elder Dias — E há uma previsão de quando isso possa ocorrer?


Não, não há. O sistema não tem um calendário fixo. Vai depender da pauta do tribunal que vai julgar o recurso. Imaginemos que o tribunal diminua ou aumente a pena — nós, do Ministério Público, achamos que a pena dele de 39 anos de cadeia foi pequena, então há recurso para aumentá-la. E depois desse julgamento ainda haverá recursos. Uma infinidade de recursos, enquanto um ministro ou desembargador não constatar que está havendo um abuso de recursos — o que não é nem o caso dele ainda, já que é o primeiro recurso contra as condenações, um direito que todo mundo tem de ter. Se derem a ele mil recursos, ele vai usar os mil recursos, porque a outra opção é ele cumprir 39 anos de cadeia. O problema não é seu advogado recorrer: o problema é o sistema dar a ele mil recursos, isso não pode. Tem de lhe dar esse direito, mas não nessa quantidade.

O recurso tem de ser um instrumento suficiente para que a situação da pessoa condenada seja reavaliada ou confirmada. Afinal, 39 anos de cadeia não são 39 dias, é a metade de uma vida. A sociedade precisa ter a segurança de que essa condenação é uma condenação correta. Para isso existe o recurso, para que o processo seja avaliado por outros magistrados, que estão em um tribunal, portanto mais experientes do que os que estão na instância de primeiro grau. Então, outros analisarão e verificar se está pouco ou muito ou é a pena ideal.

Reafirmando, então, o problema não é esse, mas ter essa infinidade de recursos. Veja o caso de Luiz Estevão [senador cassado e recentemente com recurso negado pelo STF contra condenação por falsificação de documentos relativos à construção do prédio do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo]. Perderam a conta dos recursos que ele interpôs. Até que ele tentou um último recurso, o qual, se o ministro do STF Dias Toffoli não tivesse obstado e dito que ali havia um abuso de recursos, mais um dia e o caso seria de prescrição. O ministro devolveu o processo e expediu o mandado de prisão. Ou seja, o próprio representante do STF percebeu que estava havendo abuso. Voltando à questão da Constituição de 88, as garantias são demais — o direito do contraditório, o direito à ampla defesa, o direito de acesso à Justiça — o juiz, vendo que tem de cumprir todos esses princípios, fica com séria dificuldade de dizer que está havendo abuso. E então vai permitindo, até chegar ao ponto de alguém dizer que, se permitir mais um recurso, não vai ter mais jeito, porque o processo vai prescrever.

Não defendo acabar com os recursos, claro, mas eles não podem ser infinitos. O STF agora está julgando uma questão agora que é o absurdo dos absurdos. Ocorre o seguinte: o réu foi condenado e o Ministério Público viu a sentença, achou que estava bom e não recorreu. Então, o processo transitou em julgado para a acusação. O réu foi condenado a quatro anos e o crime prescreve em oito. O réu vai recorrendo e os anos vão passando. O MPF quer a execução da pena, mas não pode, porque não transitou em julgado para a defesa, que, claro, vai recorrer até se completarem os oito anos para prescrever o crime. Nossa tese é a seguinte: como o recurso é da defesa e o Ministério Público não recorreu — porque se deu por satisfeito com a pena e quer executá-la, mas não pode —, então a prescrição não pode continuar avançando. Enquanto houver recurso apenas da defesa, o que impede a acusação de executar a pena, essa pena não pode prescrever, senão se dará ao advogado de defesa o poder de escolher se seu cliente poderá ser preso ou não. Ora, se for assim o advogado já decidiu: o cliente não vai cumprir pena. E uma coisa tão óbvia está sendo discutida no STF, porque tem gente que acha que a defesa tem direito de recorrer enquanto também corre a prescrição.

No BNDES vai estourar mais um grande escândalo. O Ministério Público Federal está exigindo acesso a informações sobre empréstimos do BNDES. o TCU quer que o banco encaminhe ao órgão os processos de concessão da JBS-Friboi





"No BNDES vai estourar mais um grande escândalo. O Ministério Público Federal está exigindo acesso a informações sobre empréstimos do BNDES. O TCU quer que o banco encaminhe ao órgão os processos de concessão da JBS-Friboi"



Elder Dias — O sr. acha mesmo que esse escândalo realmente vai aparecer? É uma bomba-relógio, questão de tempo?


