Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.
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domingo, 12 de outubro de 2014

BRASIL, NOSSA SENHORA APARECIDA - ÍSIS, O PODER DA DEUSA


Brasil, N.Srª Aparecida – Ísis, o poder da Deusa






Brasil, N.Srª Aparecida e ÍSIS

Nós brasileiros temos um encargo em nossas mãos, com o pouco tempo que nos resta (42 meses, 1260 dias, um tempo, mais dois tempos e meio tempo) de finalizar nossa evolução aqui na Terra e então servimos de canal para que uma nova consciência se manifeste através de nossos corpos de LUZ, que é o modo mais correto de cumprirmos com nossas missões nesse final de ciclo dessa civilização decadente …e assim darmos o exemplo…

“Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma NAÇÃO que dê os seus frutos“. Mateus 21:43

Autor: Thoth3126@gmail.com, inspirado por ÍSIS.

… Das cinzas do velho e arcaico paradigma de uma sociedade patriarcal e senil, vivendo nos dias finais de seu ciclo e absolutamente controlada, surgirá uma nova raça na região Centro-Oeste e Planalto Central do BRASIL, em nosso país que será o berço dessa nova civilização, a raça dourada. (E ELA DEU À LUZ UM FILHO HOMEM)”

BRASIL: é uma terra sagrada e PREDESTINADA para e pela energia da Deusa e para os seus filhos: Nossa Senhora CONCEIÇÃO Aparecida a Virgem Negra Padroeira do Brasil e ÍSIS, a deusa negra Padroeira do EGITO (e venerada pelos Cavaleiros Templários), são uma e a mesma divindade (a Mãe Cósmica, criadora de TODOS OS SÓIS) que vela pelos destinos do BRASIL e da próxima raça, que nascerá na região do Planalto Central e Centro oeste.


Acima: Imagem símbolo do Olho Esquerdo de Hórus, (Filho de ÍSIS e Osíris) símbolo da escola iniciática FEMININA no antigo Egito.

A seguir, a Profecia de João (o discípulo amado, que esta reencarnado no Brasil) relatada pelo Livro das Revelações/Apocalipse, Capítulo 12, versículos 1/5 . Uma referência na Bíblia sobre a nação do Brasil e o papel de nosso povo a ser desempenhado em breve futuro, se acelerando a partir de 2013. Esta escrito no Livro das Revelações, Capítulo 12, versículos 1 a 5 que:

“E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol (o Brasil é um país tropical), tendo a lua debaixo dos seus pés (a lua em alquimia corresponde ao metal prata, argentum em latim e ao sul – aos “pés”- do Brasil existe a Argentina, onde havia prata – e o Rio da Prata – em abundância), e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça (existem DOZE países circundando o Brasil na América do Sul). E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz. E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas (simbologia que representa a NWO-New World Order e a elite global que trabalha para implantar um governo global único e totalitário). E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz (a nova raça humana, síntese do negro, vermelho – índios – e o branco europeu ), para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus (esta nova raça será retirada -arrebatada para Deus – do planeta até 2032) e para o seu trono”.


Acima: O mapa do Brasil, onde é possível se ver a semelhança de nosso território com um Triângulo com seu vértice para baixo (sul) e que com as barras verticais imaginárias nos Paralelos 15° e 20° assinalados.

A NAÇÃO brasileira, cujo nome deriva do pau brasil, por causa da cor de Fogo dessa madeira, é de clima tropical (UMA MULHER VESTIDA DE SOL), que na sua fronteira ao sul é delimitada pela Argentina, cujo nome deriva do metal abundante encontrado pelos espanhóis durante sua colonização que foi a PRATA (Argentum em latim).

Em esoterismo e alquimia a prata (argentum) é o metal correspondente à LUA (TENDO A LUA DEBAIXO DOS SEUS PÉS). Os pés tem uma posição ao SUL do corpo humano, posição geográfica ocupada pela Argentina em relação ao Brasil.

O Brasil divide o espaço e ocupa a maior parte do continente sul americano com os demais DOZE países da América do Sul a saber: Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa, (E UMA COROA DE DOZE ESTRELAS SOBRE A SUA CABEÇA) tendo fronteira com dez deles.


Símbolo do elemento terra em alquimia.

Essa figura reproduz exatamente o símbolo do elemento FEMININO TERRA em ocultismo e alquimia, conforme o desenho do símbolo ao lado (representação do SAGRADO Feminino, da Deusa Mãe, Geratrix e Nutrix) que confirma a visão de Dom Bosco* e de João e outros sobre A PREDESTINAÇÃO do Brasil!!!

Esse símbolo do elemento Terra em alquimia, é semelhante ao mapa do Brasil com a barra do paralelo 15 que corta Brasilia, na região Centro Oeste: O Santo Graal é aqui, em Terra Brasilis… Terra+Brasil+Sagrado Feminino.

{*Em 1883 Dom Bosco teve outro sonho profético, devidamente registrado em suas anotações. Neste, ele viajava por toda a América do Sul. Mas o principal desta profecia é o que seria referente ao planalto central brasileiro: “… Eu enxergava nas vísceras das montanhas e nas profundas da planície. Tinha, sob os olhos, as riquezas incomparáveis dessas regiões, as quais, um dia, serão descobertas. Eu via numerosos minérios de metais preciosos, jazidas inesgotáveis de carvão de pedra, de depósitos de petróleo tão abundantes, como jamais se acharam noutros lugares.

Mas não era tudo. Entre os graus de latitude 15º e 20º, existia um seio de terra bastante largo e longo, que partia de um ponto onde se formava um lago (Lago Paranoá em BRASILIA). E então uma voz me disse, repetidamente: ‘Quando vierem escavar os minerais ocultos no meio destes montes, surgirá aqui a Terra da Promissão, fluente de leite e mel. Será uma riqueza inconcebível’.” Observa-se que entre os graus 15 e 20, na América do Sul, há pequenos trechos de terra do Peru e do Chile, algo da Bolívia e grande extensão de terra brasileira, onde se encontra Brasília e o LAGO PARANOÁ. A tradução acima desta profecia foi de Monteiro Lobato.}

Não esqueçamos também que o nosso país surge independente somente em 07 de setembro de 1822, com o Sol transitando no signo astronômico de Virgem, novamente a simbologia da energia da Deusa, do Sagrado Feminino em destaque e estreita relação com o Brasil.


Acima: o Signo zodiacal da Constelação de Virgem, signo do Brasil, nossa independência é em 07 de setembro, uma virgem segurando uma espiga (Spica, a principal estrela do conjunto) de TRIGO, a nova raça. (o joio será queimado) Obra de Jophra, para o símbolo da Constelação de Virgo/Virgem.

No continente sul americano e destacamente no Brasil, na sua região Centro-Oeste e Planalto Central, esta surgindo nesse final de ciclo de nossa humanidade uma nova raça, espiritualmente mais evoluída, a RAÇA Dourada, a Sétima Raça Raiz, tal qual uma Fênix renascendo de suas próprias cinzas, do final dessa civilização decadente e senil.

Uma nova raça que viverá em um novo ambiente, em um novo paradigma para cumprir a promessa de que: “HAVERÁ UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA” para uma nova raça, muito mais espiritualizada e menos materialista.

O simbólico MONUMENTO ÀS TRÊS RAÇAS EM GOIÂNIA (Centro-Oeste).

Esta obra de rara beleza está localizada na Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira, antiga Praça Cívica, no centro da cidade de Goiânia entre os palácios das Esmeraldas e Campinas, respectivamente sede dos governos estadual e municipal. Divulgado como um símbolo de Goiânia, é exibido como cenário nas fotografias dos turistas. O monumento foi criado em 1968 pela artista plástica Neusa Moraes. Trata-se de uma estrutura fundida com trezentos quilos de bronze e possui sete metros.

Simboliza a miscigenação de três raças – o negro, o branco (colonizador europeu) e o índio, que existe na formação das características genéticas e culturais do povo goiano, do centro-oeste e do brasileiro em geral. Essas são as raças matrizes da próxima raça Dourada, a Sétima. Quem idealizou, projetou e construiu a cidade de Goiânia tinha conhecimento profundo do destino dessa terra (e de ocultismo…)


O simbólico MONUMENTO ÀS TRÊS RAÇAS EM GOIÂNIA (Centro-Oeste). Do Tupi Gwa Ya, gente semelhante, igual … todos somos irmãos.

Pois nas TÁBUAS DE ESMERALDA DE THOTH-Hermes, na de número VI, onde são citados os nomes dos SETE SENHORES que governam os destinos da Terra e da evolução de sua humanidade, desde o Salão de Amenti, um deles é chamado de GOYANA…). (E ESTAVA GRÁVIDA COM DORES DE PARTO E GRITAVA COM ÂNSIAS DE DAR À LUZ).

Este processo já esta em curso e esta sendo liderado (liderar significa servir com muita abnegação e abandono do seu pequeno eu, dando o exemplo) por muitas almas que estiveram com Akhenaton no Egito, com Cristo na Palestina a dois mil anos e anteriormente com Krishna, na ÍNDIA.



Muitas DESTAS ALMAS estão encarnadas hoje, no Brasil, inclusive a do Apóstolo João, aquele que teve a visão relatada no Livro do Apocalipse (a ele foi mostrada a visão do livro das Revelações porque ele próprio estaria presente ENVOLVIDO no que ele VIU para o seu próprio futuro, o nosso presente).

Também será necessário unificar o cone sul e depois toda a América do Sul e quando isto ocorrer o mundo como o conhecemos hoje já estará em processo acelerado de transição pelas mudanças que estão para acontecer, com aumento exponencial de intensidade até o final do mês de ABRIL de 2018.

Para saber mais sobre ABRIL de 2018 ver em: http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/

Como brasileiros temos uma enorme responsabilidade a nosso encargo e em nossas mãos, com pouco tempo que nos resta para finalizar nossa evolução aqui na Terra e então servimos de canal para que uma nova consciência se manifeste através de nossos ( o Cristo coletivo) corpos de LUZ, que é o único modo correto de cumprirmos com nossas missões nesse ciclo final dessa civilização decadente e senil.


Brasil é a terra do Cristo-Krishna, o Redentor: A sua “companhia e orientação (interna)” esta disponível, basta abrir a “porta estreita”, conforme ele mesmo disse ou trilhar o “caminho do meio” como falou Buddha, antes dele.

