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domingo, 20 de novembro de 2011

NASA APRESENTA MAPA DA LUA EM ALTA RESOLUÇÃO:

Nasa apresenta mapa topográfico da Lua em alta resolução


Washington, 18 nov (EFE).- A equipe de cientistas que trabalha com as imagens enviadas pela sonda LRO (Orbitador de Reconhecimento Lunar) criou o mapa topográfico da Lua de maior resolução até agora, que foi divulgado nesta sexta-feira pelo Centro Espacial Goddard da Nasa (agência espacial americana). Cientistas da Universidade do Estado do Arizona, que participam deste projeto, fizeram este mapa que põe à vista do público a forma e as características da superfície de quase toda a Lua em uma escala de 100 metros por pixel.
A sonda LRO foi lançada no espaço em junho de 2009 e desde que começou a enviar suas primeiras imagens permitiu aos cientistas conhecer melhor a superfície da Lua, desenhar um mapa completo de suas crateras e até ver as pegadas deixadas pelos astronautas das missões Apolo.
O aparelho conta com instrumentos como uma câmara de grande angular e um altímetro laser que permite aos cientistas reproduzir com grande precisão as características do satélite em alta resolução.
"Nosso novo ponto de vista topográfico da Lua proporciona o conjunto de dados que os especialistas lunares estiveram esperando desde a era das missões Apolo", afirmou Mark Robinson, pesquisador principal do projeto em comunicado divulgado pela Nasa.
De acordo com Robinson, o mapa ajudará a entender como a crosta da Lua se deformou e como é a mecânica das crateras que surgiram por impacto de objetos estelares - além de colaborar com missões tripuladas ou não para o satélite natural da Terra.
A Nasa está estudando novos destinos para continuar com a exploração além da órbita terrestre e prevê voltar à Lua, chegar até um asteroide e pisar, pela primeira vez na história, em solo marciano em um prazo de 20 anos. EFE

sábado, 19 de novembro de 2011

NASA PRODUZ MAPA DE SUPERFÍCIE LUNAR MAIS COMPLETO E PRECISO QUE EXISTE ATÉ HOJE:


Solange

NASA produz mapa da superfície lunar mais preciso já realizado até o momento, veja a imagem


LROC WAC color shaded relief of the lunar farside. (Credit: NASA's Goddard Space Flight Center/DLR/ASU)
NASA produz mapa da superfície lunar mais preciso já realizado até o momento, veja a imagem
18/11/2011 — eco4u
A equipe do LRO, ou Orbitador de Reconhecimento Lunar, produziu o mapa da superfície lunar mais preciso já realizado até o momento.
O novo mapa possibilita determinar os graus de inclinação de todos os principais terrenos geológicos da Lua em uma escala de 100 m, além de determinar como a crosta lunar foi deformada, entender melhor a mecânica das crateras geradas por impactos e planejar melhor futuras missões à Lua, tripuladas ou não.

LROC WAC color shaded relief of the lunar farside. (Credit: NASA's Goddard Space Flight Center/DLR/ASU)
Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/LRO/news/lro-topo.html
Fonte:http://eco4u.wordpress.com/2011/11/18/nasa-produz-mapa-da-superfici...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

UM ENORME ASTERÓIDE PASSARÁ PERTO DA TERRA NA TERÇA FEIRA:

Um enorme asteroide passará perto da Terra na terça-feira

Um enorme asteroide passará perto da Terra na próxima terça-feira, em uma aproximação rara que não representa risco de impacto para o planeta, afirmaram esta semana cientistas dos Estados Unidos, que esperam ansiosos a oportunidade de observá-lo.
"Não é potencialmente perigoso, é apenas uma boa oportunidade para estudar um asteroide", garantiu o astrônomo da Fundação Nacional de Ciências (NSF, na sigla em inglês), Thomas Statler.
O asteróide circular, chamado 2005 YU55, tem 400 metros de largura e ficará mais perto da Terra do que a Lua, a 325.000 km de distância, informou a agência espacial americana.
Segundo previsões, o horário em que o asteroide estará mais próximo da Terra será às 21h28 de terça-feira, hora de Brasília.
A aproximação será a maior de um asteroide deste tamanho em mais de 30 anos e um evento similar não voltará a ocorrer até 2028.
No entanto, quem desejar ver o corpo celeste precisará de um telescópio.
O asteroide "será visto muito distante quando passar por aqui", afirmou Scott Fisher, diretor da Divisão de Astronomia da NSF.
"Não será perceptível a olho nu. Será preciso um telescópio com lente de mais de 15 cm para vê-lo. Para tornar a observação ainda mais complicada, se moverá muito rápido no céu quando passar", acrescentou.
"Vários radiotelescópios foram instalados na América do Norte para registrar a passagem do astro", continuou Fisher.
"O momento momento (e local) para observá-lo serão as primeiras horas da escuridão de 8 de novembro na costa leste dos Estados Unidos", emendou.
Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso.
O 2005 YU55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o sistema solar perto de Tucson, Arizona (sudoeste).
O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do sol e têm mais de 150 metros de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".
"Queremos estudar estes asteroides, de forma que se algum dia formos atingidos, saibamos o que fazer com ele", disse Statler.
A passagem mais próxima que um asteroide fará da Terra será em 2094, a uma distância de 269.000 km, segundo as previsões.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ASTRÔNOMOS AMADORES ENCONTRAM ASTERÓIDE COM RISCO DE COLISÃO COM A TERRA:

Astrônomos amadores encontram asteroide com risco de colisão com a Terra

Redação do Site Inovação Tecnológica - 13/10/2011
Astrônomos amadores encontram asteroide com risco de colisão com a Terra
O asteroide descoberto pelos astrônomos amadores é a mancha branca movendo-se da esquerda para a direita na parte superior da imagem. O movimento na parte de baixo é um satélite artificial. [Imagem: ESA/TOTAS Survey Team]
Objeto próximo da Terra
Astrônomos amadores, coordenados por um programa da ESA (Agência Espacial Europeia) encontraram um asteroide desconhecido com risco de colisão com a Terra.
O asteroide 2011 SF108 foi classificado como NEO (near-Earth object), um objeto próximo à Terra com algum risco de impacto.
Na animação acima, o asteroide descoberto no último mês de Setembro é a mancha branca movendo-se da esquerda para a direita no centro superior da imagem.
Um pouco abaixo é possível ver o sinal de um satélite artificial se movimentando.
Este não é o primeiro asteroide encontrado em campanhas com astrônomos amadores trabalhando como voluntários, mas é o primeiro deles qualificado como um "objeto próximo da Terra" - um objeto que passa perto o suficiente da Terra durante sua órbita ao redor do Sol para representar uma ameaça de impacto.
Astrônomos amadores
Rainer Kracht e seus colegas estavam trabalhando no programa SSA (Space Situational Awareness, percepção situacional do espaço, em tradução livre).
Durante as observações, o telescópio faz observações automatizadas por várias horas, usando um software desenvolvido pelo astrônomo amador e cientista da computação alemão Matthias Busch.
O programa identifica os possíveis avistamentos, que precisam a seguir serem avaliados por seres humanos.
A equipe é composta por 20 astrônomos amadores voluntários, a maioria dos quais participou da avaliação manual das imagens capturadas durante a sessão de 28/29 de Setembro.
Novas observações serão necessárias para calcular o risco de impacto do 2011 SF108 com a Terra, por ora estimado como sendo muito baixo.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=astronomos-amadores-asteroide-risco-colisao-terra&id=010175111013&ebol=sim

