Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.
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terça-feira, 9 de junho de 2015

O NOVO MESSIAS, CRISTO, BUDDHA, KRISHNA...




O Novo Messias – Cristo – Buddha – Krishna (O Novo ILUMINADO)

“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino(elevar a Kundalini) em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo“.

Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso de qualquer religião específica e nem para qualquer povo “eleito”, ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião, para todos que o aceitarem e à sua mensagem.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Quem é o Novo messias? Maitreya, o Cristo Cósmico

Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa “bondade”, está cumprindo seu juramento de ser o tutor na Terra das almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.


Acima o local do Retiro do Templo do Royal Teton, nas Montanhas Rochosas, Wyoming, EUA.

A realização espiritual de uma alma determina onde ela vai acabar em vida após a morte do seu corpo. O templo do Retiro do Royal Teton, que esta situado dentro das Montanhas Rochosas, no Grand Tetons é um dos refúgios mais importantes da Hierarquia Espiritual e da Fraternidade Branca-Mestres Ascencionados do planeta. Uma Alma realizada teria a sorte de ser transportada para lá, porque então ela só poderia estar interagindo com os Mestres Ascensos, com os seres cósmicos e a Hierarquia Espiritual que regem os destinos do planeta e da humanidade nesse final de ciclo, ou seja, essa Alma estaria interagindo com os Senhores do Carma, Saint Germain, Confúcio, Sidharta (Buddha) Gautama, Hilarion, e todos os demais. Aqui esta o primeiro parágrafo do livro Os Mestres e seus Retiros descrevendo este retiro:



“O Templo do Royal Teton, congruente com a Faixa das Montanhas Rochosas, no local conhecido como o Grand Teton, ao lado de Jackson Hole, no estado do Wyoming, EUA, é o retiro principal da Grande Fraternidade Branca no continente norte-americano.

Confúcio é o hierarca deste retiro físico / Etérico inserido dentro da montanha Grand Teton. Este retiro é um foco antigo de grande concentração de luz, onde os sete raios dos Elohim e dos arcanjos estão consagrados”.

(n.T. – Ele é anterior ao Dilúvio. Junto a esse local esta o portão sul de entrada do Parque de Yellowstone – Pedra Amarela– um nome que deriva de um antigo Templo Sagrado de Atlântida e cujos restos ainda podem ser encontrados no topo de um cume próximo às montanhas do Grand Teton.)

Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chamada de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, (Wyoming-USA) Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.

A Mestra Ascensionada Pórtia (complemento feminino de Saint Germain) definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:



“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo.

E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o próprio”.

Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões. Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Jesus. (Jesus/Sananda) Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã.

Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; os hindus aguardam a chegada de Krishna; os budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa – O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.



Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião. Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.

Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.

“As esperanças agora são grandes para o MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM em seu próprio coração e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar”

“Não vim para fundar uma nova religião“, diz Maitreya, o Professor do Mundo. “Vim para ensinar a arte da realização do ser“, algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. “Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho”



Segundo Maitreya, “Só o Ser importa”. “Vocês são este ser, um ser imortal”. O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem Eu Sou? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente/intelecto). Porém, vocês não são nenhum “destes”. Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos “o supremo Ser é a manifestação do Senhor”.

Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, são destrutivos. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. “Esta harmonia conduz à paz e a felicidade”.


A Arte da Realização do Ser, Lord Krishna e Radharani.

Sem o desapego não há salvação. O desapego é a “droga” mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.

Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação têm fortes raízes, enquanto o medo e a superstição e a falta de fé e coragem enfeitiçam o homem/mulher há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade, pois ele trás consigo a energia da abundância (o Raio Verde).

Suas armas são a compreensão espiritual, a compaixão, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma (que desta vez VAI PREVALECER).



O Significado do nome Jesus Cristo em grego:

X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo. In Hoc Signo Vinces em latim significa: Sob este sinal Vencerás.

Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Iesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significam Peixe em grego.



Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a Era de Peixes que terminou em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começou a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br©

sábado, 10 de maio de 2014

BUDDHA: FESTIVAL DE WESAK




BUDDHA

BUDDHA (sânscrito, devanagari: बुद्ध, transliterado Buddha, que significa o Desperto, o Iluminado, do radical Budh-, “despertar”) é um título dado na filosofia budista àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal redescoberta aos demais seres”.
A verdadeira natureza dos fenômenos”, aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes (ilusórios), insatisfatórios e impessoais ...



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com.br

http://www.wesak.us/

O Festival de Wesak, na luz cheia de Touro, na noite de 14 de maio, uma quarta-feira, dia da iluminação de Buddha é comemorada no mundo inteiro.

… Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o sofrimento (todos gerados pelo apego aos fenômenos e as sensações materiais – especialmente as que são prazerosas).


Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra “Buddha” denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual (como os mestres ascencionados da Fraternidade Branca).

Pode-se fazer uma analogia com a designação “Presidente da República” que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo. As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.



O budismo reconhece três tipos de Buddha, dentre os quais o termo Buddha é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha).

A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que os outros dois tipos.

Atualmente, as referências ao Buddha referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo. Ele seria, portanto, o último Buddha de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo.

Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi (Uma figueira de Bengala) , quando seu nome foi mudado para Buddha, que quer dizer “O iluminado“.
Acima: Templo Budista em Três Coroas, RS

Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] – a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial – na qual o Buddha nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:

“Brâhmane (um sacerdote), assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é um desperto.“

Com isso ele rejeitava qualquer possibilidade de ser tomado como um Deus, mas reafirmava a característica transcendente da sua vivência espiritual e do caminho de libertação que oferecia para os demais seres. Nesse sentido, o Buddha exerceu um papel importante de democratização da religião na Índia que, até então, estava sujeita ao arbítrio da casta sacerdotal dos brâmanes.


Para Siddhartha Gautama (a VERDADE É QUE) não há intermediários entre a humanidade e o divino, entre o homem/mulher e Deus; deuses distantes também estão sujeitos ao karma em seus paraísos também impermanentes.

O Buddha é apenas um exemplo, guia e mestre para os seres sencientes que devem trilhar o caminho por si próprios. Dentre as religiões mundiais, a maioria das quais proclama a existência de um Deus criador, o budismo é considerado incomum por ser uma religião não-teísta.

Para o Buddha, a chave para a libertação é a pureza mental e a compreensão (a sabedoria desenvolvida pelo conhecimento, que deve ser buscado incessantamente) correta, e por esse motivo ele rejeitou a noção de que se conquista a salvação implorando para uma deidade distante e externa ao ser humano.



De acordo com o Buddha Siddhartha Gautama, a felicidade desperta do Nirvana que ele atingiu está ao alcance de todos os seres, porém na visão ortodoxa é necessário ter nascido como um ser humano para atingí-la. No Tipitaka – as escrituras budistas mais antigas – fala-se dos numerosos Buddhas do passado e de suas vidas, bem como sobre a vinda do próximo, o Bodhissatva que é chamado de MAITREYA.

Bodhissatva é um termo do budismo que designa seres de sabedoria elevada, que seguem uma prática espiritual que visa a remover obstáculos e beneficiar todos os demais seres. A expressão significa, em tradução literal do sânscrito, “ser (sattva) de sabedoria (bodhi)”. Os bodisatvas são chamados de mahaiana (mahayana, “grande veículo”{do espirito}).



A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flui luz às mentes dos homens;
A Luz desce à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flui amor aos corações dos homens;
O Cristo está na Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guia o Propósito as pequenas vontades dos homens,
O Propósito que os Mestres conhecem e servem
Do centro a que chamamos raça dos homens
Realiza-se o Plano de Amor e de Luz
E sela-se para sempre a porta onde habita o mal.


