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sábado, 17 de setembro de 2016

AS OITO GRANDES TENDÊNCIAS DE MERCADO PARA O CRESCIMENTO DO MUNDO E DOS NEGÓCIOS(?) ATÉ 2020-




Oito tendências de trilhões de dólares para a próxima década

Grifos em negrito;Mônica F De Jardin

Turbulências diárias em escala global estão dando aos líderes e investidores muitas razões para agirem com cautela, já que eles precisam enfrentar grandes desafios constantemente. O aumento de dívidas soberanas, os mercados voláteis, a instabilidade de moedas, os impasses políticos e o crescimento estagnado ameaçam as economias dos países desenvolvidos. Enquanto isso, China, Índia, e outras nações emergentes se fortalecem, num dos maiores fenômenos econômicos das duas últimas décadas.De um ponto de vista tradicional, os sobressaltos atuais indicam mudanças profundas e estruturais que definirão a agenda dos negócios no futuro. Esperamos choques macroeconômicos nos próximos dez anos, com descontinuidades que modelarão as opções que as empresas terão para se adaptar e crescer. Apesar das manchetes assustadoras dos jornais e das tensões diárias do mercado, oito macrotendências de trilhões de dólares estão por vir na economia global . A busca das empresas e dos governos pelo potencial de crescimento das macrotendências será observada em todas as partes do mundo. Europa, Japão e Estados Unidos certamente enfrentarão um período de turbulências econômicas e crescimento lento, sobretudo na primeira metade da década. Entretanto, como iremos observar, metade das macrotendências afeta também os mercados emergentes, nos quais enxergamos oportunidades animadoras. Além disso, vemos com mais otimismo os mercados desenvolvidos e vislumbramos situações oportunas onde muitos analistas hoje não enxergam.

Uma mudança no crescimento global.

Ainda observaremos pontos de turbulência econômica, mas, mesmo assim, esperamos que a economia mundial cresça no longo prazo, a uma taxa anual de 3,6%, resultando em uma elevação do PIB mundial para o patamar de 90 trilhões de dólares em 2020—40% maior do que o atual. Os países em desenvolvimento serão, cada vez mais, as fontes do crescimento econômico mundial. Apesar das economias desenvolvidas gerarem hoje dois terços do PIB mundial, essa proporção cairá para 58% em 2020, uma variação considerável em um intervalo de tempo relativamente curto. O crescimento da população mundial em 750 milhões de pessoas, sendo quase todas de países emergentes e em desenvolvimento, será o responsável por cerca de um quarto do aumento do PIB. A elevação da produtividade responderá pelo restante, com o crescimento do PIB per capita em cerca de 30% durante o mesmo período. Apesar de esperarmos que os próximos anos continuem difíceis no mundo ocidental, conseguimos visualizar um caminho para o crescimento na segunda metade da década, especialmente se os governos começarem a enfrentar os endividamentos públicos e privados.

A Europa e os Estados Unidos contribuirão com oito trilhões de dólares adicionais no PIB mundial em 2020.

1-Macrotendência: o próximo bilhão de consumidores.

A riqueza crescente das economias dos países emergentes trará mais variedade de produtos de consumo a um grande número de novos consumidores. Apesar de ainda serem menos providos do que os consumidores da classe média das economias desenvolvidas, o fato de representarem um número bem expressivo e dedicarem uma parte cada vez maior da sua renda a uma maior variedade de produtos e serviços, um novo mercado de grandes proporções será criado. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 será de dez trilhões de dólares.

2-Macrotendência: infraestrutura antiga, novos investimentos.

Para renovar e revitalizar a economia dos países desenvolvidos, a infraestrutura essencial, cuja maior parte foi criada há mais de cinquenta anos, precisará ser reformada e ampliada. Frente a um cenário de finanças públicas sob pressão, haverá oportunidades crescentes para parcerias público-privadas. Nas economias emergentes, será necessário que a infraestrutura se desenvolva continuamente para acomodar o crescimento e definir as fundações da expansão futura. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 será de um trilhão de dólares.

Intensificação da disputa por recursos finitos.

O crescimento da população, o aumento das atividades industriais, a urbanização e a elevação da prosperidade provocarão uma luta por produtos básicos, em particular por alimentos, água, energia e commodities industriais, hoje sob domínio das economias desenvolvidas. As empresas deverão continuar investindo no planejamento de cenários para se prepararem para os choques e para manterem a flexibilidade dos seus modelos de negócios.