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

TELESCÓPIO VLT REGISTRA ESTRELA HIPERGIGANTE PRÓXIMA DA EXPLOSÃO:

Telescópio VLT registra estrela hipergigante próxima da explosão

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1br9cvisBbI



Utilizando imagens captadas pelo telescópio VLT, instalado nos Andes chilenos, astrônomos do ESO, Observatório Europeu do Sul, registraram uma colossal estrela pertencente à rara classe das hipergigantes amarelas. O gigantesco objeto tem mil vezes o diâmetro do Sol e seu brilho é 500 mil vezes mais intenso.




Batizada de IRAS 17163-3907, a estrela se localiza a 13 mil anos-luz da Terra na constelação do escorpião e é a hipergigante amarela mais próxima de nós encontrada até hoje. Seu formato se parece com a clara de um ovo ao redor de sua gema, o que levou os pesquisadores a dar-lhe o sugestivo nome de Nebulosa do Ovo Frito.
De acordo com Eric Lagadec, astrônomo ligado ao ESO e líder da equipe que produziu a imagem, os cientistas já sabiam que IRAS 17163-3907 brilhava intensamente no comprimento de onda do infravermelho, mas até hoje ninguém havia identificado que se tratava de uma hipergigante amarela.
De modo geral, uma hipergigante amarela é uma estrela altamente densa, com massa estimada entre 20 e 50 massas solares. São objetos que estão numa fase extremamente ativa da sua evolução e que sofrem uma série de eventos explosivos que resultam num periódico ou contínuo brilho.
Em apenas algumas centenas de anos, as hipergigantes amarelas ejetam mais de quatro vezes a massa solar, o que lhes confere a extensa concha observada na imagem, constituída de gás e poeira rica em silicatos.
As observações da estrela e a descoberta de suas conchas exteriores foram feitas através da câmara de infravermelho médio VISIR acoplada no telescópio VLT. As imagens captadas passaram por três filtros coloridos e são os primeiros registros que mostram nitidamente o material que rodeia a estrela e revelam claramente as duas conchas quase perfeitamente esféricas do objeto.
Devido à sua taxa extremamente rápida de consumo do combustível nuclear, as hipergigantes amarelas permanecem poucos anos na sequência principal de seu desenvolvimento antes de se destruírem em uma explosão supernova ou hipernova.
As medições mostram que a concha exterior tem um raio 10 mil vezes maior que a distância da Terra ao Sol, tão grande que se fosse colocada no centro do Sistema Solar seu tamanho englobaria todos os planetas, planetas anões e ainda alguns dos cometas que orbitam muito além da órbita de Netuno.
A violenta atividade nuclear mostra que IRAS 17163-3907 deverá em breve sofrer uma violenta explosão supernova. Como resultado, a onda de choque e o material ejetado fornecerão os elementos necessários à formação de novas estrelas em nossa Galáxia.

Supernova
Estrelas similares ao nosso Sol terminam sua vida quando consomem totalmente suas reservas de hidrogênio, ardendo em uma silenciosa e gigantesca expansão de diâmetro. No entanto, estrelas com oito ou mais vezes a massa solar, como IRAS 17163-3907, finalizam sua vida de modo muito mais cataclísmico.
A fusão nuclear continua mesmo após a exaustão do hidrogênio, produzindo elementos pesados em diferentes camadas. O processo continua até que o núcleo estelar se transforme em ferro, quando então outro fenômeno ocorre: devido à descomunal temperatura e pressão, os átomos do ferro também se rompem em seus componentes prótons e nêutrons. Quando isso acontece as camadas superiores ao núcleo desmoronam, lançando ao espaço o resto do material estelar, produzindo um poderoso clarão chamado flash da supernova.


A explosão é descomunal. Em poucos dias a supernova libera mais energia que nosso Sol em toda a sua vida. A explosão é tão brilhante que mesmo ocorrendo a centenas de anos-luz de distância pode ser vista da Terra até durante o dia.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

TELESCÓPIO DETECTA CHUVA DE COMETAS EM SISTEMA PLANETÁRIO:

Telescópio detecta chuva de cometas em sistema planetário

Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/10/2011
Telescópio detecta chuva de cometas em sistema planetário
Esta concepção artística ilustra uma tempestade de cometas fazendo um Bombardeamento Pesado Tardio na estrela Eta Corvi e em seus eventuais planetas.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]
Bombardeamento Pesado Tardio
O telescópio espacial Spitzer detectou sinais de uma chuva de corpos celestes gelados sobre um sistema planetário, que se acredita existir em torno da estrela Eta Corvi.
A chuva de granizos alienígenas lembra o que se acredita ter acontecido bilhões de anos atrás no nosso Sistema Solar, durante uma era conhecida como "Bombardeamento Pesado Tardio", no período Eroarqueano.
Teorias mais recentes tentam atribuir a esse bombardeamento a chegada da água e da vida à Terra.
Nesta época, objetos gelados e cometas eram muito mais abundantes, e estariam sendo "sugados" pela gravidade do Sol nascente, bombardeando os planetas internos - seus sinais mais visíveis estão na Lua.
Restos de colisão
Agora o Spitzer encontrou uma faixa de poeira ao redor da estrela Eta Corvi que coincide fortemente com os destroços de um gigantesco cometa destruído.
Como a poeira está muito perto da estrela, os astrônomos concluíram que ela pode ter sido gerada por um ou mais cometas que teriam se chocado com um planeta interno, que ainda não foi localizado.
O sistema Eta Corvi tem aproximadamente um bilhão de anos de idade, o que os pesquisadores acreditam ser a idade precisa para essa chuva de pedras.
Os sensores infravermelhos do telescópio Spitzer foram usados para analisar a luz vinda da poeira de Eta Corvi, identificando assinaturas de água, compostos orgânicos e rochas, típicas de um cometa.
"Nós acreditamos ter encontrado um indício direto de um Bombardeamento Pesado Tardio no sistema estelar Eta Corvi, ocorrendo praticamente na mesma época que em nosso Sistema Solar," disse Carey Lisse, da Universidade Johns Hopkins.
Carey Lisse foi uma das especialistas que estudaram a sopa primordial formadora de cometas depois que a sonda Impacto Profundo acertou em cheio o cometa Tempel.

