Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

PROJETO TRANSIÇÃO DA TERRA-A grande hora da mudança-Os grandes avanços na medicina para o futuro do homem-Em busca da longevidade assistida-Parte 6






Com a globalização aliada aos avanços da informática, a Medicina está vivendo um período de mudanças radicais. Avanços tecnológicos constantes, novos materiais, medicamentos e exames proporcionam tratamentos eficientes, obtendo prevenção ou cura de doenças antes consideradas irremediáveis.
Com relação à Medicina moderna, é certo que os avanços tecnológicos trouxeram benefícios irrefutáveis no diagnóstico e tratamento das doenças. Sem desconsiderar estas vantagens, é necessário, no entanto, evitar o deslumbramento ingênuo de alguns profissionais pela utilização de sofisticados exames, acreditando que o seu emprego produza uma Medicina à prova de erros. Sem dúvida, o médico atual domina técnicas de precisão e tem a sua disposição equipamentos sofisticados. Por outro lado, parece faltar-lhe uma correspondente capacidade na compreensão do doente como pessoa.
Tratar o doente é mais do que conhecer o doente. Embora o avanço tecnológico deva ser utilizado, as máquinas jamais poderão aquilatar e compreender o sofrimento do paciente, tampouco sanar os seus temores.Com o crescimento da tecnologia, a videoconferência está invadindo a medicina e, de forma benéfica, está criando uma forma de auxiliar os médicos. Por exemplo, tendo algum problema na resolução de algum caso de um paciente, pode-se transpor os exames e relatórios em uma videoconferência, fazendo então uma junta médica sobre o caso em questão, podendo haver uma solução com maior rapidez e segurança.Podemos também transmitir uma cirurgia por meio de videoconferência, pois caso não tenha um médico especializado no local, outros médicos poderão auxiliar na cirurgia dando pareceres técnicos. Algumas vezes, ouvimos nos noticiários sobre casos de pacientes que chegaram ao óbito devido à ausência de um especialista que pudesse operá-lo com urgência naquele momento, a videoconferência poderia ajudar nessa situação.

Avanços tecnológicos na Medicina já em curso e outras em estudo e implantação;

Ressonância magnética e tomografia de alta resolução, cirurgias robóticas, lentes de contato, lentes intra-oculares, implantes dentários, marca-passo, implante de válvulas cardíacas, stents, membros mecânicos, microcirurgias, quimioterapias com drogas novas e avançadas, radioterapia, implantes auditivos, transplantes de medula óssea,órgãos fabricados á partir de células-tronco e etc.

A Pesquisa Científica em Medicina

A Pesquisa Médica certamente continuará o seu crescimento exponencial nestes próximos anos. O número de investigadores aumenta em todo o mundo, os governantes estão conscientes das vantagens em se investir em pesquisa, as universidades no primeiro mundo continuarão a encarar a pesquisa como primordial, e países como o nosso, mais cedo ou mais tarde(?), vão reconhecer esta verdade. Neste enorme e diversificado contingente, os pesquisadores, com as vantagens dos progressos tecnológicos em automação, informática, nanotecnologia, e comunicação, certamente vão obter dados para consolidar os progressos atuais e fazer avançar as fronteiras do conhecimento muito além do que podemos imaginar. Dentro das pesquisas de ponta que se fazem atualmente vamos abordar quatro áreas que poderão suscitar fantásticos progressos médicos durante o século XXI.

O primeiro diz respeito ao que se convencionou chamar de Neurociências, com as investigações modernas sobre o sistema nervoso dando sinais de expansão e aprofundamento. O sistema nervoso que, na sua extraordinária complexidade, sempre se constituiu no reduto menos accessível da investigação médica, está sendo agora investigado com novas forças. Tudo indica que esta tendência continuará com sucesso crescente por muitos anos. O mecanismo da memória está sendo escrutinado com técnicas experimentais, balizadas em dados fisiológicos e bioquímicos. Vários processos patológicos na esfera psiquiátrica estão sendo explorados nos seus aspectos morfológicos, bioquímicos e moleculares. A neuro-farmacologia, que já apresenta resultados surpreendentes no tratamento da depressão, da esquizofrenia e da re-inervação é hoje um setor em franco desenvolvimento.Acreditamos que a humanidade ficará sabendo mais sobre a fisiologia dos neurônios, sobre as suas sínteses de proteínas estruturais e armazenadoras de dados, de enzimas, de hormônios e de polipeptídios neuro-transmissores, sobre seus fios condutores para os órgãos periféricos, suas estações intermediárias representadas pelo sistema nervoso autônomo, suas sinapses e receptores. Estes conhecimentos possibilitarão um salto de qualidade no diagnóstico e tratamento das doenças neurológicas e psiquiátricas.

Até a pouco se temia que os avanços tecnológicos na área de computadores e da produção de inteligência artificial fossem competir com a utilização do cérebro humano. O estudo deste último, que é muito mais complexo e sofisticado que o mais avançado engenho artificial que se possa imaginar, vai certamente trazer dados que beneficiarão as pesquisas tecnológicas, criando mais um ambiente de cooperação que de competição entre os dois setores que deverão apresentar progressos continuados ao longo do século XXI.



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O segundo tema pode ser designado como Ciência da Adesividade, um campo relativamente novo da Biologia Celular e Molecular. Não fosse a possibilidade das células aderirem entre si, os seres vivos formariam apenas geléias disformes. As células possuem uma espécie de velcro na sua membrana externa que faz com elas se colem entre si e com a matriz extracelular. Este fenômeno se dá pela presença das moléculas de adesão, que são também receptores químicos fazendo protusões na membrana externa das células. Graças aos progressos na produção de anticorpos monoclonais e da aplicação de técnicas da biologia molecular, estas moléculas de adesão estão sendo isoladas e estudadas. Elas têm um comportamento essencialmente dinâmico e podem surgir, serem modificadas ou suprimidas, conforme as circunstâncias ou os estímulos recebidos, com as mais variadas repercussões funcionais. As moléculas de adesão possibilitam a estimulação funcional, a migração, a ancoragem, a diferenciação fenotípica e a multiplicação das células. A capacidade da célula cancerosa de se movimentar, atravessar as paredes dos vasos e se localizar e proliferar em outros locais no processo de metástase tem muito que ver com as moléculas de adesão que se formam ou deixam de se formar. Nos processos inflamatórios é essencial que as moléculas de adesão se expressem na superfície das células endoteliais dos pequenos vasos sanguíneos para que os leucócitos possam aí aderir e migrar para combater as infecções. A inflamação é um processo básico, sendo denominador comum de muitas doenças. Mesmo a arteriosclerose e, por extensão, o processo de envelhecimento têm bases inflamatórias e esses processos poderão vir a ser mais bem conhecidos e controlados a partir de novos conhecimentos no campo da ciência da adesividade. Espera-se que vários processos ditos degenerativos possam sofrer uma intervenção importante com dados que estão sendo agora obtidos a respeito dos mecanismos de migração e diferenciação de células da matriz conjuntiva, dependentes da adesividade celular.