Das cinzas do velho e arcaico paradigma de uma sociedade doente, promíscua e corrupta surgirá uma nova raça na região Centro-Oeste e Planalto Central, em nosso país que será o berço dessa nova civilização, a raça dourada. (E DEU À LUZ UM FILHO HOMEM -Uma nova Raça-).

O SIGNIFICADO (oculto) DA BANDEIRA DO BRASIL

Temos no círculo do centro, a figura geométrica que simboliza a divindade, em azul, a cor do poder e da vontade do primeiro Raio, colocado dentro de um losango (também é um octaedro o símbolo do elemento AR, a matéria prima do fogo, outra figura geométrica com significativo simbolismo) com os seus dois triângulos equiláteros amarelos (cor que representa a sabedoria espiritual de Cristo) unidos pela base com um círculo azul no centro como um OLHO, que representa a onisciência e a “presença divina” que tudo vê.


Acima: o octaedro (linear) amarelo na bandeira brasileira, símbolo do elemento AR e a cor amarela o símbolo da sabedoria espiritual.

- Os dois triângulos amarelos unidos pela base tem o mesmo significado do Selo de Vishnu (Estrela de Davi), representando nossos Pai/Mãe Divinos, agora em nova configuração, unidos pela base e dispostos de lado, que se vista tridimensionalmente resulta em um OCTAEDRO (número 8 relativo ao infinito) em contraposição ao seis, o CUBO (número 6, símbolo da terceira dimensão) limitante de nossa atual consciência planetária.



O Anahata, o quarto Chakra, o CHAKRA DO CORAÇÃO, de cor verde, o Selo de VISHNU, a morada da Alma dentro do corpo humano, símbolo do amor incondicional. O Chakra Anahata simboliza a consciência do amor, empatia, altruísmo e devoção pela divindade e pela vida.

No nível psíquico, este centro de força inspira o ser humano a amar, a ser altruísta, compassivo, dedicado e para aceitar as circunstâncias dos fatos que acontecem de uma forma divina. Sua cor é o verde.

O Chakra Anahata é representado por uma flor de lótus, com 12 pétalas (representando dimensões). Dentro de uma região que é colorida com verde acinzentado, que é produto do entrelaçamento de 2 triângulos equiláteros, criando uma shatkona. O Shatkona é um símbolo usado em yantra hindu que representa a união de ambas as energias divinas, a masculina (triângulo com seu vértice para cima) e a feminina (triângulo com seu vértice para baixo).

Mais especificamente, ambos representando Purusha (Espírito, o ser supremo), e Prakriti (o universo material, a mãe cósmica e a natureza, ou a matéria causal). Muitas vezes toda essa simbologia é representada como Shiva e Shakti. A divindade desta região é Vayu (o senhor dos ventos), que é representado colorido em azul, com quatro braços, segurando uma kusha e montado sobre um antílope, o animal deste chakra.


Um símbolo também sagrado, como a suástica hindu, utilizado por Israel que esqueceu o seu real significado: o do amor incondicional, por isso foi proferida a sentença: “Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma NAÇÃO (o Brasil) que dê os seus frutos“. Mateus 21:43

O símbolo mais cedo em nossa história foi adotado pelos hebreus (que descendiam de uma tribo hindu) também conhecido como selo do Rei Salomão, desde tempos imemoriais e antediluvianos é reconhecido na Índia como o selo de Vishnu e visto pelos pitagóricos como o símbolo da criação universal, um símbolo do qual os modernos judeus se apossaram e colocaram na bandeira do seu país..

Os triângulos entrelaçados significam a união em equilíbrio da polaridade da natureza e do espírito, o masculino e o feminino, luz e escuridão, espírito e matéria. As seis pontas da estrela o tortuoso caminho pela matéria para chegar a serpente da eternidade, a alma humana mudando e evoluindo com o tempo.

O ANAHATA é uma figura que quando se decompõe (figuras a seguir) nas formas dos seus dois Triângulos e hexágono central, surgem os símbolos que representam os quatro elementos na alquimia:

Figura abaixo: Fogo, Ar (Masculinos, a base dos triângulos é embaixo e os vértices voltados para cima/Espírito), Água e Terra (Femininos, a base dos triângulos é em cima e o vértice aponta para baixo/Matéria) é obtido quando decompomos o selo de Vishnu conforme visto na figura abaixo:



Ainda analisando o Selo de Vishnu da figura acima, verificamos que em seu centro, pela união dos dois triângulos equiláteros se forma uma figura hexagonal central resultante da união do divino feminino e masculino cujo resultado é a criação do mundo material/fenomenal, dos sentidos, o mundo tridimensional que conhecemos e que é visto na figura do CUBO verde abaixo, simbolizando o elemento terra.





A decomposição das SEIS faces de um Cubo em uma figura linear resulta em uma CRUZ cujo braço Horizontal representa a Matéria (Prakriti) e o Braço Vertical simboliza o Espírito (Purusha). (Ver figuras ).

O quadrado central resultante do encontro da barra horizontal com a barra vertical na cruz, onde esta a ROSA, significa a “morada do SER” real, dentro do coração humano, a Rosa representa a ALMA humana (dai temos a “crucificação do espírito na cruz da matéria”).

Mas voltemos ao significado do simbolismo oculto de nossa bandeira:

- A cor Azul do círculo central representa o raio da Vontade/Poder do Pai (1º raio) expresso em nossos céus, além da abundância de águas, tanto salgadas (nosso litoral com mais de 8.500 km de extensão) bem como às águas doce de nossos rios.

-A cor Amarela representa Sabedoria espiritual, em desenvolvimento pelos brasileiros que serão o embrião da sétima raça, e representa o Cristo e sua manifestação já presente (Temos 33 cidades com estátuas do Cristo Redentor no Brasil) em nossas terras, bem como o metal ouro, abundante no Brasil.

- A cor verde representa a abundância de nossa Mãe terra encontrada em nossas matas e florestas e na fertilidade de nossas terras, apesar dos maus cuidados que temos com ela e da destruição imposta às nossas florestas pelos corruptos e gananciosos.


Uma das representações simbólicas da República (coletivo -retratada sempre com a figura feminina em oposição à monarquia – um rei -, essencialmente masculina) no fim do século XIX, para celebrar o novo regime
A República, óleo sobre tela, Manoel Lopes Rodrigues, 1896

- A inscrição “Ordem e Progresso“, sempre em verde com fundo branco, é o lema político do Positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Auguste Comte: O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim. Seu sentido é a realização dos ideais republicanos (feminino em oposição à monarquia, masculina): a busca de condições sociais básicas para os seres humanos, saúde, salários dignos etc.

E o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente, morais e éticos). O fundo de cor branca representando a Paz que mantemos em nosso país e com nossos vizinhos e com todos os demais países do globo, apesar das dificuldades sempre presentes.

-Cada estrela (Sóis) de nossa bandeira representa uma estrela de constelações vistas em nossos céus se destacando a do Cruzeiro do Sul que substituiu a Cruz dos Cavaleiros da Ordem de Cristo (Colombo e Cabral pertenciam a esta Ordem que em Portugal assumiu lugar da Ordem dos Templários) que teve vital importância no desenvolvimento das navegações portuguesas e grande influência nas viagens de “(re)descobrimento” do “novo mundo”.

-São no total 27 estrelas, significando nove vezes a trindade e/ou o valor numérico do Tetragrammatom (26) mais o um, a unidade, afinal são 26 estados e um Distrito Federal, que em breve será a sede de um governo brasileiro cujos integrantes servirão à causa Divina durante o período de transição planetária. Cada estrela/sol representa um estado do país. Simbolicamente representam as diferentes origens estelares (Órion, Plêiades, Sírius, Capela, Alpha Centauri, Aldebarã, Antares, etc) das almas encarnadas no Brasil.



Em hebraico o valor numérico do Tetragrammaton (à direita ) é vinte e seis = 26: Traduzido para o ocidente temos em equivalência , da direita para a esquerda:

Y H W H com os seguintes valores numéricos: Y=1, H=10, W=5 e H=10, que somados dão o total de: 1+10+5+10=26, o mesmo número de estados que o Brasil possui, e aqui há sabedoria, pois este é o número de Deus que se fez Homem…

Abaixo imagem de uma estátua de UMA MULHER NEGRA, Nossa Srª. CONCEIÇÃO Aparecida, a Padroeira do Brasil, ao seu lado, imagem da Grande (Padroeira) Mãe do Egito a ÍSIS NEGRA, a Grande Mãe (da Luz e de todos os sóis) Cósmica e Mãe de Hórus. (ÍSIS, o principio cósmico, o Santo Graal, o princípio feminino da divindade que era adorada -secretamente – pelos Cavaleiros Templários, que conheciam os seus “segredos”).



Notar a figura do triângulo com base para cima e o vértice para baixo formado pelas mãos de ÍSIS: o Símbolo do Triângulo equilátero feminino da energia da Deusa, com o ponto central de LUZ E NA GERAÇÃO DA LUX, A ENERGIA QUE É A MATRIX da luz, do universo e do nosso planeta Terra.

ÍSIS (em egípcio: Auset): foi uma deusa do panteão e na mitologia egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia. Era a amiga dos escravos, pescadores, dos artesãos, dos oprimidos, assim como a que também escutava as preces dos ricos, das donzelas, aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade. Secretamente era a quem os Cavaleiros Templários prestavam culto, ao Princípio Sagrado do Feminino Divino…

O círculo é a forma perfeita para representação do Deus Uno e está em nossa bandeira: O Brasil é o único país do mundo cuja bandeira respeita a posição astronômica das estrelas nos céus. É por esse motivo que as duas faces de sua bandeira são exatamente iguais, com a faixa branca inclinada da esquerda para a direita (do observador que olha a faixa de frente), sendo vedado fazer uma face como avesso da outra.



A estrela SPICA (espiga), situada ISOLADA acima da faixa branca, representa o estado do Pará, e é a estrela alpha, a principal e mais brilhante da Constelação de VIRGEM (Spica é a estrela que representa a espiga de TRIGO) que, à época da proclamação da República, era o Estado cuja capital Belém ( HEBRAICO: BETHLEHEN = a casa do PÃO) era a mais setentrional (ao norte) do país.

As estrelas do Cruzeiro do Sul representam os cinco principais Estados de então: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro (antiga capital nacional), Bahia e Espírito Santo. Brasília, fundada já há meio século e para onde foi transferida a capital nacional, esta representada pela estrela Sigma da constelação do Oitante, também chamada de Polaris Australis ou Estrela Polar do Sul, por situar-se no Pólo Sul celestial (em contrapartida a POLARIS, situada no Pólo Norte celestial).