ASTRÔNOMOS ENCONTRAM "OCEANOS DE ÁGUA" EM DISCO PLANETÁRIO:

Astrônomos encontram "oceanos de água" em disco planetário

Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/10/2011
Astrônomos encontram oceanos de água em disco planetário
A estrela em torno da qual há tanto vapor de água é a TW Hidra, localizada a 175 anos-luz da Terra. [Imagem: ESA/NASA/JPL-Caltech/Leiden Observatory]
Água para planetas
Astrônomos detectaram vapor de água congelada "envelopando" um disco de poeira ao redor de uma estrela jovem.
O disco de poeira poderá no futuro dar origem a um sistema de planetas que, por sua vez, herdarão essa grande quantidade de água.
Isto sugere, segundo a equipe do telescópio espacial Herschel, que "planetas cobertos por água, como a Terra, podem ser comuns no Universo".
Anteriormente já havia sido detectado vapor de água quente em discos planetários - discos de poeira que darão origem a planetas.
Mas esta é a primeira vez que se detecta vastas quantidades de água se estendendo muito além do próprio disco de poeira, onde se acredita que os cometas sejam formados.
"Quanto mais água estiver disponível no disco para a formação de cometas contendo gelo, maiores serão as chances de que grandes quantidades de água eventualmente alcancem os planetas durante impactos," afirma a nota da NASA.
Milhares de oceanos
"Nossas observações desse vapor frio indicam que há água no disco suficiente para encher milhares de oceanos da Terra," afirmou o astrônomo Michiel Hogerheijde, coordenador da pesquisa.
A estrela em torno da qual há tanto vapor de água é a TW Hidra, localizada a 175 anos-luz da Terra.
Água orto e água para
O vapor detectado vem de um grande reservatório de grânulos de gelo, que interagem com a luz ultravioleta da estrela. Os astrônomos acreditam que esses grânulos se ajuntem para formar cometas.
As moléculas de água têm duas formas de "spin", chamadas orto e para, conforme a orientação do núcleo de hidrogênio.
Nesta pesquisa, os astrônomos compararam a proporção entre água orto e para vista na TW Hidra com aquela observada em cometas, e encontraram valores muito baixos - proporções pequenas indicam temperaturas mais baixas, embora na prática a análise seja bem mais complicada.

DESCOBERTO DOIS NOVOS AGLOMERADOS ESTELARES GLOBULARES:

Descobertos dois novos aglomerados estelares globulares

Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/10/2011
Descobertos dois novos aglomerados estelares globulares
O aglomerado globular brilhante chamado UKS 1 domina o lado direito da imagem infravermelha, enquanto o recém-descoberto VVV Cl001 domina a metade esquerda.[Imagem: ESO/D.Minniti/VVV Team]
Aglomerados globulares
Dois novos aglomerados globulares juntaram-se ao total dos 158 já conhecidos na Via Láctea.
A descoberta de aglomerados globulares é muito rara, sendo que o último havia sido descoberto em 2010. O aglomerado globular mais conhecido é o Ômega Centauro.
Os dois corpos celestes gigantescos foram encontrados pelo telescópio de rastreio VISTA, do ESO, em uma campanha de varredura que está sendo feito em toda a Via Láctea - chamada VVV (Vista Variáveis na Via Láctea).
Este rastreio descobriu o primeiro aglomerado estelar além do centro da Via Láctea e cuja luz, para chegar até nós, teve que viajar através do gás e da poeira que se encontram no coração da nossa galáxia.
É por isso que ele só pode ser visto corretamente na radiação infravermelha, capaz de atravessar essa poeira.
O aglomerado globular brilhante chamado UKS 1 domina o lado direito da imagem infravermelha, enquanto o recém-descoberto VVV Cl001 domina a metade esquerda.
Aglomerados galácticos
Além de aglomerados globulares, o VISTA também está encontrando muitos aglomerados abertos, ou galácticos, que geralmente contêm estrelas mais jovens e em menor quantidade do que os aglomerados globulares, sendo também muito mais comuns.
Outro aglomerado recentemente anunciado, VVV CL003, parece ser um aglomerado aberto que se encontra na direção do centro da Via Láctea, mas muito mais longe, a cerca de 15.000 anos-luz além do centro galáxia - este é o primeiro aglomerado deste tipo a ser descoberto "do lado de lá" da Via Láctea.

sábado, 22 de outubro de 2011

SATÉLITE DE 1.6 TONELADAS DEVE REENTRAR NA ATMOSFERA NO DOMINGO:

Satélite de 1.6 tonelada deve reentrar na atmosfera no domingo

 
Atualização - 22 de outubro
Acompanhe as últimas horas do satélite desgovernado ROSAT Apesar das incertezas que pairam sobre o momento da reentrada de qualquer satélite desgovernado, todos os modelos de previsão de decaimento apontam que o satélite alemão ROSAT deverá atingir o ponto de ruptura neste domingo, 23 de outubro.

Alguns prognósticos de decaimento, como o do Comando de Defesa Espacial dos EUA, USSTRATCOM, apontam para a reentrada ocorrendo logo nos primeiros minutos do domingo, às 00h34 pelo Horário de Brasília. Outros, como o gerado pelo Apolo11.com, mostram que o satélite iniciará a ruptura no período da tarde, próximo às 14 horas pelo horário de Brasília.
No entanto, três modelos similares mostram o satélite reentrando na atmosfera ainda no período da manhã brasileira, entre 04h17 e 08h22 pelo horário de Brasília. Veja abaixo cinco prognósticos de reentrada do satélite ROSAT e as respectivas margens de erro.

  • USSTRATCOM: 23 out 02h34 UTC (00h34 Hora de Brasília). Margem de erro: +/- 7 horas
  • Aerospace Corporation: 23 out 11h12 UTC (09h12 Hora de Brasília). Margem de erro +/- 10 horas
  • Grupo independente Satorbs (EUA): 23 out 04h17 UTC (02h17 Hora de Brasília). Margem de erro: +/- 4 horas
  • Observador Ted Molczan: 23 out 10h22 UTC (08h22 Hora de Brasília). Margem de erro +/- 7 horas.
  • Apolo11.com: 23 out 16h00 UTC (14h00 Hora de Brasília). Margem de erro: 10 horas São Paulo
    Na noite desde sábado o satélite ROSAT passará sobre o céu da cidade de São Paulo entre 21h56 e 22h01. No momento da passagem o Sol estará 31 graus abaixo do horizonte e o satélite a 207 km de distância, a uma altitude de apenas 191 km. Devido à baixa altitude, será possível tentar ver a passagem do objeto, bastante elevado sobre o horizonte.
    O mapa acima mostra a trajetória prevista sobre a cidade de São Paulo nesta noite de sábado.
    Para seguir o satélite e prever se passará sobre sua cidade, use o SATVIEW


    Atualização - 21 de outubro
    Satélite ROSAT pode reentrar na atmosfera acima do Atlântico
    Cálculos de reentrada feitos pelo Apolo11 mostram que o satélite alemão ROSAT deve reentrar na atmosfera terrestre na manhã de domingo, acima do oceano Atlântico. O evento ocorrerá quando o artefato estiver a 121 km e altitude, após cruzar a América do Sul em direção ao norte da Europa.