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Até pouco tempo atrás a Ciência da Adesividade nem era reconhecida como tal. Hoje cresceu de tal modo, já tem revistas e congressos próprios, e tudo indica que estará fadada a trazer grandes revelações no futuro, ao longo do século XXI. A terceira área diz respeito ao que se convencionou chamar de “Células Tronco” Ainda hoje causa celeuma nos mais altos escalões do governo americano a decisão sobre se as pesquisas com tecidos embrionários obtidos de abortos espontâneos devem ou não ser proibidas. Evocam-se argumentos de que tais pesquisas poderiam estimular a prática de abortos, além do argumento delas se imiscuírem em assuntos sobre a criação da vida, uma área tabu para muitos religiosos. As células embrionárias, altamente indiferenciadas, têm o potencial para se diferenciar em qualquer tecido ou órgão durante o processo de evolução intra-uterina. Os cientistas vêem a possibilidade de entender os fatores e os mecanismos envolvidos neste processo fundamental. Daí a possibilidade de que tais células tronco possam vir a ser manipuladas para reparar os órgãos e tecidos lesados ou para se transformarem in vitro em órgãos e tecidos geneticamente planejados, susceptíveis de serem implantados num novo hospedeiro, sem os riscos da rejeição imunológica. Nos anos 80 a TV nos Estados Unidos chegou a apresentar um filme científico em defesa da pesquisa com células embrionárias. Esta foi feita pela documentação de uma paciente portadora do mal de Parkinson, o qual havia sido praticamente curado após a implantação de células embrionárias no interior do cérebro da paciente. Esta, no auge da sua doença, não podia sequer se alimentar devido aos fortes tremores da sua doença. As células implantadas mantiveram sua viabilidade e produziram a dopamina necessária para corrigir os abalos musculares característicos da doença. Vários estudos básicos semelhantes estão sendo feitos visando os problemas relacionados com o implante de células embrionárias para a cura de doenças que resultam de falhas enzimáticas, para a correção do diabetes, do mal de Parkinson, da doença de Alzheimer, etc, mas os estudos básicos, visando o entendimento dos mecanismos íntimos envolvidos na diferenciação celular e no controle da multiplicação celular são complexos, mas cruciais.

Os progressos futuros são esperados mais nestes setores, que nas tentativas aplicadas e ainda precoces. Ao lado das pesquisas sobre células tronco embrionárias, vários estudos básicos são também esperados sobre as chamadas “”células tronco do adulto”. Nos primórdios históricos da patologia celular já havia a noção de que as células do organismo exibiam capacidade de regeneração e diferenciação em graus diferentes entre si, havendo algumas, como as do chamado sistema retículo-endotelial, que guardavam mais nitidamente a “memória” do mesênqima embrionário de onde provieram, podendo formar qualquer tipo de tecido conjuntivo. Daí se evoluiu para um conceito da existência, nos vários órgãos e tecidos, das chamadas células de reserva ou células basais, que poderiam reparar os tecidos e, eventualmente, também dar origem ao câncer. Hoje em dia estas células de reserva voltaram à tona e estão sendo estudadas nos seus aspectos básicos em vários órgãos, como no fígado (“células basais”), no sistema nervoso central (onde se documentou recentemente a possibilidade da regeneração de neurônios a partir das “células de reserva”) e na medula óssea, onde elas estão aparentemente mais concentradas. Espera-se que os estudos básicos prossigam vigorosos também nesta área das células tronco do adulto, onde numerosas aplicações práticas vêm sendo feitas com injeções celulares, com resultados variados e com fundamentos mais ou menos empíricos.
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A quarta área a ser aqui citada em último lugar é aquela que seguramente vai mostrar avanços mais substanciais no decorrer do século XXI. Trata-se da Ciência Genética, aquela resultante dos conhecimentos mais precisos e das possibilidades de manipulação dos genes, a que comumente se tem designado de engenharia genética. Desde a descoberta da estrutura do DNA, o material genético fundamental, feita por Watson e Crick em 1953, que os progressos no campo da Ciência Genética vêm num crescendo surpreendente. Hoje uma fração infinitesimal do DNA pode ser artificialmente ampliada e servir para o diagnóstico de doenças e para estudos científicos os mais variados. O fracionamento de setores específicos do DNA cromosomial com o auxílio de enzimas de restrição, a localização e identificação de genes dentro dos cromossomos, a possibilidade de incorporação dos mesmos no núcleo de outras células, vêm fornecendo perspectivas as mais fantásticas no campo da medicina. As terapêuticas gênicas, conseguindo a incorporação de genes selecionados de um doador normal no genoma de um receptor deficiente, visando a cura de doenças causadas pela deficiência de um determinado enzima ou fator, para a estimulação das reações imunes, já estão dando os seus primeiros passos. O fantástico trabalho de mapeamento do genoma humano, que já vem sendo feito, possibilitará conhecimentos esperados e inesperados acerca dos processos fisiopatológicos básicos, com profundas repercussões na medicina preventiva, preditiva, e curativa. O conhecimento de que os genes dentro dos núcleos estão sujeitos a uma fina inter-regulação está a indicar a possibilidade de conhecermos os detalhes mais fundamentais sobre o processo de multiplicação celular e sobre a origem do câncer, o que poderá levar à uma intervenção médica para a sua cura.

