Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.
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quarta-feira, 26 de março de 2014

OM MANI PADME HUM:





Om Mani Padme Hum

Significado: “Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus.” {O Lótus é o Anahata o Chakra cardíaco, local do corpo físico onde esta alojada a Alma humana, o ser, o indivíduo REAL em evolução.

Significa: Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso Chakra Anahata, o cardíaco, (O QUARTO CHAKRA) em nossa Alma (o coração, o Caminho do Meio citado por Buddha, a Porta Estreita que deve “SER ABERTA” citada por Cristo) }



Por Thoth3126@gmail.com



À DIREITA: O quarto Chakra, o Anahata e seu símbolo, o Lótus de doze pétalas e dentro o Selo de Vishnu. Buddha, o Avalokitesvara alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha.

Destas alturas, estava para partir para planos ainda mais elevados e mais distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade.

{Avalokiteshvara (em sânscrito Avalokiteśvara, “Aquele que enxerga os clamores do mundo”; em tibetano Chenrezig), é o/a Bodisatva (Bodhisattva) que representa a suprema compaixão de todos os Budas. Um/uma Bodhisattva é aquela criatura que está adiantada ou pronta para alcançar o estado de Buddha (o Iluminado); contudo faz voto de só alcançá-lo plenamente quando nenhum ser estiver mais preso na roda de Samsara, ou na roda de encarnações/ilusões neste mundo material. Sendo a compaixão uma virtude central do budismo, Avalokiteshvara tornou-se muito conhecido por budistas e não budistas, sendo comum encontrar inscrições com seu mantra - Om mani padme hum- mesmo em meios não budistas.}



Era o lamento pela sua partida. Então o Seu coração se encheu de compaixão e Avalokitesvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução espiritual e pela libertação da humanidade.

Este juramento do bodhisatva, é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir à frente em sua evolução espiritual em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados aqui na Terra.

Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e ainda não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando a Roda da Evolução Espiritual de toda a humanidade.

Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet. Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG, e é este o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.

Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o “Mani Mantra”, uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado. O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento budista.



Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tantos comentários importantes. De acordo com o Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro, suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda. O som de cada silaba é visto como tendo uma forma espiritual paralela.

Fazer ou verbalizar o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade de energia espiritual particular e para se identificar com isto. Existe também um grande numero de outros benefícios que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.

OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.

MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.

NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.

PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.

ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.

HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.



A senda das seis perfeições é a senda de todos os Buddhas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana:

OM - Dissolve o orgulho;

MA - Liberta do ciúme e da luxúria;

NI - Consome a paixão e os desejos;

PAD - Elimina a estupidez e danos;

ME - Liberta da pobreza e possessividade;

HUM - Consome a raiva, a agressão e o ódio.

Os mantras são freqüentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres que os compuseram. Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente. O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio no caminho evolutivo, dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.

Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o Bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana (O GRANDE CAMINHO) como Avalokitesvara.

“Cada pessoa cujo coração é movido por amor e compaixão, que profunda e sinceramente age para o benefício dos outros sem se preocupar com a fama, lucro, posição social ou reconhecimento expressa a atividade de Chenrezig.” Bokar Rinpoche

O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas tradições misteriosas. Diz à tradição que este mantra significa o nome Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão, a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM. Parece-nos que Chenrezig, Avalokitesvara e KUAN YIN são os nomes do mesmo Buddha da compaixão.

OM - Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.

MANI - Jóia em sânscrito, refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.

PADME - Lótus ou chakra, refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.

HUM - A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras.



Representação de Kuan Yin uma Bodhisattva, a Deusa da Compaixão para os chineses

Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: “Aquele que segura a Jóia e o Lótus”. Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes/atributos para a mesma deidade.

Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig. Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas. Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.

Sendo a deidade e o mantra una em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.


