Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.
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domingo, 3 de maio de 2015

FESTIVAL DE WESAK:








WESAK - LUA DE BUDA
A palavra WESAK origina-se no Sânscrito e quer dizer MAIO.

Na realidade (maio ou wesak) em sua Lua Cheia é comemorado com um festival mundial, onde pessoas de todas as partes do planeta celebram a Vitória de Gautama, o Buda.

É uma festividade dos povos budistas de todo o planeta. Nesse momento em que a Terra passa pelo signo de Touro é que a humanidade recebe um eflúvio de forças divinas do Buda Cósmico, como uma espécie de incentivo e choque espiritual para nosso Despertar Superior

A liberação de poderosas energias podem afetar poderosamente a humanidade e que, se liberadas, estimularão o espírito de amor, de fraternidade e de boa vontade na Terra. Essas energias são tão definidas e reais como são as de que se ocupa a própria ciência que as chama de raios cósmicos.

O Festival de Wesak marca o nascimento, iluminação e morte de Gautama, o Buda e é o grande Festival de Encontro Espiritual do Oriente com o Ocidente.

Na lua cheia de Touro é realizada a celebração máxima do Budismo, o Festival de Wesak, no vale dos Himalaias, na Índia, em homenagem a Lord Gautama.

Em cada Lua Cheia do ano, ocorre grande derramamento de Luz e de energias de Bênçãos para a humanidade. Assim sendo, ocorrem 12 ou 13 plenilúnios, com força energética especial que tem correspondência direta com o signo do zodíaco atualmente na época, porém o WESAK (MAIO) é um momento muito especial de Encontro de Anjos, Arcanjos, Mestres Espirituais, Elohins, Seres Extraterrestres Benevolentes, enfim Consciências Já Despertas e Evoluídas, jorrando Bênçãos à humanidade.

O Wesak é um momento especial pois renova nossas forças no sentido de acelerar nossa própria Iluminação e o ápice desse momento é quando a Lua Cheia de Maio surge no céu trazendo energia adicional e luminosa a cada pessoa que de puro coração se propor a renascer em si mesmo como a ave FENIX.

Este sagrado Momentum favorece a avaliação de nossas imperfeições mergulhando nos registros do subconsciente para descobrir e transmutar padrões rígidos e escravizantes que ainda possuímos em Liberdade, Felicidade e Iluminação.










MEDITAÇÃO NA LUA CHEIA - POR QUE MEDITAÇÃO NA LUA CHEIA?

Porque há ciclos no fluxo e refluxo das energias espirituais, com os quais os grupos, tanto quanto os indivíduos, podem conscientemente cooperar. Um dos principais ciclos de energia coincide com as fases da Lua, alcançando seu pico, sua maré alta, durante a Lua Cheia. Este é o tempo, portanto, em que a canalização da energia, através da meditação grupal, pode ser eficaz de maneira ímpar. Hoje, centenas de grupos de serviços se reúnem mensalmente para meditar, de maneira regular, no mundo todo, por ocasião da Lua Cheia. A Lua mesma não tem nenhuma influência sobre o trabalho, mas a sua esfera, plenamente iluminada, é indicativa de um alinhamento livre e desimpedido entre nosso planeta e o Sol, o Centro Solar, a fonte de energia para toda a vida na Terra. Em tais ocasiões, estando a Lua "fora do caminho" e o contato entre o Centro Solar e o Planeta Terra alcançando seu ponto máximo, o homem pode fazer uma aproximação bem definida a Deus, o criador, o Centro da Vida e da Inteligência.

O ritmo plenilunar é usado para determinar as datas das meditações já que determina o tempo mensal em que o impacto das divinas energias de Luz, Amor e Poder é mais forte e pode ser registrado pelos grupos e irradiado dentro da consciência humana.










MAIS SOBRE O FESTIVAL DE WESAK

Lua cheia de Buda (Touro)

O que deveria ser realizado em cada lua cheia de Touro?

1. A liberação de certas energias que podem afetar poderosamente a humanidade e que, se liberadas, estimularão o espírito de amor, de fraternidade e de boa vontade na Terra. Essas energias são tão definidas e reais como são as de que se ocupa a própria ciência que as chama de raios cósmicos.

2. A fusão de todos os homens de boa vontade no mundo em um todo integrado e com capacidade de resposta.

3. A invocação e a resposta de certos Grandes Seres, Cujo trabalho pode ser, e será possível, se o primeiro destes objetivos for atingido, graças à realização do segundo objetivo. Meditem nesta síntese dos três objetivos. Por que nome estas Forças Vivas são chamadas é inteiramente imaterial. Podem ser considerados como os vice-regentes de Deus, que podem e cooperarão com o Espírito de Vida e de Amor sobre o nosso planeta, aquele no qual vivemos, nos movemos e temos nosso ser. Certos pensadores podem considerá-los como os Arcanjos do Altíssimo, cujo trabalho tem sido possível pela atividade do Cristo e do Seu corpo de discípulos, a Igreja verdadeira e viva. Outros os considerarão como os Guias da Hierarquia planetária, que se encontram por detrás de nossa evolução planetária e que raramente tomam parte ativa exterior nas atividades do mundo, deixando isso para os Mestres de Sabedoria, salvo nos casos excepcionais como o atual. Qualquer que seja o nome pelo qual os chamemos, eles estão prontos para ajudar, se o apelo for feito com força e poder suficientes por parte dos aspirantes e discípulos no momento da lua cheia de Touro e da lua cheia de Gêmeos.

4. A evocação de uma atividade enérgica e concentrada do lado interno realizada pela Hierarquia de Mestres, essas Mentes iluminadas à quais foi confiado o trabalho de direção do mundo. Deseja-se uma resposta e pode ser obtida entre os três grupos:

- a. A expectante e (nesse momento) ansiosa Hierarquia - ansiosa porque nem mesmo Eles podem dizer como reagirá a humanidade, e se os homens serão suficientemente sensatos para aproveitar a oportunidade oferecida. Os Mestres aguardam, organizados sob a direção do Cristo, o Mestre dos Mestres e Instrutor de anjos e homens. Ele foi instituído como o intermediário direto entre a Terra e o Buda, Aquele que, por sua vez, é o intermediário consagrado entre a Hierarquia expectante e as forças atentas.