3-Macrotendência: militarização após industrialização.

Com o poder econômico se movendo para a Ásia, o poder político e militar também são movimentados. Na China, onde os gastos com defesa aumentaram nos últimos anos, em termos reais e como proporção do PIB, as despesas militares em 2010 atingiram o valor de 160 bilhões de dólares, um aumento de 6,7% em relação ao ano anterior, de acordo com os dados mais recentes disponíveis. Este investimento crescente está fazendo com que seus vizinhos respondam com mais investimentos em defesa, elevando o risco de conflitos nas rotas comerciais do Oceano Índico e do Mar da China Meridional. No curto prazo, o desenvolvimento militar apresentará oportunidades para vendas de armas dos fabricantes norte-americanos e europeus até que os países compradores possam aumentar a sua própria produção. Ao mesmo tempo, nações e empresas gastarão mais em medidas para enfrentar o risco crescente de terrorismo, ameaças de revoltas em zonas de conflito e o novo desafio da guerra cibernética. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de um trilhão de dólares.

4-Macrotendência: aumento crescente da produção primária.

O crescimento da demanda em mais países por petróleo e gás natural, grãos e proteína, água potável e minérios—como cobre, alumínio e metais de terras raras— provocará volatilidade nos preços e escassez momentânea de algumas destas commodities na próxima década. A volatilidade e a inflação dos preços das commodities aumentarão com o passar do tempo, pois além do aumento da demanda, esses insumos estão cada vez mais inter-relacionados. O milho, por exemplo, é um alimento, mas também uma importante fonte de etanol usado para transporte, e mais água está sendo desviada para uso na extra- ção de minérios e combustível, e este, por sua vez, será usado na dessalinização em novas fontes de água potável. O investimento em medidas de conservação, fontes alternativas e tecnologia aumentará em algumas áreas, porém novas fontes de combustível fóssil devem reduzir os incentivos econômicos em energia alternativa. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de três trilhões de dólares.

Populações mais inteligentes e mais saudáveis?

Potencialmente, o maior estímulo para crescimento no longo prazo é o desenvolvimento do capital humano, que move a economia e que pode vencer restrições de recursos. O crescimento da maior parte das economias emergentes ultrapassa neste momento os investimentos em saúde e educação de suas populações, criando potenciais restrições ao crescimento futuro, mas também oportunidades para preencher as lacunas existentes.

5-Macrotendência: desenvolvimento do capital humano.

A enorme migração da população do campo para a cidade alterou a paisagem das economias de rápido crescimento, porém a infraestrutura social não melhorou na mesma velocidade. A ampliação do acesso à educação e a melhoria da sua qualidade nos próximos dez anos serão fatores chave para esses países realizarem com sucesso a transição para uma economia de indústria e serviços de maior valor agregado e baseada em tecnologia. Da mesma maneira, a construção de um sistema de saúde básico e de uma rede de segurança social mais forte absorverá uma proporção muito maior de investimentos do que no passado. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de dois trilhões de dólares.

6-Macrotendência: manutenção da saúde dos mais ricos.

Com a população das economias desenvolvidas envelhecendo, surgirão mais e melhores tratamentos médicos, além de mudanças nos sistemas de pagamento para elevar a eficiência do gasto com saúde. Tudo isso estimulará, nos governos, a inovação e as reformas. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de quatro trilhões de dólares.

Uma nova onda de inovação tecnológica.

Já começamos a observar inovações que alterarão a maneira como se vive e se trabalha nas economias mais desenvolvidas e que vão impulsionar a nova geração de empreendedores. Tecnologias, como as impressoras nD, desencadearão avanços na manufatura, possibilitando a produção de pequenas quantidades de produtos altamente personalizados, com custos cada vez menores. Melhorias contínuas nos sistemas de comunicação e nas tecnologias de rede darão mais mobilidade às pessoas. Estimuladas por tais inovações, as economias mais desenvolvidas, hoje em lento crescimento, poderão acelerar na direção de uma nova trajetória de desenvolvimento na próxima década.

7-Macrotendência: tudo igual, mas melhor(?)