Sim. Nos próximos dois anos, talvez até antes. Digo isso porque já existem ações do Ministério Público Federal exigindo acesso a essas informações. Algumas dessas ações já foram julgadas em primeiro grau e nós ganhamos. A Justiça Federal, em Brasília, mandou o BNDES colocar tudo na internet. Houve um recurso interposto e essa decisão não pode ser executada enquanto esse recurso não for julgado. Teve também uma determinação do TCU para que o BNDES encaminhe ao órgão os processos de concessão da JBS-Friboi, mas o BNDES disse não. Agora, o TCU ameaça multar o presidente do BNDES [Luciano Coutinho] se não houver o encaminhamento. Para não ser multado, ele terá de ir ao Supremo Tribunal Federal pedir salvaguarda contra a ação do TCU. Então, o STF vai decidir se o TCU deve ou não ter acesso a isso. O STF provavelmente decidirá que deve ter, porque é dinheiro público e a Corte tem reiteradas decisões no sentido de que não há sigilo bancário quando se trata de dinheiro público. Aplicando essa jurisprudência, quando o TCU perceber o que há ali, a bomba vai estourar.





(...) Editado apenas trecho da entrevista, por ser muito longa








Fonte: http://www.jornalopcao.com.br/entrevista...des-23280/ Publicado em: http://forum.antinovaordemmundial.com/

AS MANIFESTAÇÕES DE 12 DE ABRIL - UM OLHAR SOBRE O FUTURO DO BRASIL - PARTE II





Pergunta que recebi nos comentários do post anterior sobre as manifestações de 15 de março: Parte I AQUI




"Particularmente não gosto de misturar discussão política com preferência religiosa, essa mistura é uma praga. Eu não gosto da presidente, como não voto levando em conta qualquer partido. O que vemos no Brasil é a corrupção entranhada na sociedade, de ponta a ponta. O bom agora é que finalmente os corruptores, que sempre foram poupados, apareceram. Essa operação Lava Jato e a lista do HSBC mostram como a fina-flor da sociedade (dita culta e bem informada) é tão corrupta como qualquer outra classe. Lamento pelo Brasil porque não vejo decência em qualquer partido político. Pedir impeachment nas ruas é um direito de todo mundo, mas acho que é um caminho equivocado. Quanto mais a pressão por impeachment, quem ganha é o congresso com seus achaques ao governo. E este, sim, é a maior desgraça do Brasil. Com esse congresso e esse sistema político, qualquer presidente será refém e obrigado a tolerar a corrupção. A agenda das manifestações deveria ser: renúncia da presidente e do vice, reforma política e novas eleições. Entregar o Brasil ao Temer, Eduardo Cunha e ao Renan Calheiros é suicídio. Não basta tirar o PT do poder, sem um projeto posterior.

Sobre o primeiro parágrafo desse comentário, o link abaixo ilustra bem: AQUI


Só acredito em mudança com uma reforma política ampla que permita a atuação de um presidente que não seja político-profissional, acostumado aos vícios do congresso. Assim como Dilma, nunca acreditei que Aécio ou o finado Eduardo fossem qualquer solução: são produto do mesmo ambiente político, cada um aliado dos seus pilantras de preferência. As raposas que sustentam o PT no poder são as mesmas que sustentaram e achacaram sr. FHC. Vamos ver se um "Joaquim Barbosa" tem coragem de entrar na briga, sem se submeter à política tradicional." (Julião)




Resposta: Olá Julião. Tenho que discordar de alguns dos argumentos que você expôs nesses dois comentários. O primeiro deles é que supostamente não deveríamos misturar discussão política com preferência religiosa, pois dá a idéia de que qualquer pessoa com uma religião não deve discutir política. Tal idéia é errônea, pois a política diz respeito ao católico, ao evangélico e ao espírita, errado é o religioso querer utilizar a política para beneficiar a sua religião acima das demais ou para perseguir outras religiões ou ainda colocar as crenças religiosas acima do estado laico de direito. Agora, um espírita ou um médium informar o que tem visto no mundo espiritual e fazer uma análise do panorama e dos acontecimentos da nação, isso não tem nada de errado, pois sou um cidadão como qualquer outro e se tem alguns leitores que gostam do que escrevo, enxergam coerência nas minhas opiniões, então nada mais democrático do que expor aquilo que tenho observado, tanto no físico como no astral.


Outro ponto que acho equivocado é generalizar. Existe corrupção e gente corrupta em todos os segmentos da sociedade, do mais pobre ao mais rico, existe corrupção sim nos partidos políticos, no Congresso. Mas nem por isso podemos dizer que todo o Congresso, que todos os políticos são corruptos, pois nem toda a sociedade é corrupta. Da mesma forma que as investigações da Lava Jato devem apontar os culpados no âmbito empresarial, também apontarão no âmbito político, sobretudo no Executivo e também no Legislativo, pois por mais que saibamos que existem sim muitos políticos do Legislativo envolvidos e de vários partidos, as investigações apontam para um núcleo de comando e controle partindo do Executivo.