- b. Novo Grupo de Servidores do Mundo, cujo objetivo é a paz do mundo, composto nesta época por todos os servidores sensíveis e consagrados da raça, que tem o propósito de estabelecer a boa vontade na Terra, como a base para a futura vida e expansão mundiais. Originalmente, este grupo era formado por uns poucos discípulos aceitos e aspirantes consagrados. As suas fileiras foram abertas, ultimamente, a todos os homens de boa vontade que trabalham ativamente por uma verdadeira compreensão, que estão prontos a se sacrificarem para ajudar a humanidade, que não veem nenhuma linha de separação, mas têm, isso sim, o mesmo sentimento para com os homens de todas as raças, nacionalidades e credos.

- c. As massas dos homens e mulheres que responderam às ideias que foram lançadas, e que reagiram favoravelmente aos objetivos de compreensão internacional, interdependência econômica e unidade religiosa.

À medida em que estes três grupos de pensadores e servidores se tenham contatado, quando os três grupos possam estar alinhados, ainda que momentaneamente, muito pode ser realizado; as portas da nova vida podem ser abertas para dar passagem ao influxo de novas forças espirituais. Tal é o objetivo e a ideia do Grupo.

Que importância tem para vocês, pessoalmente, esta lua cheia de Touro? Parece-lhes ter suficiente importância para realmente significar tão grandes esforços a vocês? Creem sinceramente que neste dia pode haver realmente uma liberação de energia espiritual suficientemente potente para mudar os assuntos do mundo, desde que os filhos dos homens desempenhem sua parte? Acreditam realmente, e estão prontos na prática, a apoiar a crença de que nesse dia o Buda, em cooperação com Cristo e com a Hierarquia de Mestres Iluminados, mais a ajuda oferecida por alguns dos Tronos, Principados e Poderes da Luz, que são a correspondência superior dos poderes das trevas, estão prontos a executar os Planos de Deus, quando for dado o direito e a permissão dos homens? A principal tarefa de vocês na atualidade, não é lutar contra os poderes do mal e as forças das trevas, mas despertar o interesse e mobilizar as Forças da Luz e os recursos dos homens de boa vontade e de inclinação correta no mundo atual. Não resistir ao mal, mas organizar e mobilizar o bem e assim fortalecer as mãos dos trabalhadores que estão do lado do direito e doar amor, para que o mal tenha menos oportunidades.

Se vocês tiverem fé no que lhes disse, - ainda que seja do tamanho de um grão de mostarda - se tiverem uma crença firme no trabalho do espírito de Deus e na divindade do homem, então esqueçam-se de si próprios e consagrem cada um de seus esforços, a partir do momento em que receberem esta comunicação, para a tarefa de cooperar no esforço organizado, a fim de mudar o curso dos assuntos mundiais, por meio de um acréscimo no espírito de amor e de boa vontade no mundo durante este mês.

ANTIGOS ENSINAMENTOS

Ensinamentos da Antiga Sabedoria consideram Wesak o momento mais significante do ano, quando um real evento celestial ocorre e se manifesta sobre a Terra. Considera-se que o Festival de Wesak seja um tempo em que o próprio Deus, transmitindo através de Buda e de Cristo, envia uma benção para a Terra. Durante séculos tem sido celebrado na Índia e sempre ocorre na Lua Cheia de Buda. Durante esse tempo, a humanidade pode se alinhar completamente com forças espirituais que não estão à disposição em outras ocasiões do ano. A força dessa benção nos estimula espiritualmente e nos deixa mais preparados para servir completamente ao Plano Divino.










Próximo ao Nepal e rodeado pelas montanhas dos Himalaias, fica uma área de terra protegida. Um caminho, entre passagens estreitas, eventualmente se abre para um vale coberto de grama. Vários dias antes da Lua Cheia, buscadores espirituais entram no vale e aí montam tendas coloridas. Na parte norte do vale há uma grande rocha plana onde é colocada uma grande vasilha de cristal cheia de água. Logo antes da Lua Cheia, Cristo, os Senhores, os Mestres, os Arcanjos e os Iluminados que guiam o planeta Terra se reúnem ao redor dessa rocha para orar.

Poucos minutos antes do momento exato da Lua Cheia, pode se ver uma pequena luz no céu. À medida que ela se aproxima e cresce em claridade, a forma do Buda, com seu robe cor de açafrão e com as penas em posição cruzada, pode ser vista no céu.
No momento exato da Lua Cheia, Buda, suspenso sobre a rocha, estende sua mão em uma benção em direção a Cristo, que, representando a Humanidade, a recebe para distribuição. Então é pronunciada a Grande Invocação, enviando uma forte corrente de gratidão, da Humanidade para o Próprio Deus. Enquanto Buda envia sua Benção de Iluminação e Cristo envia sua Benção de Amor, a estrutura atômica e molecular da água se altera, recebendo uma infusão de Sabedoria. Ela é então distribuída em pequenas porções e levada ao mundo para ser compartilhada.

O Festival de Wesak é um momento poderoso de intenso serviço espiritual, feito da Humanidade para Deus e de Deus para a Humanidade, através de Buda e de Cristo. Durante os 8 minutos dessa celebração, o universo inteiro faz uma ligação unindo a humanidade com a Fonte da nossa criação, a que chamamos Deus. Os efeitos espirituais permanecem até o próximo Festival de Wesak.










O festival de Wesak ou de Vaisakha é o festival do Buda. É marcado pelo nascimento, iluminação e morte de Buda. Este festival é celebrado anualmente na lua cheia de maio; é o grande festival do oriente. Buda é o intermediário espiritual entre o centro onde a vontade de Deus é conhecida e a hierarquia espiritual.

O momento pleno de Wesak acontece na entrada da Lua Cheia em Escorpião, e o Sol em Touro, porém o Festival é celebrado dois ou três dias antes e dois ou três dias após o plenilúnio. Segundo o Mestre Ascensionado Djwhal Khul afirmou nos livros de Alice Bailey:

“Wesak é o maior evento no nosso planeta e o que tem o maior efeito sobre a humanidade. Nenhum custo é tão alto para ser útil à Hierarquia Espiritual por ocasião da lua cheia do Wesak. Nenhum preço é tão caro para ganhar-se iluminação espiritual e que é possível particularmente nessa época”.

A cerimônia de Wesak é originalmente comemorada no Vale Wesak, no Himalaia, onde é honrado o nascimento, morte e iluminação de Sidartha Gautama. Atualmente simboliza a consciência de Buda e Cristo ligando o Oriente com o Ocidente na fé. Esotéricos dizem que no Wesak encontramos a chave para abrir a porta entre Shambala e a Hierarquia com energias para transformar escuridão em claridade, o irreal para o real, a morte para a imortalidade, o caos para a beleza.

