Criei este Blog para minha Mãe Cigana Rainha do Oriente, sendo uma forma de homenageá-la, bem como postar assuntos atuais e de caráter edificante, lindas mensagens, poesias de luz, também aqui brindemos á amizade verdadeira e elevemos o principal em nós ou seja a essência Divina, Deus e a Espiritualidade em geral.

terça-feira, 1 de maio de 2012

ASCENSÃO DE SAINT GERMAIN, 1 DE MAIO - TERÇA FEIRA - REPASSANDO O CONVITE...




Olá,
Estamos aqui mais uma vez para lembrar o nosso encontro amanhã na Unindo Corações no Cerimonial de Ascensão de Saint Germain.
Veja todas as informações abaixo, lhe aguardamos amorosamente.

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Repassando...

CONHEÇA O AVIÃO DE RECONHECIMENTO DA CIA, QUE VOAVA EM VELOCIDADES SUPERIORES A O MACH 3:


Conheça o avião de reconhecimento da CIA que voava a velocidades superiores ao Mach3


Usada em missões de espionagem na China, a aeronave 21-B era programada para se autodestruir após atingir seus objetivos.
Desenvolvido em uma parceria entre a força aérea dos Estados Unidos e a CIA, o D-21 é um dos aviões não tripulados mais interessantes da história. Construído pela Lockheed em 1962, o veículo contava com um motor Marquardt RJ43-MA-11 e era capaz de atingir velocidades superiores a 3.500 quilômetros por hora (Mach 3), o que o tornava perfeito para realizar missões de espionagem em territórios hostis.
O lançamento da aeronave era feito através de duas “naves-mães” batizadas como M-21, que se tratavam de versões modificadas do avião Blackbird. Assim que a missão fosse completada, o D-21 deveria retornar em segurança até uma área previamente designada, momento no qual lançaria o filme fotográfico contendo as imagens secretas que havia capturado — feito isso, o veículo simplesmente iria se autodestruir, apagando qualquer evidência de sua existência.
O programa teve que sofrer modificações após a morte de Ray Torrick, Oficial de Controle de Lançamento, resultado do choque entre um D-21 e uma aeronave M-12 Blackbird. Com isso, a Lockheed foi forçada a mudar o modo de lançamento utilizado, resultando na fundação de um novo programa batizado como “Senior Bowl”.

Programa Senior Bowl

A nova versão da aeronave D-21, rebatizada como D-21B, passou a ser lançada de versões modificadas de aviões B-52H, que contavam com um sistema de lançamento elétrico e câmeras de alta velocidade responsáveis por registrar as missões. O veículo não-tripulado foi usado somente em quatro missões, todas ocorridas em território chinês.


Porém, devido a problemas técnicos, em nenhuma delas a CIA conseguiu registrar as imagens que desejava — um dos aviões utilizados chegou a perder o controle durante o voo e foi parar no meio da Sibéria. Com a melhoria das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e a China, em 1971 o então presidente Nixon decidiu cancelar totalmente o programa Senior Bowl.
Entre 1976 e 1977, 17 D-21Bs foram enviados à AMARC (Aerospace Maintenance And Regeneration Center), local onde deveriam ficar armazenados em caráter permanente. Desde então, os veículos já foram a atração de exposições realizadas em diversos pontos dos Estados Unidos. Atualmente, dois deles estão sendo utilizados pela NASA como forma de testar um sistema de propulsão revolucionário, cujos detalhes ainda permanecem um mistério.
Fonte:teamspeakihos

DOCUMENTOS REVELAM FUNDAÇÃO ROCKEFELLER COMO PARTICIPANTE ATIVO EM PROJETO DE CONTROLE MENTAL DAS MASSAS:S:O


Documentos revelam Fundação Rockefeller como participante ativo em projeto de controle Mental das massas