A Luz (Sabedoria), o Amor e o Poder (A Chama Trina) restabelecem o Plano Divino na Terra.
A Chama Trina
Em homenagem ao Buddha:


A tradição atribui ao próprio Buddha a instrução sobre a forma de lhe prestarem homenagem. Pouco antes de morrer, ele viu seu fiel assistente Ananda, chorando. O Buddha o aconselhou a não chorar, mas para compreender a lei universal de que todas as coisas condicionadas (incluindo até mesmo seu próprio corpo) devem desintegrar-se, pois são transitórias.

Ele aconselhou a todos para não chorarem sobre a desintegração do corpo físico, mas a considerar os seus ensinamentos, como seu professor a partir de então, porque só a verdade do Dhammapada é eterna e não estão sujeitos à lei da mudança. A data normalmente é comemorada na Lua Cheia de Touro, no mês de Maio, que neste ano acontece numa quarta-feira, no dia 14.

Ele também enfatizou que a forma de prestar homenagem a ele não seria apenas através da oferta de flores, incenso, e luzes das velas, mas por verdadeira, pura e sinceramente se esforçando para seguir seus ensinamentos.


A Roda de Samsara

Assim é como se espera que os budistas celebrem o Vesak, Vesākha (WESAK): usar a oportunidade para reiterar sua determinação de levar uma vida nobre, para desenvolver sua mente e o conhecimento, para a prática da bondade amorosa e trazer paz e harmonia à humanidade.

No dia do Vesākha (WESAK), seguidores e budistas devotos são igualmente esperados e solicitados para frequentarem os seus vários templos antes do amanhecer para o cerimonial em honra ao mestre, para içamento da bandeira budista e o canto de hinos em louvor da sagrada jóia tríplice: o Buddha, o Dharma (a Lei, os seus ensinamentos), e a Sangha (os seus discípulos).

Os devotos podem trazer oferendas simples de flores, velas e incenso de varetas para colocar aos pés de seu instrutor. Estas ofertas são simbólicas para lembrar aos seus seguidores que, assim como as flores que murcham depois de um tempo curto e as velas e incenso de varetas logo se queimam, assim também é a vida material (e os seus prazeres) sujeita à decadência, envelhecimento e destruição.

Os devotos são intimados a fazer um esforço especial para se abster de matarem seres vivos de qualquer tipo. Em alguns países, nomeadamente no Sri Lanka , dois dias são reservados para a celebração do Vesākha (WESAK) e todas as lojas de bebidas e casas de abate são fechadas por decreto do governo durante os dois dias do feriado.

Também pássaros, insetos e animais são liberados aos milhares no que é conhecido como um “ato simbólico de liberação”, de dar liberdade para aqueles que estão em cativeiro, presos, torturados ou detidos contra sua vontade. Alguns budistas devotos vão usar um vestido branco simples e passar o dia inteiro em templos com renovada determinação para observar os oito preceitos.


O Monte Shasta na Califórnia, Templo de Saint Germain.

Alguns templos também exibem uma pequena imagem do Buddha bebê em frente ao altar em uma pequena bacia cheia de água e decorada com flores, permitindo que os devotos derramem água sobre a estátua, naquilo que é um simbolismo da limpeza de um carma ruim dos praticantes, e para reviver os acontecimentos após o nascimento do Buddha, quando os devas e espíritos celestes fizeram oferendas a ele.

Os devotos são esperados para ouvirem palestras proferidas por monges. Neste dia os monges recitam versos proferidos pelo Buddha vinte e cinco séculos atrás, para invocar a paz e a felicidade para o Governo e todas as pessoas. Os budistas são relembrados para viverem em harmonia com pessoas de outras religiões e respeitar as crenças religiosas dessas pessoas como o próprio Buddha ensinou.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O NOVO MESSIAS: CRISTO, BUDDHA, KRISHNA:




O Novo Messias – Cristo – Buddha – Krishna (O Novo ILUMINADO)
“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino(elevar a Kundalini) em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo“.
Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso de qualquer religião específica e nem para qualquer povo “eleito”, ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião, para todos que o aceitarem e à sua mensagem.
Thoth3126@gmail.com


Quem é o Novo messias? Maitreya, o Cristo Cósmico
Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa “bondade”, está cumprindo seu juramento de ser o tutor na Terra das almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva.
Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.


