Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

domingo, 2 de agosto de 2015

A UTILIZAÇÃO DO “BEM E DO MAL” COMO CRENÇA LIMITANTE





“Em crise, conceitos polarizados perderam espaço entre os homens e a sociedade”.

A filosofia é, desde sempre, o ambiente de encontro dos mais variados pensamentos. Ela é a indústria da criação e da modificação dos conceitos, e um conceito é aquilo que determina o modo como interpretamos qualquer acontecimento. Necessitamos deixar claro que não é a filosofia quem diz algo sobre alguma coisa. A filosofia não diz nada, ela se cria a partir do que é dito por aqueles que com competência têm o privilégio de serem os transmissores dos mais elevados modos de evolução do ser.É desde a antiguidade que os sábios se ocuparam com as vias do pensamento, gravando na história um processo de desenvolvimento ininterrupto da arte de interpretação. Os conceitos de Bem e Mal estão essencialmente circunscritos nesse processo histórico de meditação pensante. Bem antes da era cristã, vislumbramos estudiosos que se detinham com esses conceitos.

OLHANDO SOB A PERSPECTIVA DE UM MUNDO AINDA INVOLUÍDO EM SUA MAIORIA,não há nada que garanta que algo seja uma bondade ou uma maldade em si, sem antes haver um conflito de interesses. O que podemos notar (generalizando), é que nossas atitudes e nossa ética decidem-se por conceitos caracterizados préviamente á uma ação, sendo Bem e Mal algo já existente e norteador dessas mesmas ações. Assim, Bem e Mal podem ser caracterizados como algo circunstancial. Dois ou mais atos, aparentemente semelhantes, podem receber uma avaliação diferenciada, de acordo com a circunstância do acontecimento.

Podemos concluir, a partir do que foi dito, é que, para a filosofia, os conceitos Bem e Mal passam por um período de crise. Sua validade enquanto conceito, se sustenta de modo circunstancial no mundo de hoje,onde há inúmeros questionamentos acerca de quase tudo o que acontece. Ou seja, Bem e Mal não são nada de absoluto, de universal. É por isso que vemos quase todos dizendo: “Estamos perdendo nossos valores”, “Ninguém conserva as tradições”. O que parece é que esses conceitos chegaram ao ápice de suas caracterizações e ainda assim o ser humano não se tornou “melhor” do que poderia ser. Podemos dizer ainda que antes, quando Bem e Mal eram absolutos , bem definidos e dogmatizados, havia um conflito por algo declarado. Tinha-se “conhecimento” pelo o que se lutava,por A ou B. Hoje em dia, por sua vez, há ainda uma luta, mas não há nem mocinho, nem bandido.Excetuando-se óbviamente os casos clássicos do que seria mal, o resto se tornou circunstancial e absolutamente individual,ou seja, cada um faz seu próprio conceito de Bem e Mal.


Não há consenso se o Bem ou o Mal são intrínsecos à natureza humana. A natureza da bondade tem recebido muitos tratamentos; em um deles, o bem é baseado no amor natural, vínculos e afetos que se desenvolvem nos primeiros estágios do desenvolvimento pessoal; outro, afirma que a bondade é um produto do conhecimento da verdade. Existem diferentes pontos de vista sobre o porquê do surgimento do mal. Muitas religiões e tradições filosóficas concordam que o “comportamento malévolo” é em si mesmo uma involução, que resulta da condição humana imperfeita (“A Queda do Homem”). Por vezes, o mal é atribuído à existência do livre arbítrio e da vontade humana. Alguns argumentam que o mal em si baseia-se finalmente na ignorância da verdade (isto é, valor humano, santidade, divindade). Alguns pensadores do Iluminismo alegaram o oposto, sugerindo que o mal é aprendido como conseqüência de uma estrutura social tirânica(?).


Teorias da bondade investigam quais tipos de coisas são boas e o que a palavra “bom” realmente significa no abstrato. Como um conceito filosófico, a bondade pode representar a esperança de que o amor natural seja contínuo, expansivo e abrangente. Num contexto religioso monoteísta, é desta esperança que deriva um importante conceito do Plenum Cósmico/ Deus—como uma infinita projeção de amor, manifesta como bondade na vida das pessoas. Em outros contextos, o bem é visto como algo que produz as melhores conseqüências na vida das pessoas, especialmente em relação a seus estados de bem estar.Filosofando, se o homem tivesse sido criado perfeito(?), seria levado, fatalmente, ao bem: ora, em virtude o seu livre arbítrio, ele não é levado, fatalmente, nem ao bem nem ao mal. O Plenum Cósmico Criador “quis”(?) que fosse submetido às leis do progresso e evolução, e que, esse progresso fosse o fruto do seu próprio trabalho e esforço, a fim de que, dele, tivesse o mérito, do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é o fato da sua vontade.