Desde meados da década de 40, tornou-se aparente que a Fundação Rockefeller esteve durante décadas até os dias de hoje, fanaticamente estimulando pesquisas de técnicas de lavagem cerebral para indução de medo nas massas.
Em uma série de generosas doações na década de 40 e 50 ao Professor Carl I. Hovland, da Universidade de Yale, a Fundação ativamente financiou a pesquisa dos “mecanismos psicológicos pelos quais as comunicações exercem sua influência.”
O principal assunto da pesquisa trata da questão de “como o indivíduo lida com a confusão de idéias conflitantes com os quais ele está constantemente bombardeado; como “wishful thinking” (raciocínio baseado no desejo ao invés da realidade) e como a predisposição emocional afetaria o julgamento, e se o processo de julgamento é transferido de uma situação para outra estão entre os problemas a serem estudados“, lê-se no relatório anual de 1954 da Fundação Rockefeller.
Hovland, além da realização de pesquisas sobre mudanças de comportamento e atitude de grupos, também fez parte da equipe de ciência social da Fundação Rockefeller .
Além disso, o professor estava fortemente envolvido em outros ramos do estabelecimento anglo-americano. No estudo “Origens da Comunicação de Massa Durante a Guerra Fria“, do americano Timothy Glander, o autor explica:
“(…) Hovland ocupou cargos importantes em vários importantes conselhos nacionais, incluindo o
Instituto de Pesquisas de Recursos Humanos da Força Aérea, a Fundação Ford, a Fundação Rockefeller, o Gabinete do Chefe do Estado Maior da Força Aérea dos EUA, e ele sem dúvida tinha um papel importante na determinação das agendas de investigação que estas organizações buscavam.”
Já em 1948 a Fundação estava dirigindo dinheiro para Hovland e sua equipe. No relatório de 1948, os autores delinearam as razões por trás dos subsídios atribuídos:
“A compreensão da comunicação e da mudança de atitude é importante para o nosso sistema educacional, para aqueles que lideram grandes organizações e para aqueles que estão preocupados com a opinião e comportamento políticos. É essencial o conhecimento mais confiável de como a comunicação eficaz pode ser alcançado na área de atitude e opinião (…). “
Nos dias da Guerra Fria, a propaganda era muitas vezes tão flagrantemente óbvia para os ocidentais acostumados com a liberdade que era mais facilmente identificável como tal.
A Fundação Rockefeller entendia que o povo americano precisava ser submetido a formas mais sofisticadas de manipulação para que a pressão gradual para o governo global fosse efetivamente vendida nas próximas décadas. O relatório de 1954 explica:
“Apesar de se acreditar que filmes, televisão e quadrinhos seriam eficazes em contribuir para o aumento da delinquência juvenil no país, estes e os outros meios de comunicação de massa parecem ser muito menos eficazes quando aplicados ao fim desejável de promover a boa cidadania, ou uma ideologia democrática positiva na guerra fria.”
“A boa cidadania”. Uma frase que deve arrepiar a fibra de cada indivíduo amante da liberdade.
“(…) Teme-se que as comunicações em massa dos soviéticos são extraordinariamente bem sucedidas em difundir a propaganda comunista, tanto por trás da Cortina de Ferro como também em países neutros. Em um esforço para lançar luz sobre esta anomalia, e para auxiliar o desenvolvimento de princípios científicos que regem a eficácia da mídia de massa, a Fundação Rockefeller continuou o seu apoio ao Programa de Pesquisa em Comunicação na Universidade de Yale com uma subvenção a fundo perdido de US$ 200.000.”
Em 1954, 200 mil dólares era uma quantidade excepcional de dinheiro. Esta doação substancial é apenas um exemplo entre muitos em que a Fundação Rockefeller lançou enormes somas de dinheiro na direção de cientistas sociais para refinar e aperfeiçoar a arte de doutrinação.