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Já sabemos que há genes produtores de fatores de crescimento e que promovem a multiplicação celular(protooncogenes) e outros que modulam ou reprimem estes mesmos genes. Esta fina regulação é essencial para que se dê a regeneração dos tecidos. Ela pode vir a ser alterada por fatores variados, tais como as radiações, os vírus, produtos químicos e até os raios solares. Os proto-oncogenes atuando sem oposição se transformam então em oncogenes e promovem o crescimento continuado e incontrolado das células, característico das neoplasias malígnas. Os segredos desta interação gênica podem ser desvendados e os elementos para intervenção médica podem muito bem ocorrer no século XXI, possibilitando para a humanidade o controle mais efetivo de um terrível flagelo, o câncer em suas variadas formas; Certamente estaremos lidando com uma nova medicina – a medicina regenerativa – em breve nos nosso dia-dia, que utilizará os conhecimentos desta área recém desbravada da medicina para buscar a regeneração de tecidos alterados por doenças degenerativas, daí trazendo a cura potencial de patologias que atualmente só possuem intervenções paliativas. Além disso, estaremos lidando com a integração da terapêutica com o genoma dos indivíduos no que se denomina atualmente de farmacogenômica.Saberemos se uma droga é capaz de atuar especificamente nas células de um determinado indivíduo, chegando-se á individualidade dos tratamentos de patologias como o câncer.

Medicina Assistencial

A crise da medicina assistencial é universal. Tudo decorre do fato de que ela está se tornando cada vez mais cara. Outro fator é o aumento crescente das populações. Mesmo nos países ricos os custos crescentes da assistência médica estão preocupando aos planejadores. Como disse recentemente um observador inglês: “A raiz do problema é estrutural. Ela é intrínseca ao sistema no qual uma coletividade médica em expansão, face uma população com predominância de pessoas sadias, é levada a medicar situações de normalidade, como a menopausa, convertendo riscos em doenças e tratando condições triviais com procedimentos sofisticados e caros. Os médicos e os ‘consumidores’ (usuários) de medicina estão encerrados num reino da fantasia onde todo mundo tem alguma coisa errada consigo e onde todos e qualquer coisa pode ser curada. Como consequência do crescimento da demanda e dos custos elevados dos equipamentos de alta tecnologia hoje utilizados, bem como da sua manutenção e renovação, e dos preços dos medicamentos, a medicina se tornou excessivamente cara, com o seu exercício se tornando cada vez mais impessoal e frio. O uso de aparelhos sofisticados, de alta tecnologia, passou a ser um modismo não só estimulado por fabricantes e revendedores, como exigido por clientes. O importante problema da indicação precisa de cada técnica muitas vezes é deixado de lado, o que pode tornar a atuação médica onerosa e inadequada. Sabemos que o charlatão é julgado pelos seus sucessos e o médico pelos seus erros. A exaltação dos erros médicos está também na moda nos nossos meios de comunicação. Isto faz com que a medicina moderna apareça aos olhos de muitos como um elefante branco, funcionando com espantosa ineficiência. O governo, os institutos de previdência, as companhias de seguro, as instituições beneficentes, não conseguem planejar mais uma assistência que satisfaça aos seus usuários. Enquanto isso a grande massa do povo pobre nos países menos desenvolvidos está relegada a uma medicina da idade média. A estrutura social de um país, com desigualdades e pobreza, que marginaliza uma parcela considerável dos seus cidadãos, faz muito mal à saúde pública. Com as evidências de consolidação do sistema democrático/meritocrático, com uma progressiva melhoria na distribuição da renda, poderemos esperar para um futuro ,a adoção de 4 prioridades fundamentais para a saúde : 1) Prioridade para aumentar e racionalizar os recursos para a saúde; 2) Prioridade para impulsionar os cuidados primários em saúde; 3) Prioridade para as medidas da medicina preventiva; 4) Por último, a prioridade mais prioritária de todas, que é aquela que visa incorporar todas as pessoas no processo produtivo, tornando-os verdadeiros cidadãos.

MEDICINA PREVENTIVA

Destas prioridades, é interessante analisar um pouco mais a situação da medicina preventiva. Nestas últimas décadas ela assinalou conquistas extraordinárias. A varíola tão desfigurante e temida nos seus terríveis surtos epidêmicos, foi erradicada da face da terra. A paralisia infantil está quase erradicada. Doenças da infância, como a coqueluche e o sarampo, estão se tornando raridades. As doenças infecciosas intestinais e pulmonares, causadoras das diarréias e pneumonias, as duas causas que juntas com a desnutrição são determinantes da alta mortalidade infantil dos países pobres, já estão na mira das medidas preventivas. As doenças cardiovasculares, primeira causa de morte nas áreas mais desenvolvidas do mundo, vêm sofrendo forte impacto na sua prevalência e morbidade, mais pela crescente prática do exercício físico, pelas mudanças nos hábitos alimentares e pela diminuição do tabagismo, do que pelos avanços da cirurgia com suas pontes de safena, transplantes e cardioplastias. As doenças valvulares não são mais o que costumavam ser, devido ao tratamento curativo e preventivo das infecções do trato respiratório alto com os antibióticos.

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Também a melhor arma de que se dispõe no momento contra a SIDA ou AIDS é a prevenção. Todos estes dados ainda dizem muito pouco do extenso campo e das amplas perspectivas da medicina preventiva. E impressionante como os feitos desta medicina poderosa e vitoriosa são pouco conhecidos do público em geral e até de muitos médicos. Já foi dito que a medicina preventiva não tem charme. Os meios de comunicação e o público, que ficam excitados e maravilhados com as notícias sobre bebês de proveta, transplantes de orgãos homólogos ou heterólogos, implantes de órgãos artificiais, não sabem colocar em uma perspectiva correta as vitórias da luta contra o câncer pela citologia preventiva, as vantagens do aleitamento materno para prevenir doenças na infância;Muitos médicos ainda têm a noção de que medicina preventiva é algo para ser utilizado pelo Ministério da Saúde nas suas campanhas sanitárias, não tendo a mesma significação no plano da medicina individual que ela tem no coletivo. A culpa não é deles, mas da nossa estrutura de ensino médico que enfatiza a medicina terciária, aquela do hospital e dos aparelhos de alta tecnologia, que por ser muito cara está na raiz da crise porque passa a nossa medicina assistencial.