Há quem afirme que a religião é fundamental para a formação da sociedade, para orientar as pessoas a seguirem o caminho do bem. Mas o que seria esse bem? A religião é uma fonte dogmatizadora de condutas. Muitas vezes priva os homens de agirem conforme sua consciência pura, para seguirem leis morais que lhes foram impostas. Ao nascermos já temos determinados o conceito de certo e errado, bem e mal, os 10 mandamentos a serem seguidos, os 7 pecados a serem repugnados. Com tudo isso pronto não paramos para pensar no que realmente acreditamos ou assentimos como certo e errado, bem e mal, mas seguimos o que nos é imposto por puro comodismo e rotina, afinal, há tradições dessas condutas pré-determinadas pelo “divino” que são tidas como as que devem ser seguidas.
O maior problema não está na pessoa acreditar em algo, mas está em acreditar em algo que “homens” inventaram para manipular grandes massas,e como eles a utilizam. A princípio, isso tudo nada mais seria do que uma maneira de preencher vidas vazias e explicar coisas até então inexplicáveis, o que não é de todo ruim, se alguém não tivesse descoberto que isso é uma ótima forma de ganhar dinheiro e poder.Afinal, a busca do Conhecimento é essencial para a nossa evolução e desenvolvimento pessoal, porém essa busca deve vir com a total liberdade intelectual, já dizia um ditado antigo “não se pode encher um copo que já está cheio”;As pessoas muitas vezes ficam tão dependentes de um sistema religioso pré-imposto, que por mais que esse sistema seja por muito desmascarado, ela faz de tudo para defendê-lo,e não estamos aqui falando de uma igreja específica (uma placa) mas de um sistema universal usado por muitas “igrejas”.
Diante da análise e da leitura atenta dos parágrafos anteriores, vislumbra-se que muitos são os males presentes na realidade em que vive a humanidade. Sendo assim, vale procurarmos uma maneira de combatê-los, ou pelo menos, tentar torná-los menos frequentes em nosso dia-a-dia, ou não.Para muitos, o mal seria mais forte que o Bem, e que os “Espíritos do mal” estariam conseguindo derrotar os “seres espirituais do Bem”, frustrando-lhes os desígnios superiores. Em que pese a antiga tradição de tais conceitos, são insustentáveis e falsos, diríamos mesmo, absurdos. O mal é transitório(nível de consciência) e não tem raízes, e o bem é o aumento desta consciência que existe em tudo e é permanente. O mal definha à medida que o bem se estabelece, porém poucos optam para que esse bem se estabeleça, com cada atitude diária.Essecomportamento é caracterizado pela falta de consciência.È por isso que todos estamos lutando neste fim de Era/Transição Planetária, afim de ascendermos a patamares maiores dessa consciência expandida, onde o mal é cada vez menor.

O mal não é invencível, pelo contrário. O homem possui na sua natureza o potencial para o bem. Sómente quando se distancia da sua origem divina é que se deixa levar pelo mal(nível de consciência inferior). E quando falamos de “origem divina”, não falamos de Paraíso, Cristo, Deus, Igrejas, doutrinas espirituais; estamos falando da bondade interior suprema que existe dentro de nós mesmos. Para se livrar das ações negativas , basta sintonizarmos com nosso lado superior, buscando fazer o bem aos outros: em pensamentos, palavras e ações.


O MANIQUEÍSMO-A LUTA DO BEM CONTRA O MAL


O maniqueísmo é uma forma de pensar simplista em que o mundo é visto como que dividido em dois: o do Bem e o do Mal. A simplificação é uma forma primária do pensamento que reduz os fenômenos humanos a uma relação de causa e efeito, certo e errado, isso ou aquilo, é ou não é. A simplificação é entendida como forma deficiente de pensar, nasce da intolerância ou desconhecimento em relação a verdade do outro e da pressa de entender e reagir ao que lhe apresenta como complexo. A pressa de saber obstrui o campo da curiosidade e liquida a investigação em muito pouco tempo. A pressa não é só inimiga da perfeição, é também inimiga do diálogo, do pensamento mais elaborado, sobretudo, filosófico e científico.O maniqueísmo é uma forma religiosa de pensar; não como religião autônoma, mas enquanto comandos camuflados que influenciam os discursos do cotidiano, inclusive as religiões formais e seitas.