Quanto aos "achaques" do Legislativo ao Executivo, em minha opinião foi uma frase infeliz do ex ministro da Educação. Em uma República, os três poderes devem ser independentes e atuar de forma harmônica, com base no diálogo. Tal divisão existe justamente pra evitar a concentração de poder, tão comum nos regimes populistas e ditatoriais, no qual o presidente ou líder executivo controla, na base do dinheiro, ampla maioria do Legislativo para que cada vez mais, maiores poderes sejam dados ao Executivo, até o ponto que uma nova Constituição possa ser criada, dando ainda mais poderes ao Executivo, que ao mesmo tempo aparelha o poder Judiciário para evitar que os casos de corrupção ou de leis anticonstitucionais sejam julgados. Foi exatamente isso que aconteceu com a Venezuela.


Existem diversas formas do Executivo compor uma maioria no Congresso, é no diálogo entre Executivo e Legislativo que é feita boa parte da política, o que não pode é existir compra ou pagamento de mesada a deputados. O problema é que tal idéia não partiu do Legislativo como um conjunto, não foi um “achaque” coletivo, pois se assim fosse bastaria ao Executivo acionar o Judiciário, mas muito pelo contrário: como ficou comprovado no julgamento do mensalão esse pagamento foi institucionalizado, mesma suspeita que recai nas investigações do petrolão. Em um governo que combate a corrupção quando um ou mais deputados exigem dinheiro ou mesada por apoio político cabe ao Executivo acionar o Poder Judiciário e não criar sistemas para financiar corrupção com a desculpa de que está sendo achacado e que precisa pagar corrupção senão não consegue governar.


No Brasil, após o impeachment do Collor, o seu sucessor Itamar Franco propôs um governo de coalizão, que pudesse votar as reformas necessárias (tributária, fiscal e política), sendo que apenas um partido se recusou a participar de tal coalizão, que dividiria o poder dos ministérios entre todos os partidos, exatamente o partido que está no poder executivo há 12 anos. Diálogo entre Executivo e Legislativo, divisão do poder entre partidos, tudo isso faz parte da República, o que cabe ao povo é pressionar os políticos, fiscalizar, buscar esclarecimento para propor novas regras que dificultem a corrupção no Congresso e no Executivo como, por exemplo, o voto distrital.


Por isso eu acho que o argumento, que algumas pessoas usam, de que todos os políticos são corruptos, mas boa parte da sociedade também é e, portanto não pode julgar quem cometa corrupção é uma falácia, pois independente de todas as pessoas necessitarem evoluir moralmente e assim acabar com o "jeitinho brasileiro", os políticos devem representar a nata moral da sociedade e estarem prontos para ser constantemente julgados pela população, mesmo que boa parte da população seja aquela que alguma vez já usou o "jeitinho" pra resolver alguma coisa. Ir as ruas contra a corrupção, debater política de forma sadia sem retóricas ou "torcidas de futebol" por determinado partido é uma dever de cada brasileiro, pois diz respeito a toda estrutura que governa o país, é esse debate no seio da população e o interesse por tais assuntos que fará o país crescer civicamente e poder eleger melhores políticos e ao mesmo tempo fortalecer instituições democráticas que possam também fiscalizar e julgar os maus feitos tanto na política como na sociedade.


A reforma política, que levanta itens como, por exemplo, o próprio voto distrital é algo que pode muito bem ser mais debatido pelas pessoas. Quais soluções, por exemplo, podem ser trazidas para a saúde: carreira para os médicos, parcerias público privadas, incentivos fiscais, maior número de postos de saúde para desafogar os hospitais, um posto para cada célula geográfica com 50 mil pessoas e um hospital para cada célula de 200 mil pessoas, por exemplo....Temos nas mãos, com a grande tecnologia, a capacidade de debater tais medidas, unir setores da sociedade entorno desse diálogo, pois a luta é pelo bem do país e não luta de classes, a luta dos pobres contra "azelite" é uma conversa fiada criada por um cidadão com patrimônio de bilhões e que ainda se faz de "proletariado".