Considerando esta e outras peculiaridades da medicina assistencial ,aqui vão algumas conclusões futurólogas: 1) a medicina privada individual, a medicina de consultório, seguirá a sua tendência atual para o desaparecimento, sendo substituída pelos pequenos hospitais e clínicas; 2) a medicina de massa será exercida em distritos sanitários, criados com o zoneamento das cidades para incluir um determinado numero de famílias residentes. Estas famílias estarão incluídas dentro de um plano de cuidados primários de saúde. Os cuidados serão prestados por uma equipe de saúde, onde, além do médico generalista, estarão profissionais para-médicos formando uma equipe cuja função é mais cuidar da saúde, que tratar das doenças. Sabe-se que 70% das pessoas que procuram os serviços de saúde e os consultórios particulares necessitam apenas de cuidados gerais, de orientação sobre maternidade, cuidados pré-natais, conselhos sobre alimentação, higiene, prática de exercício físico e prescrição de medicação simples. Serão aí aplicadas medidas gerais da medicina preventiva, tais como as imunizações e citologias preventivas; 3) os pacientes com problemas mais sérios serão encaminhados aos hospitais de pequeno, médio ou grande porte, conforme as circunstâncias. Aí estarão os especialistas, os aparelhos de tecnologia sofisticada. Esta divisão racional, que aliás não tem novidades, mas não está ainda devidamente implementada, vai cortar os custos com a assistência médica, possibilitar saúde para todos como seria desejável.



O FUTURO DO ENSINO DA MEDICINA

Em relação com estas mudanças, muitas coisas terão também que mudar, pois a medicina não existe livre no tempo e no espaço. Das coisas que devem mudar , uma é a formação dos médicos. As nossas escolas médicas vão ser pressionadas para reformas urgentes. Vão ser instadas a perderem o ranço de escolas técnicas e a se transformarem em verdadeiras instituições de ensino e pesquisa, com corpos docente e discente trabalhando em tempo integral, tendo como produto primário o médico generalista, que vai passar a ser requisitado pelo mercado de trabalho. Terá fim o ensino livresco, de detalhes, que será substituído pelo ensino dos princípios gerais, dos aspectos conceituais, dos trabalhos práticos, das comparações e ilacões, o qual deverá dar régua e compasso, embora não necessariamente erudição, ao jovem médico generalista. Nesta fase a orientação geral da nossa educação já deverá ter também mudado. Os estudantes são induzidos a memorizar uma gama infinita de informações que pouco têm a ver com o desempenho prático que dele se espera. Alguém já disse que eles são capazes de mencionar o nome correto de uma doença de fundo genético, rara e estranha, cujo único caso foi descrito na Suécia há uns 5 anos atrás, mas não têm a mesmo interesse ou curiosidade pela patologia regional. Por modificações que agora estão em curso nas escolas primárias em países pioneiros, pelo maior acesso do povo à educação, pelas ilhas de competência que surgem dentro das universidades, pela evolução/ascenção natural do homem e do seu meio, o sentido geral da educação médica deverá mudar radicalmente no século XXI.

FONTE;: Ciências, USP Online Destaque

Hoje em dia, a investigação em curso tem os seguintes objetivos definidos para o futuro:
Doenças infecciosas – desenvolvimento de vacinas, novas estratégias para identificar e controlar a doença e melhoria dos sistemas públicos de cuidados de saúde;
A fábrica de células – engenharia intracelular, identificação de genes para o desenvolvimento de novos processos e produtos, incluindo desenvolvimentos no domínio da biomedicina e processamento de desperdícios orgânicos ou da biomassa;
Envelhecimento das populações e incapacidade – estudo das doenças relacionadas com a idade, mecanismos celulares e moleculares do envelhecimento, estatísticas demográficas e epidemiológicas e melhores serviços de saúde pública para o idoso;
Nutrição alimentar e saúde – melhor qualidade dos produtos, testes que visam detectar contaminantes e o papel dos alimentos na manutenção de uma boa saúde;
Ambiente e saúde – estudos no âmbito das doenças e alergias relacionadas com o ambiente, novas ferramentas de diagnóstico, avaliação de riscos e prevenção dos efeitos nefastos do ambiente na saúde;
Atividades genéricas que visam compreender os mecanismos básicos da doença, ou seja: doenças crónicas e degenerativas, genomas e doenças de origem genética, neurociências e saúde pública em geral.
O que já é feito?Vários países já utilizam a TI (Tecnologia da Informação) como aliada na saúde.Num futuro não muito distante, as unidades de cuidados especiais, terão um arsenal tecnológico ao nosso dispor capaz de melhorar muito os processos internos e ,principalmente, a qualidade de vida dos pacientes.Poderemos ter imagens do corpo do paciente em tempo real sem que este necessite realizar uma tomografia, os equipamentos não utilizarão fios para sua comunicação com os pacientes e com as demais máquinas, teremos cartões e/ou chips com toda a nossa informação clínica que poderá ser interpretada em qualquer parte do mundo. Estes conceitos serão divulgados para as outras áreas da saúde conforme as necessidades de cada uma delas.
Corpo humano 2.0?

Com tanta tecnologia em nossos bolsos, casas e demais eletrônicos, não tenha dúvida de que o ser humano será o foco de muitas tecnologias. Todo o genoma de nossos filhos (ou talvez netos) será sequenciado antes mesmo que eles nasçam. Pesquisadores da Universidade de Washington já conseguiram sequenciar 98% do genoma com a saliva dos pais de um bebê.

Graças a esse tipo de avanço — que deve acontecer depois de 2060 —, será possível identificar doenças hereditárias antes que os sintomas apareçam, ou quem sabe teremos a possibilidade de ter descendentes perfeitos. É evidente que esse tipo de tecnologia custará muito caro, mas será algo que garantirá uma vida mais duradoura aos humanos.Até que essas novas gerações “perfeitas” cheguem, teremos a medicina presente em nossas vidas constantemente. A idéia de usar chips para monitorar a saúde de órgãos vitais e do cérebro é recorrente e não é tão difícil de acontecer. (Você teria acesso a todos os detalhes do seu corpo no seu smartphone!!).Exames seriam cada vez mais dispensáveis, visto que todas as informações sobre nosso corpo seriam fácilmente detectadas com os chips e alguns pequenos sensores. Esse uso da tecnologia poderia garantir que as pessoas evitassem a obesidade, a diabetes e outras tantas doenças(?).