Cada vez mais, a inovação acontecerá de outras maneiras, além das tecnologias recentes, como o iPad e o Twitter, por exemplo. As empresas investirão mais em inovações sutis (“mudanças de hábito”), ou seja, oferecerão produtos e serviços premium para consumidores mais ricos como substitutos para compras comuns, itens melhores e que demandam maior preço e uma grande variedade de produtos de nicho de mercado. Essas mudanças atingirão os nossos hábitos mais básicos, desde a maneira como tomamos café até a forma como compramos roupas. Empresários inovadores criarão negócios com base nestas idéias. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de cinco trilhões de dólares.

8-Macrotendência: preparação para a próxima grande novidade.

As inovações tendem a acontecer em ondas, e cinco potenciais plataformas prometem florescer nos próximos dez anos: nanotecnologia, biotecnologia/genômica, inteligência artificial, robótica e conectividade onipresente. Em muitos casos, os desenvolvimentos das tecnologias vão se ajudar mútuamente. Os avanços em nanotecnologia, por exemplo, contribuirão para melhorar o potencial computacional necessário para novas descobertas em inteligência artificial. À medida que as tecnologias deixam de ser conceitos de pesquisa e protótipos e passam a ser utilizadas em produtos de consumo acessíveis e em novos processos de fabricação, elas melhorarão a eficiência de maneira decisiva e acelerarão o crescimento, o que acontecerá sobretudo no fim da década. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de um trilhão de dólares.

Ao analisarem como devem se posicionar para melhor se beneficiarem das oito grandes macrotendências, as empresas precisam considerar as seguintes implicações:

• O próximo bilhão de consumidores não será só “mais um bilhão”. Eles são e continuarão a ser, durante esta década, diferentes dos consumidores dos mercados mais desenvolvidos, com renda média familiar anual bem abaixo de vinte mil dólares. Esse mercado possui potencial para grandes volumes de vendas de produtos com preço acessível e representa uma grande oportunidade para influenciar o gosto daqueles que passarão a fazer parte da classe média nos próximos anos. Contudo, devido a sua baixa renda, os consumidores do mercado emergente procurarão por produtos distintos daqueles visados pelos consumidores dos mercados mais desenvolvidos. Para atingir os novos consumidores de maneira eficaz, as multinacionais precisarão de uma estrutura de custos diferente.

Não desista do Ocidente.

Mesmo que estejam passando por uma incrível expansão econômica, China e Índia, juntas, contribuirão com um pouco mais de um quarto do crescimento de 14 trilhões de dólares em consumo previsto para a próxima década. Os Estados Unidos e outras economias desenvolvidas contribuirão com seis trilhões de dólares, ou mais de 40% do total, e continuarão a representar a maior parte da classe média alta mundial. O envelhecimento dessa população apresenta novos desafios, mas não o fim das oportunidades.



• Inovações sutis gerarão lucros. A próxima década premiará negócios criativos e que inovarão ao transformar produtos e serviços existentes em ofertas premium. As possibilidades de criação de algo novo são tão grandes quanto a imaginação dos inovadores e podem englobar de alimentos e eletrodomésticos até transporte e entretenimento. Elas aparecem em conceitos de vendas de varejo,como fast fashion e fast food. Também são visíveis em recreação, lazer e serviços pessoais, e até mesmo em utilidades públicas, onde a desregulamentação está criando boas chances para que as corporações diferenciem seus serviços em outros aspectos além do preço. Inovações sutis podem ser ainda mais poderosas quando se inter-relacionam com as grandes inovações, como no caso da telefonia móvel e das redes sociais, por exemplo. Quase toda companhia precisará investir em inovações sutis ou em marketing, atendimento ao cliente e outras técnicas que contribuem com o processo de criação de novidades. Caso contrário, será superada pela concorrência.

• A “guerra por talentos” se intensificará. O envelhecimento da população no Ocidente e o desenvolvimento econômico contínuo da China e da Índia resultarão na escassez de gestores competentes, o que será percebido no mundo todo. As corporações também disputarão os talentos com outras oportunidades de empreendedorismo, que buscarão atrair trabalhadores jovens e bem preparados. Para continuarem globalmente competitivas, as empresas precisarão atrair, desenvolver e manter os grandes talentos. Parte da solução será o desenvolvimento de modelos de trabalho flexíveis, que possam atender aos mais experientes e aposentados e às mulheres, de forma que possam equilibrar carreira e família. Será necessário às corporações dedicar uma energia significativa em gerenciamento durante os momentos de instabilidade econômica, que podem aumentar nos próximos anos. No entanto, conforme enfrentam as turbulências no curto prazo, elas também irão querer concentrar recursos e se posicionar para capitalizar nessas macrotendências de longo prazo.