ETIMOLOGIA DA PALAVRA

Mani (Manes ou Manchaeus), nascido na Pérsia, no século III, fundou uma religião, o maniqueísmo, após ter sido “visitado” duas vezes por um anjo que o convocou para esta tarefa, fato este comum entre aqueles que fundam religiões e seitas até hoje. A religião maniqueísta se difundiu pelo Império Romano e pelo Ocidente Cristão. O maniqueísmo combina elementos do zoroastrismo, antiga religião persa, e de outras religiões orientais, além do próprio Cristianismo. “Possui uma visão dualista radical, segundo a qual o mundo está dividido em duas forças: o Bem (luz) e o Mal (trevas) como entidades antagônicas em perpétua luz. Luz e trevas no sistema maniqueísta não são figuras retóricas, são representações concretas do Bem e do Mal. O Reino da Luz e o Reino das Trevas estão em permanente conflito. É dever de cada ser humano entregar-se a esse eterno combate para extinguir em si e nos outros a presença das Trevas afim de poder alcançar o Reino da Luz, que é o Reino de Deus”-segundo definições erudito-filosóficas maniqueístas. No maniqueísmo, os homens “eleitos” irão purificar o Bem, com uma vida de castidade, renúncia a família, alimentação especial, etc.

A expressão maniqueísmo ganhou uso corrente ao definir aquele tipo de pessoa ou aquele tipo de pensamento de estruturação dualista que reduz a vida (ou alguns de seus aspectos) a pares antagônicos irreconciliáveis, tipo: direita/esquerda, corpo/mente, reacionário/progressista, belicista/pacifista, fiel/infiel, capitalista/comunista, individualismo/coletivismo, branco/negro, ariano/judeu, raça superior/raça inferior, objetivo/subjetivo e assim por diante. “É evidente que não se pode deixar de reconhecer a existência daquilo que cada um desses pares anti-éticos nomeia, mas o pensamento maniqueísta vai além na medida em que considera que um lado deve destruir o outro, porque um é Luz e o outro Trevas” (Zusman), um é o Bem e o outro é o Mal.

O maniqueísmo não se sustenta por muito tempo, devido ao seu dogmatismo, isto é, sua incapacidade de colocar à prova da realidade ou da lógica, suas verdades simplificadas. Como seu pensamento está reduzido a um par de verdades antagônicas, aceitar o raciocínio do outro, discordante, significa deixar-se arrastar para o domínio do mal e ser por ele tragado. A vida do maniqueísta se converte em uma prontidão de vigilância (paranóia) constante para não se deixar iludir com os “discursos sedutores”.

O MANIQUEÍSMO NOS DIAS DE HOJE

O modo de pensar maniqueísta é oportunista em todos os espaços humanos. Ele demonstra ter mais força quando vivemos situações-limite, desesperança, ódio extremo, ou falta de perspectiva quanto ao futuro. Nesses momentos, a mente regride às origens, em busca de soluções mágicas, simplistas, libertadoras de angústia. Nietzsche propõe pensarmos para além do Bem e do Mal: “Perguntai aos escravos quem é o “mau”?, e apontarão a personagem que para a moral aristocrática é “bom”, isto é, o poderoso, o dominador” . Então, o Bem e o Mal, dependem da perspectiva e dos interesses de quem julga. Por quê algumas igrejas fazem show contra o Mal, mas terminam mais falando das terríveis forças do Mal do que do Bem?




UMA LENDA ORIENTAL-para meditarmos

Conta uma lenda popular do oriente que um jovem chegou a um oásis, próximo de um povoado, e aproximando-se de um velho sábio, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoas vive neste lugar?

– Que tipo de pessoas vive no lugar de onde vens? – Perguntou o sábio.

– É um grupo de pessoas egoístas e malvadas, replicou o rapaz, estou satisfeito de ter saído de lá.

O sábio respondeu.

– Aqui encontrarás o mesmo.

No mesmo dia, um outro jovem aproximou-se do oásis para beber água e, vendo o sábio, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoas vive aqui?

O sábio respondeu com a mesma pergunta:

– Que tipo de pessoas vive no lugar de onde vens?

O rapaz respondeu-lhe:

– É um magnífico grupo de pessoas amigas, honestas e hospitaleiras. Fiquei um pouco triste por ter de deixá-las.

– O mesmo encontrarás aqui, respondeu o sábio.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao sábio:

– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?

O sábio respondeu-lhe:

– Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada fez ou deixou de fazer mesmo podendo, de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui a não ser o mesmo do lugar de onde veio. Aquele que encontrou e fez amigos ali,praticou o bem , também encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo, e o futuro de cada um é construído por suas ações/pensamentos ; ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo.

