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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ASTROLOGIA E AS PROFISSÕES - PARTE II DE II - O ASCENDENTE E SUA IMPORTÂNCIA EM UM MAPA ASTRAL




Parte I: AQUI


Como fazer o mapa pelo computador: AQUI


O Ascendente é um dos principais pontos de estudo em um mapa astral. Ele está localizado na cúspide da casa 01, ou seja no início ou grau zero da casa 01 (cada um das 12 casas possui 30 graus cada uma, formando assim o disco zodiacal em sentido antihorário tendo 360 graus).


Justamente por ser em sentido antihorário, o Ascendente equivale ao amanhecer do Sol (que normalmente ocorre às 6 horas da manhã em todos os dias), já o Meio Céu (que é a cúspide da casa 10) equivale ao ponto mais alto do Sol ou meio dia em um dia comum).


Por essas razões o Ascendente tem esse nome, pois representa o ponto que está ascendendo no mapa zodiacal e encontrará seu ponto mais alto ao meio dia, quando o Sol está no meio do céu, sendo por isso tal ponto denominado de Meio Céu.


Sempre que eu interpreto um mapa astral eu gosto de utilizar dois métodos que considero muito eficazes: a astrologia kármica e a astrologia psicológica.


Na astrologia kármica a cauda e a cabeça do dragão, assim como o estudo de Kíron são fundamentais para descobrir causas de certos problemas a serem solucionados pela pessoa, que possuem uma origem kármica, mostrando uma clara identificação de que espécie de karma a pessoa terá que resgatar na atual encarnação.


Já no estudo da astrologia psicológica, o ascendente, a posição de Saturno e dos planetas transpessoais (Netuno, Urano, Plutão) descreve questões mais ligadas a conflitos que envolvem limitações e potencialidades do self da pessoa, complementando muitas explicações que surgem da análise da cauda e da cabeça do dragão (este último ponto também conhecido como caput draconis ou nodo lunar).


Basicamente o Ascendente mostra duas coisas básicas.


A primeira delas: ele mostra as características da máscara principal que todos nós utilizamos pra viver em sociedade.


Por exemplo: uma pessoa que está em uma festa, num emprego, ou em outra situação de profunda interação social, sobretudo com pessoas estranhas irá portar-se muito mais com as características do signo ascendente, (a partir da faixa dos 30 e 35 ele começa a exercer uma influência igual ou maior do que o signo solar, pois de tanto utilizar essa máscara ou condicionamento, ela vai adquirindo a forma do rosto, da imagem da pessoa), justamente por todos esses motivos, as outras pessoas que não conhecem alguém profundamente enxergam esse alguém muito mais com as características do signo ascendente do que com as características do signo solar.


Justamente após o retorno de Saturno (29 anos) e do retorno solar verdadeiro (33 anos) é que o Ascendente ganha essa maior força, pois esses retornos simbolizam novos nascimentos cíclicos, novas ascensões, que dão força ao Ascendente.


A segunda coisa básica que o Ascendente mostra é como a pessoa inicia novas tarefas, como encara novas situações, novos começos, pois é o ponto que simbolicamente marca o início de um mapa astral.


O signo ascendente (ou seja, o significado dos seus arquétipos estudados na Astrologia) define as expectativas e condicionamentos inatos que a pessoa apresenta quando vai iniciar algo, mostrando assim qual a forma provável que a pessoa agirá em uma nova situação, em um novo começo. Um ascendente em Áries tende a começar de forma impetuosa, sem dar muito ouvido a opinião dos outros, passando como um trator para atingir seu objetivo, mesmo que dê muitas cabeçadas e cometa muitos erros. Um ascendente em Leão tende a planejar um início triunfal, já pensando como poderá tornar-se líder e subir rapidamente em qualquer sistema de hierarquia que esteja inserido. Um ascendente em Virgem tende a planejar com o máximo de esmero o plano de realização que tentará fazer da forma mais organizada e perfeccionista possível. Um ascendente em Escorpião provavelmente buscará a forma mais polêmica de iniciar qualquer coisa ao mesmo tempo que tentará angariar e até mesmo manipular todos envolta para que apóiem suas idéias e objetivos.