O que está por trás da tendência?

• A China, seguida pela Índia e por outras economias asiáticas emergentes, está criando uma vasta população de consumidores, cujo crescimento continuará na próxima década.

• Esses consumidores ultrapassarão o nível de renda familiar de cinco mil dólares anuais. Alguns chegarão a fazer parte da “classe média global” e comprarão ainda mais.

• Ainda assim, essa classe média será considerávelmente mais pobre do que a classe média atual das economias desenvolvidas. Na China, por exemplo, a renda máxima atingirá cerca de 18 mil dólares por ano, aproximando-se mais de uma Polônia gigante do que de um Estados Unidos.

• Como resultado, as economias desenvolvidas ainda serão responsáveis por 40% do crescimento do poder de consumo

O que isso significa para os negócios?

• Trata-se de um mercado grande, mas com preços muito mais baixos. Devido ao nível de renda relativamente inferior dos novos consumidores, os produtos e serviços oferecidos serão diferentes daqueles vendidos aos consumidores das economias desenvolvidas.

• As empresas precisarão focar nos mercados emergentes com uma estrutura de custos diferente. Deve-se esperar que os preços permaneçam baixos, e não que subam para todos os produtos.

• As companhias terão uma oportunidade única para criar impacto sobre as preferências daqueles que começam a ingressar na classe média.

O que está por trás da tendência?

• Grande parte da infraestrutura mais importante dos países desenvolvidos foi construída há mais de cinquenta anos e precisa ser substituída.

• Com os recursos públicos sob pressão, as oportunidades para parcerias público-privadas deverão aumentar, caso haja retornos financeiros atrativos. Já pode ser observado um crescimento da privatização das estradas com pedágio, por exemplo.

• As nações em desenvolvimento também precisarão de nova infraestrutura e novos investimentos. Por exemplo, apesar do predomínio da conectividade do tipo wireless, as limitações da sua largura de banda não permitem que ela substitua as novas e caras linhas de fibra ótica em todos os casos.

• A China, a maior economia em desenvolvimento, já pode estar sofrendo pelo excesso de investimentos ou descompasso da infraestrutura.

• Por outro lado, em outros emergentes, como o Brasil e a Índia, os gargalos no setor ainda são imensos

O que isso significa para os negócios?

• Haverá grandes oportunidades de investimento de baixo risco em mercados desenvolvidos e em desenvolvimento por meio de parcerias público-privadas.

• As oportunidades em outros países, onde os governos ainda manterão controle sobre o financiamento e os investimentos em infraestrutura, serão limitadas ao fornecimento de suprimentos e às vendas de equipamentos pesados.

O que está por trás da tendência?

• A China está expandindo sua força militar para proteger sua cadeia de suprimentos, pois o seu crescimento depende da importação de matérias primas e componentes.

• Os investimentos da China estão fazendo com que os do Japão, Índia e outros países também aumentem. Mais investimentos no setor militar criam elevados riscos de conflitos armados na região. Seria inusitado passar uma década inteira livre de conflitos militares.

• Históricamente, o mundo confiou na vigilância das rotas do Pacífico pelos Estados Unidos. Apesar das economias locais estarem cada vez mais preocupadas em proteger o Oceano Índico e o Mar da China Meridional, a segurança do Pacífico permanecerá dependente dos Estados Unidos na próxima década


Haverá uma boa chance momentânea para as nações produtoras de armas venderem-nas aos países em desenvolvimento. O total de vendas de armas das cem principais empresas de armamentos aumentou 8% entre 2008 e 2009, atingindo 401 bilhões de dólares. Além disso, 78 dessas cem companhias (e 92% da receita total) estão localizadas nos Estados Unidos e na Europa Ocidental. • Considerando sua importância estratégica, a produção militar, com o passar do tempo, ocorrerá provávelmente dentro das fronteiras de cada país, limitando as oportunidades de longo prazo das empresas de armamentos multinacionais. ; As corporações que dependem das cadeias de suprimentos que passam pela região da Ásia e Pacífico devem considerar os riscos de instabilidade política e militar, bem como opções alternativas de suprimento no caso de uma emergência.