A medicina vai nos trazer vida eterna?
Outros avanços que possívelmente veremos será a cura definitiva da AIDS, soluções menos radicais e mais eficientes para diversos tipos de câncer, implantes que poderiam reverter a paralisia, transplante de órgãos criados em impressoras 3D e assim por diante.Como tudo isso será possível? Bom, primeiramente, os cientistas vão mapear alguns quadrilhões de conexões (que possibilitam a comunicação entre neurônios) que temos em nosso cérebro. Muitas respostas para doenças mentais, questões de aprendizagem e outros assuntos que a ciência ainda não desvendou estão escondidas em nosso cérebro.Falando em medicina, devemos notar que, no futuro, muitos dos testes que hoje são realizados em animais poderão ser feitos em chips e órgãos artificiais. Com o avanço da computação, é só uma questão de tempo até que seja possível simular completamente órgãos humanos e ter respostas precisas sobre a reação em um paciente.

VIVENDO MAIS DE CEM ANOS…SERÁ?

Quem tem por volta de 40 anos de idade hoje, ou menos, pode ir se preparando: se os especialistas estiverem certos, suas chances de chegar aos cem serão muito maiores, e em condições muito próximas das que vive atualmente. Este acréscimo na expectativa e qualidade de vida virá de diversos avanços esperados para as próximas décadas em áreas como medicina regenerativa, células-tronco e biologia molecular que, segundo alguns, não vão só interromper o processo de envelhecimento como podem até revertê-lo.Nos últimos 100 anos houve um aumento da expectativa de vida em mais de 30 anos – lembra o neurocientista Stevens Rehen, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro ,”Agora, os cálculos são que, no próximos 30 anos, a cada ano que você vive, vai conseguir viver mais um em virtude do que está sendo descoberto e aplicado pela medicina. Há um avanço muito grande que mostra que há formas de subverter ou manipular essa expectativa de vida entendendo melhor como funcionam as células e o organismo”.

O importante é viver mais e bem

Segundo Rehen, o limite atual da vida humana foi dado pela pessoa mais longeva do mundo, a francesa Jeanne Calment, que faleceu em 1997 aos 122 anos e 164 dias de idade. Ele destaca, no entanto, que de nada adianta alcançar uma vida tão longa com um organismo decrépito.O importante não é só viver mais, mas viver mais e bem – diz. – A ciência está avançando e conseguimos entender cada vez mais como funciona o organismo e como se pode reverter alguns aspectos do envelhecimento. Não é para a pessoa criar nesse momento a expectativa de que vai viver 150, 200 ou mil anos, mas que, a partir da percepção do avanço da ciência, ela vai ter uma qualidade de vida muito melhor lá na frente.

Para Rehen, a chave da longevidade está nas pesquisas sobre os telômeros. Estruturas localizadas nas pontas dos cromossomos, eles funcionam como capas protetoras dessas extremidades, com um papel muito importante na manutenção da integridade do genoma. Os telômeros impedem, por exemplo, a fusão de terminais de diferentes cromossomos ou sua degradação por enzimas que, na falta destas estruturas, considerariam o material dos cromossomos como DNA danificado, desfazendo-os como um cadarço de sapato que perde o adesivo protetor de suas pontas. Recentemente, a cientista Maria Blasco, do Centro Nacional de Pesquisa de Câncer da Espanha, inventou um exame de sangue que pode mostrar o quão rápido uma pessoa está envelhecendo medindo o comprimento de seus telômeros. “Estamos conhecendo cada vez mais sobre os telômeros” – conta Rehen. – Há uma série de evidências científicas de uma relação direta entre a longevidade e o comprimento dos telômeros, isto é, quanto menores eles são, menor a capacidade da célula em se dividir. E, quando ela para de se dividir, começa o que chamamos de senescência, que seria a chave do processo de envelhecimento.


O ENVELHECIMENTO
Embora o envelhecimento seja um processo natural de desgaste do organismo, não há provas científicas de que ele não possa ser interrompido e seus danos reparados, reforça Aubrey de Grey, pesquisador da Universidade de Cambridge e fundador do projeto SENS (sigla em inglês para “estratégias para engenharia de uma senescência negligenciável”).No momento, há sim um limite para a vida humana, pois os processos químicos envolvidos na própria vida causam a acumulação de danos moleculares e nas células que a medicina ainda não pode reparar – explica. – Por outro lado, a medicina do futuro deverá ser capaz de reparar todos esses danos e, dessa forma, remover este limite completamente.

Criogenia Humana: A Vida Eterna É Possível?

Algumas pessoas pagam verdadeiras fortunas para terem seus corpos congelados após a morte, acreditando que no futuro, a tecnologia e a medicina estarão tão avançadas que poderão ter seus corpos ressuscitados.Cerca de 100 pessoas e alguns animais de estimação já utilizam o serviço e estão congelados em uma das únicas duas empresas que disponibilizam o processo. O preço, pela vida eterna, é um pouco salgado, mas existe a opção de preservação apenas da cabeça que é bem mais em conta.
A criogenia já é utilizada em células-tronco do cordão umbilical e em células-tronco embrionárias há alguns anos, mas isso só é possível, porque foram criadas substâncias químicas que impedem que o líquido existente dentro dessas células congele e cause uma rutura. Já para um humano formado, ainda não foram inventadas substâncias químicas que protejam toda a diversidade de líquidos existentes nas células.Além disso, para que a criogenia humana obtenha êxito, será necessário que no futuro exista cura para a doença que causou a morte da pessoa e que técnicas de descongelamento eficazes sejam desenvolvidas.E o quê acontece se a empresa responsável pelo armazenamento do corpo falir? Nas empresas de preservação de células-tronco há cláusulas no contrato afirmando que em caso de fechamento, o banco será transferido para outra empresa, mas esse ramo já está consolidado no meio científico e não há dúvidas de que sempre haverá empresas nesse segmento. Mas no caso da criogenia humana não há certezas de que as pesquisas continuarão.Algumas outras dúvidas têm cunhoreligioso.Na maioria das religiões, acredita-se que o ser humano é formado de matéria e espírito e que após a morte, a alma encontra seu descanso eterno. Portanto, como seria possível, do ponto de vista religioso, que uma pessoa voltasse após a morte?De acordo com a lei, apenas os legalmente mortos podem ser congelados e de acordo com os cientistas isso não significa que a pessoa esteja totalmente morta. A morte total é definida quando as funções cerebrais cessam já uma morte legal ocorre quando o coração para de bater, mas a pessoa ainda apresenta algumas funções cerebrais. Então, será que apenas pessoas nessas condições poderiam retornar à vida?A verdade é que há muitas perguntas sem respostas e nenhuma garantia, mesmo assim, existe uma fila de pessoas esperando para terem seus copos congelados após a morte.