    Os cálculos foram feitos na manha de sexta-feira e levam e conta o alto fluxo solar de 156, que há mais de dois dias vem alterando as características das camadas mais altas atmosfera, interferindo na altura e queda do satélite.
    Os dados mostram que a ruptura de ROSAT deve ocorrer sobre a latitude 19.2 N e 57.2 W, acima das Ilhas Virgens Americanas, a cerca de 900 km do leste da República Dominicana.
    É importante lembrar que este é o ponto médio da previsão de reentrada, com erro aproximado de 10 horas. Essa incerteza deve diminuir à medida que novos dados de decaimento são fornecidos, assim como possíveis alterações na densidade do fluxo solar, que tem grande influência no arrasto produzido no satélite nas altas camadas da atmosfera.
    Da mesma forma que o satélite norte-americano UARS, que reentrou na atmosfera terrestre em setembro de 2011, ROSAT também produzirá fragmentos com alto poder de impacto, uma vez que mais de 800 quilos de equipamentos são compostos de material de alta resistência térmica. Mesmo reentrando durante o período diurno, a ruptura produzirá fragmentos incandescentes facilmente visíveis a olho nu.
    Por ser um telescópio, a principal peça do equipamento é o espelho primário, com peso aproximado de 400 quilos. Após reentrarem, essas peças cairão em queda livre a uma velocidade de 450 km/h.
    Acompanhe
    O aplicativo de rastreio SATVIEW mostra a posição atual do satélite e permite estimar quando o mesmo passará sobre sua localidade dentro de 5 dias. Mesmo se você estiver fora do Brasil também é possível prever sua rota. Além disso, o aplicativo tem um chat à disposição dos usuários, que poderão conversar sobre o evento. Para acessar o SATVIEW, clique aqui .



    A exemplo do que ocorreu recentemente com o satélite estadunidense UARS, o satélite alemão ROSAT também deverá reentrar na atmosfera terrestre nos próximos dias. O equipamento tem 1.6 toneladas e por possuir materiais altamente densos e resistentes, produzirá lixo espacial com alto poder de impacto na superfície.

    Lançado em junho de 1990 da base de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, Rosat é um telescópio espacial de raios-x que produziu importantes dados científicos até fevereiro de 1999, quando deixou de operar. Foi batizado com esse nome (Röntgensatellit) em homenagem ao físico alemão Wilhelm Röntgen, que em novembro de 1895 produziu pela primeira vez radiação eletromagnética nos comprimentos de onda dos raios-X.
    Quando foi colocado em órbita Rosat mantinha a altitude nominal de 580 km e em julho de 2011 esse valor já havia caído para 315 km. Em setembro, a altitude era de apenas 280 km e as primeiras estimativas de reentrada mostravam que a ruptura ocorreria em 11 de outubro. Agora, cálculos feitos pelo Apolo11 indicam que a reentrada ocorrerá próximo às 22 horas (BRT) de 23 de outubro, quando a nave estiver a 135 km acima do nível do mar.
    Em 19 de outubro ROSAT já se encontrava a 218 km de altitude, tendo caído aproximadamente 15 km em menos de 24 horas.
    De acordo com a agência espacial alemã, um total de 1.6 toneladas de fragmentos deverá resistir à reentrada, já que são formados por vidro e fibra de carbono, altamente resistentes ao calor. Por ser um telescópio, a principal peça do equipamento é o espelho primário, com peso aproximado de 400 quilos. Após reentrarem, essas peças cairão em queda livre, a uma velocidade estimada de 450 km/h.

    ROSAT tem órbita inclinada em 52 graus, muito parecida com a do UARS, que reentrou na atmosfera em setembro. Assim, o satélite deverá cair entre as latitudes 52.00N e 52.00S, com o Brasil novamente na rota dos destroços.
    O aplicativo de rastreio SATVIEW mostra a posição atual do satélite e permite estimar quando o mesmo passará sobre sua localidade dentro de 5 dias. Mesmo se você estiver fora do Brasil também é possível prever sua rota. Além disso, o aplicativo tem um chat à disposição dos usuários, que poderão conversar sobre o evento. Para acessar o SATVIEW, clique aqui .

    Fotos: No topo, espelho principal do telescópio ROSAT, uma das peças que deverá resistir à reentrada na atmosfera. Acima, tela do aplicativo Satview, que mostra o satélite acima da Europa. Crédito: Nasa, DLR, Satview, Apolo11.com.

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    quinta-feira, 20 de outubro de 2011

    ASTRONOMOS REVELAM A APARÊNCIA E A ANATOMIA DE UM BURACO NEGRO

    Astrônomos revelam a aparência e a anatomia de um buraco negro



    Astrônomos revelam a cara e a anatomia de um buraco negro
    Esta é a representação artística mais completa já feita de um buraco negro gigante, que pela primeira vez foi observado desde o infravermelho até os raios gama.[Imagem: NASA/M. Weiss(Chandra X-ray Center)]

    Super buraco negro
    Uma frota de observatórios e telescópios espaciais, incluindo o XMM-Newton e o Integral, descreveram com um detalhamento nunca antes atingido o que se passa nas proximidades de um buraco negro supermassivo.
    O estudo revelou que enormes "projéteis" de gás afastam-se velozmente do "monstro gravitacional".
    O buraco negro em estudo fica no coração da galáxia Markarian 509, a 500 milhões de anos-luz. Este buraco negro é colossal, com 300 milhões de vezes a massa do sol, tornando-se cada vez maior à medida que vai se alimentando da matéria ao seu redor.
    O Markarian 509 foi escolhido por já se saber que o seu brilho varia, uma indicação de que o fluxo de matéria para o buraco negro é turbulento. A radiação desta região interior desencadeia um fluxo de gás para fora do buraco negro.
    Fotografia completa de um buraco negro
    O buraco negro foi monitorado durante 100 dias. "O XMM-Newton liderou estas observações em virtude da sua vasta cobertura de raios X, além da câmara de monitoramento óptica," disse Jelle Kaastra, do Instituto SRON, na Holanda, que coordenou a equipe internacional de 26 astrônomos de 21 institutos em quatro continentes que conduziu estas observações.
    Além do XMM-Newton e do Integral, da ESA, foram usados o Telescópio Hubble, os satélites da NASA Chandra e Swift, e os telescópios de terra WHT e PARITEL.
    Em conjunto, estes instrumentos ofereceram uma cobertura em termos de comprimento de onda sem precedentes: desde o infravermelho, passando pelo visível, ultravioleta, raios X e até à banda dos raios gama.
    Durante a campanha de observação, a galáxia superou o previsto: em lugar das flutuações no brilho da ordem dos 25%, a variação saltou para 60% na banda dos raios X, o que indica a ocorrência de uma perturbação maior no escoamento do gás no buraco negro.