Acima o local do Retiro do Templo do Royal Teton.
A realização espiritual de uma alma determina onde ela vai acabar em vida após a morte do seu corpo.
O templo do Retiro do Royal Teton, que esta situado dentro das Montanhas Rochosas, no Grand Tetons é um dos refúgios mais importantes da Hierarquia Espiritual e da Fraternidade Branca-Mestres Ascencionados do planeta.
Uma Alma realizada teria a sorte de ser transportada para lá, porque então ela só poderia estar interagindo com os Mestres Ascensos, com os seres cósmicos e a Hierarquia Espiritual que regem os destinos do planeta e da humanidade nesse final de ciclo, ou seja, essa Alma estaria interagindo com os Senhores do Carma, Saint Germain, Confúcio, Sidharta (Buddha) Gautama, Hilarion, e todos os demais.
Aqui esta o primeiro parágrafo do livro Os Mestres e seus Retiros descrevendo este retiro:


“O Templo do Royal Teton, congruente com a Faixa das Montanhas Rochosas, no local conhecido como o Grand Tetons, perto de Jackson Hole, no estado do Wyoming, EUA, é o retiro principal da Grande Fraternidade Branca no continente norte-americano. Confúcio é o hierarca deste retiro físico / Eterico inserido dentro da montanha Grand Teton. Este retiro é um foco antigo de grande concentração de luz, onde os sete raios dos Elohim e dos arcanjos estão consagrados”.
(n.T. – Ele é anterior ao Dilúvio. Junto a esse local esta o portão sul de entrada do Parque de Yellowstone – Pedra Amarela – um nome que deriva de um antigo Templo Sagrado de Atlântida e cujos restos ainda podem ser encontrados no topo de um cume próximo às montanhas do Grand Teton. )

Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chamada de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, (Wyoming-USA) Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.

A Mestra Ascensionada Pórtia (complemento feminino de Saint Germain) definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:



“Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo.
Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo.
Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo.
E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco.
E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores.
Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o próprio”.

Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões.
Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Jesus. (Jesus/Sananda) Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã.

Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões.
Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno.
Os judeus esperam-no como o Messias; os hindus aguardam a chegada de Krishna; os budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias.
Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa – O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.



Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião.
Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.

Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância.
Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.

“As esperanças agora são grandes para o MEU Reaparecimento.
Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM em seu próprio coração e ME encontrarão esperando.
Procurem por MIM e peguem Minha mão.
EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar”

“Não vim para fundar uma nova religião”, diz Maitreya, o Professor do Mundo.
“Vim para ensinar a arte da realização do ser“, algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião.
“Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho”



Segundo Maitreya, ”Só o Ser importa”.
“Vocês são este ser, um ser imortal”.
O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser.
Perguntem a si mesmos: Quem Eu Sou?
E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente/intelecto). Porém, vocês não são nenhum “destes”.
Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor.
O Ser experimenta nestes templos “o supremo Ser é a manifestação do Senhor”.
Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego.
Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, são destrutivos.
Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos.
A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta.
“Esta harmonia conduz à paz e a felicidade”.



A Arte da Realização do Ser, Lord Krishna e Radharani.
Sem o desapego não há salvação.
O desapego é a “droga” mais poderosa.
Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus.

O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.
Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente.
Os antigos costumes de divisão e separação têm fortes raízes, enquanto o medo e a superstição e a falta de fé e coragem enfeitiçam o homem/mulher há milhões de anos.
Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade, pois ele trás consigo a energia da abundância (o Raio Verde).