Apesar de ser pouco brilhante e estar próxima ao limite de visualização a olho nu, essa estrela tem uma posição única no céu do hemisfério sul, pois é em torno dela que todas as estrelas do sul visíveis giram. Além disso, Polaris Australis sempre está acima da linha do horizonte e pode ser vista a qualquer dia e hora de quase todos os lugares ao sul da linha do Equador. Um fato muito significativo são as estrelas que representam os dois principais estados do Centro-Oeste, Mato Grosso por SÍRIUS (origem estelar de Sananda !!!) e GOIÁS por Canopus, pois essas são as duas estrelas mais brilhantes nos céus do planeta.

E VIU-SE OUTRO SINAL NO CÉU; E EIS QUE ERA UM GRANDE DRAGÃO VERMELHO, QUE TINHA SETE CABEÇAS E DEZ CHIFRES, E SOBRE AS SUAS CABEÇAS SETE DIADEMAS …



Sobre o GRANDE DRAGÃO VERMELHO, visto por JOÃO (Daniel também teve a visão da besta com dez chifres e sete cabeças) em sua visão relatada no Livro do Apocalipse, poderia ser uma referência a CHINA, um país comunista, oficialmente ateu, onde muitos bebês do sexo feminino são assassinados quando nascem, pois a preferência é pelo menino que é ideal como mão de obra para trabalhar e cuidar de seus pais no futuro, de acordo com a cultura chinesa. Uma afronta à energia feminina da Deusa e um desequilíbrio total dessa cultura ao não honrar e respeitar o feminino.

“Já não falarei muito convosco; porque se APROXIMA O PRÍNCIPE DESTE MUNDO, e nada tem em mim.” João,14:30 (a dois mil anos ele se aproximava, hoje o Anticristo já esta vivo em um corpo de um homem, vivendo no IRÃ e tem 51 anos, nasceu em fevereiro de 1962.)

O dragão é o símbolo nacional da China por excelência e no futuro (próximo, no máximo até 2032) esse país poderá ser controlado pelo Anticristo que usará o seu enorme exército e poderio econômico-industrial. {transferido conscientemente do ocidente para a China para esse propósito, obedecendo um planejamento muito bem elaborado e executado desde dois séculos e meio com a criação da ordem dos ILLUMINATI, na Alemanha, por Mayer Amchel Bauer (Rothschild) e mais doze associados para implantar um governo ditatorial global e centralizado, uma NOVA ORDEM MUNDIAL, governada pelo Anticristo}.

Para saber mais ver em:
http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/
http://thoth3126.com.br/china-elite-governa-o-pais-de-acordo-com-objetivos-illuminati-nwo/
http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/

As sete cabeças com os dez chifres, serão uma divisão político geográfica de todo o PLANETA em dez (os chifres) blocos políticos, econômicos (estilo União Européia) com sete cabeças (e sete diademas) que representam os governadores para cada região das dez citadas. Assim sendo, nessa nova organização política mundial, desapareceriam os países como os conhecemos hoje.

Um dos sete governadores vai governar quatro regiões após derrubar três de seus colegas. Esses 10 reis, depois sete, são homens em tudo e por tudo escravos do Anticristo e seus instrumentos…Muitos vão seguí-lo, a IMENSA maioria… O período final para ser “arrebatado para Deus e para o seu reino espiritual” se intensifica a partir de 2013, se acelera drasticamente a partir de 2018 e termina em 2032. Então a partir dessa data quem ficar no planeta será o JOIO e será “queimado”, conforme esta ESCRITO !!!

Para concluir, a seguir é mostrado um segmento da espiral do ADN humano, a base da vida material. Um dos mais recentes símbolos de Brasilia é uma nova ponte, a Ponte Juscelino Kubitschek que inclusive já foi eleita como a mais bela ponte do planeta e que também é carregada de simbolismo de uma nova era, de um renascimento da raça humana, do surgimento de uma RAÇA DOURADA, dos filhos da LUZ, Filhos do Sol, raça solar/espiritual por natureza, por tantos profetizada nos últimos milênios e que deverá surgir justamente no planalto Central do Brasil-Centro Oeste cuja cidade principal é Brasilia. Abaixo: Segmento da hélice do ADN humano.



Esse novo símbolo de Brasilia, essa ponte nada mais é do que uma cópia de um segmento do ADN humano, “com suas fundações dentro da água”, e no útero da Mãe Terra/Gaia que vai gerar esta nova raça.

Se olharmos esta ponte (por si só a figura de uma ponte tem um sem número de significados místicos e espirituais…) utilizando imagens do Google Earth veremos que ela esta posicionada exatamente no bico de um pássaro gigantesco desenhado pela topografia da cidade às margens do Lago Paranoá, sendo o pássaro mais um outro simbolismo forte na evolução do ser humano…



Acima: A Ponte J.K. (Juscelino Kubitscheck) em Brasilia com os seus Três segmentos de ADN, imersos na “ÁGUA”. O último símbolo do surgimento de uma nova raça humana, a sétima raça raiz, a raça dourada, solar, dos Filhos da Luz.

Essa raça surgira no Brasil, centrada no seu Planalto Central e na região do Centro Oeste, sendo Brasilia uma cidade predestinada a ser um farol para a humanidade, assim que estiver liberta de alguns corruptos que teimam em resistir à evolução e que em breve serão “removidos”.

“Estes líderes políticos corruptos cairão. Vocês terão uma liderança nova se desenvolvendo lentamente, chegando até vocês por toda a Terra, onde há uma nova energia de consideração com o público”. Isto é muito para pedir na política, Kryon“. Mas observem isto. Este é apenas o início desta última fase. Assim muitas coisas estão chegando. O próximo está relacionado a isto, pois um país (ou o planeta) enfermo não pode sustentar uma liderança de elevada consciência. Há muita oportunidade para o poder e a ganância”- Mensagem de KRYON em uma canalização.

Profecia do 13º Dalai Lama Tibetano

“No Ano do Tigre e da Terra (isso foi em 1950) a religião e a administração secular do Tibete serão atacadas pelas forças da Fênix Vermelha (O Tibet foi invadido pela China comunista em 1950). O 14º Dalai Lama e o Panchen Lama serão vencidos pelos invasores. As terras e as propriedades dos mosteiros lamaístas serão distribuídas. Os nobres e as altas personalidades do estado terão suas terras e seus bens confiscados e serão obrigados a servir às forças invasoras. Contudo a grande luz espiritual que há séculos brilha sobre o Tibete não se apagará. Ela aumentará, difundir-se-á e resplancederá nas Terras da América do Sul e principalmente nas Terras de O Fu Sang (o BRASIL), onde será iniciado um novo ciclo de progresso com a nova sétima raça dourada.”

Essa profecia foi escrita antes de 1924, ano do falecimento do dito Lama. A construção de um templo Budista Tibetano, cujo monge que o fundou recebeu orientação espiritual para vir para o Brasil, na região da Serra Gaúcha em Três Corôas (a Trindade !!! …) já é um sinal do cumprimento dessa profecia. Um detalhe interessante, assim como Brasilia, esse templo foi construído em local de “altitude elevada“, na Serra do Rio Grande do Sul.



Centro Budista Kadro Ling, na cidade da Serra Gaucha de Três Coroas, onde os monumentos sagrados, erguidos de acordo com a tradição da arte tibetana, criam uma paisagem mística e inspiradora. Uma das construções mais impressionante é uma réplica dos templos que existem na Ásia, algo raro de se ver pelo mundo. Ele foi construído durante seis anos para abrigar imagens importantes do budismo. Ver mais em: http://padmasambhavapureland.com/

E O SEU FILHO (a nova raça humana, mais espiritualizada) FOI ARREBATADO PARA DEUS E PARA O SEU TRONO … (para um novo paradigma, uma nova realidade, um “novo céu e uma nova terra”)

“O óbvio é aquilo que nunca é visto até que alguém o manifeste com simplicidade. A verdade de outra pessoa não está no que ela te revela, mas naquilo que não pode revelar-te. Portanto, se quiseres compreendê-la, não escute o que ela diz, mas antes, o que ela não diz“. Kahlil Gibran



Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e sem qualquer tipo de alteração, PRINCIPALMENTE em relação às fontes !

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

BRASIL - O HOMEM DO CAVALO BRANCO:



Buraq foi o cavalo braco que levou o profeta Maomé aos céus


Qual o planejamento global traçado pelos guardiões para a retomada das regiões do astral inferior e intermediário até os idos de 2036? Quem é o personagem profetizado por André Luiz como “o homem do cavalo branco”? Como serão os anos revolucionários de Saturno na década de 20? Como acontecerá a renovação a nível social e político no Brasil nos próximos anos?


Todas essas questões estão respondidas integralmente no livro “Brasil: O Lírio das Américas”. No texto das linhas a seguir, extraído dessa obra lançada no início de setembro de 2014, todas essas questões são profundamente abordadas.


O texto publicado nas próximas linhas estará também disponível em pdf, quem quiser apenas precisa pedir “pdf novo” no email: profecias2036@gmail.com


O livro estará a venda, com suas 328 páginas em promoção até o dia 12 de outubro por R$ 37,12.


Para acessar a promoção, basta clicar no banner abaixo até o dia 12.