    Astrônomos revelam a cara e a anatomia de um buraco negro
    Galáxia ativa Markarian 509, vista em visível pelo Telescópio Hubble, que pela primeira vez teve sua "cara" e sua anatomia reveladas em uma super campanha de observações astronômicas. [Imagem: NASA/ESA/J. Kriss(STScI)/J. de Plaa(SRON)]Anatomia do buraco negro
    As observações vieram mostrar que o escoamento consiste em projéteis gigantes, ejetados a milhões de quilômetros por hora. Os projéteis são arrancados de um reservatório de matéria, prestes a cair no buraco negro.
    A surpresa é que o reservatório está situado a mais de 15 anos-luz do buraco negro. Muito mais distante do que aquilo que os astrônomos julgaram ser possível para o horizonte de eventos.
    "A origem deste gás que escapa tem sido tema de discussões em astronomia já há algum tempo," diz Kaastra.
    O reservatório de gás empoeirado tem a forma de um biscoito (um anel grosso, ou toroide) que envolve o buraco negro. A matéria entra em espiral na direção do buraco negro, criando um disco de acreção no qual o gás se comporta como a água escoando pelo ralo de uma pia.
    Disco de acreção
    As observações mostraram também que o disco de acreção apresenta uma "pele" de gás com uma temperatura de milhões de graus. É daqui que vêm os raios X e raios gama que empurram o gás mais distante para fora.
    "Os resultados reforçam a importância de manter observações a longo prazo e campanhas de monitoração para se ganhar uma compreensão mais profunda de objetos astrofísicos variáveis. O XMM-Newton passou por todas as necessárias mudanças organizacionais para permitir estas observações, agora o esforço compensou," disse Norbert Schartel, cientista da ESA para o XMM-Newton.

    Fonte: Inovação tecnológica.

    quarta-feira, 19 de outubro de 2011

    VIDA CRIADA PELOS MENSAGEIROS DA MORTE:

    Vida Criada Pelos Mensageiros da Morte

     
    Crédito: Don Davis / NASA


    Uma nuvem de poeira ao redor de uma estrela próxima parece ser os restos de uma colisão entre um cometa gigante e um planeta semelhante à Terra, possivelmente uma reencenação da catástrofe gerada por um cometa que atingiu a Terra a 4 bilhões de anos atrás e, presumivelmente, semeado o nosso planeta com água e outras necessidades para a vida como a conhecemos.

    Usando o telescópio Espacial Spitzer da NASA, a equipe de astronomia analisou
    ​​a poeira quente ao redor de Eta Corvi, uma estrela de bilhões de anos de idade, a 60 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Corvus. Poeira deste tipo, que ocorre em cerca de 1% das estrelas, tipicamente consiste de rochas esmagadas pelo choque e destruição entre dois asteróides.

    Crédito: NASA/JPL-Caltech

    No entanto, a poeira da estrela Eta Corvi provou ser extraordinária, pois ela continha assinaturas, de compostos de água e carbono, e os pesquisadores concluem que esta poeira, é o que restou de um grande cometa. O artigo será publicado em um artigo no Jornal de Astrofísica.

    Segundo Carey Lisse do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Hopkins, em Lauren, Md - EUA, “Observamos o que parece ser o resultado de um cometa caindo em um planeta dentro da zona habitável, onde potencialmente a vida poderia se formar”.

    Lisse e seus colegas não têm nenhuma prova direta do fim deste planeta causado pelo impacto de um cometa, mas eles concluiram que algo ou uma rocha bastante se chocou com o cometa quebrando ele em muitas partes. O melhor palpite é que seja um planeta do tamanho aproximadamente da Terra ou menor, que orbitam a estrela Eta Corvi a uma distância três vezes a distância Terra-Sol. Porque a estrela Eta Corvi é cerca de 5 vezes mais brilhante que o sol, este planeta supostamente estaria na chamada zona habitável, onde a água permaneceria na forma líquida.

    Como para o cometa, ele provavelmente se originou a partir da periferia do sistema Corvi Eta, semelhante ao que o nosso próprio sistema solar tem, o seu próprio cinturão de Kuiper, uma grande região em forma de anel que contém muitos pequenos pedaços de cometa, bem como objetos grandes como Plutão.

    Evidência para uma região do cinturão de Kuiper-like em torno de Eta Corvi vem de 2005 observações de uma grande massa de detritos frios circundando a estrela a 150 vezes a distância da Terra para o Sol.

    Nosso cinturão de Kuiper é bastante calmo agora, mas “Eta Corvi tem um ocupado cinturão de Kuiper, como um enxame de abelhas, com cometas que voam para fora do sistema e em direção a estrela”, disse Lisse.

    Para explicar o que despertou este "ninho de abelha", os autores propõem um segundo planeta do tamanho de Júpiter ou ligeiramente menor nas proximidades do cinturão de Kuiper do sistema Eta Corvi.

    Toda essa história soa como um "remake de Hollywood". No início da história do nosso próprio sistema solar, os planetas gigantes - Júpiter, Saturno, Urano e Netuno - parecem ter mudado suas posições orbitais. Este abalo planetário perturbou o cinturão de Kuiper do nosso sistema solar, causando mais de 99%  do material ejetado em trajetórias aleatórias. Alguns desses cometas podem ter contribuído para o chamado "Bombardeio Pesado Tardio", um pequeno aumento dramático no número de grandes impactos que ocorreu em algum momento por volta de quatro bilhões de anos atrás.

    Este “ataque cometa” pode ter entregue, não só a água para a Terra, mas também alguns dos blocos de construção orgânica da vida. Esta possibilidade foi recentemente destacada por um meteorito, chamado Almahata Sitta, que desembarcou no Sudão em 2008. Amostras coletadas contêm grande quantidade de matéria orgânica, e surpreendentemente eles têm assinaturas similares de absorção luminosa como a poeira que Lisse e seus colegas observaram em torno de Eta Corvi.


    Fonte: Fox News
    Leia a notícia em inglês AQUI
    Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


    Comentário do Autor



    Mensageiros gelados do espaço profundo, dedos fantasmagóricos do universo, os cometas, belos, sinistros e perigosos. Ao meu ver, são verdadeiros inseminadores divinos, são agentes que podem equacionar a vida e a morte. Resumindo toda a análise e observações dos astrofísicos: “Um cometa não só destroi, mas pode também recriar toda a vida que exterminou ... É tudo uma questão de tempo”.