O amor Divino e a Sabedoria, são as energias mais fortes para aqueles que estiverem abertos para receber. Através de Buda a Sabedoria de Deus, através de Cristo o Amor manifestado na humanidade. Um tempo para alinhar os nossos chacras e células do corpo físico. Os dias do festival podem ser usados para dar nosso amor, beleza e compaixão para a nossa família, nosso grupo e para o Mundo.

O festival de Wesak, é reconhecido por muitos como um dia de impacto espiritual supremo. Este festival não é uma celebração comemorativa mas um presente, um evento vivo, uma cerimônia sagrada que ocorre a cada ano entre Buda e o Cristo. A hierarquia espiritual une-se enquanto uma benção é derramada em nosso planeta.

Esta cerimônia marca um ponto elevado do ano espiritual e serve para vitalizar a aspiração de toda a humanidade, a evolução humana, os caminhos como uma fonte de luz e do amor, inspirando e estimulando todos os esforços que promovem a harmonia humana e planetária.

O esforço cooperativo da humanidade ao invocar as energias da luz e do amor, trabalhando junta na meditação e nas preces no festival de Wesak, a preservação de uma quietude interior, a atenção focalizada, engloba os participantes nessa força espiritual, possibilitando uma expansão da consciência mais intensa do que em qualquer outra época do ano.










OS MANTRAS DA ALMA E DA MÔNADA

O Mantra da Alma foi transmitido pelo Mestre Ascensionado Djwhal Khul para a Terra, através de Alice Bailey. É um dos mantras mais poderosos do planeta e deveria ser recitado todas as vezes em que se iniciar algum trabalho espiritual.

MANTRA DA ALMA

Eu sou a Alma,
Eu sou a Luz Divina,
Eu sou Amor,
Eu sou Vontade,
Eu sou o Desígnio Imutável.

MANTRA DA MÔNADA

Eu sou a Mônada,
Eu sou a Luz Divina,
Eu sou Amor,
Eu sou Vontade,
Eu sou o Desígnio Imutável.
Ao recitar esses mantras, estaremos ativando nosso Eu Superior e a poderosa Presença do Eu Sou (Mônada).

A GRANDE INVOCAÇÃO

Essa oração foi ofertada pelo Senhor Maitreya, o Cristo Planetário, entre 1945 e 1950. É uma das orações mais poderosas jamais entregues aos Trabalhadores da Luz e ao novo grupo dos Servidores do Mundo. Existem uma versão longa e uma versão mais curta. Essas orações foram extraídas do livro de Alice Bailey - The Externalization of the Hierarchy.

Do ponto de Luz na Mente de Deus
Que a Luz se irradie para a mente dos homens.
Que a Luz desça sobre a Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus
Que o Amor se irradie para o coração dos homens.
Que o Cristo retorne à Terra
Do centro em que a Vontade de Deus é conhecida
Que o propósito oriente as pequenas vontades dos homens-
O propósito que os mestres conhecem e a que servem.
Do centro do que chamamos de raça dos homens
Que o Plano do Amor e da Luz se realize
E possa ele selar a porta onde o mal habita.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

VERSÃO LONGA

Que as Forças de Luz tragam a iluminação à humanidade,
Que o Espírito da Paz se faça presente em toda parte,
Que os homens de boa vontade de todos os lugares possam se unir num espírito de cooperação,
Que o perdão de todos os homens
Seja a linha mestra desta época,
Que o poder atenda aos esforços dos Grandes.
Assim seja, e ajude-nos a fazer a nossa parte.
Que os Senhores da Libertação fluam,
Que tragam auxílio aos filhos dos homens
Que o Cavaleiro do Lugar Oculto apareça,
E, ao chegar, salve.
Venha ó Poderoso,
Que as almas dos homens acordem para a Luz,
Que eles se unam na mesma intenção,
Que a ordem do Senhor possa se cumprir,
É chegado o fim do infortúnio!
Venha, ó Poderoso,
Agora chegou a hora de a Força Salvadora atuar.
Que ela possa se estender por toda a parte, ó Poderoso.
Que a Luz, o Amor, o Poder e a Morte
Possam cumprir o propósito daquele que há de vir.
A vontade de salvar está aqui,
O amor para continuar o trabalho está em todo lugar,
A ajuda ativa de todos aqueles que conhecem a verdade também está aqui,
Venha, ó Poderoso, e funda os três.
Construa uma grande muralha de proteção,
O domínio do mal tem de terminar.
Do ponto de Luz na Mente de Deus
Que a Luz se irradie para a mente dos homens.
Deixe que a luz desça sobre a terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus
Que o Amor se irradie para o coração dos homens.
Que o Cristo retorne à terra
Do centro em que a Vontade de Deus é conhecida
Que o propósito oriente a pequena vontade dos homens-
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.
Do centro do que chamamos de raça de homens
Que o Plano de Amor e de Luz se realize,
E possa ele selar a porta onde o mal habita.
Que a Luz, o Amor, e o Poder restabeleçam o Plano na terra.


FAÇA SEU RITUAL










Em qualquer momento 12 horas antes e 12 horas após a LUA CHEIA você pode se sintonizar com todas as energias dos seres espirituais ao redor do mundo que participam do Festival Wesak.

Purifique-se com um banho de ervas , meditação ou um passeio na natureza.

Ouça músicas espirituais.
Faça um altar incluindo nele representações dos elementos fogo, terra , ar e água e também figuras ou imagens dos Mestres Ascensos , Buda , Cristo , Yogues ou Anjos.

Coloque flores no altar. Um quartzo rosa também é um bom elemento pois ele é um amplificador do Amor e Sabedoria, expandindo amor e beleza.










Coloque uma tigela de água em seu altar para que ela seja carregada com as vibrações de sua meditação, esta água servirá para usos futuros, aspergindo sobre pessoas e ambientes que precisam de purificação, ou mesmo ser jogada em um rio com a intenção de espalhar as energias do Wesak para todos os seres.

Faça orações, invocações de Luz, cante mantras.
Finalmente, faça a seguinte visualização, sozinho ou em grupo.

Visualize-se em um lindo vale, sinta o ar fresco da montanha e sinta seus pés pisando uma grama macia... Inspire profundamente procurando se relaxar, acalmando suas emoções e sua mente...Sinta a paz neste ambiente e dentro de você...

Procure então, com os olhos fechados, se interligar com todos os Trabalhadores da Luz e sinta a presença desses seres ...participe então do chamado magnético que chega para todas Almas. Todos são chamados a reunirem-se no Amor e na Luz, criando então uma energia de paz que circunda todo o Planeta como uma rede de luz. Visualize a presença de seu Mestre, Arcanjos, e receba e transmita as poderosas energias espirituais que Eles enviam em benefício de toda a Humanidade.