Eis os trechos de alguns capítulos a seguir:




Capítulo V: Missão I – Américas e Brasil


“Ainda com o mapa projetado holograficamente sobre a mesa, o Conselheiro continuou a explicação sobre como seria organizado a nível temporal todo aquele processo de retomada das colônias astrais:
– Entre o final de 2012 e o final de 2017 realizaremos uma ampla ação sobre as regiões da América do Sul e Meso América.
Aquelas amplas regiões continentais começaram a brilhar sobre o mapa, além de uma pequena região sobre o território dos Estados Unidos e outra pequena região ao Oriente do território russo.
– Ao mesmo tempo – prosseguiu Jorge de Cristo – trabalharemos sobre dois importantes focos do astral inferior que ainda fomentam antigos conflitos da época da Guerra Fria, localizados na região do Monte Rushmore e de Karymsky. Por esse motivo algumas equipes de guardiões que já atuam na manutenção da segurança e da ordem na Rússia também começarão desde agora a trabalhar na missão das Américas.
Em seguida a região do território russo começou a brilhar no mapa.
– A partir de 2018 iniciaremos o trabalho de retomada nas regiões do astral inferior e intermediário da Rússia e após cinco anos, continuaremos com essa missão no território russo em conjunto com a região da Europa, até os idos de 2029.
Após aquelas palavras do Conselheiro, novas áreas do mapa começaram a brilhar.
– Entre 2029 e o final de 2035 todas as regiões da Ásia, a exceção da China e do Oriente Médio, incluindo toda a região de Israel serão áreas no astral inferior e intermediário retomadas pelos guardiões.
Novamente o mapa começou a mostrar maior luz em outras áreas continentais, mas dessa vez era possível ver bem acima do mapa uma pequena pedra, como se fosse uma pedra de mó:
– Durante os primeiros meses de 2036 antes da queda do asteróide Apophis, as regiões localizadas no astral inferior e intermediário de Estados Unidos e China serão retomadas e todo o processo envolvendo o exílio planetário será completado.
Encerradas as orientações, Jorge de Cristo, Anik e os demais guardiões começaram a traçar os detalhes finais da grande missão enquanto Jeremias chamou os encarnados em projeção consciente no recinto para complementar as últimas informações trazidas há poucos instantes sobre todo o cronograma dos guardiões para a ofensiva nas colônias astrais sob o controle de milícias trevosas nos próximos anos.
– Perguntas? – questionou para os alunos com um largo sorriso
Um deles pedindo a palavra perguntou a Jeremias:
– E a África? Os guardiões não combaterão as milícias umbralinas nas regiões astralinas do continente africano?
– Bem lembrado –respondeu ao jovem – Desde o final da Segunda Guerra Mundial os guardiões, médicos e socorristas a serviço do Grande Conselho ergueram diversas bases de operação, pois já estava programado após o final do grande conflito mundial na década de 40 que muitos dos milhões de almas envolvidas naquelas sangrentas batalhas teriam que reencarnar no continente africano, vivenciando expiações e provações kármicas pelas violências perpetuadas durante a guerra.
Refletindo por alguns segundos, o guardião complementou:
– Boa parte do astral inferior e intermediário do continente africano já está sob o controle dos guardiões, sendo que a partir da missão no Egito e nas Américas, novas políticas serão implementadas na África, tanto a nível físico como a nível espiritual.
– Qual a natureza dessas políticas? – perguntei a Jeremias
– Basicamente a retomada do complexo de pirâmides em Gizé permitirá um novo centro de comando dos guardiões fortalecido em uma região que terá em breve conflitos religiosos mais severos e daqui algum tempo problemas ainda mais intensos, ligados ao personagem profético descrito no Apocalipse e relatado também nas profecias de João XXIII e Nostradamus como o falso profeta, um homem que nasceu na África e que arrastará uma multidão de fiéis em apoio a futura aliança entre a ala radical islâmica e a China, isso já na década de 30. Com a base dos guardiões fortalecida em Gizé, poderemos controlar mais de perto a atuação dos espíritos belicosos, encarnados e desencarnados, ligados a esse futuro conflito.
Após uma breve pausa, o gigante prosseguiu:
– Por outro lado temos um grupo de espíritos mais brandos, que após severas provações e sofrimentos mostraram sincero desejo de mudança e a busca por uma vida melhor e mais justa. Por esse motivo também, o Brasil foi escolhido junto com as Américas do Sul e Central para receber a primeira ofensiva da operação mundial dos guardiões, pois é importante que já no amanhecer de década de 20, o Brasil tenha começado a investir na expansão do seu potencial na produção de alimentos e na utilização das suas amplas reservas aqüíferas, tornando-se verdadeiramente o celeiro do planeta e ajudando principalmente os nossos irmãos africanos.
– Então o Brasil vai ajudar a África com água e comida Jeremias? – Perguntei
– Muito mais do que isso meu amigo, o Brasil como você já sabe tem potencial como nenhum outro planeta para expandir sua área produtiva de alimentos, algo entorno a dez vezes a atual produção e, além disso, possui um clima semelhante à maioria do continente africano, que é o clima tropical. Dessa forma o Brasil ajudará com tecnologia e água, colaborando no desenvolvimento de técnicas de plantio, sobretudo de arroz e feijão, para que a fome chegue perto da erradicação na África.
Observando atentamente as palavras do guardião, o jovem negro de cabelos curtos e olhos cor de mel aproveitou para complementar o raciocínio:
– Certamente não foi por acaso que junto do Espiritismo a Umbanda também muito se desenvolveu em solo brasileiro. Nós brasileiros que aprendemos tanto com a sabedoria dos pais velhos e caboclos teremos em breve a oportunidade de levar não apenas o alimento e a água ao sofrido povo africano, mas também o conhecimento da vida espiritual e do saudável intercâmbio mediúnico com o mundo espiritual.
Sob o olhar marejado dos olhos azuis do gigante negro, o jovem concluiu:
– Países como Moçambique e Angola já falam português e, além disso, a cultura brasileira da alegria do futebol e da hospitalidade do seu povo é apreciada e reconhecida não apenas nesses dois países, como nos demais do continente africano. Enquanto muitas nações e povos estiverem brigando por questões políticas e religiosas, o Brasil construirá um caminho melhor muito em breve, com a ajuda dos guardiões, exterminando os extremismos políticos do seu Estado e sob uma bandeira de progresso e fraternidade, ajudará não apenas o seu próprio povo, mas também o povo africano, resgatando um karma secular com esta nação que teve quase cinco milhões de pessoas escravizadas para o solo brasileiro. Com água, alimentos, ajudando em técnicas de plantio, ajudando no desenvolvimento espiritual e também com políticas para combater doenças que ainda matam muito na África como o HIV, o Brasil resgatará positivamente esse karma.
Feliz com a lucidez do seu antigo companheiro de batalhas agora encarnado como um mortal, Jeremias trouxe ainda uma conclusão interessante:
– Não devemos esquecer que nesses tempos que precedem o grande exílio planetário, muitos espíritos desencarnados têm direito a sua derradeira oportunidade encarnatória, sendo que no Brasil e em muitos povos da África a taxa de natalidade é muito alta. Por esse motivo o Grande Conselho e os guardiões acreditam que ao possibilitarmos melhores condições para esses dois grandes povos, com menos fome, menos mortalidade e um pensamento religioso mais espiritualizado, conseguiremos construir ainda na Era de expiação e provas uma boa base para a futura civilização da Era de Regeneração, após os eventos do grande exílio planetário, permitindo que em vastas regiões no Brasil e na África, nações mais brandas e mais sintonizadas com a vibração da Era de Regeneração possam receber uma nova geração de espíritos que, em definitivo após os eventos do grande exílio, poderão construir verdadeiramente um mundo Regenerado sobre os escombros do velho mundo e seus velhos sistemas de guerra e materialismo, velharias que serão definitivamente enterradas.
Sorri para o gigante e para o líder dos guardiões encarnado como um mortal:
– Fantástico! Foi tudo meticulosamente planejado nos mínimos detalhes.
Jeremias, sem perder o seu bom humor, respondeu:
– Nada acontece sem um propósito há muito tempo estruturado José, você bem o sabe. A escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo e de uma Olimpíada e logo em seguida uma Copa em território russo visa preparar essas nações para receber grande contingente de pessoas durante o auge dos conflitos da Transição Planetária na década de 30.
Ponderando alguns segundos, o gigante então continuou:
– Ambos os países nessa época serão territórios neutros, enquanto o Brasil ajudará com alimentos e conhecimento sobre a espiritualidade para os vizinhos próximos, como América do Sul, América Central e África principalmente, além de receber fugitivos dos povos em guerra vindos da Europa, Ásia e Oriente Médio, a Rússia ajudará prioritariamente os refugiados cristãos da Europa, fugindo das guerras e perseguições
– Por isso os guardiões atuarão em conjunto na Europa e na Rússia e exatamente a partir do início de 2018, quando a Rússia receberá povos do mundo inteiro! – Exclamei para Jeremias
– Exatamente José – concordou o gigante – a idéia dos guardiões é preparar essas regiões para que, quando os conflitos profetizados e necessários aos resgates coletivos da humanidade acontecerem, possamos ter o controle amplo das situações, evitando excessos e trabalhando para que todas as provações e resgates aconteçam segundo o histórico espiritual de cada espírito envolvido nessas lutas, encaminhando aqueles que desencarnarem tanto para a preparação em uma nova encarnação futura na Terra Regenerada como também aqueles que serão exilados, segundo a conseqüência dos atos do próprio livre arbítrio.
Uma das alunas, acompanhando o raciocínio de Jeremias, perguntou:
– Então o motivo dos guardiões deixarem Israel, Oriente Médio, EUA e China para o final é em razão dos países dessas regiões serem os protagonistas dos principais eventos do Armagedon?
– Em parte, sim – respondeu – No caso do Oriente Médio e Israel, além de algumas regiões da Ásia é importante estabelecer uma base de controle no astral muito fortalecida para os eventos profetizados como o Armagedon. Mas no caso dos Estados Unidos e China precisaremos da grande energia que será gerada através do asteróide Apophis e do portal da estrela gigante azul que será novamente aberto nessa época.
– Por qual motivo? – perguntei ao gigante
– Após destruirmos a grande egrégora da “profecia 2012” – respondeu o guardião – teremos que lidar com duas outras grandes egrégoras que englobam egrégoras menores e que lutarão entre si, ferozmente, para impor o seu poder sobre toda a Terra. – respondeu-me
– E quais são essas duas grandes egrégoras Jeremias? – perguntei novamente
– Uma delas é a egrégora americana, fortemente ligada ao capitalismo, ao cristianismo e ao judaísmo. A outra egrégora é oposta, defende um sistema econômico e religioso que tenta sobrepujar a egrégora americana e atualmente está muito ligado a China, que busca afirmação como potência mundial e apesar de adotar muitas práticas consideradas capitalistas também adota posições de controle estatal, muito próximas do socialismo que existiu na antiga União Soviética. Da mesma forma essa egrégora contrária influencia os grupos mais radicais islâmicos. Ao longo dos próximos anos, até o auge dos eventos do exílio planetário, os guardiões lutarão para enfraquecer essas duas egrégoras, evitando que elas influenciem mais pessoas a sintonizarem com radicalismos de ideologias econômicas e religiosas, pois é nesse radicalismo e nas defesas apaixonadas de religiões e sistemas políticos, que está a raiz dos principais conflitos e da dificuldade das pessoas em construírem uma sociedade equilibrada, que coexista com as diferenças de pensamento sem que um grupo queira impor a sua doutrina econômica ou sua religião como a única e verdadeira, o que é tão somente uma forma de buscar a imposição de poder e controle sobre outro grupo ao invés de um compartilhamento coletivo visando o bem comum de todos.
O jovem de cabelos curtos, pele negra e olhos cor de mel então concluiu:
– Não seria exagero, então, supor que essas duas egrégoras são os principais alimentos da egrégora do Sol das Trevas.
– Exatamente – concordou Jeremias – por esse motivo nós guardiões só conseguiremos “desligar” essas duas egrégoras quando desligarmos a egrégora do Sol das Trevas, exatamente no dia do juízo final, quando a pedra em chamas vinda do céu, deixando em seu rastro a imagem de umdragão vermelho com suas asas sendo precipitado ao chão cair no oceano Atlântico e ativar eventos significativos, sobretudo no território americano, como o grande terremoto na falha de San Andréas.
Um dos alunos então perguntou o que provavelmente seria a dúvida de muitos ali presentes:
– Mas porque vocês não aproveitam que desligarão a egrégora da “profecia maia” e já não desligam de uma vez essas duas grandes egrégoras?
Sorrindo para o jovem e com toda a paciência, o gigante respondeu a questão:
– Os guardiões desligarão a egrégora da “profecia 2012” simplesmente porque o prazo dela terá expirado após a passagem do dia 21 de dezembro, quando as pessoas perceberão que não aconteceu fim do mundo e nem entrada em uma Era nova e muito menos que as pessoas “ascensionaram” para quarta, quinta ou outra dimensão. Por essa razão é possível realizar o desligamento, pois as pessoas deixarão de alimentar essa egrégora. Já com as outras duas egrégoras não há como fazer isso agora, pois dois terços da humanidade são constituídos de espíritos que dificilmente não serão exilados. Caso desligássemos ou destruíssemos essas egrégoras agora, rapidamente elas “ressuscitariam” em virtude do farto combustível mental e ectoplasmático fornecido pelos encarnados e desencarnados sintonizados com essas brigas por poder, imposição das suas verdades filosóficas sobre a melhor doutrina econômica ou religiosa ou destruição daquilo ou daquele que enxerga como inimigo.
Respirando profundamente para encerrar aquele assunto, o gigante negro de olhos azuis concluiu:
– Nós guardiões achamos positivo que os encarnados tenham opiniões, defendam pontos de vista, mas com base em argumentos racionais e, sobretudo, que busquem ao menos tentar viver na prática aquilo que julgam como o melhor caminho para a economia e religião, da mesma forma dispostos ao debate, a troca de idéias com o objetivo de fomentar um crescimento coletivo e não apenas a imposição de retórica na busca por poder pessoal ou poder do grupo ao qual pertence para subjugar os “inimigos”. Por tudo isso o Grande Conselho também analisou que o Brasil deve ser em breve esse exemplo de uma nova sociedade, buscando a união na política e nas esferas sociais pelo bem comum do país, vencendo as diferenças e brigas pelo poder pessoal e partidário e começando a pensar mais, verdadeiramente, no bem coletivo e na verdadeira diminuição de problemas sérios como a distribuição de renda e a corrupção.”