O Lótus Sagrado

Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno:

OM - Purifica o corpo;

MA - Purifica a palavra;

NI - Purifica a mente;

PAD - Purifica as emoções;

ME - Purifica as condições latentes;

HUM - Purifica o véu (ignorância) que encobre o conhecimento.

Cada silaba é ela mesma uma oração:

OM - É oração dirigida ao corpo dos budas;

MA - É oração dirigida à palavra dos budas;

NI - É oração dirigida à mente dos budas;

PAD - É oração dirigida às qualidades dos budas;

ME - É oração dirigida às atividades dos budas;

HUM - Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.



Estas seis sílabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos:

OM - Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano;

MA - Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme;

NI - Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único e verdadeiro Guru;

PAD - Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância;

ME- Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões: todos os desejos intensos, cobiça, gula, avareza e luxúria;

HUM - Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio;

As seis sílabas sagradas OM MANI PADME HUM são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e da profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade final da alma.

Permitida a reprodução desde que mantenha a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

OM MANI PADME HUM:




OM MANI PADME HUM



Cantar uma mala - 108 vezes ao dia













Este mantra para Avalokiteshvara Compassiva

é poderoso e edificante.



Recitando uma mala deste mantra

108 vezes por dia

vai despertar habilidades dentro de você

e beneficiar sete gerações de seus descendentes.



Este mantra vai acalmar seus medos,

aliviar as suas preocupações,

curar seu coração partido

e responder a todas as suas orações.



Visualize Avalokiteshvara

irradiando feixes de luz como você recita.







Cante o mantra em voz alta,

quanto você se banhar,

quando você se prepara para o dia,

quando você sentir uma sensação de perigo

ou quando você está esperando por alguém.



Você pode cantar a qualquer momento

em qualquer lugar.



Recite em voz alta

ou silenciosamente dentro de sua cabeça.



Não se preocupe com a pronúncia.

O que é importante é a sua motivação pura.



Sempre canto

com o pensamento de beneficiar os outros.





http://chantamantra.com

Tradução Silvia Montone/ Corujinha do Vale



http://www.4shared.com/mp3/-Hx19p2n/Imee_Ooi-Om_mani_panme_Hum.html





Maria Elisete Shalom...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

MATAJI, AS MÃES SAGRADAS, OM MANI PADME HUM!!!



Mataji%20-%20As%20M%C3%A3es%20Sagradas.mp3







http://clubecaiubi.ning.com http://clubecaiubi.ning.com/profile/elisabetjust#ixzz2fL1rdx7a

MATAJI – As Mães Sagradas
Composição: Elisabet Just
Coordenação das percussões: Fernanda de Paula
ideias: Quatro Cântaros (Elisabet Just, Fernanda de Paula, Marília de Zita e Mirela Cogoni)
Vozes: Fernanda de Paula, Elisabet Just e Marília de Zita
Percussão: Fernanda de Paula e Marília de Zita
Violoncelo: Mirela Cogoni

Esta é a música mais representativa do grupo QUATRO CÂNTAROS, onde cada uma de nós ofereceu uma ou mais ideias na elaboração desta reverência musical aos aspectos das mães sagradas Lakshmi, Oxum e Kwan Yin. Segundo Alexandre Cumino, essas expressões divinas pertencem ao Trono Feminino do Amor¹.

Inspirada nos procedimentos de composição musical das Ensaladas², apresenta nas vozes três melodias populares e uma de autor, acompanhadas por instrumentos de percussão e violoncelo:

° DIWALI
“Ai, ai, ai, hoje é dia de Diwali! Hoje é dia da festa das luzes, abençoados pela grande deusa mãe Lakshmi”
Em língua hindi, foi composta por um Coletivo de Sahaja Yoges de Hyderabad, na Índia, foi sugerida por Marília, que mora num Ashram da Sahaja Yoga. Refere-se ao famoso festival hindu das luzes, as festas de celebração do Ano Novo no calendário Vikrana. É realizado na primeira noite de lua nova do mês Kartika, que pode ser outubro ou novembro do nosso calendário ocidental. O festival celebra a vitória do bem sobre o mal, da luz sobre as trevas, e do conhecimento sobre a ignorância, apesar das lendas que acompanham o festival serem diferentes em regiões diferentes da Índia.
Esta canção reverencia Lakshmi, a energia da Mãe Divina que nos alimenta com beleza, harmonia, prosperidade e abundância.