O que está por trás da tendência?

• A demanda por todas as commodities aumentará. O consumo de petróleo, alimentos, água e minérios eleva-se em função do crescimento da população, mas vem sendo amplificado também pela industrialização das economias emergentes.

• As commodities estão sob pressão, não apenas por causa do aumento da demanda para uso convencional, mas também em razão do crescente uso alternativo. O milho será utilizado como alimento e na produção de etanol, por exemplo. A água será necessária para consumo e para produção agrícola e energética.

• Apenas uma pequena lista de commodities poderá passar por limitações nesta década, porém, para todas elas, os preços crescentes e a volatilidade serão, muito provávelmente, a regra. O fornecimento de minérios se ajustará de forma gradual para atender à necessidade, mas não até o fim da década. Já para responder à demanda de alimentos, será necessário um período contínuo de melhoria da eficiência da produção a fim de evitar a alternativa: aumento constante dos preços desses itens.

O que isso significa para os negócios?

• Pressão para o aumento do preço das commodities nos próximos dez anos, exceto o do petróleo (apesar de o preço da energia poder se tornar bastante volátil).

• A volatilidade dos preços em geral aumentará, em parte refletindo o excedente mundial de capital financeiro buscando retorno dos investimentos, o que ampliará alterações de demanda e preço.

• A escassez do cobre e dos metais de terras raras será, provávelmente, o maior desafio das empresas, e não a falta de energia, água e alimentos.

O que está por trás da tendência?

• Os países do “próximo bilhão de consumidores” precisam investir na sua infraestrutura social (saúde e educação) ou correrão o risco de se desenvolverem menos do que os países com economia mais bem equilibrada, tanto em termos de produtividade da força de trabalho como de poder aquisitivo dos consumidores.

• Para criar uma classe consumidora na China (seguida pela Índia e Indonésia), serão necessários investimentos em saúde e educação. A população, que está envelhecendo, precisa de economias adicionais para sustentá-la na aposentadoria ou de alternativas de assistência públicas.

• Em economias desenvolvidas o crescimento será maior nos setores de tecnologia e assistência médica, que precisam de mão de obra qualificada e espírito empreendedor. Aqueles que não tiveram acesso à educação terão cada vez menos oportunidades nos países desenvolvidos.


Espera-se escassez de talentos na área de gestão durante um período nos mercados emergentes, pois o crescimento econômico deverá ultrapassar o aumento da mão de obra qualificada local, e os administradores dos países desenvolvidos preferirão cada vez mais o empreendedorismo. Empresas que planejam expandir para esses mercados precisarão recrutar talentos o mais cedo possível e investir em treinamento e retenção.; Nas economias desenvolvidas, a escassez de talentos significará mais e melhores oportunidades de carreira para os profissionais de idade mais avançada e para os recém-graduados, cuja maioria é hoje formada por mulheres.

O que está por trás da tendência?

• Nos mercados desenvolvidos, a população cada vez mais velha, e o aumento dos índices de doenças crônicas, como obesidade e diabetes, continuarão a elevar as despesas com assistência médica. A expansão contínua da assistência médica como “bem de consumo” também criará demandas por novos produtos e inovações em serviços e, em alguns casos, aumentará o escopo do que é considerado cuidado necessário.

• A recente recessão econômica e a necessidade de reformas fiscais criarão pressões significativas nos preços para os contribuintes dos setores público e privado. As respostas devem variar, mas incluirão uma mistura de controle direto dos custos, definição de protocolos para utilização de assistência de saúde e a busca por modelos integrados que alinhem melhor os incentivos. Na melhor das hipóteses, esses esforços reduzirão o aumento dos custos ao mesmo nível do crescimento do PIB.

O que isso significa para os negócios?

• Os lucros permanecerão sob pressão em todos os setores, mas haverá oportunidades significativas para inovação.

• Produtores de equipamentos, centros de assistência médica e usuários pressionarão para que a oferta de assistência médica melhore. Mais eficiência, custos per capita reduzidos e mais transparentes, além de melhorias mensuráveis no estado dos pacientes, continuarão a dar excelentes retornos.

• Para reduzir a exposição a reembolsos, as empresas e os investidores financeiros verão oportunidades em produtos e serviços de assistência médica mais orientados ao consumidor e pelos quais os pacientes estarão dispostos a pagar a mais.

