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domingo, 2 de agosto de 2015

ESTRELA INVASORA DO SISTEMA SOLAR (QUANDO O SEGUNDO SOL CHEGAR...)


Conheça a estrela que invadiu o Sistema Solar

Uma estrela invasora passou pelo nosso Sistema Solar há apenas 70 mil anos, de acordo com “uma nova descoberta dos astrônomos”. Nenhuma outra estrela chegou tão perto de nosso sistema (n.T. Até onde alcança o “conhecimento” dos nossos atuais cientistas).

Os astrônomos pesquisadores, integrantes de uma equipe internacional, dizem que ela chegou a ficar cinco vezes mais perto do que o sol/estrela nosso vizinho mais próximo, a estrela anã Próxima Centauri, da Constelação do Centauro.

Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Um sol/estrela invasora do nosso Sistema Solar foi descoberto pelos astrônomos (preparação da opinião pública para o inevitável ?…)

Paul Rincon-Editor de Ciência da BBC News

Fonte: http://www.bbc.co.uk/

O objeto cósmico, uma estrela anã vermelha conhecida como estrela Scholz, passou pela área externa do Sistema Solar, uma região conhecida como Nuvem Oort (*).


Nuvem Oort, que envelopa o sistema solar em seu interior e é composta de uma incontável quantidade de pedaços de rocha.

A estrela Scholz não passou sozinha pelo Sistema Solar, ela veio acompanhada por um objeto conhecido como uma estrela anã marrom (Brown Dwarf Star) – um corpo celeste que não tem a massa necessária para gerar fusão em seus núcleos e portanto não emite luz como o nosso sol.

Observações da trajetória da estrela sugerem que há cerca de 70 mil anos esta estrela invasora passou a 0,8 ano-luz de distância de nosso Sol.

A nossa vizinha mais próxima, a estrela/sol Próxima Centauri, da Constelação do Centauro, está a 4,2 anos-luz, por exemplo. A “descoberta” foi publicada na revista especializada Astrophysical Journal Letters.


Uma representação artística da estrela Scholz, que atualmente está a 20 anos-luz de distância

Muito Perto

Na pesquisa, os astrônomos liderados por Eric Mamajek, da Universidade de Rochester, Estados Unidos, afirmaram que têm 98% de certeza de que a estrela Scholz viajou pelo que é conhecido como a “Nuvem Oort Externa*”, uma região no limite do Sistema Solar conhecido como um depósito de detritos remanescentes da construção dos planetas do sistema solar que possui trilhões de pedaçosde rochas que são a origem dos cometas, meteoros e asteroides.

Esta região é como uma “casca” esférica que envolve o Sistema Solar e pode se estender até 100 mil Unidades Astronômicas, ou UA (uma UA é a distância entre a Terra e o Sol, cerca de 150 milhões de km).

Para determinar a trajetória da estrela, os pesquisadores precisavam de duas informações: a mudança na distância do Sol para a estrela (sua velocidade radial) e o movimento da estrela pelo espaço interestelar (velocidade tangencial).

{n.T.: (*) A Nuvem de Oort, é uma nuvem esférica de detritos que se acredita localizar-se a cerca de 50 000 UA, ou quase um ano-luz de distância do Sol. Isso significa que ela está a aproximadamente um quarto da distância da mais próxima estrela do nosso sistema solar, Proxima Centauri. O cinturão de Kuiper e o disco disperso, as outras duas regiões do Sistema Solar que contêm objetos transnetunianos, se localizam a menos de um milésimo da distância estimada da nuvem de Oort. A parte externa da nuvem de Oort define o limite cosmográfico do Sistema Solar e a região de influência gravitacional do Sol.

Acredita-se que a nuvem de Oort, que recebe o seu nome graças ao astrônomo holandês Jan Oort, compreenda duas regiões distintas: uma parte externa esférica e uma parte interna em forma de disco, ou nuvem de Hills. Os objetos da Nuvem de Oort são compostos principalmente por materiais voláteis como rocha, gelo, amônia e metano.