Observação: Pelo calendário chinês, 2026 será um ano de cavalo de fogo. O profeta Elias, que reencarnou como João Batista, foi levado aos céus sobre uma carruagem de fogo, puxada por cavalos de fogo.




Capítulo XI: Os Anos de Saturno


“Saturno a cada 30 anos aproximadamente entra em Capricórnio, no passado recente esteve entre 1929 – 1932 (grande depressão e eleição no Brasil de Getúlio Vargas), 1958-1961 (período que o Brasil esteve entre uma guerra civil e a ditadura), 1988-1991 (nova constituição e eleição do presidente Collor que sofreria impeachment no ano seguinte).
Em 2017 até 2052 entraremos em um período de 36 anos regidos por Saturno conhecido como “o pai severo”, “o senhor do karma”, “a foice de chumbo”.
Tanto nos anos regidos por Saturno (como por exemplo, 2013 e 2017) como nos grandes períodos regidos por esse planeta (2017-2052) tudo aquilo que precisa ser destruído para uma nova e melhor reconstrução é, literalmente, arrancado pela foice de Saturno, o que explica o ápice da transição planetária exatamente no meio deste grande período, em 2036.
E com Saturno passando por Capricórnio (2018-2020), seu signo regente, sua ação é ainda mais realçada. Teremos a força de Saturno duplamente fortalecida nesse período, tanto pela presença no signo regente (2018-2020) como pela presença no grande ciclo de 36 anos regido por Saturno entre 2017 e 2052.
No último grande período de 36 anos em Marte (1909 – 1945) conhecido como “o deus da guerra” tivemos exatamente as duas grandes guerras, sendo que a última delas terminou exatamente ao fim desse período astrológico.
No último grande período de 36 anos da Lua (1945 – 1981) conhecida como “a grande mãe”, a sustentação emocional, tivemos exatamente o processo de liberação feminina e o “baby boom” com um espantoso crescimento da população mundial
Estamos atualmente no grande período de 36 anos do Sol (1981-2017) conhecido como “o senhor do palco”, o rei, o líder, que marcou a ampla disseminação das artes em geral com a internet (livros, vídeos, músicas) e durante um período de 20 anos (1988-2008) a existência de uma única superpotência mundial como “o líder do mundo”.
À medida que nos aproximamos do período de Saturno, a nação americana perderá cada vez mais sua força de atuação, período astrológico que inclusive é mencionado de forma velada no livro do Apocalipse sobre a “ceifa” e o cavaleiro “Morte” ambos profundamente ligados ao símbolo da foice que representa Saturno:
"Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante ao filho do homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada. Outro anjo saiu do santuário, gritando em grande voz para aquele que se achava sentado sobre a nuvem: Toma a tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu! E aquele que estava sentado sobre a nuvem passou a sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada." (Apocalipse 14:14-16)
Mas existe um astro na Astrologia que faz uma reformulação ainda mais profunda do que Saturno, pois atua a nível social de forma mais ampla devido a sua órbita mais alongada: trata-se de Plutão.
Se Saturno destrói a casa para construir uma nova dos seus escombros, Plutão destrói a casa, as lembranças da casa e não apenas constrói uma nova casa, mas uma casa totalmente diferente daquela que foi demolida para deixar clara a total mudança que realizou.
Por volta de fevereiro de 2024, Plutão entrará em Aquário. De 2014 até 2024 Plutão estará em Capricórnio, potencializando ainda mais as mudanças de Saturno, visto que Capricórnio é o signo regido por Saturno.
Conseguem compreender o significado de Saturno e Plutão, entre 2018 e final de 2020 no signo regido por Saturno e no grande período de 36 anos de Saturno? Resumo em uma palavra: Revolução.


***


Quando a revolução francesa começou, em julho de 1789, foi a última vez que Plutão também esteve em Aquário e ali permaneceu até os idos de 1798, quando as tropas napoleônicas invadiram os estados papais e prenderam o então papa Pio VI, dando início ao processo que culminou em 1870 com o fim dos estados papais.
Entre maio e outubro de 2035, Plutão iniciará um movimento retrógrado e ficará nos mesmos 18 graus de Aquário quando foi iniciada a revolução francesa, enquanto que esse período de 5 meses em 2035 demarcará a aliança entre americanos e russos para combater a aliança entre os chineses e ala radical islâmica e que culminará com a batalha em Megido no ano de 2036, como foi amplamente mostrado no livro A Bíblia no 3 º Milênio, na análise das profecias de Parravicini, João XXIII e Nostradamus.”