° XORODÔ – Ponto de Oxum do Candomblé
" Mãe que faz o rio ser sagrado, mamãe
Mãe que tornou o rio sagrado
Senhora das águas que dão vida aos filhos queridos
Torna o rio sagrado "
Fernanda trouxe essa canção com a intenção de sobrepor à Diwali. Aí só precisou fazer alguns recortes em Diwali que o contraponto funcionou.
Xorodô é um título que coloca-se apenas como referência, mas é um ponto de Candomblé. E estes não tem título, pois para cada orixá canta-se dezenas de pontos. Portanto, podemos dizer que é apenas um "Ponto de Oxum do Candomblé". Trata-se de uma cantiga da Nação Ketu, transcrita para pronúncia em português do idioma Iorubá.
Este ponto reverencia Oxum, orixá que irradia amor, beleza; a senhora dos rios e cachoeiras que atrai a prosperidade.
Durante toda a primeira parte da música, o ritmo dos instrumentos de percussão é o ijexá, usados nos pontos de Oxum, e sugerido pela Fernanda para alinhavar as duas primeiras canções.

° OM MANI PADME HUM
“Salve a jóia no lótus!”
Composição para vozes, violoncelo e instrumentos de percussão, feita por Elisabet com as palavras de um dos mais famosos mantras. Comumente traduzido do sânscrito como “Salve a jóia no Lótus”, seu significado é muito mais abrangente e cada uma de suas seis sílabas possue complexos significados. De origem indiana, ficou conhecido no Tibete como o mantra da compaixão. Na China, este mantra ficou associado à figura de Kwan Yin, considerada, por alguns, a forma feminina de Avalokistesvara, o bodhisattva da compaixão.³
Esta música reverencia Kwan Yin, divindade que representa o amor em forma de compaixão e também a paz, o perdão, a cura e a luz.


° MAMÃE OXUM – Ponto de Oxum da Umbanda
Entrelaçando a melodia principal da música anterior, inicia o arranjo feito por Elisabet desta famosa canção de domínio público, enquanto a batida constante da percussão do mantra permanece como um moto contínuo. Dentre as versões dessa canção, foi escolhida aquela apresentada pela Fernanda, e o canto agudo de Oxum, que preserva a palavra OM, foi sugerido pela Mirela.

¹CUMINO, Alexandre – Deus, “Deuses” e DIVINDADES, ed. Madras, 2004, pág. 89.
²ENSALADAS: Gênero musical em voga na Espanha do séc XVI, geralmente para grupos vocais. Como sugere seu nome, é uma “salada” de diversos ingredientes na mesma composição: usa melodias ou fragmentos de melodias conhecidas populares e/ou sacras, sobrepostas, como os quodlibets; mistura a homofonia e o contraponto; mistura composição autoral com melodias tradicionais; o número de vozes e/ou instrumentos podem ser diferentes; mistura elementos cômicos com elementos sérios; mistura diversas línguas, como o castelhano, catalão, italiano, latim, francês e português. Pode usar também onomatopéias. Referências:http://es.wikipedia.org/wiki/Ensalada_(m%C3%BAsica) e Le Garzantine: Dizionario della Musica e dei Musicisti, ed Garzanti, giugno 2002.
³Informações obtidas nos cursos promovidos no IPPB





Om Mani Padme Hum Om Oxum das Cachoeiras.....Om todas as Sagradas Mamães ommm




Maria Elisete Shalom