Da mesma forma o signo do Ascendente mostra características que a pessoa precisa desenvolver para que possa estruturar bem a sua personalidade, sobretudo após a revolução de Saturno e do Sol para que alcance os objetivos mostrados no caput draconis (algo que normalmente se alcança entre os 50 anos e o final da existência carnal, na segunda revolução de Saturno e na segunda revolução solar). Áries por exemplo é regido por Marte, que traz uma energia de força, poder, competição, liderança, vigor físico ligado a sexualidade, ou seja, uma pessoa que tiver Áries no seu ascendente dificilmente vai ser feliz em um emprego ou em qualquer atividade social que não possa extravasar tais características.


Uma forma de compreender melhor esses arquétipos é analisar a tabela abaixo:


Sol (rege Leão) — seu interior, pai, marido, autoridade, vitalidade, senso de identidade. Questões negativas a serem solucionadas: excesso de orgulho, presunção e despotismo


Lua (rege Câncer) — emoção, mãe, esposa, instintos, receptividade, fertilidade, alimentos, padrões de hábitos. Questões negativas a serem solucionadas: dependência e tendência para melodramas


Mercúrio (rege Virgem e Gêmeos) — capacidade de comunicação, movimento, razão, intelecto, percepções sensoriais. Questões negativas a serem solucionadas: Indecisão, falta de objetividade, frivolidade.


Vênus (rege Touro e Libra) — amor, valores pessoais e materiais, justiça, artes, busca do equilíbrio, harmonia, necessidade de ser belo. Questões negativas a serem solucionadas: Superficialidade, materialismo, falta de liderança.


Marte (rege Áries) — força, poder, liderança, energia sexual, luta, competição, inquietação, pressa, impulsividade. Questões negativas a serem solucionadas: Teimosia, falta de planejamento, inconseqüência.


Júpiter (rege Sagitário) — expansão, liberdade, crescimento, prosperidade, estudo superior, esportes, viagens, novas culturas, filosofia de vida. Questões negativas a serem solucionadas: Falta de limites, fanatismo, espírito de “bon vivant” ou “don Juan”



Saturno (rege Capricórnio) — conscientização, amadurecimento, responsabilidade, disciplina, organização, ambição, limite, profissão. Questões negativas a serem solucionadas: Lentidão para iniciar algo, excesso de seriedade (pode ser rabugento), severidade, falta de limites para alcançar o status que almeja.


Urano (rege Aquário) — uma maior compreensão dos acontecimentos, criatividade, eletricidade, visão progressista, mudanças rápidas, renovação, busca de integração na coletividade. Questões negativas a serem solucionadas: Excessivo espírito reacionário, desprezo pelas tradições, falta de paciência e tato.


Netuno (rege Peixes) — sensibilidade, sonho, artes (música principalmente), mistério, ilusão, busca pela profundidade do sentir das emoções, necessidade de lidar com as emoções e dramas dos outros. Questões negativas a serem solucionadas: Complexo de mártir, tendência a melancolia e depressão, tendência para utilizar substâncias alucinógenas para fugir da realidade.


Plutão (rege Escorpião) — psiquê, transformações, regeneração, busca pela profunda compreensão de sensações inatas ligadas a dramas psicológicos (normalmente envolvendo rejeição e aceitação), manipulação, poder. Questões negativas a serem solucionadas: Violência, devassidão, manipulação, tendências ditatoriais, ego exacerbado.


Conhecer e trabalhar tais questões é um passo importante no processo de autoconhecimento que um mapa astral procura detalhar.