Medicina poderá reparar danos

Em resumo, a perda de células em órgãos importantes do corpo seria revertida com terapias com células-tronco; as células malignas resistentes atacadas com toxinas genéticas ou imunológicas; células que se multiplicam demais seriam paradas até impedirmos que estendam os telômeros nas pontas de seus cromossomos; o “lixo” molecular do lado de fora das células seria movido para seu interior por ferramentas do sistema imunológico e o “lixo” molecular dentro delas, por sua vez, degradado por enzimas de bactérias; mutações nas mitocôndrias seriam reparadas com o uso de cópias de seus genes nos núcleos das próprias células; e a matriz intracelular seria restaurada para sua elasticidade da juventude com drogas que quebrem as ligações químicas indesejáveis que ela acumula.Mas o homem, desde que começou a evoluir, subverte a natureza. O ser humano é a única espécie do planeta capaz de subverter a “seleção natural de Darwin”. A discussão entre o que é natural ou não já caiu por terra desde que o homem começou a se organizar e aumentar a própria expectativa de vida.

Não existe receita milagrosa

Ainda serão necessárias muitas pesquisas para que o sonho de uma juventude eterna, ou pelo menos uma velhice prolongada e saudável, vire realidade. Enquanto os avanços da medicina regenerativa não chegam aos leitos dos hospitais e aos balcões das farmácias, o melhor é se cuidar, mantendo uma dieta balanceada, praticando exercícios físicos e reduzindo o estresse.
ALGUNS EXEMPLOS DE TERAPIAS ALTERNATIVAS Á MEDICINA CONVENCIONAL,PARA ESTUDO ,CONSULTA E PREVENÇÃO PARA UM FUTURO SAUDÁVEL

1-Aromaterapia

2-Cromoterapia

3-Cristaloterapia

4-Terapia Floral

5-Homeopatia

6-Radiestesia

7-Acupuntura

LEIA MAIS SOBRE ESTAS E OUTRAS TERAPIAS;MEDICINA ALTERNATIVAS-OPÇÕES DE CURA

(NOTA PESSOAL-Dados recentes mostram que estresse, sedentarismo e obesidade levam ao encurtamento dos telômeros Não existe uma receita milagrosa. O importante agora é conseguir viver o máximo possível com qualidade, pois a expectativa é muito boa para os próximos 30 anos baseado no que está acontecendo no mundo em termos de evolução da área de gerontologia. A quantidade de artigos e trabalhos é para deixar todo mundo bastante esperançoso e com expectativas boas de viver pelo menos mais 30 anos muito bem.)



UM PASSO DE CADA VEZ

Entre tantas descobertas que ainda estão por vir na área da medicina, pode-se dizer que uma em específico está para ser concretizada: conseguir fazer deficientes físicos, inclusive paraplégicos, voltarem a andar. Esta façanha está sendo desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC – USP), em parceria com a Universidade do Sul da Flórida.

Alta tecnologia: Os comandos de movimento serão enviados de um chip para um exoesqueleto

Os profissionais criaram um chip que é implantado na parte mais externa do córtex cerebral e, ao ser ativado com a ajuda de ondas de rádio, poderá comandar os movimentos da pessoa por meio de um exoesqueleto. “Até o momento, já temos os materiais para montar o chip e estamos projetando os circuitos eletrônicos que vão ao objeto. Depois, iremos testá-lo e verificar se não haverá rejeição entre as cobaias”, explica o professor Dilvan de Abreu Moreira, um dos responsáveis pelo projeto.A expectativa é de quem em 2030 o chip esteja totalmente liberado para uso em pacientes.



Parece simples, mas ainda são necessários muitos estudos. Segundo o professor Mário Alexandre Gazziro, que também faz parte da equipe, o tão aguardado teste com humanos só poderá ser realizado daqui a dez anos, pois é preciso ter total certeza de que não haverá riscos para as pessoas que passarão pelo procedimento cirúrgico. Além disso, quando o assunto é a fabricação do material em escala industrial, os pesquisadores são mais cautelosos. “Claro que o nosso objetivo é a comercialização, mas, em um primeiro momento, estamos desenvolvendo para ser um material de pesquisa nas áreas de neurociência e cibernética. A idéia é que os chips e receptores possam ser comprados prontos para uso em pesquisas”, sublinha Moreira. A expectativa é de que no ano de 2030 o chip esteja totalmente liberado para uso em pacientes, com todos os testes aprovados.

SOB MEDIDA

Por séculos, diagnósticos foram obtidos por meio dos sintomas percebidos pelo paciente ou descobertos pelo médico utilizando máquinas de digitalização, como raios x e ressonância magnética. Para encontrar a doença, primeiro os profissionais precisavam olhar para o sintoma. Após, para o tratamento, precisavam passar por um longo processo de tentativas até chegar ao medicamento ideal para cada caso. A tecnologia está caminhando para promover mudanças drásticas nessa área, levando a uma era de medicina participativa por meio da ciência baseada na informação. Médicos poderão utilizar inteligência artificial para diagnosticar doenças antes mesmo de os sintomas se manifestarem, partindo das predisposições genéticas de cada indivíduo, com tratamentos preventivos e personalizados.