A Nuvem de Oort

Os astrônomos conjecturam que a matéria que compõe a nuvem de Oort tenha se formado perto do Sol, nos primeiros estágios da formação do Sistema Solar, e tenha se espalhado pelo espaço devido aos efeitos gravitacionais dos planetas gigantes.

Embora não se tenha feito nenhuma observação direta da nuvem de Oort, ela pode ser a fonte de todos os meteoros, asteroides e cometas de longo período e de tipo Halley que entram no Sistema Solar interior, além de muitos centauros e cometas de Júpiter. A parte externa da nuvem de Oort é pouco influenciada pela gravidade do Sol, e isso faz com que outras estrelas e a própria Via Láctea possam interferir na órbita de seus objetos dentro da nuvem e mandá-los para dentro do Sistema Solar interior. Dependendo de suas órbitas, a maioria dos cometas de curto período do Sistema Solar pode ter vindo do disco disperso, mas alguns podem ter se originado na nuvem de Oort}

A estrela Scholz atualmente está a 20 anos-luz de distância, ou seja, um sistema razoavelmente próximo. Mas, a Scholz demonstrou um movimento tangencial muito lento para uma estrela tão próxima.

Isto indica que ela estaria se distanciando de nosso sistema ou estaria vindo em nossa direção para um encontro próximo com o Sistema Solar no futuro.

As medidas da velocidade radial confirmaram que o sistema estelar binário está, na verdade, se distanciando de nosso sistema. Ao rastrear seus movimentos no passado, os cientistas descobriram a passagem próxima do Sol há 70 mil anos.


Tamanho estimado e quadro comparativo de diferentes corpos cósmicos

”Insignificante”

Uma estrela passando pela Nuvem Oort poderia causar problemas gravitacionais nas órbitas dos cometas daquela região, arremessando-os para trajetórias para dentro do nosso Sistema Solar. Mas, Eric Mamajek acredita que os efeitos da estrela Scholz em nossa vizinhança cósmica foram “insignificantes”.

“Existem trilhões de cometas na nuven Oort e há chance de alguns desses terem sido perturbados por este objeto. Mas, até agora, parece que esta estrela não desencadeou uma ‘chuva de cometas’ mais importante”, afirmou o cientista à BBC News.

A estrela Scholz passou relativamente perto, mas o sistema binário (a estrela anã vermelha e sua companheira, a anã marrom) tem pouca massa e estava passando em alta velocidade. Estes fatores combinados contribuíram para que o efeito da passagem da Scholz pela Nuvem Oort fosse pequeno.

Notícia publicada no jornal The Washington Post de 30 de dezembro de 1983 sobre a descoberta do corpo celeste estranho:


A seguir a tradução da notícia: Por Thomas O’Toole, publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1 “Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível. “Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 bilhões de milhas. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. “Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

Apesar de esta ter sido a passagem mais próxima já detectada de uma estrela pelos astrônomos, se trata de proximidade inédita da passagem desta estrela, e Mamajek acredita não ser incomum que estrelas se aproximem de nosso Sol. Ele afirma que uma estrela provavelmente passa nas proximidades da Nuvem Oort aproximadamente a cada 100 mil anos.

Mas ele sugere que uma passagem tão próxima como esta, ou mais próxima ainda, é, de alguma forma, mais rara. Segundo Mamajek, as simulações matemáticas mostram que um evento como o que envolveu a estrela Scholz ocorre, em média, a cada 9 milhões de anos.


Filme recente de uma explosão solar, feito pela sonda STEREO da NASA, no dia 28 de novembro de 2013, que revelou a existência de um aparentemente imenso objeto já dentro do nosso sistema solar.

“Então, é uma coincidência que nós tenhamos conseguido descobrir uma que passou tão perto nesses últimos 100 mil anos”, disse.

“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer “OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus 16: 2 e 3

Saiba mais sobre o assunto em:
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