Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ASSESSOR DO FMI PREVÊ CRISE MUNDIAL NAS PRÓXIMAS DUAS OU TRÊS SEMANAS:

http://www.youtube.com/watch?v=EghhbG7UvwA


VIDEOhttp://www.tvi24.iol.pt/videos.html?mul_id=13496915
07/10/11
Assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI) pede resposta urgente à crise da dívida soberana da Zona Euro.
Robert Shapiro assegura que se os políticos não encontrarem uma fórmula “credível” para atacar a crise, em duas ou três semanas “teremos uma crise da dívida soberana que vai levar a um colapso do sistema bancário europeu”.
Em entrevista à BBC, o assessor do FMI adiantou que “não estamos a falar de um banco belga relativamente pequeno, mas dos maiores bancos do mundo, os maiores bancos na Alemanha, em França, e alargaria-se ao Reino Unido e a todos os sítios porque o sistema financeiro global está ligado”.
Shapiro admitiu ainda que a crise actual pode ser “pior do que a de 2008″, já que se desconhece o impacto da dívida pública nos bancos, em caso de incumprimento de algum governo”. Ainda assim deixa o aviso: “o FMI não tolerará um novo Lehman Brothers”, o banco norte-americano que ruiu em 2008.
Esta semana, o FMI sugeriu que fossem injectados 100 a 200 mil milhões de euros nos principais bancos europeus para estabilizar o sector, sendo que o presidente da Comissão Europeia (CE), Durão Barroso, confirmou ontem a proposta de uma “acção coordenada” para ajudar à recapitalização dos bancos.
Já Angela Merkel adiantou ontem que “o aviso de que os bancos europeus não têm capital suficiente deve ser levado muito a sério. Se for preciso [recapitalizar os bancos], será dinheiro bem empregue, e não devemos hesitar, porque os prejuízos daí resultantes seriam muito mais elevados”.
FONTE-ECONOMICO SAPO
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07/10/2011 | 10:23 | Dinheiro Vivo
Duas ou três semanas. Esta é a linha de vida para a banca europeia, prevista pelo assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Robert Shapiro.
Depois da entrevista do corretor Alessio Rastani, que afirmou que a Goldman Sachs manda no mundo, as entrevistas da BBC continuam a dar que falar.
Ontem, no notíciário nocturno da cadeia pública britânica, Shapiro participou numa tertúlia sobre a situação económica da zona euro.
Nela, o assessor do FMI assegurou que se os políticos não encontrarem uma fórmula “credível” para atacar a crise, em duas ou três semanas “teremos uma fusão da dívida soberana que vai levar a um colapso do sistema bancário europeu”.
Saphiro adiantou que “não estamos a falar de um banco belga relativamente pequeno, mas dos maiores bancos do mundo, os maiores bancos na Alemanha, em França, e alargar-se-ia ao Reino Unido e a todos os sítios porque o sistema financeiro global está ligado”.
“Esta seria uma crise que, desde o meu ponto de vista, vai ser mais grave que a de 2008″, concluiu.
FONTE

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

VOLTA AO NAZISMO, COM A CRIAÇÃO DO CONSELHO DOS 13 NOS EUA:

Posted: 03 Aug 2011 12:05 PM PDT
No dia 02 de Agosto de 1934 Adolf Hitler se tornou o führer da Alemanha. [3º Reich]. 02 de Agosto de 2011 é o dia da criação do 4º Reich de Obama. Só coincidência?
No vídeo abaixo, Alex Jones explica como todo o alarde sobre a votação, no Congresso Americano, do aumento do limite de endividamento dos Estados Unidos, não passou de um acobertamento para esconder detalhes que seriam inseridos nesta lei que transformarão o país na futura Alemanha Nazista.
Neste projeto, foram inseridas mudanças que acabaram com o equilíbrio e a fiscalização entre os poderes da república americana. Será criado o Conselho dos 13, que será formado por 6 Deputados, 6 Senadores e pelo Presidente, os quais serão autonomeados.
Veja mais:
Somente o Conselho dos 13 poderá apresentar novos projetos de lei para serem votados pelo Congresso. E se o Congresso votar contra um destes projetos, o conselho poderá aprová-lo da mesma forma. Está formada a 4ª instância de poder nos Estados Unidos, que concentrará os poderes de todas as outras instâncias numa tirania cada vez mais escancarada.
Preocupante é saber que o país de maior poderio militar, que já foi a jóia da democracia e da prosperidade do planeta, encontra-se agora totalmente entregue nas mãos de uma ditadura. Como é que o resto do mundo negociará com uma ditadura que tem um poder físico maior que todos os outros países juntos? Dizendo “Sim, senhor”, abaixando a cabeça e abrindo as pernas?

terça-feira, 7 de junho de 2011

VEM AÍ, O INÍCIO DA CRISE ECONÔMICA MUNDIAL...

30/05/2011

Banco central americano pode ser obrigado a subir juros em breve ante as pressões inflacionárias, alerta Paul Volcker, ex-presidente do órgão

Paul VolckerPaul Volcker: déficit orçamentário e juro zero não podem ficar para sempre (Mark Wilson/Getty Images) 
O banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve) pode em breve ser forçado a dar início ao processo de aperto monetário – isto é, ser obrigado a subir as taxas básicas de juros no país – diante do aumento das pressões inflacionárias, disse hoje o ex-presidente da instituição, Paul Volcker. “Diria que esse momento está se aproximando”, afirmou Volcker em conferência em Madri. “Com o considerável déficit orçamentário que temos e o juro zero, não podemos ter esta situação para sempre sem problemas inflacionários”, disse.
Reflexos – Um possível aumento das taxas de juros nos EUA traria reflexos imediatos para a economia internacional. Considerados os ativos mais seguros do mundo, os títulos do Tesouro americano teriam sua rentabilidade melhorada a partir da decisão. Com isso, uma parte considerável da liquidez internacional, hoje alocada em ações e commodities, poderia ser desviada para esses papéis. Tais ativos poderiam perder, portanto, uma parcela do vigor que tem apresentado nos últimos meses. No Brasil, possivelmente haveria redução dos fluxos de entrada ou mesmo saída de moeda americana, o que se traduziria em valorização menos acentuada do real ou até mesmo mesmo depreciação.
Volcker afirmou acreditar que a inflação nos EUA – com a taxa para o núcleo pouco abaixo de 2% – está atualmente sob controle. Destacando as pressões de baixa nos salários causadas pela elevada taxa de desemprego, Volcker acrescentou ser pouco provável que o país experimente um descontrole de preços no curto prazo. Ainda assim, segundo ele, o Fed terá de monitorar de perto a situação e agir preventivamente antes de as pressões inflacionárias aumentarem. “É um teste real para o banco central ou para a política fiscal no momento”, observou.
(com Agência Estado)