Um dos resultados de seus estudos foi que o medo, induzido ou não, torna a pessoa uma disposta vítima para a elite. O site changingminds.org dá uma adequada resumida dos resultados do professor Hovland:
“Você não tem que causar dor para criar medo. O córtex frontal humano tem uma função primordial na reflexão sobre o futuro. Somos muito hábeis para imaginar o que poderia acontecer e experimentar emoções antecipadas. Isto revelou-se útil em nossa evolução, mas também pode causar problemas como o medo antecipado das coisas que não podem acontecer nos causam estresse e permitem com que outros possam nos persuadir.”
A fase de estudo desde muito tempo evoluiu para a fase de implementação. Em meados dos anos setenta a Fundação Rockefeller já estava ocupada comprando jornalistas e financiando a criação de impérios dos meios de comunicação.
Carl Iver Hovland
Professor Carl Iver Hovland
Mesmo naquela época, as “mudanças climáticas” estava sendo ativamente promovida como um resultado trágico de interferência humana nos assuntos da terra. Alimentos geneticamente modificados já estavam sendo empurrados como a cura para todos os males. A idéia era colocar as respostas baseadas na emoção em prática, assim como observado por Hovland.
O relatório anual de 1974 da Fundação Rockefeller relata:
“Vários editores científicos foram convidados a participar das reuniões da Fundação sobre mudanças climáticas, produção de alimentos, conflito entre países, resistência genética a pragas em plantas, e da aquicultura. Histórias apareceram posteriormente na primeira página do The New York Times e a Associated Press publicou substanciais histórias que foram amplamente utilizadas por todo o mundo. Em cada um deles, os escritores foram apresentados aos funcionários do nosso programa e incentivados a usá-los como recursos. (Oficiais estão agora, de fato, sendo chamados pelos jornalistas, particularmente em áreas atuais de alto interesse jornalístico, tais como a produção de alimentos, os problemas da população, questões ambientais, e as artes.)”.
Em várias ocasiões, e em publicações diferentes espalhadas por todo o seu longo e sórdido passado, a Fundação Rockefeller se gabou abertamente pelo uso de figuras da mídia para seus próprios propósitos.
Em nenhum desses casos a Fundação Rockefeller menciona qualquer problema encontrado com qualquer um dos magnatas da mídia que eles contataram. No relatório anual 1974, Bill Moyers é mencionado como um dos beneficiários das informações divulgadas pela Fundação.
“Na elaboração da sua notável série de 25 partes sobre a situação alimentar mundial, os jornalistas do New York Times tornaram-se conhecidos e estabeleceram frutuosas relações em curso com um bom número de nossos funcionários. Nossa equipe têm fornecido informações substanciais e novos contatos para Bill Moyers em sua série de televisão que lida com os problemas da interdependência global. Estes são apenas alguns dos muitos novos relacionamentos produtivos que temos estabelecido com representantes dos meios de comunicação.”
Para vender ao público a idéia do governo mundial, a pesquisa do professor Hovland provou ser inestimável. Como qualquer um pode ver, as técnicas são sendo fanaticamente aplicadas nos dias de hoje.
Considere como a máquina de guerra do estabelecimento anglo-americano dispara logo que os objetivos geopolíticos se tornam visíveis.
Na parte II desta investigação vamos mergulhar em uma outra dimensão da pesquisa do professor Hovland, que está no cerne de todas as comunicações de massa: a influência do cinema e da música sobre a mente subconsciente, dirigida tanto para o indivíduo como para as massas.
Fontes:infowars,midiailluminati

VAMOS SABER MAIS SOBRE DANÇA DO VENTRE ?