Visualize essa energia em sua cabeça e no centro de seu coração. Esse nível de luz e amor chegam em sua Alma e em sua personalidade. Sinta-se banhado de Luz.
Conclua a visualização com um grande OM...

Fonte: http://www.anjodeluz.com.br/wesakcelebracao.htm



©2015 Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascesao.com.br
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sábado, 10 de maio de 2014

BUDDHA: FESTIVAL DE WESAK




BUDDHA

BUDDHA (sânscrito, devanagari: बुद्ध, transliterado Buddha, que significa o Desperto, o Iluminado, do radical Budh-, “despertar”) é um título dado na filosofia budista àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal redescoberta aos demais seres”.
A verdadeira natureza dos fenômenos”, aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes (ilusórios), insatisfatórios e impessoais ...



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com.br

http://www.wesak.us/

O Festival de Wesak, na luz cheia de Touro, na noite de 14 de maio, uma quarta-feira, dia da iluminação de Buddha é comemorada no mundo inteiro.

… Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o sofrimento (todos gerados pelo apego aos fenômenos e as sensações materiais – especialmente as que são prazerosas).


Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra “Buddha” denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual (como os mestres ascencionados da Fraternidade Branca).

Pode-se fazer uma analogia com a designação “Presidente da República” que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo. As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.



O budismo reconhece três tipos de Buddha, dentre os quais o termo Buddha é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha).

A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que os outros dois tipos.

Atualmente, as referências ao Buddha referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo. Ele seria, portanto, o último Buddha de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo.

Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi (Uma figueira de Bengala) , quando seu nome foi mudado para Buddha, que quer dizer “O iluminado“.
Acima: Templo Budista em Três Coroas, RS

Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] – a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial – na qual o Buddha nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:

“Brâhmane (um sacerdote), assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é um desperto.“

Com isso ele rejeitava qualquer possibilidade de ser tomado como um Deus, mas reafirmava a característica transcendente da sua vivência espiritual e do caminho de libertação que oferecia para os demais seres. Nesse sentido, o Buddha exerceu um papel importante de democratização da religião na Índia que, até então, estava sujeita ao arbítrio da casta sacerdotal dos brâmanes.


Para Siddhartha Gautama (a VERDADE É QUE) não há intermediários entre a humanidade e o divino, entre o homem/mulher e Deus; deuses distantes também estão sujeitos ao karma em seus paraísos também impermanentes.

O Buddha é apenas um exemplo, guia e mestre para os seres sencientes que devem trilhar o caminho por si próprios. Dentre as religiões mundiais, a maioria das quais proclama a existência de um Deus criador, o budismo é considerado incomum por ser uma religião não-teísta.

Para o Buddha, a chave para a libertação é a pureza mental e a compreensão (a sabedoria desenvolvida pelo conhecimento, que deve ser buscado incessantamente) correta, e por esse motivo ele rejeitou a noção de que se conquista a salvação implorando para uma deidade distante e externa ao ser humano.



De acordo com o Buddha Siddhartha Gautama, a felicidade desperta do Nirvana que ele atingiu está ao alcance de todos os seres, porém na visão ortodoxa é necessário ter nascido como um ser humano para atingí-la. No Tipitaka – as escrituras budistas mais antigas – fala-se dos numerosos Buddhas do passado e de suas vidas, bem como sobre a vinda do próximo, o Bodhissatva que é chamado de MAITREYA.

Bodhissatva é um termo do budismo que designa seres de sabedoria elevada, que seguem uma prática espiritual que visa a remover obstáculos e beneficiar todos os demais seres. A expressão significa, em tradução literal do sânscrito, “ser (sattva) de sabedoria (bodhi)”. Os bodisatvas são chamados de mahaiana (mahayana, “grande veículo”{do espirito}).



A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flui luz às mentes dos homens;
A Luz desce à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flui amor aos corações dos homens;
O Cristo está na Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guia o Propósito as pequenas vontades dos homens,
O Propósito que os Mestres conhecem e servem
Do centro a que chamamos raça dos homens
Realiza-se o Plano de Amor e de Luz
E sela-se para sempre a porta onde habita o mal.


A Luz (Sabedoria), o Amor e o Poder (A Chama Trina) restabelecem o Plano Divino na Terra.
A Chama Trina
Em homenagem ao Buddha:


A tradição atribui ao próprio Buddha a instrução sobre a forma de lhe prestarem homenagem. Pouco antes de morrer, ele viu seu fiel assistente Ananda, chorando. O Buddha o aconselhou a não chorar, mas para compreender a lei universal de que todas as coisas condicionadas (incluindo até mesmo seu próprio corpo) devem desintegrar-se, pois são transitórias.

Ele aconselhou a todos para não chorarem sobre a desintegração do corpo físico, mas a considerar os seus ensinamentos, como seu professor a partir de então, porque só a verdade do Dhammapada é eterna e não estão sujeitos à lei da mudança. A data normalmente é comemorada na Lua Cheia de Touro, no mês de Maio, que neste ano acontece numa quarta-feira, no dia 14.

Ele também enfatizou que a forma de prestar homenagem a ele não seria apenas através da oferta de flores, incenso, e luzes das velas, mas por verdadeira, pura e sinceramente se esforçando para seguir seus ensinamentos.


A Roda de Samsara

Assim é como se espera que os budistas celebrem o Vesak, Vesākha (WESAK): usar a oportunidade para reiterar sua determinação de levar uma vida nobre, para desenvolver sua mente e o conhecimento, para a prática da bondade amorosa e trazer paz e harmonia à humanidade.

No dia do Vesākha (WESAK), seguidores e budistas devotos são igualmente esperados e solicitados para frequentarem os seus vários templos antes do amanhecer para o cerimonial em honra ao mestre, para içamento da bandeira budista e o canto de hinos em louvor da sagrada jóia tríplice: o Buddha, o Dharma (a Lei, os seus ensinamentos), e a Sangha (os seus discípulos).

Os devotos podem trazer oferendas simples de flores, velas e incenso de varetas para colocar aos pés de seu instrutor. Estas ofertas são simbólicas para lembrar aos seus seguidores que, assim como as flores que murcham depois de um tempo curto e as velas e incenso de varetas logo se queimam, assim também é a vida material (e os seus prazeres) sujeita à decadência, envelhecimento e destruição.

Os devotos são intimados a fazer um esforço especial para se abster de matarem seres vivos de qualquer tipo. Em alguns países, nomeadamente no Sri Lanka , dois dias são reservados para a celebração do Vesākha (WESAK) e todas as lojas de bebidas e casas de abate são fechadas por decreto do governo durante os dois dias do feriado.