O que está por trás da tendência?

• Nas economias avançadas, uma proporção significativa do crescimento do PIB virá da ampla variedade de melhorias adicionadas às ofertas existentes.

• As inovações sutis, que são melhorias possíveis de ser geradas a partir de mudanças de processos, modelos de negócios ou de novas percepções do mercado e/ou consumidor, serão particularmente importantes. Elas não costumam fazer parte das definições tradicionais de inovação, mas se tornarão cada vez mais comuns.

• O resultado das inovações sutis será o aumento do consumo total, incluindo o consumo de bens não físicos (intangíveis), em contraste com a mera inovação em eficiência, que apenas diminui custos e níveis de preços.

O que isso significa para os negócios?

• Para as corporações, o compromisso no investimento em mudanças de hábitos não é apenas uma necessidade competitiva, mas também criativa: elas produzirão novos e grandes mercados, fora dos antigos e sobrecarregados.

• Marketing, pesquisas com o consumidor, melhorias no processo e inovações no modelo de negócios continuarão a ser importantes na criação de mais valor econômico, muito além de apenas ajudarem a “roubar uma fatia do mercado”.

• Os serviços, sobretudo os prestados ao consumidor, estarão fadados a um crescimento rápido e diversificado, em resposta à explosão da diversidade de produtos oferecidos.

O que está por trás da tendência?

• Inovações importantes, como ferrovias, eletricidade e internet tiveram um impacto bem maior do que o esperado, provocando mudanças muito além do seu uso imediato. As ferrovias formaram a base da rede telegráfica, além de proporcionar um meio de transporte mais rápido e mais confiável, por exemplo.

• Esses tipos de descoberta liberam recursos e substituem a mão de obra ao automatizar funções físicas, intelectuais, ou ambas.

• Desenvolvimentos atualmente em curso indicam inovações, mas elas estão a pelo menos dois passos da comercialização. Exemplos incluem robôs que realizam serviços domésticos, impressoras 3D para protótipos feitos em casa e inovações em nanotecnologia em uma ampla gama de aplicativos, incluindo produção industrial e área da saúde.

O que isso significa para os negócios?

• Grandes apostas—e grandes ganhos—no horizonte.

• Um sistema financeiro que orienta o capital em direção aos melhores investimentos e oportunidades, como fazem os investidores de capital de risco nos Estados Unidos, pode oferecer vantagens ao alimentar estas conquistas. Grandes investidores, como fundos soberanos, poderiam usar seus volumosos recursos na criação de incubadoras ou portfólios de idéias, de forma similar ao que faz a indústria farmacêutica para desenvolver novas drogas, por exemplo.

Fonte; As oito grandes tendências de crescimento até 2020 | Bain & Company, Inc.

Consulte para saber mais;http://www.bain.com/offices/saopaulo/pt/who-we-are/index.aspx