Capítulo XI.I – Ragnarök: A Revolução Brasileira


“Concordei atentamente com as palavras do guerreiro, claramente sendo intuído por alguns dos nobres espíritos presentes no salão ao redor da mesa arredondada.
– E quais são as duas opções desse processo revolucionário Jeremias?
– A pior das opções – esclareceu-me – é que o antigo espírito belicoso dos revolucionários franceses encarnados no Brasil, algo próximo a quatro milhões de almas, inflame a sociedade de tal maneira que devido a manutenção do cenário polarizado na política entre duas forças partidárias brigando pelo poder e não conseguindo formar um governo de coalizão, ao mesmo tempo mantendo forte aparelhamento e gastos com a máquina governamental para conseguir apoio político no Legislativo e lutando ferozmente pelo poder político ao invés do bem do Estado, tenhamos o aumento da corrupção, o desgaste ainda maior do sistema político e severos problemas econômicos que impulsionarão uma terrível revolução semelhante a acontecida na época da Revolução Francesa, entre os anos de 2020 e 2022. Tal processo sangrento unirá setores da classe média, militares e membros do judiciário no combate de forma impiedosa a todo tipo de corrupção e controle do Legislativo e Executivo, através de uma presidência compartilhada entre três membros: um da esfera militar, um da esfera judiciária e um da esfera popular, criando um governo de coalizão popular, limitando o poder do Legislativo e aprovando reformas necessárias. Um cenário difícil que atrasaria em dez anos o processo de transformação política e social do país, pois seria necessário reconstruir novamente toda a democracia a partir do zero.
Olhei de forma atenta para Jeremias e Anik e conclui:
– Realmente o Brasil precisava ser o primeiro, junto com as Américas, a receber o valoroso auxílio dos guardiões se ainda há esperança de ser a pátria do Evangelho. Se o processo de mudanças está caminhando, através do auxílio dos guardiões e com o apoio do Grande Conselho, qual será o melhor cenário, ou aquilo que está planejado pelos guardiões como um caminho melhor para o Brasil?
Anik então trouxe importantes considerações sobre o tema:
– O melhor cenário é conseguirmos colocar fim, já na próxima eleição presidencial, à polarização das duas grandes forças políticas do país, através de alguém que tenha amplo apoio popular e que consiga transitar entre essas duas forças políticas, com chance de criar um governo de coalizão. A partir do sucesso neste ponto, a outra questão importante é fortalecer a democracia representativa, unindo os interesses populares ao trabalho realizado no Legislativo, diminuindo assim a corrupção no Governo e permitindo mecanismos mais eficazes de fiscalização das Câmaras Legislativas.
Sob o meu olhar atento, Anik e Jeremias trouxeram vasta gama de informações sobre esses acontecimentos futuros planejados para o país:
A insatisfação da população com os desmandos, corrupção, desigualdade chegará a tal ponto que a população buscará uma nova forma de protestar, livre de partidarismos políticos.
Diversos ramos da sociedade se unirão buscando uma reforma política profunda, ou seja, mudar o sistema político existente no país, na tentativa de criar uma democracia representativa do povo, na qual todos os partidos se comprometam por um pacto em prol do país, acima de interesses pessoais ou partidários.
Obviamente tal proposta sofrerá resistência de alguns segmentos políticos e sociais, interessados em manter a concentração de poder, e será exatamente nesse ponto que a sociedade lutará com maior afinco por essa ampla reforma.
Quando a violência estiver numa crescente, diante da insatisfação de alguns ramos da população interessados na volta da concentração do poder político nas forças que antes utilizavam cargos políticos e comissionados como moeda de troca, surgirá um movimento dentro do Exército, de apoio às manifestações e reformas políticas populares e democráticas.
O mundo passará, nessa época, por um cenário de lutas e conflitos e o país sentirá a o anseio de valorizar sua força militar ao mesmo tempo a própria segurança interna, em virtude dos problemas com violência e drogas. Esse anseio aproximará segmentos da população e o Exército na luta por reformas políticas serem realizadas no Legislativo.
Um jovem soldado, negro, montado em um cavalo branco será o líder dessa aliança, que inicialmente contará em sua maioria com jovens soldados e jovens adultos das forças armadas. Tal movimento crescerá e ganhará força quando próximo das eleições presidenciais, de 2018 ou 2022, receber o apoio de vários membros do Judiciário.
Será escolhida uma mulher, com carreira no judiciário, para ser a representante dessa aliança e concorrer as eleições, tendo amplo apoio do Judiciário, do Exército e de vários ramos da sociedade, ela será livre de partidarismos e lutas políticas e após eleita, implementará o novo pacto político dentro da democracia brasileira, tendo como principal objetivo combater a corrupção
Nesse pacto político, todos os partidos debaterão e traçarão metas a serem cumpridas pelos próximos 20 anos após a eleição dela. Regras claras para a política, como a proibição da reeleição consecutiva, seja de um mesmo político ou partido para qualquer cargo executivo serão aprovadas com o objetivo de fortalecer a democracia e evitar que partidos ou políticos utilizem qualquer brecha legal para tentar a perpetuação em mandatos políticos, regras que evitem ou tentem diminuir a briga pelo poder e o uso da máquina pública em benefício próprio para manter determinado partido ou político eternamente no poder.
Durante duas ou três eleições, essa mulher vinda do Judiciário e o soldado revolucionário do cavalo branco terão forte apelo político e popular, assim como outras pessoas do Judiciário, do Exército e da sociedade desvinculadas de lutas partidárias. Tal pacto político ou nacional, como ficará conhecido no futuro, proporcionará mais voz aos diversos ramos da sociedade, sendo que no futuro existirá um ministério exclusivamente para receber, debater e responder a propostas sobre melhoria de problemas regionais, municipais e estaduais, integrando mais as prefeituras, governos e o Executivo.
Tal configuração de poder facilitará a aprovação de amplas reformas, como a reforma tributária. Profundas mudanças no sistema econômico acontecerão durante esse período e de certa forma serão favorecidas pelo temor de boa parte da população, ao observar as crises econômicas na Europa, assim como os conflitos armados no Oriente Médio e nas Américas, até mesmo nos Estados Unidos, que precisarão lutar para manter a coesão do seu próprio território, em virtude de lutas internas entre democratas e republicanos em diversos estados confederados.
Três serão as principais reformas: reforma tributária, reforma política e reforma orçamentária. Os três principais pilares serão: educação, saúde, segurança
O Brasil investirá como nunca antes visto, na agricultura, na estruturação de ferrovias, rodovias e portos, em obras de saneamento do esgoto, levando água para todo o nordeste e fazendo florescer no seio do povo nordestino uma das maiores regiões de agricultura do planeta. Incentivos para empresas e pessoas impulsionarão uma migração em massa para as cidades de Mato Grosso e Goiás, com o intuito de “desinchar” algumas capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, uma preparação para o futuro do país, que assim como os outros países do planeta sofrerá pesados danos na sua costa litorânea durante os eventos profetizados no Apocalipse para a década de 30.


***

Um ciclo tão virtuoso será iniciado já na década de 30 que serão atraídos profissionais de várias partes do mundo: China, Europa, América do Sul, o Brasil será reconhecido como o motor, o celeiro do mundo e será conhecido como o coração do mundo, em virtude do formato do seu território ser semelhante a um coração e agir como um verdadeiro motor, celeiro de alimentos, oportunidades e através dessa vinda de milhares de pessoas de outros cantos do Globo ensinará sobre a mediunidade, a espiritualidade e cumprirá assim a profecia sobre a pátria do evangelho.
Um pouco antes do grande ápice em 2036, Brasil, Chile, Argentina e Uruguai terão laços ainda mais estreitos e após os grandes eventos esses quatro países formarão um único e grande bloco de irmãos, que será conhecido como a União do Sul que ajudará de forma decisiva na reconstrução das áreas afetadas no resto do mundo, levando alimento e consolo espiritual aos necessitados.”







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sábado, 12 de abril de 2014

BRASIL - 514 ANOS DE MISTÉRIOS:



Vem surgindo UMA NOVA RAÇA … Vem sendo gestada nos últimos 514 anos em terra brasilis … O Sagrado e Santo GRAAL do planeta é aqui, em terra brasilis !!

“A história do Brasil que nossos avós e professores não conheciam está repleta de referências à presença de fenícios e outros povos em nossa terra milênios antes da chegada de Cabral.“



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Gilberto Schroeder: O Brasil não foi descoberto em 1500 (há exatos 514 anos no passado…). Nem a América em 1492.

Milhares de anos antes de Colombo e Cabral colocarem seus pés no chamado Novo Mundo, povos de várias partes do mundo antigo já haviam se estabelecido no continente. Os sinais dessa presença são perceptíveis em inúmeros pontos do Brasil e outros países das américas, em inscrições na rocha ou nos restos das cidades que haviam construído.

Essa teoria é aceita por muitos arqueólogos, antropólogos, paleontólogos, filólogos e pesquisadores autônomos que se dedicaram a descobrir e interpretar esses sinais, elaborando uma história que não é contada nas escolas e muito menos tida como oficial.



É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano. Cartas náuticas (ainda remanescentes de Atlântida via Biblioteca de Alexandria) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, há milênios-, indicavam o caminho da mina, literalmente.


Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram. As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.

Ondas de colonos teriam se espalhado pelo planeta a partir da América e, apesar de terem florescido em outras regiões, não tiveram o mesmo sucesso aqui. Levanta-se também a possibilidade de que o mundo antigo era um tanto diferente do que imagina a maioria dos historiadores, e que a comunicação entre os povos era bem difundida, com as mais diferentes culturas interagindo e negociando, uma influenciando a outra.

Um dos raciocínios lógicos que levou pesquisadores a pensarem no Brasil como o centro de desenvolvimento de uma sociedade refere-se à idade geológica do nosso terreno, em alguns pontos (o grande planalto central que vai desde a serra gaúcha até Palmas, em Tocantins) superior a 650 milhões de anos, com rochas que chegam a atingir 2,5 bilhões de anos. Segundo os cientistas calculam, o planalto central brasileiro já havia se elevado acima do nível do mar, enquanto a maior parte das terras do planeta ainda estava submersa ou formando pequenas ilhas (como é o caso da Europa, muitíssimo mais recente).

É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano. Cartas náuticas (provavelmente ainda remanescentes de Atlântida) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, como Charles Hapgood, há milênios —, indicavam o caminho da mina. literalmente.



Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois velhos mapas foram encontrados.

Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre capitão da marinha turca, que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como ele próprio preparou estes mapas.

Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil escritos em pedra e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram.

As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.

Os Colonizadores

Por volta de 1844, o naturalista e arqueólogo dinamarquês Peter Wilhelm Lund descobriu ossadas humanas e de animais em Lagoa Santa, Minas Gerais, cuja idade atribuída é de 20 a 40 mil anos, dependendo dos especialistas que se manifestem a respeito. Alguns estudiosos entendem que esses homens eram os Laguidas, os mesmos cujas ossadas também foram encontradas em Tiahuanaco, Peru, o que confirmaria a antigüidade da civilização sulamericana e, em especial, da brasileira. Da mesma forma, essa datação levou alguns cientistas a recusar a tradicional suposição de que as Américas foram colonizadas a partir do estreito de Behring.

Seguindo nessa linha, vários pesquisadores entendem que os sinais de qualquer provável cultura autóctone só podem ser encontrados em lendas, artefatos e inscrições existentes no território brasileiro, e são mais numerosos do que se imagina. Esses mesmos sinais, gravados nas rochas, também são mostrados como prova da presença de fenícios, sumérios e egípcios por aqui.

Estudando vestígios encontrados na região amazônica e em outros pontos da América do Sul, o historiador paraguaio Marcelino Machuca Martinez entendeu que navegadores fenícios teriam vindo para a foz do rio Amazonas, onde fundaram um reino ao qual ele (Martinez) deu o nome de Mairubi. Segundo Martinez, informações a esse respeito podem ser encontradas em textos do historiador Selênio, dirigidos ao rei da Frigia, em 1329 a.C., nos quais ele informava ao monarca sobre o estabelecimento da colônia em terras distantes.

Por volta de 1100 a.C. os colonizadores teriam partido em dois grupos de exploração: um seguindo pela costa do Brasil até a região do Rio da Prata, e o outro, penetrando na Amazônia até atingir os Andes e o lago Titicaca, onde deram origem à civilização de Tiahuanaco. Os sinais que Martinez viu são os mesmos estudados por Peregrino Vidal ou Bernardo da Silva Ramos, e podem ser vistos em locais como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, em Itapeva, Itaquatiá, Arruoca, Lapa Vermelha, Sete Cidades, Pouso Alto, Monte Alegre e muitos outros lugares.

Estudos Antigos

Não é de hoje que se acredita que as Américas tenham sido colonizadas a partir do Oriente Médio. Em 1571, o pesquisador espanhol Arius Montanus, ou Arias Montano, publicou um mapa-múndi onde era levantada a proposta de que o povo de Jectão, descendente de Noé, ( Gênesis, cap 10, vers. 29) teria sido guiado para cá por um homem chamado Ophir, que chegou até o Peru e fundou um reino com seu nome. Outro grupo, liderado por Jobal, teria permanecido no Brasil. Alguns estudiosos desenvolveram teses semelhantes, como Manassés ben Israel, Lorde Kingsborough e Gregório Garcia, este último em 1607.