Suas armas são a compreensão espiritual, a compaixão, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma (que desta vez VAI PREVALECER).


O Significado do nome Jesus Cristo em grego:

X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo. In Hoc Signo Vinces em latim significa: Sob este sinal Vencerás. Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος Σωτηρ, Iesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS)significam Peixe em grego.


Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a era de Peixes que termina em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começa a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

BUDDHA: FESTIVAL DE WESAK



Buddha: Festival de Wesak





BUDDHA
BUDDHA (sânscrito, devanagari: बुद्ध, transliterado Buddha, que significa o Desperto, o Iluminado, do radical Budh-, “despertar”) é um título dado na filosofia budista àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal redescoberta aos demais seres”.
A verdadeira natureza dos fenômenos”, aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes, insatisfatórios e impessoais ...


Thoth3126@gmail.com.br
http://www.wesak.us/

O Festival de Wesak, a iluminação de Buddha é comemorada no mundo inteiro.


… Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o sofrimento (todos gerados pelo apego aos fenômenos e as sensações materiais – especialmente as que são prazerosas).




Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra “Budha” denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual (como os mestres ascencionados da Fraternidade Branca).

Pode-se fazer uma analogia com a designação “Presidente da República” que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo.

As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.




O budismo reconhece três tipos de Buda, dentre os quais o termo Buda é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha).

A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que os outros dois tipos.

Atualmente, as referências ao Buddha referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo.

Ele seria, portanto, o último Budha de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo.

Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi (Uma figueira de Bengala) , quando seu nome foi mudado para Buddha, que quer dizer “O iluminado”.



Templo Budista em Três Coroas, RS

Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] – a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial – na qual o Buddha nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:

“Brâhmane (um sacerdote), assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este.

Lembre-se de mim como aquele que é desperto.“

Com isso ele rejeitava qualquer possibilidade de ser tomado como um Deus, mas reafirmava a característica transcendente da sua vivência espiritual e do caminho de libertação que oferecia para os demais seres.

Nesse sentido, o Buda exerceu um papel importante de democratização da religião na Índia que, até então, estava sujeita ao arbítrio da casta dos brâmanes.



Para Siddhartha Gautama (a VERDADE É QUE) não há intermediários entre a humanidade e o divino, entre o homem/mulher e Deus; deuses distantes também estão sujeitos ao karma em seus paraísos impermanentes.

O Buda é apenas um exemplo, guia e mestre para os seres sencientes que devem trilhar o caminho por si próprios.

Dentre as religiões mundiais, a maioria das quais proclama a existência de um Deus criador, o budismo é considerado incomum por ser uma religião não-teísta.

Para o Buddha, a chave para a libertação é a pureza mental e a compreensão (sabedoria desenvolvida pelo conhecimento) correta, e por esse motivo ele rejeitou a noção de que se conquista a salvação implorando para uma deidade distante e externa ao ser humano.

De acordo com o Buddha Siddhartha Gautama, a felicidade desperta do Nirvana que ele atingiu está ao alcance de todos os seres, porém na visão ortodoxa é necessário ter nascido como um ser humano.

No Tipitaka – as escrituras budistas mais antigas – fala-se dos numerosos Budas do passado e suas vidas, bem como sobre o próximo, o Bodhissatva que é chamado de MAITREYA.

(Bodhissatva é um termo do budismo que designa seres de sabedoria elevada, que seguem uma prática espiritual que visa a remover obstáculos e beneficiar todos os demais seres.

A expressão significa, em tradução literal do sânscrito, “ser (sattva) de sabedoria (bodhi)”.

Os bodisatvas são chamados de mahaiana (mahayana, “grande veículo”).