Também pássaros, insetos e animais são liberados aos milhares no que é conhecido como um “ato simbólico de liberação”, de dar liberdade para aqueles que estão em cativeiro, presos, torturados ou detidos contra sua vontade. Alguns budistas devotos vão usar um vestido branco simples e passar o dia inteiro em templos com renovada determinação para observar os oito preceitos.


O Monte Shasta na Califórnia, Templo de Saint Germain.

Alguns templos também exibem uma pequena imagem do Buddha bebê em frente ao altar em uma pequena bacia cheia de água e decorada com flores, permitindo que os devotos derramem água sobre a estátua, naquilo que é um simbolismo da limpeza de um carma ruim dos praticantes, e para reviver os acontecimentos após o nascimento do Buddha, quando os devas e espíritos celestes fizeram oferendas a ele.

Os devotos são esperados para ouvirem palestras proferidas por monges. Neste dia os monges recitam versos proferidos pelo Buddha vinte e cinco séculos atrás, para invocar a paz e a felicidade para o Governo e todas as pessoas. Os budistas são relembrados para viverem em harmonia com pessoas de outras religiões e respeitar as crenças religiosas dessas pessoas como o próprio Buddha ensinou.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

sexta-feira, 17 de maio de 2013

BUDDHA: FESTIVAL DE WESAK



Buddha: Festival de Wesak





BUDDHA
BUDDHA (sânscrito, devanagari: बुद्ध, transliterado Buddha, que significa o Desperto, o Iluminado, do radical Budh-, “despertar”) é um título dado na filosofia budista àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal redescoberta aos demais seres”.
A verdadeira natureza dos fenômenos”, aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes, insatisfatórios e impessoais ...


Thoth3126@gmail.com.br
http://www.wesak.us/

O Festival de Wesak, a iluminação de Buddha é comemorada no mundo inteiro.


… Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o sofrimento (todos gerados pelo apego aos fenômenos e as sensações materiais – especialmente as que são prazerosas).




Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra “Budha” denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual (como os mestres ascencionados da Fraternidade Branca).

Pode-se fazer uma analogia com a designação “Presidente da República” que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo.

As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.




O budismo reconhece três tipos de Buda, dentre os quais o termo Buda é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha).

A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que os outros dois tipos.

Atualmente, as referências ao Buddha referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo.

Ele seria, portanto, o último Budha de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo.

Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi (Uma figueira de Bengala) , quando seu nome foi mudado para Buddha, que quer dizer “O iluminado”.



Templo Budista em Três Coroas, RS

Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] – a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial – na qual o Buddha nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:

“Brâhmane (um sacerdote), assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este.

Lembre-se de mim como aquele que é desperto.“

Com isso ele rejeitava qualquer possibilidade de ser tomado como um Deus, mas reafirmava a característica transcendente da sua vivência espiritual e do caminho de libertação que oferecia para os demais seres.

Nesse sentido, o Buda exerceu um papel importante de democratização da religião na Índia que, até então, estava sujeita ao arbítrio da casta dos brâmanes.



Para Siddhartha Gautama (a VERDADE É QUE) não há intermediários entre a humanidade e o divino, entre o homem/mulher e Deus; deuses distantes também estão sujeitos ao karma em seus paraísos impermanentes.

O Buda é apenas um exemplo, guia e mestre para os seres sencientes que devem trilhar o caminho por si próprios.

Dentre as religiões mundiais, a maioria das quais proclama a existência de um Deus criador, o budismo é considerado incomum por ser uma religião não-teísta.

Para o Buddha, a chave para a libertação é a pureza mental e a compreensão (sabedoria desenvolvida pelo conhecimento) correta, e por esse motivo ele rejeitou a noção de que se conquista a salvação implorando para uma deidade distante e externa ao ser humano.

De acordo com o Buddha Siddhartha Gautama, a felicidade desperta do Nirvana que ele atingiu está ao alcance de todos os seres, porém na visão ortodoxa é necessário ter nascido como um ser humano.

No Tipitaka – as escrituras budistas mais antigas – fala-se dos numerosos Budas do passado e suas vidas, bem como sobre o próximo, o Bodhissatva que é chamado de MAITREYA.

(Bodhissatva é um termo do budismo que designa seres de sabedoria elevada, que seguem uma prática espiritual que visa a remover obstáculos e beneficiar todos os demais seres.

A expressão significa, em tradução literal do sânscrito, “ser (sattva) de sabedoria (bodhi)”.

Os bodisatvas são chamados de mahaiana (mahayana, “grande veículo”).




A GRANDE INVOCAÇÃO


Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flui luz às mentes dos homens;
A Luz desce à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flui amor aos corações dos homens;
O Cristo está na Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guia o Propósito as pequenas vontades dos homens,
O Propósito que os Mestres conhecem e servem
Do centro a que chamamos raça dos homens
Realiza-se o Plano de Amor e de Luz
E sela-se para sempre a porta onde habita o mal.
A Luz (Sabedoria), o Amor e o Poder (A Chama Trina) restabelecem o Plano Divino na Terra.




A Chama Trina
Em homenagem ao Buddha:
A tradição atribui ao próprio Buddha a instrução sobre a forma de lhe prestarem homenagem.

Pouco antes de morrer, ele viu seu fiel assistente Ananda, chorando.

O Buda o aconselhou a não chorar, mas para compreender a lei universal de que todas as coisas condicionadas (incluindo até mesmo seu próprio corpo) devem desintegrar-se, pois são transitórias.

Ele aconselhou a todos para não chorarem sobre a desintegração do corpo físico, mas a considerar os seus ensinamentos, como seu professor a partir de então, porque só a verdade do Dhammapada é eterna e não estão sujeitos à lei da mudança.

A data normalmente é comemorada na Lua Cheia no mês de Maio.


A Roda de Samsara

Ele também enfatizou que a forma de prestar homenagem a ele não seria apenas através da oferta de flores, incenso, e luzes das velas, mas por verdadeira e sinceramente se esforçando para seguir seus ensinamentos.

Assim é como se espera que os budistas celebrem o Vesak, Vesākha (WESAK): usar a oportunidade para reiterar sua determinação de levar uma vida nobre, para desenvolver sua mente, para a prática da bondade amorosa e trazer paz e harmonia à humanidade.

No dia do Vesākha (WESAK), seguidores e budistas devotos são igualmente esperados e solicitados para frequentarem seus vários templos antes do amanhecer para o cerimonial em honra ao mestre, para içamento da bandeira budista e o canto de hinos em louvor da sagrada jóia tríplice: oBuddha, o Dharma (a Lei, os seus ensinamentos), e a Sangha (os seus discípulos).

