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quinta-feira, 19 de março de 2015

O PAÍS DIZ NÃO AO DESGOVERNO, INCOMPETÊNCIA E CORRUPÇÃO ENDÊMICA...




Multidão saiu às ruas contra o governo Dilma

Centenas de milhares de pessoas (quase dois milhões em todo país) foram às ruas participar das manifestações convocadas para este domingo (15/03) por organizações diversas em dezenas de cidades do Brasil e até no exterior.

O objetivo da maioria: cobrar o impedimento da presidente, acusando-a de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. E não pode ter sido coincidência a escolha desta data para exercer este precioso direito garantido pela Constituição, já que neste dia nossa jovem democracia completou seus 30 anos, após a posse de José Sarney na Presidência, em 1985.



Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

O Pais diz NÃO ao desgoverno, incompetência e corrupção endêmica. Multidão saiu às ruas para protestar contra o governo de Dilma Roussef

Fonte: http://dw.de/p/1ErHV

Centenas de milhares de pessoas – segundo estimativas da PM, mais de 1,8 milhão –saíram às ruas de dezenas de cidades do Brasil e do exterior neste domingo (15/03) para protestar contra a corrupção generalizada e a presidente Dilma Rousseff, em marchas com potencial para aumentar a pressão sobre um governo já minado por escândalos, corrupção generalizada, crise econômica e perda de apoio político.


Cerca de 50 mil manifestantes se concentraram na esplanada dos ministérios em Brasilia em protesto contra o governo de Dilma Roussef.

No dia dos 30 anos da redemocratização, o desejo de mudança que se manifesta no cenário nacional há pelo menos dois anos voltou a aparecer. Mas, diferentemente dos protestos de meados de 2013, desta vez de forma mais clara: os manifestantes nas ruas de todos os 26 estados do país e do Distrito Federal estavam contra o governo – muitos falando em impeachment; alguns pedindo até intervenção militar.

Os protestos começaram ainda pela manhã. Levaram uma multidão a locais simbólicos do país, como a praia de Copacabana, que reuniu cerca de 50 mil pessoas, e o Congresso Nacional em Brasília, que teve mais de 50 mil manifestantes. E viveram seu ápice pela tarde, em São Paulo, quando mais de 1 milhão de pessoas – segundo a PM – foram à Avenida Paulista. Segundo o Instituto Datafolha, o público máximo que passou pelo local foi de 210 mil pessoas.


O “GIGANTE” parece que finalmente despertou para cumprir com o papel que lhe é PREDESTINADO…

Os manifestantes se concentraram, sobretudo, nas áreas mais nobres e centrais das cidades. Tinham muitas vezes o rosto pintado de verde amarelo, se envolviam na bandeira nacional e trajavam a camisa da seleção brasileira. “Nossa bandeira jamais será vermelha”, bradava um grupo na Avenida Paulista.

Também assim se vestiu o senador tucano Aécio Neves, que declarou apoio aos protestos, mas se limitou a aparecer na janela de seu apartamento no Rio, vestindo uma camisa da seleção brasileira. Depois, em vídeo postado nas redes sociais, declarou que o 15 de março ficaria marcado como o “dia da democracia”:


“Depois de refletir muito, eu optei por não estar nas ruas neste domingo, para deixar muito claro quem é o grande protagonista destas manifestações. E ele é o povo brasileiro, o povo cansado de tantos desmandos, de tanta corrupção. Mas o caminho só está começando a ser trilhado”, afirmou.


Centenas de milhares de manifestantes foram às ruas nas principais cidades do país. Maior adesão foi registrada em São Paulo, onde a PM calculou que mais de 1 milhão de pessoas tomaram a Avenida Paulista. No Rio de Janeiro (foto) foram registradas cerca de 50 mil pessoas.

Sem destaque para políticos

Os protestos foram organizados de forma espontânea através de redes sociais, convocados por grupos de diferentes cartilhas, mas que têm em comum o desejo de mudança e a insatisfação com o governo Dilma.

Com cerca de 300 mil seguidores no Facebook, o “Vem pra Rua”, por exemplo, afirma que não há base jurídica para um impeachment. Já o “Movimento Brasil Livre” (MBL) diz que defende o liberalismo econômico e a participação mínima do Estado na economia. Ele chegou a organizar uma fila para pessoas interessadas em participar de um abaixo-assinado para retirar Dilma do poder.



“Não somos a favor do impeachment. Agora o momento é de eles reavaliarem os valores que perderam, como ética, (responsabilidade, compromisso COM O PAÍS) com o respeito, e principalmente cuidar da coisa pública, que é pra isso que eles foram eleitos”, afirmou Paulo Pagani, coordenador de outro grupo, o “Limpa Brasil”.

Como em 2013, políticos não tiveram vez nos protestos. Alguns foram vistos nas ruas, como o ex-candidato a presidente pelo Partido Verde Eduardo Jorge e o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP). Mas nenhum teve espaço em carros de som e alcançou qualquer protagonismo.