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CONCLUSÃO;-

Daqui a poucos anos, exatamente em 2020, os seres humanos terão vários computadores; As máquinas estarão presentes em todas as nossas atividades e vão conseguir saber o que queremos, serão cada vez mais autônomas e inteligentes e até poderão constituir uma companhia(?). Com será o nosso mundo em 2020? Foi a partir desta pergunta que 45 acadêmicos de diferentes áreas do saber (informática, ciência, sociologia e psicologia) elaboraram um relatório para a Microsoft, intitulado: “Being Human: Human Computer Interaction in the year 2020”.Os especialistas tentaram saber, com base na evolução e na atual situação da tecnologia, de que forma os valores e as condutas humanas mudaram ou vão mudar, tentando traçar uma previsão para o ano de 2020(?) Um das conclusões apontadas é que a forma como interagimos com os computadores vai atingir uma diversidade nunca antes vista. Se agora a maioria das pessoas ainda usa o “velho” teclado, daqui para a frente outras formas de interação vão começar a aparecer, procurando usar as características mais naturais do ser humano, como o toque e a voz. Um dos exemplos dados no relatório, é o Nintendo Wii, que permite controlar a máquina através dos movimentos corporais. A proliferação dos celulares é outro fenómeno tecnológico apontado pelo relatório; em 2020 serão poucas as pessoas no mundo que não terão acesso ao telefone móvel. Um exemplo como um provável futuro para estes aparelhos é o iPhone da Apple, que apresenta um toque, mais interativo e agradável. Além disso, os celulares assumem-se cada vez mais como computadores em tamanho reduzido, já que permitem navegar na web, ver fotos e vídeos e ouvir música. Para além dos celulares, outra máquina que será habitual na vida do ano de 2020 será o robô. Engana-se quem pensa que eles só estão presentes nos filmes de ficção científica, hoje já existem robôs que ajudam a cozinhar, que auxiliam na limpeza da casa e que servem até de animais de estimação(pasmem). Daqui há 12 anos, dizem os especialistas, os robôs estarão mais inteligentes e, devido ao desenvolvimento da inteligência artificial, serão capazes de saber, por exemplo, quais são os desejos do seu utilizador.(?);No ano de 2020, mais do que nunca as pessoas usarão os computadores de uma forma ou outra e recomendados pela gigante da informática, Microsoft. A tecnologia estará presente em todas as fases da vida, influenciando o crescimento, a aprendizagem, a família e até o envelhecimento.Noque toca à escola, em 2020, põe-se a possibilidade de todas as crianças terem o seu computador e de serem usadas novas tecnologias nas aulas, como quadros interativos. Os professores vão usar ferramentas como o Google e a Wikipédia para complementarem as aulas(?!). A participação dos encarregados de educação poderá ser também mais ativa devido às tecnologias. Quando chegarmos ao ano anunciado no relatório, já a população idosa saberá lidar com computadores, estes poderão ajudar a controlar, por exemplo, os níveis de colesterol e os batimentos cardíacos. A tecnologia vai também ajudar as pessoas mais velhas a terem uma vida mais ativa. No mundo virtual, poderão participar em redes sociais, por exemplo o Second Life(??), e no mundo real, poderão conduzir ou viajar com mais facilidade;A tecnologia tornará a relação entre governos e cidadãos mais complexa(??). No futuro, será cada vez mais difícil saber quem controla a informação. Assim como os governos usarão as tecnologias para mudar a forma como se faz negócios, também o público as usará para mudar os governos….será? O relatório alerta também que esta Nova Era que se avizinha, de “hiper-conectivdade”, pode causar “tecno-dependência”, o que pode fazer com que a tecnologia se torne uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que nos ajudará em muitas atividades, poderá retirar a autoconfiança.(!!)Com computadores cada vez mais “inteligentes” corremos o risco de perder o controle sobre nós e sobre mundo que nos rodeia(com certeza).Para os especialistas que elaboraram o documento, é necessário mudar a relação entre Homem e computador para que esta assente em bases sólidas. Para isso, é recomendada mais atenção dos Estados às políticas aprovadas em relação as questões tecnológicas e um olhar mais atento para os países em desenvolvimento, onde as novas tecnologias começam agora apopularizar-se.No livro do Conselho Nacional de Inteligência dos EUA– Como será o Mundo em 2020 – faz uma estimativa de que em 2020 haverá um sentimento mais profundo de insegurança, o qual poderá ser baseado tanto em percepções psicológicas como em ameaças físicas. Os aspectos psicológicos incluem preocupação com a segurança dos empregos, bem como temores relacionados à migração, entre populações locais e de imigrantes e o terrorismo e os conflitos internos poderão interromper o processo de globalização e aumentar significativamente os custos de segurança associados ao comércio internacional, à manutenção do policiamento de fronteiras, e afetar negativamente os padrões de comércio e os mercados financeiros;A antiglobalização e a oposição às políticas norte-americanas poderão reunir um grande número de simpatizantes, financiadores e colaboradores e poderemos ter grandes zonas de conflito por conta de um levante mundial com a contrapartida.O relatório prevê estratégias de comércio e investimentos, criações de mais mercados onde não existiam e mais, muito mais consumidores das coisas que estes mercados criarão, e tudo isso acontece por falta de uma consciência suficientemente desperta para rejeitar o que não serve e aproveitar o que pode servir para melhorar realmente a vida das pessoas-exatamente por não saber distinguir por falta de conhecimento de tudo e de si mesmo- e uma alienação completa do que significa ascender, transição planetária,busca espiritual e reforma do planeta e das suas instituições.Segundo os prognósticos, a ascenção continuará para muito,muito poucas pessoas e corre o risco de ficar para uma” próxima onda cósmica” para a população em geral do planeta….será?

Mônica F De Jardin

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Divulgação: A Luz é Invencível
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