Os devotos podem trazer oferendas simples de flores, velas e incenso de varetas para colocar aos pés de seu instrutor.

Estas ofertas são simbólicas para lembrar aos seus seguidores que, assim como as flores que murcham depois de um tempo curto e as velas e incenso de varetas logo se queimam, assim também é a vida material sujeita à decadência, envelhecimento e destruição.

Os devotos são intimados a fazer um esforço especial para se abster de matarem seres vivos de qualquer tipo.

Em alguns países, nomeadamente no Sri Lanka , dois dias são reservados para a celebração do Vesākha (WESAK) e todas as lojas de bebidas e casas de abate são fechadas por decreto do governo durante os dois dias do feriado.

Também pássaros, insetos e animais são liberados aos milhares no que é conhecido como um “ato simbólico de liberação”, de dar liberdade para aqueles que estão em cativeiro, presos, torturados ou detidos contra sua vontade.

Alguns budistas devotos vão usar um vestido branco simples e passar o dia inteiro em templos com renovada determinação para observar os oito preceitos.



O Monte Shasta na Califórnia, Templo de Saint Germain.

Alguns templos também exibem uma pequena imagem do Buda bebê em frente ao altar em uma pequena bacia cheia de água e decorada com flores, permitindo que os devotos derramem água sobre a estátua, é um simbolismo da limpeza de um carma ruim dos praticantes, e para reviver os acontecimentos após o nascimento do Buda, quando devas e espíritos celestes fizeram oferendas a ele.

Os devotos são esperados para ouvirem palestras proferidas por monges.

Neste dia os monges recitam versos proferidos pelo Buda vinte e cinco séculos atrás, para invocar a paz e a felicidade para o Governo e todas as pessoas.

Os budistas são relembrados para viverem em harmonia com pessoas de outras religiões e respeitar as crenças religiosas dessas pessoas como o próprio Buda ensinou.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

sábado, 27 de abril de 2013

FESTIVAL DE WESAK... OBSERVE O PODER DA LUA CHEIA E ORE PELA CURA DO CORPO MENTAL E PELA PAZ DA HUMANIDADE


FESTIVAL DE WESAK....OBSERVE O PODER DA LUA CHEIA QUE COMEÇA A CRESCER E ORE PELA CURA DO CORPO MENTAL DA HUMANIDADE E PELA PAZ PLANETÁRIA



Veja abaixo descrição da Cerimônia de Wesak do livro : OS MESTRES E A SENDA, de Leadbeater ( Sociedade Teosófica ) - Editora Pensamento.


Faça seu Ritual em casa e participe deste momento de Luz, é a data mais positiva do ano, nas Bençãos de Abundância, Saúde, Amor, Iluminação e PAZ.

Observe o Poder da Lua cheia que começa a crescer e ore pela cura do corpo mental da humanidade e pela PAZ PLANETÁRIA.

Sugerimos que em casa, cada um acenda uma vela na cor amarela ou branca e faça uma Oração de Poder : A Grande Invocação, Pai Nosso ... por 8 minutos, fazer Orações, mantra OM e siga o que sua intuição indicar.

Quem quiser jejuar neste dia, o indicado é tomar só líquidos, pelo menos por 24 hs > sopas e frutas, para o corpo ficar mais leve e absorver todas as Bençãos de WESAK 2013 . As Bençãos de Wesak duram 72 horas - neste período, procure ter pensamentos positivos, meditar e elevar a vibração do seu corpo.

Dias Iluminados com muito Amor, Bençãos e Realizações,
Pax & Luz,
Aloha,
Carmen Balhestero

www.pax.org.br / pax@pax.org.br

Podemos participar do Festival de Wesak através do jejum, ou da oração, ou da meditação individual ou grupal. Recitar tanto quanto possível a Grande Invocação nos dois dias que antecedem o Festival e nos dois dias posteriores. O ideal é recitá-la ao amanhecer, ao meio-dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio. Manter-se em estado de permanente atenção e Paz.







A GRANDE INVOCAÇÃO (Recitada no Presente)



Do ponto de Luz na Mente de Deus,

Flui luz às mentes dos homens;

A Luz desce à Terra.



Do ponto de Amor no Coração de Deus,

Flui amor aos corações dos homens;

O Cristo está na Terra.



Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,

Guia o Propósito as pequenas vontades dos homens,

O Propósito que os Mestres conhecem e servem



Do centro a que chamamos raça dos homens

Realiza-se o Plano de Amor e de Luz

E sela-se para sempre a porta onde habita o mal.



A Luz, o Amor e o Poder restabelecem o Plano na Terra,

Hoje e por toda a Eternidade, Amém.


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Localmente, a Lua cheia tem forte efeito na hora seguinte do pôr do Sol quando a Lua está se elevando e à meia-noite quando a Lua está diretamente em cima. Na Lua cheia chamada Wesak (WE-sock), Místicos dizem que Buda retorna agora para ajudar a Terra a regenerar-se.



De acordo com a tradição metafísica, o Buda nasceu, alcançou a iluminação e deixou a encarnação na Terra sob a Lua cheia de touro. E Buda retorna nesta época a cada ano para trazer nova luz ao mundo. Condutores espirituais unem-se no Vale Wesak, um lugar mítico no alto dos Himalaias. Aqui iniciados liderados por Cristo organizam um grande pentagrama (o emblema venusiano da alma do mundo) enquanto Buda paira sobre aquela união de Luz radiante. Este alinhamento cósmico ocorre durante oito minutos centralizados no momento da Lua Cheia de Wesak.



- The Masters and the Path - Geoffrey Hodson
Wesak a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wesak%3E">http://en.wikipedia.org/wiki/Wesak>;;


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ The Legend of The Wesak


A lenda do Wesak


The Wesak Festival - Alice A. Bailey



http://www.crystalinks.com/wesak.html



De acordo com a tradição, na hora da Lua cheia em touro, o Buda vem ao Vale Wesak dos Himalaias para trazer a energia do poder espiritual de Shamballa para Mestres reunidos, iniciados e discípulos da Hierarquia, para a assimilação e eventual distribuição desta força de Shamballah através do mundo.

O Vale Wesak repousa numa elevada altitude aos pés do Himalaia e faixas do Tibete. É cercado por altas montanhas em todos os lados exceto na direção nordeste, onde há uma abertura estreita nas faixas das montanhas. O vale é em formato de garra no contorno, com o gargalo para o fim do nordeste, e alarga muito consideravelmente em direção ao sul. Eleva-se em direção ao fim do norte, próximo ao gargalo, há uma enorme pedra lisa. Não há árvores ou arbustos no vale, que é coberto com uma espécie de grama grossa.