    Gério Ganimedes
    Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©

    Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/#ixzz1bH4bVoNT

    SATÉLITE RUSSO DESCOBRE MISTÉRIO DOS FENÔMENOS LUMINOSOS NA ATMOSFERA DA TERRA:

    Satélite Russo Desvenda Mistério dos Fenômenos Luminosos na Atmosfera da Terra

    Foto: EPA

    Satélite Russo Desvenda Mistério dos Fenômenos Luminosos na Atmosfera da Terra

    13 de outubro de 2011

     Ilustração - Gério Ganimedes

    O satélite universitário Tatiana 2, da Universidade Estatal de Moscou, descobriu um fenômeno físico único no espaço cósmico. Trata-se de luminescências atmosféricas de curta duração que se verificam nas regiões do globo terrestre onde não existem tempestades, relâmpagos e nuvens.

    Fenômeno de Luminescência
    registrado por Gério Ganimedes - PQA
    O programa científico do satélite “Tatiana – 2”, representam a continuação das pesquisas efetuadas pelo satélite estudantil “Tatiana – 1”, em 2005. Naquele caso nas camadas superiores da atmosfera foram registradas luminescências atmosféricas de curta duração, chamadas "sprites”, “elfos” ou jatos azuis. Os cientistas supõem que eles estão relacionados a fenômenos de tempestade. “Acima dos locais onde ocorre a tempestade, bem alto na atmosfera podem nascer descargas elétricas que geram a luminescência da atmosfera e, provavelmente, também fluxos de partículas carregadas – elétrons, nêutrons e quanta - gama”, - revelou à “Voz da Rússia” Mikhail Panaciuk, diretor do Instituto de Pesquisas Cientificas “Skobeltsin” junto da Universidade de Moscou. No entanto, o satélite “Tatiana – 2” registrou fulgurações atmosféricas mesmo nos locais em que elas não deveriam existir, - diz o cientista.
    Não esperávamos que semelhantes fenômenos pudessem ser vistos sobre as regiões onde não existiam relâmpagos, nem nuvens. Por exemplo, o fenômeno de luminescência da atmosfera foi registrado sobre o deserto de Saara. Estes fenômenos são interessantes pois, apesar de instantâneos, emitem um grande volume de energia. Semelhantes fenômenos representam perigo potencial para as aeronaves, capazes de  deslocar-se à altura de dezenas de quilômetros. Estão a ser feitos trabalhos nesta esfera, devemos compreender o grau de perigosidade de semelhantes fenômenos para as aeronaves que vooam nas camadas superiores da atmosfera terrestre.
    O cientista revelou que as fulgurações de luz têm um caráter coerente. O satélite voou dez quilômetros ao longo da sua trajetória e nós registramos permanentemente emissões de radiação luminosa  ultravioleta. Este é um resultado espantoso sob o ponto de vista da física, que não teve por enquanto uma interpretação unânime”, - diz Mikhail Panaciuk. Na sua opinião, o satélite “Lomonssov”, - um veículo espacial ainda mais perfeito da Universidade de Moscou, - pode levantar ainda mais o véu de mistério que encobre estes fenômenos cósmicos únicos... O lançamento do satélite “Lomonossov” foi marcado para a primavera de 2012. Espera-se que este veículo espacial continue o estudo de fenômenos extremos na atmosfera da Terra e nas esferas mais próximas do espaço cósmico.

    Fonte: Voz da Rússia
    Link da notícia AQUI 

    Ilustração e foto: Gério Ganimedes

    Extraído de: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/2011/10/satelite-russo-desve...




    Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/2011/10/satelite-russo-desve...
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    quinta-feira, 6 de outubro de 2011

    VATICANO ESCONDE SEGREDO SOBRE NEBULOSA DE ÓRION:

    The Vatican's Big Secret About The Orion Nebula ★
    ★Hit Like & Subscribe :] Join Us On Facebook: https://www.facebook.com/pages/Gulf-Crusade/163613303670684 ★Thank You My Friend :] Please Also Subscribe To- 5T4RSCREAM144 on Aug 30, 2011…
    00:09:59
    Adicionado em 31/08/2011
    4.829 exibições
    Segredo do Vaticano sobre a Nebulosa de Órion?





    Bom, sabemos que o Vaticano, investe Bilhares de dólares em pesquisas científicas, bem como a exploração do espaço..., quem tiver maior conhecimento do inglês, por favor assista ao Vídeo, e nos ajude compartilhando informação e conhecimento.





    Este vídeo mostra uma relação de similaridade entre a constelação de Órion, onde presume-se que apareça o rosto e corpo de Jesus, entre outras coisas, e a Capela de St. Michaels do Vaticano. Ele tamabém faz menção da Trindade relacionando também a cultura Maia das três pedras-coração(?) (heartstones) e o símbolo da Criação. O autor alega que está tendo seu vídeo censurado pelo youtube e o Vaticano está escondendo informações.

    http://www.youtube.com/watch?v=ATtlA4FJhts&feature=player_embedded

    http://br.groups.yahoo.com/group/VerdadeOculta/

    sábado, 17 de setembro de 2011

    NEBULOSA DE ORION: Alvo Fácil e cheia de detalhes impressionantes!!!



    Depois da Lua, um dos primeiros alvos escolhidos para observação astronômica é sem dúvida a Nebulosa de Órion. Conhecida também como M42, a nebulosa encanta qualquer observador noturno. Gigantesco berçário estelar, M42 tem como vizinho um belo trapézio de estrelas, com detalhes somente captados através de técnicas especiais.
    Nebulosa M42 e o trapézio de estrelas
    Clique para Ampliar
    Na foto acima, registrada pelos astrofotógrafos Jesús Ruiz e Maritxu Poyal, a nebulosa M42 é vista em tons avermelhados em primeiro plano, no centro superior direito da foto. Ao seu lado esquerdo, quase no centro da imagem, a pequena nebulosa NGC 1977 compartilha sua companhia. Do lado esquerdo, o trapézio de estrelas.
    De tão belo, observar o trapézio pode tomar várias horas do astrônomo amador, que não cansa de se encantar com a luz quase hipnotizante das quatro estrelas, chamadas Theta Orionis. A mais brilhante, Theta Orionis C, se localiza a 1350 anos-luz de distância e sua intensa radiação ioniza o gás responsável pela tênue luz que se vê quando o trapézio é observado através de um pequeno telescópio.
    Detalhes
    Apesar de parecer uma única estrela, Theta Orionis C é na realidade formado por duas estrelas, mas isso só foi possível de ser observado pela primeira vez em 1999, já que a distância angular entre elas é de apenas 20 miliarcosegundos.
     Theta Orionis
    Para estudar em profundidade o sistema foram necessários telescópios de altíssima resolução angular e em 2009, uma equipe liderada pelos astrofísicos Stefan Kraus e Gerd Weigelt, do Instituto Max Plank de Radioastronomia, da Alemanha, obteve as primeiras imagens do sistema, que permitiram estudar com precisão as características físicas e orbitais de Theta Orionis C.
    Combinando as observações feitas com o instrumento AMBER, instalado no telescópio VLT, no deserto de Atacama, no Chile, e imagens registradas nos últimos 12 anos, os astrofísicos calcularam em 11 anos o período orbital do sistema e através da terceira Lei de Kepler concluíram que a massa das estrelas é de 38 massas solares para Theta Orionis C1 e 9 massas solares para Theta Orionis C, concluindo que o duplo sistema é o mais maciço objeto próximo à Nebulosa de Órion.
    Como ver
    Localizar a nebulosa de Órion é muito fácil e possivelmente você já olhou pra ela sem saber. Trata-se daquele grupinho luminoso de estrelas que está próximo às Três Marias, alvo muito fácil de ser localizado nas madrugadas de setembro. É só olhar pra cima, no quadrante leste.
    Bons Céus!