Ao todo, houve protestos em pelo menos 152 municípios brasileiros e em algumas cidades do exterior, como Londres e Lisboa. Acostumados a serem hostilizados pelos manifestantes, como ocorreu em 2013, os policiais chegaram a ser aplaudidos nos protestos deste domingo, que não tiveram nenhum registro significativo de violência.



O labirinto político de Dilma Rousseff

A falta de perfil negociador para lidar com o Congresso e restrições dentro do próprio PT complicam situação da presidente Dilma Roussef ainda mais no momento em que ela enfrenta sucessivos escândalos, crise econômica, corrupção, falta de apoio (base) política e até pressão por impeachment.

O início do segundo mandato não tem sido fácil para a presidente Dilma Rousseff. Mesmo com a base aliada sendo maioria no Congresso, ela não consegue aprovar ou vê devolvidas suas propostas. Dentro do próprio PT há restrições à afilhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – e isso em meio ao escândalo da Petrobras, da crise econômica e da pressão pró-impeachment, fruto de uma eleição que deixou o país polarizado.


A avenida Paulista completamente tomada pela multidão protestando de forma pacífica contra o governo de Dilma Roussef.



De todas as derrotas que Dilma sofreu desde a eleição, a que poderá custar mais caro veio da Câmara dos Deputados. Com um discurso de independência do Executivo, Eduardo Cunha (PMDB), que liderou uma rebelião de parlamentares contra o governo no ano passado, venceu por grande margem de votos (267 a 136) o candidato do Palácio do Planalto, Arlindo Chinaglia (PT).

De olho no posto mais alto, o comando petista abriu mão de concorrer a outros cargos da Mesa Diretora e, diante da derrota de Chinaglia, o partido acabou ficando de fora dela.


São Paulo registrou mais de 1 milhão de pessoas, segundo estimativas da PM. Elas foram à Avenida Paulista para protestar contra a presidente Dilma Roussef, o PT e a corrupção no Brasil. A multidão superou todas manifestações dos demais estados juntas. O ápice do protesto foi o Hino Nacional, cantado pela multidão, e a presença do ex-jogador Ronaldo num dos caminhões de som.

O cargo de presidente da Câmara é cobiçado por concentrar poderes que podem facilitar – ou dificultar – a vida do Executivo. É o presidente, por exemplo, que define a pauta de votação.

No Senado, Dilma amargou outra derrota ao ver suas medidas de ajuste fiscal serem barradas pelo presidente Renan Calheiros, também do PMDB – um partido da base aliada. O fato de tanto Cunha quanto Calheiros estarem sendo investigados na Operação Lava Jato piora ainda mais o clima entre eles e Dilma.


Nuvens negras e céu turbulento se apresentam para o governo de Dilma Roussef

“Parte da crise nas alianças deve ser creditada à incompetência do setor de articulação política do próprio governo. O núcleo duro do governo Dilma não possui nenhum político com perfil de negociador e articulador. Não que sejam maus políticos, ou incompetentes – eles apenas não têm perfil e experiência para fazer a política do ‘varejo’, do dia a dia das negociações com Congresso, empresários e movimentos sociais”, afirma o cientista político Pedro Floriano Ribeiro, da Universidade Federal de São Carlos.

Mas a equipe do governo não é a única responsável por esse distanciamento – a própria presidente não participa muito do jogo político. Para o especialista Pedro Arruda, da PUC-SP, a entrada tardia de Dilma na política e a resultante falta de experiência no “varejo” das articulações políticas são fatores que prejudicam o desempenho da presidente.

O cientista político David Fleischer, da UnB, acrescenta que a participação dos partidos da base aliada nas decisões do governo – um modelo da era Lula – caiu no governo Dilma, o que ajuda a complicar a situação da presidente.


Pela ordem: CARTA 15, o mal, a ignorância, a corrupção, as trevas são abatidos pelo raio (LUZ) que provoca a queda da Torre, a CARTA 16, o poder “PELO PODER”, situação que é sucedida pela Estrela, CARTA 17, o poder feminino criativo da deusa substituindo o CAOS … e 31 é o inverso de 13 … Saiba mais no LINK

Às deficiências na articulação política somam-se, ainda, os problemas de imagem e (o pretenso) carisma da presidente – cuja popularidade não para de cair, tendo sido reduzida a um dígito. “Lula tinha uma aprovação maior nas pesquisas de opinião.Apoio popular é muito importante para um presidente comandar a sua coalizão de base”, reforça.

Arruda argumenta na mesma linha. “Dilma, de fato, não tem o carisma nem a desenvoltura para falar em público que o Lula tinha. E não ter essa capacidade de retórica e articulação a prejudica muito”, diz o cientista político.

RPR/abr/ots – © 2015 Deutsche Welle – Deutschland – Alemanha
Na Era de Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes.
Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
Na Era de Bronze, elas os temiam.
E por fim, na Era do Ferro, elas os desprezavam.
Quando os governantes minam a confiança popular, as pessoas comuns (e Deus) perdem sua fé nos governantes. Retirado do Tao Te Ching

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