Tendo uma consciência maior das questões ligadas ao Ascendente e como podemos melhorar nossas atitudes em relação ao começo de novas empreitadas e enfrentamento de novas situações, outra informação interessante é identificar os pontos fracos do mapa, para trabalhar ainda mais situações que envolvam novas realizações, novas atitudes.


A casa na qual Saturno estiver indica aquele assunto no qual a pessoa é mais fraca ou incompleta, aonde ela provavelmente encontrará maior dificuldade para superar problemas, mas ao mesmo tempo possibilitará que ela se fortaleça e ganhe maior experiência nos assuntos dessa casa onde Saturno estiver.


Já os três planetas transpessoais ou exteriores (Netuno, Urano, Plutão) mostram no mapa, especificamente na casa que estiverem, as experiências mais impactantes, transformadoras que a pessoa irá vivenciar.


Kíron e a cauda do dragão (ponto em oposição no mapa ao caput draconis) também mostram experiências impactantes e transformadoras, mas estão mais ligados a questões de origem kármica, que normalmente são solucionadas pelas questões que a pessoa vivencia nos assuntos relativos às casas onde os três planetas transpessoais e Saturno estão alocados.


Vamos ver um pequeno resumo dos significados das casas:


Casa 1 — simboliza como você deseja ser percebido pelo outro, personalidade, aparência, começos, corpo físico.


Casa 2 — como você lida com as qualidades pessoais e materiais, capacidade de ganhar dinheiro, talentos interiores.


Casa 3 — comunicação escrita e falada, irmãos, vizinhos, pequenas viagens, estudos básicos, ambiente familiar.


Casa 4 — família, inconsciente pessoal, raízes psicológicas, imóveis, lar, terras, pais, infância.


Casa 5 — criatividade, amor, filhos, auto-expressão, divertimento, prazer de viver, aplicações financeiras de risco, jogos de azar, aventuras amorosas, passatempos.


Casa 6 — trabalho, cotidiano, saúde e a sua forma de lidar com patrão ou colegas de trabalho.


Casa 7 — como você vê os outros, casamento, sociedade, relações públicas, justiça.


Casa 8 — como você trabalha com os valores dos outros, recebimento de dinheiro por herança, aposentadoria, seguros,
impostos, transformações interiores e exteriores, pesquisa, ocultismo.


Casa 9 — estudo superior, religião, filosofia de vida, leis, viagens longas, importação e exportação, netos, sogros, ideais, parentes
distantes.


Casa 10 — social, profissão, status, fama, promoção, autoridade, ambição, objetivos sociais, reputação.


Casa 11 — amigos, grupos, fraternidade, ideais, sindicatos,clubes, desejos e esperanças, grandes organizações.


Casa 12 — mente inconsciente, dificuldades, limites, hospitais, prisões, inimigos ocultos, qualidades positivas e negativas em estado latente, problemas que não se consegue encarar.


De forma resumida temos os seguintes arquétipos para interpretar de forma mais ampla um mapa astral: Saturno mostra a fraqueza, os três planetas transpessoais apontam o caminho de fortalecimento com experiências mais intensas, a cauda do dragão mostra a natureza kármica que prende a pessoa a determinado condicionamento ou drama nesta encarnação, da mesma forma que Kíron mostra a natureza emocional desse drama. Sol, Ascendente e Lua mostram indicações de como esse caminho de regeneração será percorrido, Marte mostra como a pessoa usará o seu lado guerreiro e disposição durante essa trajetória. Mercúrio por sua vez mostrará a forma como a pessoa buscará pela via intelectual o apoio de outras pessoas para percorrer esse caminho de regeneração, Vênus por sua vez mostrará a forma como a pessoa buscará essas parcerias pela via emocional. E por fim, Júpiter mostra os facilitadores, as oportunidades, os “atalhos do caminho” trazidos na jornada que tem por objetivo levar ao ponto mostrado pelo caput draconis que representa o resgate kármico, a realização da missão pessoal a ser forjada na presente encarnação.







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