    Fotos: No topo, a bela nebulosa de Órion como registrada pelos astrofotógrafos Jesús Ruiz e Maritxu Poyal. Acima: a imagem da esquerda mostra a Nebulosa M42 e em seu interior as quatro estrelas que formam o trapézio. O primeiro detalhe da cena mostra um zoom da região, captado pelo telescópio espacial Hubble. O detalhe ainda mais ampliado é a imagem captada pelo telescópio VLT, onde o sistema binário é visto em alta resolução. O diagrama da direita mostra a órbita do duplo sistema, calculado após 12 anos de observações. A órbita de Júpiter foi inserida no gráfico para comparação de tamanho. Créditos: Nasa/Apod, Jesús Ruiz e Maritxu Poyal, ESA, Apolo11.com.

    Direitos Reservados

    domingo, 21 de agosto de 2011

    CHUVA DE METEOROS ATRAVESSA O CÉU NESTA SEXTA FEIRA:

    Chuva de meteoros atravessa o céu na madrugada desta sexta




    Kevin Clifford/AP
    Na foto, chuva de meteoros Perseid passa pelo céu de Vinton, na Califórnia, nos Estados Unidos, em agosto de 2009 -

    Fenômeno terá o auge às 3 horas da madrugada do sábado com até 40 meteoros caindo por hora

    Será possível observar o fenômeno no meio da noite sem usar equipamentos -

    Se as nuvens deixarem, será possível ver, a olho nu, uma chuva de meteoros no céu ja na madrugada de quinta (12) para sexta-feira (13). Esse tipo de fenômeno acontece quando a Terra passa pelos rastros deixados por cometas, fazendo com que partículas de poeira flamejantes risquem o céu à medida que passam pela atmosfera da Terra a 216 mil km/h.
    De acordo com Leandro Guedes, astrônomo do planetário do Rio de Janeiro, o melhor horário para observar o fenômeno na cidade é entre 1h e 3h desta sexta. Em São Paulo, o fenômeno fica mais evidente no meio da madrugada. Não é preciso usar binóculos ou lunetas para observar as partículas, mas a observação completa vai depender do céu limpo. É aconselhável procurar um local escuro, com bom ângulo de visão.
    Essa chuva de meteoros é chamada Perseid, em razão do chamado radiante (o ponto de onde todos os meteoros parecem estar caindo) estar na constelação de Perseus. Neste ano, a expectativa é grande para esse evento porque a Lua está em fase nova, o que diminui as chances de o satélite natural da Terra ofuscar a vista.
    As partículas que causam essa chuva de meteoros foram deixadas há muito tempo pelo cometa Swift-Tuttle e são distribuídos ao redor do Sol. Todo ano, a Terra passa por esse "rio de detritos" em meados de agosto.

    http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/chuva-de-meteoros-atravessa-o-ceu-na-madrugada-desta-sexta-20100812.html

    http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/chuva+de+meteoros+perseidas+risca+o+ceu+no+fim+de+semana/n1597132890511.html


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    sábado, 20 de agosto de 2011

    A RELAÇÃO DAS EXPLOSÕES SOLARES E AS PROFECIAS DO APOCALIPSE!!!

    Mega explosão solar de 9/8/2011 e versículos do Apocalipse



    Massive X-Class Solar Flare

    Dia 9 de agosto de 2011 a Nasa - Agência Espacial Norte Americana - divulgou imagens de uma explosão solar classificada como X-class capturada no seu Observatório de Dinâmica Solar (Solar Dynamics Observatory). Matéria no jornal inglês The Mail destaca que foi a maior explosão registrada no sol em 5 anos: Sun unleashes largest solar flare in 5 years, sending 10 billion ton storm cloud hurtling through space at 5 million mph. Traduzindo rapidamente a manchete do jornal britânico seria "Sol lança maior explosão solar em 5 anos, enviando uma tempestade de 10 bilhões de toneladas de nuvens viajando pelo espaço em um velocidade de 5 milhões de milhas por hora".

    A matéria no site do jornal The Mail usa uma foto do blecaute no Rio de Janeiro em 2009 para ilustrar as ameaças das ondas de raio-x e raios ultra-violeta que alcançam a terra em minutos após as explosões gigantes do sol, afetando as telecomunicações, sinais de rádio, celular, satélites, etc. Uma matéria no site MG1 publicada em 17/2/2011 - Gigantesca explosão solar atrapalha comunicações na China - lembra de outra explosão recente cuja tempestade magnética chegou a interromper conexões de rádio na Asia e ameaçar satélites e o funcionamento do GPS.

    No site do jornal Folha de São Paulo, outra reportagem - Explosão solar é mistério para a ciência (27/2/2011) - traz declaração do astrônomo copiada abaixo:

    (...) As chamadas "tempestades solares", erupções na superfície do Sol que liberam alta carga de energia no espaço, costumam atingir seu pico a cada 11 anos.
    Como o último ponto mais alto foi registrado em 2001, era esperado que o próximo ocorresse no ano que vem. "Mas isso está longe de acontecer", explica o físico solar Pierre Kaufmann, especialista em astrofísica solar. De acordo com ele, a atividade do Sol está bastante retardada. E ainda: as explosões recentes tiveram baixa intensidade, depois de quatro anos de "repouso" solar.

    Pelo andar da carruagem, pode ser que o auge do ciclo atual do Sol aconteça só em 2016", diz o cientista. Outra possibilidade é que o ciclo solar se feche em 2012, mas com um pico menos intenso do que se imaginava.

    Durante um ciclo solar, surgem manchas na superfície do Sol. "Em volta dessas manchas há gás quentíssimo e ionizado (gás em que os átomos estão dissociados). Então, ocorrem as explosões súbitas", explica Kaufmann. (...)