Essa nova abordagem de terapia médica não é dominada por investigações feitas por meio de relatos do paciente, mas pelo diagnóstico precoce e com tratamentos e medicamentos individualizados. Os médicos do futuro terão uma visão integral de nosso corpo, com base em nosso histórico clínico completo. A medicina personalizada permitirá a customização e a combinação de medicamentos em paralelo à utilização de ferramentas de controle. Nossos smartphones poderão conter uma variedade de sensores capazes de monitorar pressão arterial, cardíaca, glicêmica, respiratória e, em breve, até mesmo hábitos intestinais e urinários. Uma vez que um sensor é colocado no corpo, atividades pessoais são registradas automaticamente para monitoramento e gestão médica.Recentemente, um grupo de cientistas desenvolveu uma maneira de editar genomas, o que pode ajudar a encontrar respostas para muitas doenças. Atualmente é possível substituir partes específicas do DNA das células fazendo com que uma doença seja enfraquecida ou que uma pessoa torne-se menos suscetível a ela, por exemplo. No caso do HIV, que é incapaz de infectar pessoas sem uma proteína específica, a edição do genoma poderia modificar parte específica do genoma, de modo que a pessoa não produza mais essa proteína e, consequentemente, não seja infectada pelo HIV.



Tecnologias de inteligência artificial também são capazes de analisar dados de milhões de pacientes e poderão determinar reações medicamentosas, transformando o modo pelo qual drogas são testadas e receitadas. O uso dessas tecnologias poderá afetar positivamente o desenvolvimento de novos – e mais eficazes – tratamentos de doenças. A terapia personalizada é um enorme progresso para a medicina. Combinando as tecnologias em ascensão no mercado, o sistema de saúde ideal poderá ser uma realidade. No futuro, o médico poderá planejar tratamentos e prevenir doenças com base em nossa informação genômica e em nosso estilo de vida.

LENTES INTELIGENTES

A tecnologia: Elas medem os níveis de glicose em lágrimas usando um minúsculo chip sem fio e um sensor de glicose miniaturizado, que estão incorporados entre duas camadas de material de lentes de contato gelatinosas. Futuramente, a medicação poderá ser administrada pelos olhos por um mês ou mais – tratamentos de glaucoma e de vários outros problemas oftalmológicos, além da entrega de antibióticos após cirurgia ocular, se beneficiarão da inovação.

No mundo real: Em parceria com a divisão de oftalmologia da Norvatis, o Google anunciou o protótipo de lentes de contato inteligentes para controle da diabetes. Colocada no olho, a lente utiliza as lágrimas do usuário para monitorar a quantidade de glicose presente no sangue e poderá obter um relatório de saúde personalizado de cada indivíduo. O dispositivo também poderá ajudar pessoas com “vista cansada”, restaurando o foco natural do olho para objetos próximos.


ADESIVOS CUTÂNEOS

A tecnologia: Biosensores adesivos que agem como um sistema de feedback digital de saúde, monitorando sinais vitais e fornecendo dados para decisões médicas mais precisas.

No mundo real: Universidade de Illinois Engenheiros da Universidade de Illinois desenvolveram um adesivo de pele biosensor com capacidade de monitorar a frequência cardíaca e outros sinais vitais, além de transmitir os dados em tempo real para um celular ou computador


CUSTOMIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS

A tecnologia: Criação de novas drogas e compostos químicos construídos conforme a necessidade do paciente com a utilização de impressoras 3D.

No mundo real: Cientistas da Universidade de Glasgow usam impressoras 3D para produzir drogas e compostos químicos. O equipamento opera uma seringa controlada robóticamente, que constrói objetos a partir de um gel e depois os mistura com produtos químicos e catalizadores. A customização de remédios na dose exata para cada paciente pode aumentar significativamente a eficácia do tratamento e a redução de efeitos colaterais.
BIOHAC KING

A tecnologia: Ao aproximar a biologia da ética hacker, é possível manipulá-la utilizando uma combinação de técnicas medicinais, nutricionais e eletrônicas.

No mundo real: Estudante da Universidade de San Francisco, Kay Aull construiu um pequeno laboratório em seu quarto para analisar uma mutação genética relacionada à doença do pai, que
fazia com que o corpo dele não se livrasse do excesso de ferro. Com as pesquisas em seu próprio corpo, a estudante encontrou genes com a mesma mutação encontrada no DNA de seu pai, porém também encontrou genes saudáveis derivados do DNA materno. Utilizando testes baratos, descobriu que, apesar de portar genes que contêm a mutação, a doença não se desenvolverá em seu corpo.


IMPRESSORAS 3D

A tecnologia: Técnica utilizada para a criação de objetos tridimensionais em microescala, permitindo alta precisão de prototipagem para produzir alimentos, produtos eletrônicos, medicamentos, fibras ou tecidos biológicos.

No mundo real: Oxford Performance Materials, empresa americana de materiais aditivos de fabricação avançada, foi uma das primeiras fabricantes a criar um implante impresso em 3D para substituir 75% do crânio de um paciente.
Holandesa recebe 1ª prótese de crânio feita em impressora 3D


Um hospital universitário da Holanda implantou, com sucesso, a primeira prótese de crânio feita em impressora 3D do mundo. O crânio de plástico foi colocado em uma mulher de 22 anos, há três semanas, na universidade UMC de Ultrecht.A mulher necessitava da cirurgia pois seu crânio estava se tornando mais espesso, comprimindo e prejudicando as funções cerebrais. Seu crânio havia ficado com cinco centímetros de espessura, enquanto um crânio normal tem espessura de cerca de 1,5 centímetro.A operação levou 23 horas e foi um sucesso, informou o hospital.A equipe médica responsável pela operação, liderada pelo neurologista Ben Verweij, decidiu substituir o crânio com uma prótese de plástico, produzida, com uma impressora 3D, por uma empresa australiana especializada.
“Os implantes costumavam ser feitos à mão, na sala de cirurgia, usando uma espécie de cimento que estava longe de ser ideal”, disse Verweij. “Com a impressão 3D, podemos fazer um [implante] para o tamanho exato. Isto não só tem grandes vantagens estéticas, mas as funções cerebrais do paciente muitas vezes se recuperam melhor do que com o método antigo”, completou.

Segundo o neurologista, a paciente já voltou ao trabalho e não apresenta mais os sintomas. O hospital diz que a técnica pode ser usada com pacientes que têm outros problemas ósseos ou para ajudar na recuperação de pessoas que sofreram ferimentos graves no crânio.Outros hospitais já haviam feito implantes de crânio com sucesso, mas esta é a primeira vez que um crânio completo foi substituído, disse o cirurgião.