Tal debate dentro da sociedade é o que pode ocasionar uma verdadeira reforma política e não a proposta requentada que a presidente trouxe, sem qualquer diálogo com a população e o Congresso. Temos problemas claros e bem definidos nos principais partidos da República, tanto no PMDB, PT e PSDB, o que não significa que todos os políticos desses partidos sejam corruptos ou que a sociedade não possa apoiar alguma proposta feita por um deles (ou outro partido) que seja benéfica a nação. Por exemplo: o PMDB vai propor a diminuição de 39 para 20 ministérios e diminuição no número de cargos de confiança... é uma ótima proposta e uma "deixa" pra população ir as ruas dia 12 de abril e também levantar a bandeira pela diminuição no número de vereadores e com a folha do funcionalismo municipal que consome enormes recursos orçamentários que poderiam ser gastos com áreas como saúde e educação.


Quanto a questão do impeachment, não existem provas cabais que comprovem envolvimento ou prevaricação da presidente, isso é um fato. Outro fato é que há muitas informações em conjunto, nas delações, de que há um envolvimento da presidente e do núcleo político do partido da presidente, o que enseja fortes indícios para as pessoas acreditarem que a presidente prevaricou, visto que raramente em uma delação o delator mente ou não tem provas do que diz, pois isso aumentaria sua pena e anularia o acordo.


O que precisa ser dito, independente de quem acha que é correto ou não já pedir o impeachment da presidente, seja por falta de provas ou por já existirem fortes indícios, é que se o processo de afastamento da presidente ocorra, caso ocorra, será pela linha da cassação de mandato e não pelo impeachment, por isso o presidente do Legislativo diz que não aceitará pedido algum de impeachment mesmo sendo contrário a presidente e seu partido. Mas porque ele recusaria tal pedido (pelo menos por agora)? A resposta é simples: os indícios levantados na Lava Jato e ainda não comprovados (pois não chegou a fase dos delatores trazerem as provas) apontam para delitos na arrecadação de campanha da presidente, o que ensejaria a cassação da candidatura, dela e do vice (Temer), o que ser for feito até final de 2016 ensejaria novas eleições presidenciais, sendo que após esse período, caso aprovada, a cassação levaria o próprio Cunha a presidência pelos meses restantes até final de 2018.Por isso a pressa de muitas pessoas que são contrárias a manutenção da atual presidente, por acreditarem que já existem indícios o suficiente para pedir o impeachment ou a cassação, pois se isso for feito antes do final de 2016 novas eleições seriam marcadas sem que algum dos políticos do PMDB subisse ao poder.


Sobre esse ponto, cabe a população debater formas de enfraquecer o acúmulo de poderes políticos em determinado partido, pois já vimos que isso não deu certo, ou seja, evitar que as leis permitam que qualquer partido (e creio que a maioria, senão todos os partidos o querem) pense em criar formas de se perpetuar no poder.


Não apenas proibir a reeleição ou que um político possa assumir mais de um mandato, mesmo que em eleições intercaladas, seja pra presidente, governador ou prefeito, isso ajudaria a renovar constantemente os nomes da política e enfraquecer os caciques, pois teoricamente o político se esforçaria sempre pra ser um ótimo político: após ser deputado estadual, teria que escolher ser candidato a deputado federal ou prefeito e a partir daí somente governador, senador ou presidente e uma única vez. Outro ponto interessante seria impedir que um mesmo partido fosse reeleito, tanto para presidência, governador ou prefeito, ou seja, se um partido cumpre 4 ou 5 anos de mandato executivo, ele precisa esperar passar uma eleição para colocar um candidato novamente. Isso não apenas evitaria que partidos tentassem acumular poder e se perpetuar como estimularias alianças entre partidos por candidaturas e governabilidade, visto que os partidos existem pra representar o povo e trazer propostas e não para buscar o poder pessoal ou partidário acima dos interesses da nação.

Creio que seja esse o caminho, o do debate, utilizando tecnologias para estimular as pessoas a conhecerem tais questões e não apenas serem "massa de manobra" de partidos políticos que buscam "torcida e torcedores" para defenderem seus partidos como clubes de futebol, como se estes estivessem acima dos interesses da Pátria, que necessariamente precisa do diálogo e busca positiva por formas de melhoria e não de "luta de classes" ou um partido querendo ser hegemônico acima dos demais.