    Versículos da Bíblia e o segundo Sol (planeta Nibiru) da Profecia Maia




    Como registrado pela Nasa e pela imprensa, esta atividade turbulenta e crescente do sol e explosões, pode atingir o auge em 2012, ano que a conhecida profecia Maia profetiza o acontecimanto do dia do fim do mundo. Pesquisando sobre o tema encontrei em um blog cristão este post publicado em 3/3/2011 a reprodução de versículos da Biblia que mencionam o papel do sol na possível revelação do fim dos tempos : O tempo é chegado - Apocalipse 16: 8-9.

    "E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse (queimasse) os homens com [feroz e incandescente] fogo. E os homens foram abrasados com grandes calores (fogo), e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram [não sentiram qualquer tipo de lamentação, contrição e arrependimento por sua rebeldia, recusando-se a deixarem seus caminhos] para lhe darem glória." (Apocalipse 16:8-9)

    “E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas.” (Lucas 21 : 25)
    Como o cientista entrevistado na matéria da Folha prevê um possível auge destas atividades solares anormais para o ano de 2012, a ligação com a profecia Maia é imediata. Inclusive a imagem da Nasa pode remeter ao planeta Nibiru, ou Planeta X, da mesma profecia, que é citado muitas vezes como a visão do segundo Sol anunciando na Terra o sinal do fim do mundo.

    segunda-feira, 8 de agosto de 2011

    NASA APRESENTA FOTO DO PRIMEIRO ASTERÓIDE DA TERRA:

    NASA acha 1º asteróide na órbita da Terra

    Posted: 08 Aug 2011 11:32 AM PDT

    28 de julho de 2011
    ilustração mostra como a órbita dos asteroide (em verde) se cruza com a da Terra em alguns pontos
    ilustração mostra como a órbita dos asteroide (em verde) se cruza com a da Terra em alguns pontos
    São Paulo- A Nasa encontrou o primeiro asteroide orbitando o Sol na mesma rota em que a Terra, o que significa que seu caminho se cruza com o do nosso planeta em alguns ponto.

    Chamado de 2010 TK7, ele é o primeiro Trojan terrestre descoberto. Com 300 metros de diâmetro, sua trajetória é bem definida e, pelo menos nos próximos 100 anos, não deve chegar a menos de 24 milhões de km de nós.
    Os asteroides classificados como Trojans compartilham a trajetória de um planeta em alguns pontos a 60o de sua órbita (conhecidos como pontos de Lagrangian). Nessa áreas, as forças gravitacionais do planeta e do Sol  se combinam para prender o asteroide em um ponto estável, sincronizado com a órbita do planeta.

    No caso do 2010 TK7, é como se a Terra estivesse brincando de pega-pega, sempre “correndo” atrás dele – portanto, sem perigo iminente de colisão.

    O primeiro Trojan foi descoberto ao redor de Júpiter em 1906 pelo astrônomo alemão Max Wolf. Ele foi chamado de Aquiles, o que lançou a tradição de batizar esses asteroides como personagens da Guerra de Troia (daí seu nome “Trojan”, que, em inglês, quer dizer Troiano). Desde então, mais de 1800 Trojans já foram vistos nas órbitas de planetas ao redor do Sol.

    Há muito, cientistas acreditam que a Terra possui asteroides como esses, mas até agora ninguém havia conseguido localizá-los.

    Foi analisando as imagens obtidas pelo telescópio WISE, da Nasa, que a equipe liderada por Martin Connors, da Universidade Athabasca, no Canadá, encontrou o 2010 TK7. Sua descoberta foi publicada hoje na Nature.

    Entre janeiro de 2010 e fevereiro de 2011, o WISE fez imagens em infravermelho de todo o céu. Esses dados foram analisados pela equipe de Connors  que, no processo, descobriu 132 novos Objetos Próximos à Terra (NEO). Somente um deles, no entanto, se encaixava na categoria de Trojan.

    O programa de Objetos Próximos à Terra monitora mais de 155 mil corpos, como asteroides e cometas, que passam a menos de 45 milhões de km do caminho da Terra ao redor do Sol. Alguns desses corpos poderão ser escolhidos para futuras missões tripuladas – uma vez que um dos objetivos da Nasa até 2025 é pousar uma nave em uma asteroide. O Trojan 2010 TK7, no entanto, não é um bom candidato pois, em alguns pontos, fica muito distante da Terra.

    Imagem feita pelo WISE

    Imagem feita pelo telescópio Wise. O Trojan terrestre aparece circulado em verde. (Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA)

    sexta-feira, 29 de julho de 2011

    CIENTISTAS ESCLARECEM ALGUNS MISTÉRIOS DA COROA DO SOL


    Cientistas esclarecem um dos mistérios da coroa do Sol

    Um estudo publicado nesta quinta-feira explica por que a coroa do Sol alcança temperaturas centenas de vezes superiores a partes do astro que encontram-se muito mais perto do núcleo, que produz o calor.
    Para aquecer a coroa solar a vários milhões de graus e acelerar a centenas de quilômetros por segundo os ventos solares que se propagam em todas as direções, inclusive em direção à Terra, é preciso energia, escrevem Scott McIntosh, do Centro Nacional Americano de Pesquisa Atmosférica, e outros pesquisadores na revista Nature.
    A temperatura alcança aproximadamente 6 mil graus na superfície do Sol e dois ou três milhões de graus na coroa, apesar desta última se encontrar muito mais longe do núcleo do astro, onde ocorrem as reações nucleares que produzem o calor.


    Hannes Alfven, um físico sueco que recebeu o prêmio Nobel em 1970, estimou que há ondas que transportam esta energia por linhas do campo magnético que percorrem o plasma (gás com partículas carregadas com eletricidade) da coroa. Até agora não havia sido possível detectar a quantidade de ondas deste tipo necessárias para produzir a energia requerida.
    Imagens de alta definição ultravioleta captadas com muita frequência (a cada oito segundos) pelo satélite da Nasa Solar Dymanics Observatory (SDO) permitiram à equipe de Scott McIntosh detectar grande quantidade destas ondas Alfven.
    As mesmas se propagam em grande velocidade (entre 200 e 250 quilômetros por segundo) no plasma em movimento, indica em um comunicado o professor Marcel Goossens, da Universidade Católica de Lovaina, que participou da pesquisa.
    Estas ondas, cujo fluxo energético localiza-se entre 100 e 200 watts por quilômetro quadrado, "são capazes de produzir a energia necessária para propulsar os rápidos ventos solares e assim compensar as perdas de calor das regiões menos agitadas da coroa solar", estimam os autores do estudo.
    No entanto, isto "não basta para prover os 2 mil watts por metro quadrado necessários para abastecer as zonas ativas da coroa", acrescentam na Nature.
    Para isso, seriam necessários instrumentos com maior resolução especial e temporal "para estudar todo o espectro de energia irradiada nas regiões ativas".
    Além disso, seria preciso "entender como e onde estas ondas são geradas e dissipadas na atmosfera solar".