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG


Muitos já pensaram em dividir os conceitos de Bem e Mal. Bem e Mal tem sido as duas forças mais combatidas ao longo de toda a História. Mas existe mesmo a necessidade de se exaltar uma e de se rechaçar a outra? É sábio, justo, belo e verdadeiro que assim seja feito?Bem e Mal são apenas lados de uma mesma balança.Geralmente, glorifica-se e valoriza-se pessoas que são “boazinhas”, enquanto as pessoas que são “ruins” ou, em outras palavras, rebeldes, desordeiras, agitadas,(no sentido de não aceitarem as imposições sociais dogmáticas e limitadoras) são denegridas, segregadas ou isoladas do restante da sociedade.Acho muito importante a ação dessas pessoas ditas “ruins”.Muitas vezes ouve-se dizer que, se “Deus” existisse, não deixaria o Mal existir.Acontece que “Deus” é, em última instância, Tudo. Se Ele(a) é Tudo, então, é ao mesmo tempo o Bem e o Mal.Parece bastante estranho esse conceito, porque não estamos acostumados a ver a Fonte,como sendo ambivalente, ou bipolar. Parece presunção afirmar algo sobre Sua Natureza, mas podemos chegar a certas premissas, como já foi explicado no Hermetismo – Ele(a) é o Todo.O Bem é muito conhecido pelas suas propriedades Criadoras e Mantenedoras/Amparadoras. Tudo aquilo que Cria, que Une, que provê, que dá suporte, que Gera, é visto com bons olhos, sendo geralmente classificado como “do Bem”.O Mal é associado a tudo aquilo ligado à destruição, à doença, à tristeza, à pobreza, à miséria, aos vícios, à morte. Ou seja, seria o exato oposto daquilo que é representado pelo Bem. A maioria já ouviu falar da célebre frase, “A Luz não existiria se não houvesse a Escuridão”, e vice-versa. É um conceito bastante útil para o que está exposto aqui.O “Bem” e o “Mal”, do modo como estão sendo apresentados aqui são, por si próprios, forças divinas da dualidade em que vivemos. Eles atuam igualmente, em todos os níveis e em todas as esferas, como agentes balanceadores e indicadores. Se só houvesse Criação, tudo estaria em excesso, desde os Reinos mais básicos até os mais complexos. Minerais, Vegetais, Animais, montanhas imensas, rios e mares dominando e invadindo tudo; Sistemas Solares repletos de planetas chocando-se uns nos outros. Sóis e mais sóis, gerando energia demasiada, grandes tempestades cósmicas e SuperNovas ocorrendo a cada segundo. Em todos os níveis, uma superpopulação. Tudo acabaria soterrado, aglomerado, “entulhado”, por assim dizer, se não houvesse a ação controladora da Renovação/ Destruição. Há muitas outras bipolaridades que representam essas forças, como a saúde e a doença, a felicidade e a tristeza, a riqueza e a pobreza, entre muitas outras. Muitos sábios já disseram que o mundo em que vivemos é bipolar em sua essência, ou seja, está em todas as coisas, mas que ambos os lados dessas “moedas” existem por razões fundamentais. É sábio experimentar e verificar os resultados de nossas ações ao longo do tempo, para adquirirmos sabedoria dos fatos da vida. Ficar em um oásis de paz, felicidade e saúde o tempo todo não nos trará lições, nem nos motivará para conhecermos o que há além das dualidades e dos arquétipos.Portanto, que conselhos poderiamos extrair de tudo isso? Arrisque-se. Tente. Faça. Vá. E tome nota de tudo o que sente, imagina, raciocina, intui e percebe com seus sentidos. Experimente tudo o que quiser, desde que te traga uma energia positiva, que lhe inspire a realizar coisas para o bem da humanidade e do próximo. Traga Vida à própria Vida. Faça/tente aquilo que você acha que não pode/consegue fazer. Dessa forma, você brilhará e saberá no seu íntimo o que é a vida, pois isso é algo que ninguém pode te dizer, é algo que tem de ser descoberto por si próprio. Moralidade é importante no que tange a vida em sociedade. Mas na vida individual, a liberdade, a coragem e a ação são os regentes para a verdadeira realização. 

EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL

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Bibliografia para consulta
Acima do Bem e do Mal
Friedrich Nietzsche
O mal ,O bem e mais além
Flávio Gikovate
Psicossomática entre o bem e o mal
Carlos R.Briganti
O bem, o mal e a ciência da mente
Silvio José Lemos Vasconcellos




Divulgação: A Luz é Invencível