A Dança do Ventre é considerada uma das danças mais antigas da história da civilização e sua origem exata é desconhecida. Sabe-se que é uma dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e Ásia Meridional e por isto é necessário um cuidadoso trabalho de pesquisa e muito bom senso no momento de identificar a veracidade das informações.
Uma dos registros mais confiáveis diz que a Dança do Ventre teria suas origens nos rituais religiosos do Antigo Egito, entre 7000 e 5000 AC onde a dança era praticada como forma de homenagear as divindades femininas associadas à fertilidade (rituais estes também documentados na Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia). O cerne destes rituais  era preparar a mulher, através ritos religiosos dedicados a deusas, para se tornarem mães.
Ela teria sido mais tarde incorporada às festas palacianas, e por fim conquistado também as classes mais inferiores. Outra versão atribui o surgimento da Dança do Ventre aos rituais Sumérios, a mais antiga civilização reconhecida historicamente.
Também há indícios históricos da existência de uma dança com características semelhantes à Dança do Ventre em países como Grécia, Turquia, Marrocos e norte da África.
Devido a invasão dos árabes a estes países, além da ação de viajantes, mercadores e povos nômades (como os ciganos e beduínos) ela se empalhou pelo mundo juntamente com outras características da cultura Árabe, tais como a culinária, a literatura e a tapeçaria. Isso deu uma identidade Árabe ao estilo da dança.
A expressão “dança do ventre” surgiu em 1893, usada por um grupo de bailarinas francesas em um show em Chicago (danse du ventre). No Oriente é conhecida pelo nome em árabe de Raqs El Sharq ou Raqs Sharqy (dança oriental ou dança do leste), ou Raqs Baladi (“dança do país”, e, por extensão, “dança popular”), ou pelo termo turco çiftetelli (e chamada assim na Grécia).
Também encontramos Rakkase na Turquia, Belly Dance nos EUA e Dança do Ventre aqui no Brasil e América do Sul.
Atualmente, no Egito, é comum haver apresentações de Dança do Ventre em cerimônias de casamento. Por vezes, os noivos desenham as suas mãos no ventre da dançarina. Isto seria uma referência ao relacionamento da dança aos cultos de fertilidade.
No ocidente, a dança teve mais força apartir do século XIX. Por possuir características próprias e pelo porte diferente das bailarias a dança foi reformulada sem perder o toque original e secular, adaptando-se ao espírito do novo mundo.
A base de toda dança são movimentos corporais e hipnóticos devidos à mágica combinação de elementos religiosos e profunda sensualidade. Seus movimentos permitem uma grande diversidade de variações. Apesar da variedade de estilos, uma característica permanece: os movimentos de quadril, alternadamente ondulatórios e vigorosos. Sua mensagem alegre e positiva vêm conquistando gerações, que buscam preservar e difundir as suas características: sensualidade, leveza, beleza, alegria, vitalidade e expressão.
Num show tradicional, além da Raqs Sharqy tradicional, acompanhada ou não de véus e Snujs (pequenos pratos metálicos que são tocados com os dedos), é comum serem apresentados números com elementos, como a Espada, o Punhal, o Candelabro (Raqs El Shammadan), a Bengala (Raqs El Assaya), o Jarro, o Lenço, as Flores e o Pandeiro.
As danças com a espada, o punhal e com o candelabro são inovações introduzidas recentemente. Tradicionalmente existem apenas as danças folclóricas da bengala, do jarro e do lenço.
Algumas dançarinas chegam a apresentar-se com serpentes, como forma de resgatar os misteriosos cultos ancestrais. A serpente é um complexo símbolo que representa os princípios masculino e feminino, e também a imortalidade.
Tradicionalmente, a dançarina apresenta-se descalça. Porém, desde o surgimento dos grandes espetáculos de Dança do Ventre, sobretudo no Egito e no Líbano, as dançarinas apresentam-se usando sapatos de saltos altos, talvez como uma forma de demonstrar a ascensão social desta prática oriunda do povo. Muitas dançarinas ainda preferem dançar sem os sapatos, como forma de estabelecer um contato direto com a energia da Mãe Terra.
Pela natureza dos movimentos a Dança do Ventre é feminina, enfatizando os músculos abdominais e os movimentos de quadris e tórax e caracteriza-se pelos movimentos suaves, fluidos, complexos e sensuais do tronco, alternados com movimentos de batida e tremido, ao contrário das “danças de passos”, praticadas no ocidente. Tradicionalmente, o joelho da dançarina de Dança do Ventre nunca se eleva acima do quadril. Talvez pelo fato desta dança possuir movimentos de pulsação e ondulação do ventre, tenha sido batizada de “Dança do Ventre”, embora ela possua diversos outros movimentos.
No aprendizado da dança do ventre, busca-se adestrar os passos, imitando um modelo a partir da repetição mecânica dos movimentos. Porém a dançarina precisa exercitar também o aspecto sensorial (conscientização e expressão), a respiração e o equilíbrio. Assim o corpo torna-se mais flexível, a interpretação torna-se mais harmoniosa, os movimentos tornam-se sinuosos e surgem gestos expressivos. A forma física se embeleza como um todo, e o psíquico muda simultaneamente e na mesma proporção: equilibram-se ansiedade e calma, introspecção e vivacidade. Chega-se ao reconhecimento do elo íntimo entre a mente e o corpo.