A GRANDE INVOCAÇÃO


Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flui luz às mentes dos homens;
A Luz desce à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flui amor aos corações dos homens;
O Cristo está na Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guia o Propósito as pequenas vontades dos homens,
O Propósito que os Mestres conhecem e servem
Do centro a que chamamos raça dos homens
Realiza-se o Plano de Amor e de Luz
E sela-se para sempre a porta onde habita o mal.
A Luz (Sabedoria), o Amor e o Poder (A Chama Trina) restabelecem o Plano Divino na Terra.




A Chama Trina
Em homenagem ao Buddha:
A tradição atribui ao próprio Buddha a instrução sobre a forma de lhe prestarem homenagem.

Pouco antes de morrer, ele viu seu fiel assistente Ananda, chorando.

O Buda o aconselhou a não chorar, mas para compreender a lei universal de que todas as coisas condicionadas (incluindo até mesmo seu próprio corpo) devem desintegrar-se, pois são transitórias.

Ele aconselhou a todos para não chorarem sobre a desintegração do corpo físico, mas a considerar os seus ensinamentos, como seu professor a partir de então, porque só a verdade do Dhammapada é eterna e não estão sujeitos à lei da mudança.

A data normalmente é comemorada na Lua Cheia no mês de Maio.


A Roda de Samsara

Ele também enfatizou que a forma de prestar homenagem a ele não seria apenas através da oferta de flores, incenso, e luzes das velas, mas por verdadeira e sinceramente se esforçando para seguir seus ensinamentos.

Assim é como se espera que os budistas celebrem o Vesak, Vesākha (WESAK): usar a oportunidade para reiterar sua determinação de levar uma vida nobre, para desenvolver sua mente, para a prática da bondade amorosa e trazer paz e harmonia à humanidade.

No dia do Vesākha (WESAK), seguidores e budistas devotos são igualmente esperados e solicitados para frequentarem seus vários templos antes do amanhecer para o cerimonial em honra ao mestre, para içamento da bandeira budista e o canto de hinos em louvor da sagrada jóia tríplice: oBuddha, o Dharma (a Lei, os seus ensinamentos), e a Sangha (os seus discípulos).

Os devotos podem trazer oferendas simples de flores, velas e incenso de varetas para colocar aos pés de seu instrutor.

Estas ofertas são simbólicas para lembrar aos seus seguidores que, assim como as flores que murcham depois de um tempo curto e as velas e incenso de varetas logo se queimam, assim também é a vida material sujeita à decadência, envelhecimento e destruição.

Os devotos são intimados a fazer um esforço especial para se abster de matarem seres vivos de qualquer tipo.

Em alguns países, nomeadamente no Sri Lanka , dois dias são reservados para a celebração do Vesākha (WESAK) e todas as lojas de bebidas e casas de abate são fechadas por decreto do governo durante os dois dias do feriado.

Também pássaros, insetos e animais são liberados aos milhares no que é conhecido como um “ato simbólico de liberação”, de dar liberdade para aqueles que estão em cativeiro, presos, torturados ou detidos contra sua vontade.

Alguns budistas devotos vão usar um vestido branco simples e passar o dia inteiro em templos com renovada determinação para observar os oito preceitos.



O Monte Shasta na Califórnia, Templo de Saint Germain.

Alguns templos também exibem uma pequena imagem do Buda bebê em frente ao altar em uma pequena bacia cheia de água e decorada com flores, permitindo que os devotos derramem água sobre a estátua, é um simbolismo da limpeza de um carma ruim dos praticantes, e para reviver os acontecimentos após o nascimento do Buda, quando devas e espíritos celestes fizeram oferendas a ele.

Os devotos são esperados para ouvirem palestras proferidas por monges.

Neste dia os monges recitam versos proferidos pelo Buda vinte e cinco séculos atrás, para invocar a paz e a felicidade para o Governo e todas as pessoas.

Os budistas são relembrados para viverem em harmonia com pessoas de outras religiões e respeitar as crenças religiosas dessas pessoas como o próprio Buda ensinou.

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