Com informações do Dutch News.
UM DIA, NO FUTURO…(??)

Imagine que, logo após o nascimento de seu filho, o hospital faça um sequenciamento genético para identificar patologias que poderão se desenvolver ao longo da vida. Com o resultado, você descobre que ele terá grande possibilidade de ter epilepsia e problemas cardíacos. Sendo assim, ele receberá implantes subcutâneos capazes de monitorar constantemente sua atividade elétrica cerebral e administrar medicamentos diretamente em sua corrente sanguínea, remediando possíveis ataques epiléticos e prevenindo sua condição cardíaca.Mais do que isso: seu filho receberá um sensor que vai monitorar seu sangue e dados biométricos,indicando quantidades de nutrientes, glicose, colesterol, pressão arterial, batimentos cardíacos e temperatura.Esses dados serão enviados em tempo real para um registro médico, armazenando um diário completo de todos os seus dados físicos, úteis para qualificar e quantificar os tratamentos.
LEIA MAIS- Envisioning Technology e a One Health, descreve o panorama do futuro próximo, mostrando as perspectivas do horizonte médico tecnológico por meio de notícias, tendências e discussões.
www.futurodamedicina.com.br
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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Existem diversas expectativas acerca de como será a medicina do futuro.

Especula-se que a “medicina do futuro” vai ter mudanças radicais,respectivamente o nível da medicina molecular e da medicina particularizada. A medicina molecular, tal como a entendemos hoje em dia, faz uso do conhecimento do funcionamento das células e, em particular, do funcionamento das proteínas, da genética e da epigenética. O entendimento de como os processos que envolvem as células se desenvolvem não é suficiente ,é fundamental entender como esta estrutura é criada, se desenvolve e é modificada; o entendimento de como isso ocorre e, mais importante, como influencia o estado de muitas células ou moléculas na sua interação num dado tecido do corpo está ainda nos primórdios de seu desenvolvimento. A medicina molecular tem como meta a detecção precoce de doenças, ou seja, o seu objetivo é detectar e identificar as doenças nos seus estágios iniciais. A detecção precoce faz uso da combinação de agentes de contraste (contrast agents) – necessários para visualizar a estrutura e o funcionamento das células, em particular as células “doentes” – e de poderosas máquinas de visualização de estruturas do corpo, tal como aquelas que utilizam o positron emission tomography (PET), o raio X, o computer tomography (CT), e o magnetic resonance imaging (MRI).Outra visão importante defende que, possívelmente, a medicina integrada será a medicina do futuro, uma vez que representa a evolução do pensamento médico e é um reflexo na área da saúde da expansão da consciência do Ser Humano no seu processo evolutivo atual. A Medicina Integrada conjuga a Medicina Ocidental com a Medicina Tradicional Chinesa,Holística e Espiritual aglutinando áreas do conhecimento médico e técnicas terapêuticas chamadas de alternativas, mas bastante aceitas e difundidas, otimizadas em benefício do doente.A Medicina Ocidental será uma Medicina sobretudo curativa(com tecnologia avançada, enquanto que a Oriental aposta na prevenção da doença e na manutenção da saúde. Assim, a Medicina Integrada é a complementaridade, promovendo a saúde, prevenindo as doenças, tratando-as nos seus estádios mais iniciais e com um maior leque de métodos diagnósticos e terapêuticos ocidentais por um lado, e orientais não invasivos por outro, apostando em ambos e não desprezando nenhum, em benefício do doente.Outra novidade para o futuro é a Abordagem Médica Integrada,que avalia os hábitos e estilo de vida do paciente, dieta, atividade física, stress profissional e familiar, juntamente com os antecedentes pessoais e familiares, tentando ,desta forma, entender o contexto e os “porquês” da condição atual do paciente. A eficácia desta abordagem está comprovada em vários estudos recentes. A qualidade de vida de doentes cancerosos aumentou considerávelmente quando, para além da quimioterapia e da cirurgia, estes complementaram os seus tratamentos com dietas terapêuticas, homeopatia, fitoterapia, acupuntura, meditação e técnicas de relaxamento.A medicina une-se cada vez mais à tecnologia de ponta – robôs servem de assistentes de médicos, surgem sofisticados programas de diagnósticos por imagem, cirurgias e os pacientes já são monitorizados à distância.Este fenômeno não só cria novas profissões como exige a educação continuada dos profissionais da saúde.Quanto á implantação de chips médicos para efeito de monitoramento,chegamos á maior das polêmicas que desperta uma grande preocupação quanto á privacidade do indivíduo; esses dispositivos estão cada vez menores,do tamanho de um grão de arroz e podem conter um dispositivo de localização (GPS) e ainda armazenam dados de inúmeros tipos, tanto médicos como pessoais,bastando passar em um scanner para serem revelados.Essa tecnologia permite montar um sistema completo de vigilância(empresas,financeiro,hábitos e os médicos,que são as razões alegadas);isso é bastante preocupante,porque sabemos que estamos sendo manipulados por grandes corporações que tem interesses em saber o que fazemos para exatamente nos influenciar,sómente consultando estes dados fácilmente armazenados e consultados.O problema é que em relação á saúde, eles são extremamente úteis e cada vez mais necessários para uma agilidade de diagnóstico,além de úteis para o próprio usuário que pode consultar seus dados para consulta ou ainda salvar a própria vida em caso de emergência médica.O que fazer então diante de uma tecnologia que pode nos favorecer imensamente ou nos tolher irremediávelmente?Esse é o desafio para o futuro de uma raça que está avançando em tecnologia;utilizá-la para o bem do homem e não para escravizá-lo e torná-lo massa de manobra para mídia e governos manipuladores.O futuro dirá o que escolheremos,pois a responsabilidade,no fundo, está nas mãos de todos.

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL



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Bibliografia para consulta
Medicine of the future
Jacob Lieberman-PhD
A Nova Medicina
João Lobo Antunes
A medicina da imortalidade
Ray Kurtzwell
A dieta do futuro
Dr Hiroshi Rinya
Saúde Holística
Deborah Macmanners


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Divulgação: A Luz é Invencível