Aproximando a hora da Lua cheia de Touro, peregrinos dos distritos circundantes começam a se unir. Os santos homens e os lamas encontram seus caminhos no vale e preenchem o sul e as partes do meio, deixando o final do nordeste relativamente livre. Lá, então diz a lenda, reune um grupo daqueles grandes Seres que são os guardiães sobre a Terra do Plano de Deus para nosso Planeta e para a humanidade, os Mestres da Grande Fraternidade Branca Universal.



Este grupo de conhecedores da Divindade são os principais participantes do Festival de Wesak. Eles se organizam na extremidade nordeste do vale, em círculos concêntricos e preparam para um grande ato de serviço. Em frente da rocha, olhando em direção nordeste, ficam Aqueles Seres que são chamados por Seus discípulos - Os Três Grandes Senhores. Este é O Cristo, que permanece no centro; o Senhor das formas viventes, O Manu, Que permanece em Seu lado direito; e o Senhor da Civilização, que permanece a Sua esquerda. Estes três observam a rocha sobre a qual repousa uma grande taça de cristal, cheia de água.



Atrás dos Mestres agrupados, adeptos, iniciados e trabalhadores idosos no âmbito do Plano de Deus encontram-se com os discípulos e aspirantes em seus vários graus e grupos (outros "no corpo" ou "fora do corpo"), os quais nesta hora constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Outros presentes em seus corpos físicos, e em estado de sonho. O "sonho", que relatam mais tarde tem sido uniformemente registrado pelas pessoas em todo o mundo, e traz o testemunho para a lembrança de um acontecimento interior espiritual.



Conforme a hora da lua cheia se aproxima, um silêncio se estabelece sobre a multidão, e todos olham para o nordeste. Certos movimentos ritualísticos têm lugar, nos quais os Mestres reunidos e Seus discípulos de todas as categoria ocupam posições simbólicas e formam no chão do vale símbolos significativos como a estrela de cinco pontas, com Cristo no mais alto ponto; de um triângulo, com o Cristo no ápice; ou um cruz, e outras formações bem conhecidas, todos dos quais têm um profundo e potente significado. Isto é tudo feito ao som de certas palavras cantadas e frases esotéricas, chamados de mantras.



A expectativa na espera, a multidão torna-se muito grande, e a tensão é real e intensa. Por todo o corpo das pessoas parece haver sensação de um estímulo ou potente vibração que tem o efeito de acordar as almas daqueles presente, fundindo o grupo em uma inteira unidade, e elevando todos a um grande ato espiritual, prontidão e expectativa. É o ápice da aspiração do mundo focalizada neste grupo expectador.



Estas três palavras - demanda, prontidão e expectativa - descreve melhor a atmosfera reinante e presente neste vale secreto.



O canto e o ritmo construído cresce mais forte, e todos os participantes e a população que observa elevam seus olhos para o céu na direção da parte estreita do vale. Apenas uns poucos minutos antes do exato tempo da lua cheia, na distância uma pequena mancha pode ser vista no céu.



Vem mais perto e mais perto, e cresce em claridade e definição do contorno, até a forma do Buda poder ser vista, sentado de pernas cruzadas na posição de Buda, vestido com o manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão estendida em bênçãos.



Quando o Buda chega em um ponto exatamente acima da grande rocha, pairando no ar acima das cabeças dos Três Grandes Senhores, um grande mantra, usado somente uma vez por ano no Festival é entoado pelo Cristo, e o grupo inteiro de pessoas no vale prostram-se.



Esta invocação estabelece uma grande vibração ou pensamento corrente que é de uma tal potência que atinge o grupo de aspirantes, discípulos e iniciados que o empregam, para o Ser que nós conhecemos como Deus. Isto marca o momento supremo de intensos esforços espirituais durante todo o ano, e a vitalização espiritual da humanidade e os efeitos espirituais duram durante os sucessivos meses.



O efeito desta grande Invocação é universal ou cósmica, e serve para unir - nos com aquele centro de força espiritual do qual todas as criaturas vieram. A bênção é derramada e o Cristo, como representante da humanidade, abençoa na Luz da Verdade .



Assim, a lenda corre, O Buda retorna uma vez por ano para abençoar o mundo, transmitindo vida espiritual renovada, através de Cristo.



Vagarosamente então o Buda recua na distância, até novamente somente um pontinho tênue poder ser visto no céu, e este eventualmente desaparece. Abençoando o cerimonial inteiro, do tempo da primeira aparição na distância até o momento que o Buda se desvanece da vista, leva apenas oito minutos .



Ano após ano Ele retorna em bênçãos, ano após ano, Ele e Seu grande irmão, O Cristo, Filhos de Deus têm centralizados dois aspectos da vida divina, e Eles atuam juntos como Guardiões da mais alta linhagem de força espiritual ao qual nossa humanidade pode responder através de Buda, a sabedoria de Deus é derramada.



Através de Cristo, o Amor de Deus se manifesta na humanidade, e é esta sabedoria e amor que é derramado na humanidade a cada lua cheia de Wesak.



Quando o Buda desaparece, a multidão se levanta; a água na taça é distribuida em pequenas porções aos Mestres, iniciados e discípulos, a eles então vão para seus caminhos e seus lugares de serviço. A multidão, que levou seus pequenos recipientes de água, bebem e compartilham.



Nesta bonita "água da cerimônia de comunhão" é retratado o símbolo da nova era a qual está acima de nós, a Era de Aquário, a era transportadora da água.



Nesta cerimônia é perpetuada para nós a história da universalidade do Amor de Deus, necessário para nossa purificação individual, e a oportunidade para compartilhar com cada qual o que pertence a todos. A água, que tem sido magnetizada pela presença dO Buda e dO Cristo, carrega certas propriedades e virtudes de uma cura e natureza especial.



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A LENDA DE WESAK
(Tradução do texto: “versión libre de varios autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater” encontrado no site www.sabiduriarcana.org)

“Nenhum preço que nos seja exigido será demasiadamente alto para sermos útil à Hierarquia no momento da Lua Cheia de Touro, o Festival de Wesak. Nenhum preço é demasiadamente alto para obtermos a iluminação espiritual possível, particularmente neste momento.” Djwhal Khul.