Debate, diálogo, manifestações pacíficas que não ferem as leis constitucionais, são formas positivas de crescimento cívico da sociedade, bem contrárias ao discurso de ódio e de enfrentamento violento que alguns setores contrários as manifestações do dia 15 de março estimularam. Os espíritos amigos buscam inspirar e estimular as pessoas para que em sociedade aconteça um crescimento mais fraterno, mais cooperativo, com maior diálogo e troca de idéias visando o bem coletivo e não apenas a alguns setores, sociais ou partidários. Se tivermos que dividir a sociedade em geral, em termos políticos, só existem dois grupos: aqueles que votam e produzem riqueza através do trabalho e impostos e aqueles (os políticos) que organizam onde tais recursos serão aplicados e tem a responsabilidade por zelar esses recursos.



Muitas das informações apresentadas nesse vídeo foram trazidas no livro “Brasil o Lírio das Américas” pelos guardiões Anik e Jeremias e curiosamente tal conferência e esse discurso e o lançamento do livro aconteceram exatamente na mesma época


A luta não é entre classes sociais ou entre regiões do país, a luta não é entre esquerda ou socialismo contra direita ou capitalismo, a luta não é entre liberais contra conservadores, pois numa sociedade republicana e democrática todas as classes sociais, regiões e ideologias econômicas precisam coexistir e buscarem um diálogo pelo bem do país, o diálogo pelo bem do país é a essência da política e da democracia.


A verdadeira luta é contra a corrupção, contra o aparelhamento partidário do Estado (que privilegia interesses políticos acima da meritocracia de funcionários de carreira) e contra o enfraquecimento da autonomia e independência das instituições democráticas, a luta é contra a concentração de poder em um partido, a luta é por valorizar e estimular o debate e o interesse das pessoas sobre os assuntos que envolvem a política do país, não com um foco em um partido político mas sim com o foco nas medidas e idéias que ajudarão o país a ser mais produtivo, estimulando uma maior ação e diálogo da população com os entes políticos, debatendo, trazendo propostas, indo pras ruas, mostrando que o povo está atento, fiscalizando e cada vez mais interagindo na busca por soluções e resoluções de problemas.


Em sua grandíssima maioria as manifestações de 15 de março foram pacíficas, sem discursos de ódio ou de luta de classes, mas sim caminhadas pacíficas, com pessoas vestidas de verde a amarelo defendendo o combate a corrupção mas acima de tudo, mobilizando as pessoas para se informar e debater mais sobre novas soluções e caminhos para a política do país, algo extremamente positivo para o amadurecimento da nossa sociedade, sobretudo porque não foi uma manifestação pró partido tal ou pró político tal, mas sim por pessoas que não estão satisfeitas com os rumos tomados pelo atual governo, pelos fortes indícios de corrupção sobre o atual Executivo e parte do Legislativo e que tem democraticamente e segundo a lei todo o direito de se manifestarem, de forma pacífica e ordeira como o fizeram na sua grande maioria no dia 15 de março, exercendo sua cidadania.


O direito de manifestação e de voto não está restrito apenas aos “perfeitos moralmente”, não está restrito aqueles que nunca deram um "jeitinho" e muito menos está restrito a partidários ou favoráveis ao atual governo. Que as pessoas possam refletir sobre essas questões e formular o próprio entendimento sobre o que é melhor para o país, livres de paixões partidárias mas sobretudo não enxergando apenas os próprios interesses, pois mesmo aqueles que possuem filiação partidária ou simpatia por algum partido político precisam ter também a maturidade para reconhecer e exigir reformas nos quadros dos seus partidos em busca de um veículo do desejo popular (função do partido) menos corrupto e mais sintonizado com os interesses do país.


Uma revolução, uma grande mudança está em curso e é irrefreável, como mostrei em setembro de 2014 no lançamento do livro Brasil o Lírio das Américas. Irrefreável pois não tem partido, mas nasce do desejo popular coletivo, como mencionei no livro e com amplo apoio e colaboração dos guardiões e espíritos amigos.

Triste daquele que colocar o seu partido acima do interesse da nação, pois muitos partidos, não apenas um, daqui alguns anos sequer existirão mais ou passarão por tal reformulação ou refundação que boa parte dos seus quadros políticos será definitivamente afastada.





Que cada um de nós possa ter maturidade suficiente para o diálogo entorno de propostas positivas para o país e suas reformas necessárias, com serenidade para aceitar os equívocos e condenações que porventura recaiam sobre um político ou partido que antes julgávamos incorruptível ou um legítimo representante da classe popular. Que cada um de nós possa colocar o país, o debate e o convívio entre as diferenças num caminho único de combate a corrupção e crescimento da cidadania na sociedade, acima de interesses partidários. É essa a postura que os amigos espirituais esperam de nós, independente da religião ou ideologia filosófica que cada um siga.


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