Já o historiador Onffroy de Thoron afirmava que o reino de Ophir existiu, mas no alto Amazonas, de onde embarcações fenícias partiam levando madeira e metais preciosos para o rei Salomão, que havia feito um pacto com o rei fenício Hiram, de Tiro (cerca de 970–936 a.C.) para a construção do Templo de Jerusalém. Os fenícios eram os grandes navegadores da época e já tinham um contato anterior com o rei Davi. O Livro de Mórmon, a bíblia da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também cita a colonização das Américas por tribos de Jerusalém, a mais antiga tendo chegado na época em que “o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel”, o que recuaria o descobrimento da América em mais de mil anos.

Diz-se que essa torre foi reconstruída por Nabucodonosor II entre 604 e 562 a.C., mas C.W. Ceram — autor de “Deuses, Túmulos e Sábios” — afirmou não ter dúvidas de que na época de Hamurabi (1955–1913 a.C.) a torre d Babel original já havia desaparecido. Na segunda viagem, por volta de 600 a.C., teriam se estabelecido no Peru e construído a civilização conhecida hoje como Chavín de Huánta. A história e a arqueologia oficialmente não reconhecem a validade dessas especulações, e nem dos estudos do filólogo Peregrino Vidal, que dedicou grande parte de sua vida ao tema.

Ele acreditava que o nome original do Brasil seria Be-ra-zil, significando o domínio dos cantores escuros, e que duas levas de colonos chegaram aqui, a segunda de tribos hamitas. As lendas vão ainda mais longe ao se referirem a Tupi e Guarani como dois irmãos que vieram de uma região distante para povoar o Brasil (a lenda é correta mas a origem dos irmãos seria Atlântida, ao norte). Hoje em dia, antropólogos e historiadores confirmam a existência da lenda e também o fato de que, na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, os grupos tupi e guarani já se encontravam há anos em fase de migração para o nordeste. Segundo suas lendas, eles estavam retornando ao local de onde tinham vindo, uma terra mítica além do oceano.

Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica em Los Lunas, Novo México-EUA



Acima: As Inscrições em Aramaico encontradas em Los Lunas- INTERIOR do Novo México-EUA - http://nyudraa.blogspot.com

Esta rocha foi encontrada no estado norte americano do Novo México e possui escrita inscrições em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreu, por Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser descoberto mais tarde e denominado de “Novo Mundo”.
Data da inscrição: cerca 700 a.C; -
Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;
Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850.
Língua: Hebraico/aramaico antigo;
Escrita Superfície: na rocha:

Tradução dos caracteres:

1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra

2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim

3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem



4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de

5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que

6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim

7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não

8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo

9. E tudo o que pertence ao teu próximo

A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino hebraico) de Los Lunas com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas:

Tetragramaton de Los Lunas


Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo


Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo



Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo

Moderna Inscrição hebraica do Tetragammaton

Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrama em letras paleo-hebraico. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estarem mais gastas pela erosão. Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado.A inscrição do Decálogo de Los Lunas usa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NA AMÉRICA DO NORTE !!!!!

Fotos: http://www.mhccorp.com/archaeology/decalogue-tetragrammaton.html



Foto: David Moore em 1993

Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear:



Tradução: Jeová, o nosso deus.


Fenícios e Hebreus no Brasil há mais de 3 mil anos?

Ludwig Schwennhagen, outro pesquisador que passou muito tempo investigando os sinais encontrados no norte e nordeste do Brasil, acreditava que os fenícios tinham chegado à América por volta de 1100 a.C., estabelecendo-se e realizando uma série de expedições exploratórias ao interior. Além disso, nas constantes viagens que faziam pelo oceano, traziam pessoas de outras nacionalidades, como os etruscos, que teriam criado a riquíssima cerâmica marajoara. Schwennhagen também viu nos nomes de algumas localidades brasileiras uma origem lingüística distante, especialmente fenícia. Assim seria com a cidade de Tutóia, no litoral do Maranhão, tida como a mais antiga da região cujo nome original o pesquisador entende que seria Tur-Tróia.

Os fenícios apoiaram os troianos na guerra contra os gregos e, após a derrota, teriam ajudado levando milhares de sobreviventes para suas colônias, algumas das quais receberam o nome da cidade original. O nome Tur seria referente à metrópole dos fenícios. Também na Argentina, na região de Santiago del Estero, foram realizadas escavações que revelaram vasos e pratos considerados iguais aos encontrados em Tróia, conforme os arqueólogos Emilio e Duncan Wagner publicaram no livro La Civilización Chaco-Santiagueña, em 1935.

Além dos troianos, os fenícios também teriam trazido as amazonas, originalmente residentes na África. Os egípcios teriam sido trazidos por volta de 940 a.C.. As lendas dizem que as amazonas eram as responsáveis pela fabricação dos muiraquitãs, pedras talhadas com figuras variadas e utilizadas como amuletos, encontradas na região amazônica. J. Barbosa Rodrigues, estudioso dos muiraquitãs, via nos amuletos a prova de um relacionamento entre a Ásia e a América num período anterior à chegada dos conquistadores, uma vez que essa técnica de entalhe não era conhecida na região.



Schwennhagen desenvolveu uma linha de pensamento complexa, mas que chamou a atenção de muitos estudiosos. Segundo ele, a Atlântida original seria a região das Antilhas, onde, em meados do século XX, descobriram-se as ruínas submersas de Bimini — local conhecido na época pelo nome de Caraiba, significando terra dos caras ou caris, o povo que estaria ligado aos cários do Mediterrâneo. Saindo das Antilhas, eles se estabeleceram na Venezuela e eram as sete tribos da nação tupi. Schwennhagen propôs que a língua tupi seria um ramo do sumério e que existiriam provas disso nos textos do rei Urgana, gravados em placas de barro e guardados no Museu Britânico.

No entanto, a base histórica para a ligação com os cários não é facilmente sustentada. O domínio dos fenícios no Brasil teria se estendido até cerca de 146 ou 147 a.C., quando os romanos destruíram Cartago durante as guerras púnicas, a poderosa colônia fenícia, e interromperam o contato marítimo. Segundo Schwennhagen, nessa época iniciou-se o êxodo de fenícios e egípcios no Brasil em direção ao norte e oeste, chegando ao Peru, Bolívia e México.

Milhares de Inscrições em rochas

O arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos trabalhou durante 30 anos na identificação e catalogação de sinais e inscrições do Brasil, coletando cerca de 1500 que foram reunidos no livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, publicado pela Imprensa Oficial do Rio de Janeiro. Essa obra foi examinada pela Comissão de Arqueologia, em 1919, que chegou à conclusão de que os desenhos correspondiam a caracteres fenícios, gregos, hebraicos e árabes.

Uma das gravações mais famosas do país está na Pedra do Ingá, na Paraíba. A rocha, que tem 20 metros de comprimento, foi descoberta em 1598 e estudada pelo cientista Elias Eckerman, em 1641, a mando de Maurício de Nassau (Um judeu holandês interessado na história de seu povo semita). Em 1874 o historiador Vernhagen também estudou as inscrições e, mais recentemente, o professor José Anthero Pereira Jr.. Alguns pesquisadores dizem que não foi possível decifrá-las — entre as inscrições existe uma representação da Constelação de ÓRION.



Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições. A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 3,8 m de altura. Há muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.



Outras inscrições foram pesquisadas por Marcel Homet, na Pedra Pintada, em Roraima. No local, próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.

Homet dizia que os indígenas encontrados pelos portugueses no Brasil seriam incapazes de fazer tais representações de cavalos, carros, rodas e alfabetos desconhecidos.Inscrições semelhantes surgem na pedra de Itamaracá, no Xingu, analisadas por Ladislao Neto.

A rocha somente é visível em época de seca, o mesmo ocorrendo no Rio Negro, quando a escassez de água descobre grutas em cujos tetos estão figuras de animais, homens, círculos e outros sinais que, segundo Ladislao Neto, lembram os alfabetos semíticos. Existem desenhos também em Itacoatiara, no rio Amazonas, estudados por Silva Ramos e, posteriormente, por Roldão Pires Brandão, para quem tratava-se de escrita fenícia relacionada a uma civilização extinta há 3 mil anos.



Acima: A Pedra Pintada, em Roraima próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.

Cidades Perdidas

As inscrições misteriosas estendem-se por todo o território brasileiro, mas em nenhum lugar são tão visíveis quanto na Pedra da Gávea, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Ali podem ser encontrados sinais que alguns pesquisadores consideram como inscrições fenícias, enquanto outros se recusam a aceitá-los como algo feito por mãos humanas. A própria pedra apresenta a forma de um rosto imenso esculpido, interpretação também recusada por muitos estudiosos, que vêem nela um fenômeno natural de erosão, como o atribuído a Sete Cidades, no Piauí.

Possíveis vestígios de uma cidade pré-descobrimento podem ser encontrados em Paraúna, cerca de 160 quilômetros de Goiânia, onde existem muralhas feitas de pedras com formato hexagonal. As explicações são as mais variadas, e existem mais histórias do que estudos científicos sobre o local, mas tudo indica que se trata efetivamente de algo construído por uma civilização bem antiga.

Também em Monte Alto, na Bahia, no local conhecido como Riacho das Pontas, foram encontradas o que podem ser ruínas de uma cidade desaparecida. O arqueólogo Angyone Costa, que estudou o local, disse existir ali um alinhamento de pedras com cerca de um metro e meio de altura, colocadas eqüidistantes numa extensão de um quilômetro, além de outras ruínas. Não se sabe se essa descoberta está ligada a uma outra, ainda mais sensacional, relatada por exploradores em 1753, na Serra do Sincorá, e dada a público em 1838, quando um funcionário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro encontrou um relato da viagem e da descoberta na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.



Acima a misteriosa Pedra da Gávea no Rio de Janeiro. (Uma esfinge semita dos fenícios?)

A expedição liderada pelo bandeirante Francisco Raposo encontrou uma cidade impressionante, repleta de construções imensas, templos, praças e estátuas. Um dos membros da expedição teria encontrado moedas de ouro com a imagem de um jovem e algumas inscrições.