O Festival de Wesak é uma celebração anual, que acontece no momento do Plenilúnio [ lua cheia ] do signo de Touro, quando a bênção de Deus é transmitida à Terra, por intermédio de Buda e de Seu Irmão, o Cristo. Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, num pequeno vale do Tibet, no Himalaia. O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito da seguinte forma:


Existe um vale, situado ao pé do Himalaia tibetano, numa altitude bem elevada, rodeado por montanhas, exceto na face nordeste, onde existe uma abertura estreita. Esse vale tem a forma de uma garrafa, com o gargalo voltado para nordeste, abrindo-se para o sul. No extremo norte, perto da abertura, há uma grande rocha plana. As encostas das montanhas estão cobertas de árvores, mas no vale não há árvores nem arbustos – ele está coberto por um tapete de pasto duro.

No momento do Plenilúnio de Touro, começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas, que vão ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali, segundo diz a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são os custódios, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. Com sua sabedoria, amor e conhecimento, formam uma muralha protetora para a nossa raça, tratando de guiar-nos da escuridão para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade. Este grupo de conhecedores da divindade se coloca nos limites do vale, em círculos concêntricos, de acordo com o grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.

Diante da rocha e voltados para nordeste, se encontram – em níveis etéricos – os Seres chamados “Os Três Grandes Senhores”: o Cristo, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o Manú, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre Rakoczi, que se encontra à esquerda. Sobre a rocha descansa um vaso de cristal cheio de água.

Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores adiantados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo, em seus diversos graus e grupos – aqueles que, nesta época, constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns; outros estão presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.


Ao se aproximar o momento da Lua Cheia, produz-se uma grande quietude entre a multidão e todos voltam o olhar para o nordeste. A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéricos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos, a qual é chamada por vários nomes: Senhor Maitreya, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor. É o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia planetária para levar a cabo o propósito divino deste planeta.

O Cristo aparece vestido com um manto branco puro, Seu cabelo caindo em ondas sobre seus ombros. Ele tem o Cetro de Poder em Sua mão, o qual lhe foi dado pelo Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode tocá-lo, salvo o Cristo, o Mestre de todos os Mestres. Em cada extremo deste Cetro de Poder, há uma grande empunhadura de diamante, que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos focalizam-no no centro e, quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.

Em seguida, estes círculos transformam-se num só círculo e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes, e descem mais alegria, paz e bênçãos sobre a multidão.

O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo, em cujo ápice está o Cristo. Ele está de pé perto da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela. Na rocha, se vê o vaso de cristal com ornamentações douradas e grinaldas de flores de loto que cobrem a rocha e pendem de todos os cantos.

Depois Eles realizam outro movimento, que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, onde está o Cristo.

O movimento seguinte é una estrela de seis pontas e, depois a estrela do Cristo: o pentagrama ou estrela de cinco pontas. Aqui o Cristo está no ápice, perto da pedra; à sua direita, o Manú; à sua esquerda, o Mestre Rakoczi; um Grande Ser no centro e outros dois Grandes nas pontas inferiores da estrela.

Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, Veneziano, Serapis, Hilarion, Jesus, e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e então o cântico cria uma grande tensão na multidão e Cristo, tomando o Cetro de Poder que estava na pedra, levanta-o e diz: - “ -- Pronto, Senhor, venha..."

Em seguida, coloca novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia, e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão torna-se maior e continua crescendo.

Através da multidão, parece sentir-se um estímulo ou vibração potente, que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fundindo e unificando o grupo, elevando a todos e realizando-se uma grande ação de demanda, ânsia e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.

Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao se aproximar, vai se transformando numa silhueta nítida, que adquire a forma do Buda sentado em sua clássica posição de lotus, envolto em Seu manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão direita levantada, abençoando a todos. Quando Ele chega num ponto sobre a rocha, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes.

Esta " Grande Invocação " cria uma corrente estupenda de energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados, e chega... a Deus. Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a divindade tomam contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa a Cristo a energia do primeiro raio – Vontade – que Cristo recebe e transforma em Vontade ao Bem.

Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, pega o vaso, levanta-o sobre Sua cabeça e logo coloca-o de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de abençoar a multidão, desaparece lentamente no espaço.

Toda a cerimônia da bênção, desde que Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece, dura apenas 8 minutos.

O Senhor Buda possui sua modalidade especial de energia, que Ele derrama sobre nós, ao abençoar o mundo. Esta bênção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria, pois Buda tem acesso a planos da natureza que não estão ao alcance da humanidade; e portanto, pode transmutar e transferir ao nosso plano a energia de planos superiores.

Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável, pois sua vibração é muito elevada e nos é impossível percebe-la nos planos físico, emocional e mental. Assim, a energia que Buda difunde, através da sua bênção, encontra canais por onde circular, levando alento e paz àqueles que são capazes de recebê-la.

Ano após ano, Buda regressa para distribuir Sua bênção e a mesma cerimônia se repete. Cada ano, Ele e Seu Irmão, o Cristo, trabalham em íntima colaboração para beneficio espiritual da humanidade. Nestes dois Grandes Filhos de Deus concentraram-se dois aspectos da Vida Divina. Através do Buda, flui a Sabedoria de Deus; através do Cristo, o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela na Lua Cheia de Touro.

Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente, a fim de que possam penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.

Continuando a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe em pé e Cristo distribui a água bendita aos Iniciados e a todos que estão presentes no vale. Esta linda “cerimônia da comunhão da água” nos insinua simbolicamente, que a Nova Era já está sobre nós, a Era de Aquário, a do “Portador da Água”. A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo contém certas propriedades curativas. Depois da bênção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.

Tal é a lenda por trás deste Festival, e também, tal é a realidade, se nos atrevermos a acreditar nela e se nossas mentes estiverem suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, para reconhecermos sua possibilidade. Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas crenças mais caras.

Mas, se puder ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de a raça humana se conscientizar de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às Forças da Vida e a verdades mais profundas, que ainda estão ocultas.


Homens e mulheres do mundo, guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz ao Oriente, e por Cristo, que revelou a Luz ao Ocidente, podem pedir e evocar uma bênção e revelação espiritual tão intensas, que num futuro imediato poderá se manifestar aquilo a que a humanidade tanto aspira:



“Paz na Terra e boa vontade entre os homens”.



Desta maneira, podemos introduzir uma Era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de mais tempo para se dedicar a buscar Deus por si mesmo.


O festival de Wesak - Também conhecido como o Festival da Iluminação é o Festival de Buda, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a hierarquia. Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino.



É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. Este Festival ocorre quando o Sol está no signo de Touro. Wesak é uma festa da libertação do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.



A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente.



Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta - o Sol - e o "Centro Solar" a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.



Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos.



É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento.



(Tradução do texto: “versión libre de varios autores: Alice A. Bailey,

Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater” encontrado no site www.sabiduriarcana.org

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