ESTUDANDO O SOBRENATURAL:


Estudando o Sobrenatural


Talvez uma das coisas que nunca sai de moda é o sobrenatural, quem não tem ou passou por uma experiência sobrenatural ?
Como a própria palavra sugere, considera-se que sobrenatural é um fenômeno qualquer que não tenha uma causa natural. Embora o conceito seja muito antigo e tenham ocorrido inúmeros relatos de fenômenos sobrenaturais ao longo da história, até hoje jamais foi cientificamente demonstrada qualquer ocorrência, tendo sido sempre possível encontrar explicações naturalistas para os casos concretos.
Em geral o sobrenatural pressupõe a existência de algum tipo de realidade além da física, como o mundo espiritual, Deus ou uma dimensão mental não detectável pela matéria. Seria então nesta instância superior que estaria a causa do fenômeno sobrenatural, que não poderia ser detectada por meios físicos, visto estar “acima” da natureza.
Grande parte das crenças no sobrenatural podem ser explicadas pela influência das religiões no imaginário humano, visto que estas geralmente se baseiam em pressupostos sobrenaturais. Outra grande motivo é a dificuldade de se compreender as verdadeiras causas de fenômenos ocorridos em situações desfavoráveis a qualquer controle, e ou carregadas de força emocional, levando as pessoas a atribuir falsas causas ao eventos.
criatura de lousiana thumb Histórias sobrenaturais – Parte 3
No Iraque e no Egito foram encontradas lentes lapidadas de cristal, que hoje só podem ser manufaturadas mediante a aplicação de óxido de césio, produto que só pode ser obtido por processos eletroquímicos.


Em Heluã existe um pedaço de pano tecido com uma delicadeza e suavidade que hoje só poderiam ser produzidas numa fábrica especializada, por tecelões de grande conhecimento e notável experiência técnica.

No Museu de Bagdá estão expostas pilhas elétricas secas, que trabalham segundo o princípio galvânico. No mesmo local podem ser admirados elementos elétricos com elétrodos de cobre e um eletrólito desconhecido.

A Universidade de Londres possui, em seu departamento egípcio, um osso pré-histórico, amputado com mestria, 10 centímetros acima da articulação na mão direita, em corte liso de 90 graus.

Nas montanhas da região asiática de Kohistan existe um desenho, em certa caverna, que reproduz as posições exatas dos corpos celestes, como de fato as ocupam há 10.000 anos.

No planalto do Peru foram encontrados ornamentos fundidos em platina, diga-se a tempo que a platina só começa a fundir-se a uma temperatura de 1.800 graus…

Num túmulo em Chou-Chou ( China ) encontraram-se partes de um cinto feitas de alumínio, metal que só com dificuldades consideráveis pode ser extraído da bauxita.

Em Délhi existe um velho pilar de ferro, que não contém fósforo, nem enxofre e, por isso, não pode ser destruído por influências meteorológicas.

Na caverna de Schandiar encontraram-se esqueletos de homens adultos e de uma criança, que datam de cerca de 45.000 anos antes da nossa era, conforme avaliação realizada pelo processo do C-14.

Encontrou-se no Egito um calendário exato, 4.221 anos antes da nossa era! Esse calendário orienta-se pelo nascer de Sírio e dava ciclos anuais de mais de 32.000 anos.

Os maias sabiam que o ano de Vênus tem 584 dias e avaliavam a duração do ano terrestre em 365.2420 (Cálculo exato hoje: 365,2422!).
Adaptado de:sobrenatural,ahduvido, larosadelosvientos