Depois disso, a cidade jamais pôde ser encontrada novamente. Os sinais da existência de civilizações desenvolvidas no Brasil são inúmeros e dão pano para muitas mangas. Mas chama a atenção que os estudos a respeito parecem não avançar, mantendo uma desnecessária aura de mistério em torno das inscrições, objetos e ruínas.

Independente de serem culturas de outras partes do mundo trazidas para cá, ou de civilizações que aqui se desenvolveram, parece cada vez mais claro que a história do Brasil precisa ser reavaliada. Especialmente aquelas anteriores à chegada dos europeus que, segundo um grande número de pesquisadores acredita, nada descobriram. Apenas tomaram posse de um território há muito conhecido pelo mundo (muito) antigo.

Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/brasil-e-o-mapa-de-piri-reis/
http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/
http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/
http://thoth3126.com.br/brasil-o-territorio-sagrado-para-a-deusa-e-seus-filhos/
http://thoth3126.com.br/brasil-portugal-e-os-cavaleiros-templarios/
http://thoth3126.com.br/brasil-monte-roraima-uma-escalada-ao-mundo-perdido/
http://thoth3126.com.br/pedra-do-inga-evidencias-ufologicas-na-antiga-pre-historia-do-brasil/
http://thoth3126.com.br/o-reino-de-ofir-eo-brasil/
http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-z-sitchin/
http://thoth3126.com.br/brasil-o-gigante-desperta/

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

BRASIL: AJUDANDO OS PAÍSES MENOS DESENVOLVIDOS




A vocação natural do BRASIL e de nós brasileiros: Dar uma Mão, ajudar os Países Menos Desenvolvidos (uma atitude altamente cristã).

“Como um país multicultural e multi-étnico, é mais fácil para o Brasil ”dialogar com todos os povos“, ao mesmo tempo que tem a vantagem de não ter um passado colonialista ou imperialista, o que significa que outros países “não se sentem oprimidos” pela presença do Brasil e dos brasileiros”.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.ipsnews.net


Por Mario Osava

Rio de Janeiro, Brasil (IPS) - Os bancos de leite materno que estão ajudando a reduzir a mortalidade infantil na Guatemala, e estão começando a ser criados agora na África como parte formal das inúmeras tecnologias sociais desenvolvidas pelo Brasil que estão impulsionando o crescimento rápido de sua cooperação para o desenvolvimento internacional de países menos desenvolvidos.



O total de recursos destinados anualmente às organizações internacionais, de assistência técnica e humanitária, e bolsas de estudo para estudantes estrangeiros cresceu 129 por cento entre 2005 e 2009, de $ 158 milhões de dólares para $ 362 milhões de dólares, de acordo com o primeiro relatório sobre Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional.

Que ainda não é muito, nem um por cento do PIB, apenas 0,02% , disse Guilherme Schmitz, um dos autores do estudo, realizado pelo Instituto Brasil de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Mas o gigante da América do Sul só agora está ganhando estatura como um país doador. E como uma nação em desenvolvimento, não tem uma meta para aplicação até, disse à IPS – ao contrário dos países industrializados, que se comprometeram a dar 0,7 por cento do PIB à ajuda pública ao desenvolvimento.

Além disso, o cancelamento da dívida dos países pobres não foi levado em conta na estimativa de cooperação total do Brasil, apontou. Se foi, ele disse, como o foi nas contas de outros países, a quantidade total de cooperação do Brasil para o desenvolvimento seria significativamente maior.

Quando é contabilizado, a ajuda humanitária ao Haiti, após o devastador terremoto que matou cerca de 300.000 vidas há um ano, também irá expandir o total de 2010.

Mas as maiores contribuições vão para organismos internacionais, incluindo agências das Nações Unidas, como a Agência de Refugiados da ONU, e, a nível regional, os bancos de desenvolvimento e vários fundos. Esta categoria é responsável por 76 por cento de cooperação de desenvolvimento do Brasil.


O combate à fome deveria ser uma prioridade de todos os povos em todos os países.

Uma das maiores contribuições vai para o Fundo de Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional (Focem), criado pelo Mercosul (Mercado Comum do Sul). FOCEM recebe mais de 30 por cento dos fundos que o governo brasileiro contribui para organismos internacionais.

O FOCEM foi criado em 2004 para fortalecer o desenvolvimento dos parceiros menores do bloco, Paraguai e Uruguai, e nas áreas mais pobres em todos os países membros, para reduzir as assimetrias entre os parceiros. A assistência humanitária internacional do Brasil aumentou 90 vezes entre 2005 e 2009 – de $ 488 mil dólares para $ 43,5 milhões de dólares -, mas este país ainda representa apenas 5,5 por cento do total mundial, de acordo com o estudo apresentado em 12 de janeiro pelo governo de Dilma Rousseff.

Ultimamente o Brasil tem ajudado diretamente aos países atingidos por catástrofes, com apenas uma pequena parte ainda canalizada através de organismos multilaterais. A diplomacia do Brasil prefere evitar termos como “doação” ou “ajuda”, para diferenciar entre a ajuda ao desenvolvimento tradicional fornecido pelos países ricos e a cooperação Sul-Sul entre países em desenvolvimento, que ultimamente tem ganhado impulso.

“O termo doador implica uma hierarquia, enquanto que a nossa cooperação é diferente, horizontal, entre os parceiros, e com base em um compromisso de solidariedade”, disse Marco Farani, diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores.

Além disso, o Brasil tem “soluções que são adaptáveis a outros países em desenvolvimento”, sem as dificuldades que afligem o diálogo entre os países ricos e as nações menos desenvolvidas e, “sem a tentação de impor modelos”, disse Farani à IPS . A Cooperação do Brasil é gerenciada por funcionários públicos que não são remunerados especificamente para essa atividade, em contraste com a tendência nos países industrializados para contratar consultores e organizações não-governamentais para realizar tais tarefas, ressaltou.



“E, como um país multicultural e multi-étnico, é mais fácil para o Brasil “dialogar com todos”, ao mesmo tempo que tem a vantagem de não ter um “passado colonialista ou imperialista”, o que significa que outros países “não se sentem oprimidos“ pela presença do Brasil e dos brasileiros”, disse ele.

“Tanto na realização dos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) e promoção do desenvolvimento sustentável em geral, o intercâmbio sul-sul de conhecimentos e lições aprendidas é vital para o sucesso” dos planos das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), disse Helen Clark, administradora à IPS.

Os ODM, acordados pela comunidade internacional em 2000, incluem uma redução de 50 por cento em pobreza e da fome, a educação primária universal, redução da mortalidade infantil em dois terços; cortes na mortalidade materna em três quartos, a promoção da igualdade de gênero, assegurando sustentabilidade ambiental; reversão da disseminação de HIV / AIDS, a malária e outras doenças, e uma parceria global para o desenvolvimento entre os ricos e os pobres, até 2015, tomando 1990 como base.

“As contribuições de monta do Brasil para o desenvolvimento global representam o compromisso do país em ajudar a resolver os desafios do mundo em desenvolvimento”, acrescentou, enquanto reafirmando o compromisso do PNUD para procura de novas formas de apoio Sul-Sul de cooperação.

“Hoje a cooperação Sul-Sul não é uma forma alternativa de abordar os desafios do desenvolvimento”, Rathin Roy, diretor do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), disse à IPS. ”Ele É a corrente principal. Isto porque a história do desenvolvimento contemporâneo do século 21 é sobre o desenvolvimento de países que fizeram avanços significativos no crescimento e desenvolvimento humano, e forjaram o seu próprio caminho para a frente neste esforço, ao invés de seguir o histórico mantra de “melhores práticas”.


O Brasil e o povo brasileiro tem em sua alma a marca impressa da SOLIDARIEDADE.

O IPC-IG baseado em Brasília é um programa conjunto entre o PNUD e o governo brasileiro, criado para facilitar a aprendizagem Sul-Sul relacionada à política de desenvolvimento. A cooperação ”Sul – Sul não é uma questão tecnocrática”, disse Roy. ”É multilateral na concepção”, e ”é sobre não aceitar as “regras do jogo “como elas são dadas” (pelos países ricos). É “uma parceria em que o conhecimento e experiência, ao invés de recursos e poder, formam a base para a cooperação”, acrescentou.

Cooperação técnica, científica e tecnológica cresceram aos trancos e barrancos durante os dois mandatos do presidente socialista Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011), que viu a cooperação internacional como “um instrumento da política externa e de prestígio nacional”, bem como “uma das responsabilidades do país”, disse Farani.

O Brasil, que tem a mais ampla rede de banco de leite materno do mundo, ampliou essa tecnologia de baixo custo pela América Latina. Os bancos obtêm o excedentes de leite materno de mães que estão dispostas a fazer o esforço de coletar seu leite para doá-lo a crianças que não são capazes de serem amamentadas por um motivo ou outro.

A Guatemala é um dos países da região, que agora têm redes próprias de bancos de leite materno. As equipes médicas lá foram treinados para processar e controlar a qualidade do leite doado. A tecnologia, que tem se mostrado eficaz na redução da mortalidade infantil, também está sendo empregada agora em Angola, Cabo Verde e Moçambique, ex-colônias portuguesas como o Brasil.

A maioria do apoio do Brasil para os países pobres é nas áreas de saúde, agricultura e formação profissional e vocacional. A ideia é compartilhar o conhecimento que o país tem acumulado na agricultura tropical – especialmente na empresa de pesquisa do governo brasileiro, a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária (Embrapa) – e na prevenção e tratamento do HIV / AIDS.


O terremoto do Haiti de 2010 foi uma catástrofe de magnitude 7,0 com epicentro perto da cidade de Léogâne ( Ouest Departamento ), a cerca de 25 km a oeste de Port-au-Prince, a capital. O terremoto ocorreu às 16:53 hora local (21:53 UTC ) na terça-feira, 12 janeiro de 2010 e matou cerca de 300 mil pessoas.

África e América Latina são as principais áreas de envolvimento, especialmente os países membros do Mercosul, o Haiti, o país mais pobre das Américas, e outras nações de língua portuguesa . O sucesso tem sido visto, por exemplo, no aumento da safra de soja em Cuba e nos rendimentos mais elevados e na qualidade do algodão em quatro grandes produtores dessa cultura na África: Benin, Burkina Faso, Chade e o Mali.

O relatório sobre a cooperação internacional, realizada pela ABC e pelo IPEA, procura sistematizar, pela primeira vez, as atividades de cooperação de 65 instituições públicas. É um esforço “pioneiro” entre os países em desenvolvimento, disse Schmitz.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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