Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

sexta-feira, 31 de março de 2017

COMO DETECTAR A FORMAÇÃO DE UM POSSÍVEL TSUNAMI - O "BIG ONE" DE PORTUGAL





Nas últimas 24 horas tivemos 3 abalos na região da placa de Cocos: 5.3 no sul do Panamá, 5.0 na Nicarágua e 5.7 ao sul do México bem próximo da região de fronteira da placa. Ainda que a visita do papa nas Américas seja apenas em setembro e essa seja a provável data de um grande evento na região como nos relata as profecias de Parravicini vamos acompanhando nos próximos dias, pois há mais de 500 dias o planeta não apresenta um grande sismo (igual ou superior a 8 na escala Richter) .


Nas últimas horas também aconteceu um sismo de 6.6 na Rússia e um alerta de tsunami foi emitido e logo em seguida retirado. Vamos então compreender nesse texto como detectar se um terremoto pode gerar um tsunami. O conhecimento que passarei nas próximas linhas vai ajudar a entender se um terremoto pode originar uma tsunami ou não.


Primeiro de tudo: a chance de um sismo no mar gerar um tsunami ocorre predominantemente em áreas de subducção, ou seja, encontro de placas que ao se movimentaram se chocam uma com a outra. As outras duas maneiras de tsunamis serem geradas a partir do mar são apenas duas: queda de asteróides ou queda de intenso volume de pedra e detritos por conta de desmoronamento de montanhas ou cadeias vulcânicas (como no evento do Krakatoa ou do tsunami na ilha de Santorini).


Três são os itens avaliados para considerar se um sismo pode gerar um tsunami (além de obviamente ter ocorrido em uma zona de subducção): intensidade na escala Richter, profundidade e distância que ocorreu da costa continental.


Um sismo de 9,0 graus na Escala Richter, por exemplo, se ocorrer a 100 km ou mais de profundidade e a 100 km da costa de um país será muito menos letal, por exemplo, do que um sismo de 7.5 graus na Escala Richter que ocorra a 15 km de profundidade e apenas 10 km da costa, pois a liberação de energia nesse segundo caso mesmo sendo bem inferior ao primeiro caso ocorrerá muito mais próxima da superfície podendo gerar, inclusive ondas maiores e por estar mais perto da costa a chance dessas ondas chegaram ainda altas na entrada do continente são mais altas.


Quando temos a combinação letal de muita potência (acima de 8 graus na Escala Richter), baixa profundidade (menos de 20 km) e proximidade da costa (menos de 20 km) temos um sismo capaz de produzir ondas que adentram o continente com 40 a 30 metros de altura indo de 20 a 30 km por terra no interior do continente como aconteceu no sismo de Lisboa de 1755 (que inclusive gerou uma pequena onda que adentrou a costa do Nordeste) e no recente sismo de Sumatra a pouco mais de uma década.


Pelos eventos que vem sendo acompanhados nos últimos anos, sobretudo nos últimos 100 anos nos quais o estudo da sismologia tem avançado bastante com uma quantidade de informações cada vez maior já é possível estipular certos parâmetros para analisar se um terremoto pode produzir um tsunami ou não.





Terremotos para gerar tsunami precisam ter pelo menos 7 graus na escala Richter de potência (ou ainda algo muito próximo disso, como 6.8, 6.9), profundidade igual ou menor a 20 km e distância da costa igual ou inferior a 20 km. Esse seria um evento que poderia formar ondas de um metro no máximo e que adentrariam alguns metros a costa.



Ou seja, quando um centro de sismologia emite um alerta de possível tsunami, como aconteceu há menos de um dia na Rússia por conta de um sismo de 6.6 na escala Richter, 23 km de profundidade mas com epicentro praticamente na zona costeira (ver link abaixo) ele está querendo dizer que há um pequena chance de uma tsunami com ondas com menos de um metro, pois dois dos parâmetros ficaram muito próximos do mínimo (6.6 de potencia perto de 7.0 e 23km de profundidade perto dos 20 km de mínimo) e um ficou dentro do parâmetro estipulado (menos de 20 km de distância da costa, dentro das imediações da região costeira)


http://www.painelglobal.com.br/terremoto.php?mapa=29-0304-09


E com base nesses parâmetros (baseado na observação de centenas de eventos nas últimas décadas) que é possível prever se poderá ser produzida uma tsunami e qual será o seu poder de destruição.



Da mesma forma os sismologistas analisam o acúmulo e liberação de energias das placas e pelo seu histórico podem estipular quando acontecerá a vinda de um grande sismo ou "big one" (na casa dos 9 graus). Filmes como "San Andreas" ou o norueguês "A onda" explicam essas questões. Assim como os japoneses e americanos esperam para os próximos anos o "seu" "big one", vários sismologistas de Portugal já alertam que é possível nos próximos anos um "big one" em especial na região de Algarve, Lisboa e Vale do Tejo em decorrência da forte liberação de energia a cada 200-250 anos que a região produz (sismos de 1521 e 1755) a semelhança do que aconteceu recentemente na região do Nepal (que a cada 90-100 anos produz um grande sismo, tempo semelhante ao que demora para a placa de cocos produzir um grande sismo, sendo que o último na sua região de fronteira aconteceu em 1906 com um sismo de 8.8 na fronteira do Equador com a Colômbia). Uma interessante entrevista sobre o tema pode ajudar aos amigos de Portugal compreender melhor essa questão:


https://www.idealista.pt/news/especiais/reportagens/2016/03/01/30031-sismos-em-portugal


E o Brasil?


O Brasil só pode ser atingido por um tsunami em três situações. Queda de asteróide no Atlântico é a primeira delas. A segunda opção é um desabamento do Cumbre Vieja e por fim a terceira opção seria um intenso abalo na costa litorânea de Portugal ou de Cuba, as duas únicas áreas de subducção que poderiam gerar um tsunami. No primeiro caso (evento em Portugal) teríamos pequenos impactos (ondas de um a dois metros no máximo avançando até 1 km continente adentro) em Fortaleza e nas regiões litorâneas do Maranhão e do Rio Grande do Norte, no segundo caso (Cuba) as regiões mais afetadas seriam os litorais do Pará, Maranhão, cidade de Fortaleza e Rio Grande do Norte. No primeiro caso (Portugal) haveria entorno de 4 a 5 horas para uma evacuação a partir da onda inicial, no caso de Cuba esse tempo cairia para 1 hora, 1 hora e meia, devido a maior proximidade do ponto de origem da onda.



Para conhecer as profecias cumpridas que foram feitas aqui no blog/ fanpage e também para saber como adquirir os livros (tanto impressos como no formato digital):







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